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55° - Retorno!

Dois dias depois. Cidade de Saporro.

O clima na cidade estava bem nublado, pela madrugada até de manhã uma nevasca aconteceu atingindo boa parte da região próxima a Saporro. Seus moradores se protegiam como podiam do frio que fazia enquanto realizavam suas tarefas diárias, muitos mercadores que sairiam da cidade para ao menos tentar vender suas mercadorias desistiram logo em seguida. Afinal muitas trilhas haviam sido cobertas por neve o que impedia as carroças de se moveram com precisão.

Os guardas e alguns outros moradores já trabalhavam para retirar ao menos parte da neve da estrada usada por tais homens, enquanto isso outros faziam a ronda não só dentro da região do castelo como também na cidade inteira e em seus arredores. O shogun Ryotaro era extremamente cauteloso quando se tratava da segurança de sua própria cidade e seus moradores, para Ryotaro protege-los era extremamente importante para prosperidade de toda Hokkaido.

Dentro do castelo muitos guardas se moviam apelos corredores, sejam entregando relatórios ou cumprindo com suas obrigações diárias. Muitas mulheres que trabalhavam no local também se movimentavam seja indo lavar as roupas ou limpar algum canto do enorme castelo do dragão.

Ao mesmo tempo Ryotaro despertava em seu enorme quarto, ao seu lado sua bela mulher também acordava lhe dando um prazeroso beijo antes que pudesse se levantar e vestir suas roupas. O nome da mulher era Yuki Yashida, possuía seus 35 anos, cabelos longos, era descendente do clã de guerreiros especializado em lanças e alabardas o clã Yashida que vivia ao norte de Hokkaido. Havia se casado com Ryotaro um pouco depois da guerra civil ter seu fim.

- Quer dizer que... Aquele tal de Homura quer levar sua aprendiz até o templo? Não acha que pegou um pouco pesado com a missão dela querido? – questionava Yuki observando o marido.

- Pelo contrario... Se ela for mesmo uma integrante do Shinsengumi, capturar aquele cara não será tão difícil assim. – respondia Ryotaro terminando de colocar seu Kimono.

- Estou bem curiosa... Geralmente você mandaria matar um traidor na hora, o que o fez mudar de ideia? – perguntou Yuki se levantando e se aproximando do marido o abraçando logo em seguida.

- Talvez esse velho guerreiro esteja ficando sentimental... Mas, digamos que estou curioso com o que vai acontecer a seguir, a garota mostrou uma forte determinação em derrota-lo, e ela não parecia estar brincando, esse espirito de guerreiro, de querer lutar, isso me deixou muito curioso... – respondia Ryotaro se virando e dando outro longo beijo em sua esposa.

- Pelo que você me disse ela derrotou dois membros da Guarda do Dragão durante o retorno da tropa de Hideki na floresta ao sul... E pela história que o tal Homura lhe contou ela conseguiu lutar contra Katsuo... Ela me parece ser habilidosa. – dizia Yuki.

- Por isso mandei Hideki como garantia para vigia-la de perto. E, aliás, do jeito que o coitado do Minato está ele não dará tanto trabalho assim para um aprendiz do Homura, ao menos é isso que espero. – afirmou Ryotaro.

- Realmente... Depois daquele cerco que nossos clãs fizeram ao Minato e sua gangue de assassinos para captura-lo no passado, ele nunca mais foi o mesmo... Aliás, foi nessa época que nos vimos pela primeira vez... – dizia Yuki com um sorriso no rosto.

- Eu me lembro... Você até mesmo quase me acertou com uma lança quando eu e meu pai chegamos ao seu vilarejo. – afirmou Ryotaro rindo.

- Eu estava no meio do treino quando um maluco apaixonado a primeira vista tentou me atacar, não pude me conter. – dizia Yuki dando uma piscada para Ryotaro.

- Bom, agora preciso ir, tenho que saber de novas informações sobre a garota dos Ishikawa. – afirmava Ryotaro.

- Tem certeza que quer sair deste quarto? – perguntava Yuki com um sorriso malicioso.

- Não, mas preciso... – respondia Ryotaro dando outro beijo na esposa e se dirigindo até a porta. – Estarei no salão real se precisar. – concluía o homem fechando a porta e deixando Yuki com um sorriso no rosto enquanto começava a por suas roupas.

Já nos corredores Ryotaro cumprimentava alguns guardas e indicava para alguns seguir até o salão real entregar seus relatórios do dia, ao passar por outro dos guardas Ryotaro ordenou para que levasse Homura até o local.

Passados quase 40 minutos um dos guardas retornou a sala real com Homura que ficou sentado a frente de Ryotaro. Ambos se encaravam friamente sem dizer uma só palavra, foi então que o silêncio foi quebrado quando Yuki adentrou o local com alguns pergaminhos em mãos, vestindo um belo Kimono amarelo com detalhe em vermelho.

- Então esse é o tal Ronin? – questionava Yuki olhando atentamente para Homura.

- Sim, o próprio... E isso em suas mãos? – questionava Ryotaro pegando um dos pergaminhos e o abrindo.

- É o relatório de gastos do castelo... Estou revendo tudo e reorganizando, aliás, também estou com o relatório de pagamento dos impostos da cidade, por conta da nevasca de ontem, muitos mercadores que vivem aqui ainda não puderam efetuar seu pagamento por não conseguirem retornar a cidade. – respondia Yuki.

- Entendo a estrada já está quase livre pelo relatório... – dizia Ryotaro.

- E sobre as encomendas do sul que chegaram a Hakodate? Já recebemos um mensageiro com a informação. – questionava Yuki.

- Já enviei um esquadrão para escoltar a carga até a cidade ao leste, com ela poderemos arrecadar uma boa quantia para suprir as cidade e reabastecer Saporro. Além do mais a colheita de arroz dom mês parece que vai atrasar um pouco. – afirmava Ryotaro.

- Sim, segundo alguns camponeses da região a neve está dificultando um pouco as coisas, mas nada para e preocupar no momento. – afirmava Yuki.

- Deixarei você cuidar disso minha querida... Agora... Homura... Faz dois dias não é? – questionava Ryotaro olhando fixamente para Homura enquanto Yuki apenas observava tudo.

- Sim... – disse Homura.

- Será que ela conseguiu mesmo? Ou será que uma integrante do Shinsengumi não é tudo isso que falam? – perguntava Ryotaro.

- Você vai se surpreender, eu confio nas habilidades dela. – respondia Homura com um sorriso no rosto.

- Por enquanto não tenho motivos para levar suas palavras em consideração, não até ela me trazer Minato novamente. – retrucava Ryotaro.

- Ela vai conseguir, a determinação dela não é tão fraca a ponta de perder para um mísero fugitivo. – disse Homura.

- Hahahaha... Veremos meu caro Homura, veremos. – dizia Ryotaro.

Após a breve conversa entre os dois homens, e após revisar mais alguns papéis juntamente de Yuki, Ryotaro notou uma movimentação de seus soldados onde um deles adentrou a sala se anunciando. O guarda relatou que Kaguya havia enfim retornado de sua missão e que estava do lado de fora na entrada do castelo.

Ryotaro e Yuki foram até o local juntamente com Homura que foi escoltado por um guarda. Ao chegarem ao local todos viram Hideki sentado em um canto perto de uma pedra que ficava no jardim, já Kaguya estava parada de frente para o shogun onde a sua frente Minato se fazia presente de joelhos, aparentando estar com muitas dores e fermentos de batalha.

Ryotaro observou bem aquele homem e depois olhou atentamente para Kaguya que dava um leve sorriso de canto. Ryotaro deixou escapar uma leve risada e depois caminhou até Minato que o olhou com desprezo em seu rosto. Após observar o fugitivo de perto, Ryotaro apontou com o dedo para dois guardas e logo os homens se moveram levando Minato de volta a prisão de Saporro do outro lado da cidade.

- Pois bem... Vejo que conseguiu. – dizia Ryotaro.

- A nevasca nos pegou no meio do caminho, ficamos presos em uma caverna, e aquele louco quase fugiu algumas vezes. – afirmava Kaguya.

- Entendo... Hideki... E então? O que achou dela? – perguntou Ryotaro.

- Ela tem potencial, soube analisar a situação, por mais que ainda falte muito, acho que da para confiar nela por enquanto. – dizia Ryotaro enquanto Kaguya o encarava com um sorriso de canto.

- Interessante... Você cumpriu com seu acordo eu respeito isso... Kaguya, entre e descanse, eu soltarei seu mestre também... Você pode seguir caminho para Ryuusei, eu a aprovo. – dizia Ryotaro arrancando um sorriso de Kaguya que acenou brevemente para Homura que foi desamarrado.

- Muito obrigada senhor Ryotaro... – dizia Kaguya se ajoelhando em respeito.

- Yuki, cuide dela, por favor. – dizia Ryotaro entrando no castelo junto com Homura.

Em seguida Yuki indicou para que Kaguya a seguisse, ambas chegaram até a área dos banheiros onde Kaguya pôde relaxar um pouco e descansar de sua breve missão pela terra gelada. Yuki indicou para uma das empregadas trazerem um Kimono para a garota se vestir e usar até que sua roupa de batalha estivesse devidamente limpa e lavada.

Após mais alguns minutos Kaguya terminou seu banho e vestiu um Kimono simples de cor azul que trouxeram para si. Logo depois Yuki e Kaguya se dirigiram para o terceiro andar do castelo onde ficavam alguns quartos vagos que poderia ser usados pela garota.

- Aqui é onde você vai ficar até sair, é um pouco apertado, mas vai servir eu acredito. – afirmou Yuki abrindo a porta do local.

- Obrigada por tudo senhora... Yuki não é mesmo? Foi assim que o senhor Ryotaro a chamou. – dizia Kaguya em agradecimento.

- Sim, esse é meu nome... Yuki... Como a neve que cai em Hokkaido. – dizia Yuki.

- É um belo nome, assim como esse lugar. – afirmou Kaguya.

- Obrigada... Seu nome também traz um significado, a meu ver foi inspirada em uma deusa, a deusa do Eclipse, a princesa da lua, a deusa coelho, ela era chamada de muitas coisas segundo as lendas antigas descritas nos pergaminhos. Como forma de estudo meu pai e principalmente minha mãe me obrigavam a ler sobre os deuses antigos e seus feitos, tudo para que eu os usasse como fonte de inspiração para jamais desistir... Particularmente eu preferiria estudar sobre economia e coisas do tipo, mas não é fácil ser de um clã de guerreiros... – dizia Yuki com um leve sorriso no rosto.

- Minha mãe sempre me contou essa história sobre meu nome quando eu era pequena, de que meu nome era uma homenagem a essa deusa de tempos antigos, fico até feliz por carregar um nome como esse, às vezes eu me sinto até mais forte e determinada a seguir em frente. – afirmava Kaguya sorrindo estando um pouco envergonhada.

- E o que está achando de ver um clima totalmente diferente do que é o sul do país? – questionou Yuki.

- Bom, é um pouco diferente, quer dizer, lá temos neve uma vez ou outra, mas não como aqui... Hokkaido é um belo lugar, no caminho pude vislumbrar paisagens incríveis, espero que quando isso acabar eu possa viajar pela ilha toda visitando esses lugares. – afirmava Kaguya.

- Fico feliz que esteja gostando de Hokkaido... Vejo que foi bem criada pelos seus pais. – dizia Yuki abrindo uma das portas laterais que dava para uma vista da cidade.

- Sim, recebi muita educação deles e também de meu mestre que me ensinou tudo sobre a arte do Kenjutsu. – dizia Kaguya observando sua espada e a deixando próxima de um pequeno armário.

- Entendo... Ser uma guerreira deve ser difícil não é mesmo Kaguya? – questionou Yuki.

- Sim, mas estou pronta para enfrentar esses desafios, não posso desistir agora. – respondia Kaguya olhando brevemente para Yuki que sorriu.

- Interessante, sua determinação me faz lembrar da época em que eu tinha sua idade, bons tempos aqueles... Mas tome cuidado, você como um samurai deve estar preparada para fazer o que deve ser feito, como membra do Shinsengumi e nesses tempos de guerra que enfrentamos, um samurai não pode fugir da batalha, lembre-se disso... – afirmava Yuki caminhando até a saída.

- Sim, pode deixar senhora Yuki. – afirmou Kaguya se curvando em agradecimento.

- Agora descanse... Você vai precisar afinal em breve você iniciara seu treino no templo Ryuusei... Até mais tarde Kaguya. – dizia Yuki deixando o quarto.

Kaguya em seguida seguiu até a pequena varanda onde pôde sentir o vento gelado bater em seu rosto, a garota observava bem a paisagem a sua frente com um olhar determinado. Em sua mente Kaguya não parava de pensar sobre seu treino, nos desafios que a esperavam a seguir, em seguida Kaguya olhou para sua mão, fechou seu punho o apertando e olhou novamente para frente com um olhar sério.

- Falta pouco... O templo Ryuusei... Eu não vou decepciona-los, vou ficar mais forte, e proteger esse lugar. – disse Kaguya para si mesma.

Norte da região de Iwate.

Depois de sua breve visita no vilarejo do clã Mizu, Katsuo e seus homens se movimentaram até a região próxima a fronteira com a província de Aomori. As tropas de Katsuo estavam em uma floresta de mata fechada, o local ideal para se reunirem sem levantar tantas suspeitas.

Katsuo já tinha em mente aonde ir a seguir, o shogun e seus generais já tinham em mente uma possível resposta para a frase deixada pelo ancião do clã Mizu, mas ainda precisavam ter certeza de algumas coisas para não correrem o risco de caírem em uma possível armadilha.

Por conta disso Katsuo planejava reaver algumas escrituras antigas que estavam sob posse da biblioteca do shogun responsável por Aomori, porém Katsuo sabia que tal ataque seria o mesmo que revelar sua posição ao Shinsengumi. Por mais que tivesse meios e forças para lidar com os cães do governo como gostava de chamar, Katsuo sabia que seria difícil se mover durante uma batalha antes de chegar a seu objetivo.

- Ela está mesmo naquele local? Quer dizer... Pode ser apenas uma pista falsa no final das contas. – afirmou Koga levando a mão ao queixo.

- Eu concordo... Talvez nas escrituras da biblioteca de Aomori nós possamos completar a informação com mais clareza... – dizia Takanori.

- Exatamente... Mas algo naquela frase me deixa intrigado, podemos estar errados como também podemos seguir a pista certa... As chances são iguais de um lado ou de outro. – afirmou Katsuo.

- Vamos seguir para Aomori, deixaremos as tropas estacionadas perto da costa para não levantar suspeitas, seguiremos em um grupo pequeno. – sugeria Takanori.

- Não... Vamos invadir com tudo... Mostraremos nossa força para Aomori assim como fizemos com outros lugares... Será mais fácil e pratico... Depois que obtivermos o que queremos poderemos seguir ao próximo alvo. – retrucava Katsuo se levantando.

- Como queira mestre... – dizia Takanori notando uma movimentação estranha nas proximidades.

De repente o som de gritos foi ouvido deixando todos os homens em alerta sacando suas espadas, nas proximidades do local o grupo de Katsuo que estava bem espalhado começava a passar a informação de que seriam dois pequenos grupos de samurais que estavam atacando.

Koga, Takanori e Katsuo olhavam tudo ao seu redor quando um de seus homens caiu no chão com um corte nas costas. O homem estava atrás de uma árvore a cerca de 7 metros de onde Katsuo estava.

- Quem está ai? – questionou Katsuo ao mesmo tempo em que uma pequena tropa surgia cercando o grupo principal.

- Ora, ora, ora, vejo que... Alguém está sendo muito agressivo ultimamente, sabe meu caro Katsuo às vezes você deveria seguir o que seus generais dizem afinal a província de Aomori não é um lugar para brincar de guerra. – afirmava uma voz ecoando no local.

- Apareça... Quem é você? – questionou Katsuo num tom de voz sério.

- Eu sou aquela que tem a resposta para seu enigma, sou aquela que governa Aomori... Meu nome é Midori Suzuki, líder da Orochi e do clã Suzuki... Meu caro Katsuo Nobuhara... Eu vim fazer um acordo com você. – respondia Midori surgindo de traz de uma árvore com sua espada em mãos e um sorriso maléfico no rosto.

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