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52° - Apareça! O Dragão Branco de Hokkaido!

Centro leste da província de Iwate. Vilarejo do clã Mizu.

Enquanto Kaguya e Homura enfrentavam problemas em Hokkaido, o pequeno vilarejo do clã aliado a Katsuo enfrentava também um inimigo bem diferente do habitual. Os moradores da vila foram presos em suas casas sendo vigiados por dois guardas cada. Todos estavam assustados e nem sequer podiam pedir por ajuda, pois as rotas de saída do vilarejo estavam sendo vigiados por mais um pequeno grupo de samurais devidamente armados.

Já na cabana do líder do vilarejo Midori se encontrava encarando tanto o líder do local como o velho ancião. Ambos estavam com medo em seus rostos, nenhuma deles poderiam sequer imaginar do que aquela mulher era capaz.

Já Midori sorria com tudo aquilo, a líder da Orochi aguardou para que Katsuo estivesse o mais distante do vilarejo para então atacar. Midori estava disposta a descobrir por qual motivo um homem forte e temido como Katsuo Nobuhara havia ido até aquele vilarejo.

- O-o que quer aqui? Quem é você? – questionava Endo o líder da vila.

- O que eu quero? Vejamos... Eu quero poder, ter esse país na palma de minhas mãos e... Eu quero algumas respostas. – respondeu Midori com um sorriso sarcástico.

- Respostas? Você não encontrará nada por aqui! Saia! – gritou o ancião.

- Sério? Que pena... – dizia Midori acenando para um dos guardas entrar na cabana.

De repente o homem surgiu com um dos moradores em seus braços sendo arrastado forçadamente. Em seguida o guarda jogou aquele rapaz de aproximadamente 28 anos no chão. Midori retirou sua espada da bainha e então matou o homem na frente de Endo e do ancião.

- E então... Vocês me darão as respostas que eu busco... Ou vão deixar sua gente morrer sem necessidade? – questionava Midori limpando a lâmina de sua espada.

- O que você quer? – perguntou Endo.

- Eu quero o que Katsuo procura... Para um homem como ele vir até aqui estando sob posse de duas relíquias dos deuses significa que vocês têm algo de valor a repassar a ele... – respondia Midori ficando cada vez mais séria.

- Está bem... Mas por favor, poupe nossa gente... – implorava o ancião.

- Mas meu pai! Não podemos fazer isso! – dizia Endo.

- Não temos escolha... Precisamos preservar a vida de nosso povo a todo custo, mesmo que isso significa dar a ela o que ela quer. – retrucava o ancião.

- Ótimo então comecem... Eu não tenho o tempo todo. – dizia Midori apontando a espada para ambos.

O ancião contou a Midori tudo o que sabia sobre as relíquias, e principalmente sobre as joias Yasakani no Magatama. Midori assim como Katsuo possuíam agora a mesma informação, de que as joias estavam escondidas em um lugar onde o branco cai do céu, em um lugar onde os dragões repousam eternamente nos berços de seus criadores.

Midori ficou pensativa sobre o assunto por alguns minutos, porém logo chegou a uma conclusão. Em sua mente a líder da Orochi possuía uma teoria de onde elas poderiam estar, mas para isso ela precisava ter certeza sobre algumas coisas. Midori sorriu e guardou sua espada logo em seguida.

- Muito obrigado velho isso foi deveras útil para mim... Tudo o que falta agora... É começar a agir... – dizia Midori saindo da cabana.

Em seguida Midori acenou para os guardas que logo ao receberem o sinal começaram a se mover para fora do vilarejo, mas sem antes deixarem uma marca naquele lugar, em cada cabana cada guarda havia matado ao menos uma pessoa.

Midori sorria com os gritos e agora a segunda fase do seu plano poderia enfim começar.

Hokkaido. Dia seguinte. Proximidades da capital Saporro.

A região de Saporro em Hokkaido era uma das mais importantes da enorme ilha gelada. Além de abrigar o castelo do shogun governante do local, Saporro era uma bela cidade conhecida por seus dotes culinários, o famoso miso ramen de Saporro era conhecido em todos os cantos da ilha, sendo o melhor em todo o país. Saporro também possuía uma vasta variedade de comidas típicas da região que encantavam o paladar de seus moradores e viajantes.

Saporro era cortada por muitos rios que seguiam para outras partes de Hokkaido, assim como também possuía muitos lagos em volta e algumas montanhas ao norte que cercavam a cidade. Muitos de seus moradores e principalmente os mercadores usavam de trilhas pela floresta ou pelas montanhas para terem acesso a outras partes do país.

O grupo de Hideki que capturou Kaguya e Homura se aproximava da cidade por uma trilha que passava por um enorme lago artificial. Todos já podiam ver de longe ao menos o castelo do shogun, uma enorme estrutura que se localizava no norte da cidade, cercada por um enorme lago, onde apenas uma ponte poderia acessa-lo.

O local onde se encontrava o castelo ainda ficava próximo de outra estrutura que lembrava muito um pequeno quartel um até mesmo uma prisão.

- Então essa é Saporro... A cidade é mesmo grande. – dizia Kaguya admirada com a vista que tinha. Agora que estavam mais próximos da entrada da cidade.

- Tem algo me incomodando desde que vocês nos pegaram? Como nos descobriram? Por que estavam atrás da gente? – perguntou Homura.

Hideki deu um longo suspiro olhou brevemente para trás e então respondeu enquanto caminhava:

- Nós estávamos patrulhando a região quando fomos ao vilarejo do qual vocês dois ficaram, iriamos dar uma pausa antes de procurar por um Ronin que escapou da prisão de Saporro... Foi então que um dos moradores achou suspeito dois viajantes estranhos e com espadas andando pela cidade... Decidimos seguir vocês e então... O resto vocês já sabem. - Respondia Hideki.

- E o que pretende? Nos matar? – perguntou Kaguya.

- Bom... Isso vai depender do meu mestre... Ele que decidirá o que fazer com vocês... Bem vindos a Saporro... Também chamada de a Toca do Dragão! – dizia Hideki enquanto o grupo adentrava a cidade.

Enquanto caminhavam muitos dos moradores cumprimentavam a guarda do dragão os parabenizando por um bom trabalho. Kaguya via no olhar daquelas pessoas admiração e respeito e também olhares estranhos principalmente em sua direção, muitas pessoas chegaram a comentar por que havia uma mulher ali sendo levada. Outras estranhavam o seu visual, afinal não era normal ver uma mulher com o que parecia um uniforme de combate andando por ai.

Porém Kaguya não se deixou abalar e continuou com uma expressão séria todo o caminho. O grupo chegou à ponte de acesso ao castelo onde um enorme portão estampando um dragão os impedia de seguir em frente. Após Hideki dar o sinal para os guardas os portões foram abertos onde todos prosseguiram atravessando a extensa ponte e chegando ao castelo.

Hideki ordenou para os guardas se prepararem, pois em breve iriam sair novamente, outro dos guardas que estava próximo ao portão possuía um relatório a entregar, porém Hideki disse para aguardar e entrega-lo depois que o assunto de Kaguya e Homura fossem devidamente resolvido.

Hideki guiou ambos para dentro do castelo atravessando o enorme corredor central e chegando a sala de reuniões do local. Um lugar bem espaçoso com muitas estátuas espalhadas pelos cantos, uma vista para o jardim lateral da casa, alguns incensos estavam espalhados perfumando o salão e no centro, havia um homem sentado apenas observando o trio se ajeitar a sua frente.

O homem usava um Kimono branco com o símbolo de um dragão no lado esquerdo do peito. Seus cabelos eram devidamente ajeitados amarrados para trás deixando apenas um pequeno fio a frente do rosto. Ambos estavam diante do famoso Dragão Branco, o shogun que controlava a região de Hokkaido desde a Guerra civil, seu nome era Ryotaro Sousuke.

Ryotaro fazia parte de um destemido clã de guerreiros que governavam a região de Hokkaido há muito tempo. Um clã que jurou lealdade ao grande Daimyo se aliando ao mesmo quando fosse necessário. Ryotaro assumiu o governo de Hokkaido oficialmente um pouco antes de a guerra civil estourar de vez no país, e assim comandou as forças de Hokkaido em busca da paz durante a guerra.

Kaguya sentiu um frio percorrer sua barriga, a garota engoliu seco e se manteve concentrada, já Homura encarava seu antigo mestre com um olhar ainda mais sério e mortal, afinal o shogun fazia o mesmo com ele.

- Meu senhor. Interceptamos esses dois durante nossa perseguição ao fugitivo. Os trouxemos aqui por que os achamos suspeitos demais, e, aliás, esse homem alega já ter feito parte da guarda servindo ao senhor no passado. – afirmava Hideki.

- Entendo... Fez um bom trabalho Hideki... Agora... Fazia tempo que eu não o via... Homura, sua aparência continua a mesma de antes, um homem sério, um samurai forte e de princípios... Além de ser um pouco tolo... – afirmou Ryotaro com um tom de voz sério.

- Ryotaro Sousuke... É um prazer vê-lo novamente. – dizia Homura.

- Eu não digo o mesmo... Me traiu para que fosse aliado a Katsuo Nobuhara no passado... Diga-me o que me impede de sacar minha lâmina e mata-lo aqui e agora? Quero ouvir sua resposta antes de tomar minha decisão sobre vocês... – questionava Ryotaro.

- Nada... Mas garanto que sou um homem diferente daquele que eu fui um dia... Katsuo manteve minha esposa e filha prisioneiras enquanto me forçava a trabalhar para ele, eu não tive escolha a não ser cooperar para a segurança de ambas... No final ele matou minha esposa e poupou minha filha... Porém nada disso justifica o que eu fiz... Durante a guerra, ou servindo a Katsuo... É fato que eu matei muitas pessoas nessa jornada servindo a ele e seus ideais distorcidos... Então se quiser me eliminar aqui e agora fique a vontade, estou pronto para aceitar qualquer punição vinda do senhor... – dizia Homura enquanto Ryotaro apenas o encarava.

- Interessante... Vejo que continua o mesmo de sempre... Um Samurai que mesmo sem um mestre a servir continua com sua honra... Eu poderia obriga-lo a cometer seppuku agora mesmo, mas ainda tem muito que preciso saber sobre o que lhe traz aqui de volta a Hokkaido... E essa garota? O que faz com ela Homura? – perguntou Ryotaro agora olhando para Kaguya.

- E-eu sou Kaguya Ishikawa... Filha de Kushina e Yasunori Ishikawa líder da província de Saitama. – respondia Kaguya com seriedade.

- Olha só... A herdeira da família Ishikawa diante de meus olhos... Eu lutei com seu pai no passado ele era um homem sábio e forte, nossa aliança foi temida por muitos outros clãs e shoguns pelo país... Como anda aquele velho hein? – perguntou Ryotaro esbanjando toda sua surpresa.

- Bom... Meu pai ele... Foi morto durante um ataque de Katsuo a Saitama... – respondia Kaguya deixando Ryotaro sem reação.

- Sinto muito garota... Essa informação não chegou até mim... Deve ter sido difícil para você... – disse Ryotaro com uma expressão de tristeza em seu olhar.

- Sim... Até por que... Muita coisa aconteceu antes, e não tive a chance de me despedir corretamente... Mas eu segui em frente mesmo com essa dor, e estou disposta a ajudar a derrotar Katsuo e impedir que ele consiga aqueles artefatos. – dizia Kaguya deixando Ryotaro surpreso.

- Artefatos? Não pode ser... Homura! É melhor explicar o que está acontecendo... – afirmava Ryotaro com um tom de voz um pouco elevado.

Homura contou tudo sobre Katsuo e seus planos a Ryotaro que não ficou surpreso ao saber, pelo contrario, seu olhar era de raiva por todo o que aconteceu até agora. Porém a surpresa passou a tomar conta de seu rosto quando Homura contou que passou a treinar Kaguya na arte da espada e que a mesma havia adentrado ao Shinsengumi.

Kaguya retirou o manto que cobria seu uniforme de batalha, revelando o símbolo do Shinsengumi estampado no lado direito de suas roupas. Ryotaro não sabia como reagir, principalmente ao saber que o objetivo da vinda de ambos para Hokkaido tenha sido para treina-la no Templo Ryuusei.

Já Hideki apenas observava tudo esperando que seu líder tomasse alguma providencia sobre o assunto envolvendo ambos, Hideki após ouvir toda a conversa possuía duvidas se Ryotaro iria mesmo julgar ambos ou deixa-los em paz.

- Essa história é difícil demais de se acreditar... Quem diria que os tempos fossem mudando assim tão rápido, e aquilo que lutamos para proteger teria que ser protegido mais uma vez. – dizia Ryotaro.

- Meu senhor! Podemos montar uma guarda naquele local por segurança. – sugeria Hideki.

- Sim, mas no momento não será necessário, aquilo está bem protegido por enquanto, será difícil até mesmo para Katsuo. Agora a questão é... Você Kaguya Ishikawa. Uma mulher no Shinsengumi é realmente de se estranhar, o velho Matsudaira deve ter passado um aperto em relação a esse assunto e acredito que não seja nada fácil para você... Uma guerreira Samurai que busca ser mais forte para defender o país com suas mãos... Sua determinação em ser diferente de outras mulheres é surpreendente... Porém completamente equivocada para essa nossa época de guerras e batalhas constantes... Você deveria ficar em casa, segura e tranquila enquanto as batalhas seriam travadas por nós guerreiros samurais, mas pelo que vejo e pelo que Homura me contou você está longe de desejar ficar parada em Saitama... – afirmava Ryotaro observando Kaguya atentamente.

- O que você... Fará com a gente? Vai nos deixar ir ou... – questionava Kaguya ficando um pouco tensa.

- Deixe-me pergunta-la sobre algo! Você quer mesmo defender esse país? Ir até o Templo Ryuusei... Despertar seu Seihō e aprender sua Espada Oculta? Você quer mesmo continuar lutando? – questionou Ryotaro semicerrando seus olhos.

- Sim! Eu quero... Eu preciso proteger meu país e também todas as pessoas que moram nele! Eu quero ficar mais forte! – respondia Kaguya com seriedade.

- Se você deseja ir até a caverna então você irá... Mas antes, terá que provar que você é merecedora de tal feito, terá que provar que você tem o que é preciso para continuar pegando em uma espada para lutar por esse país... Kaguya eu lhe darei uma missão e se você completa-la, eu lhe darei o direito de ir até o templo e seguir com seu treino, e também libertarei seu mestre, mas se falhar... – dizia Ryotaro observando sua espada perto de uma estatua a sua esquerda.

- Sim, estou pronta para aceitar qualquer punição, como membra do Shinsengumi eu não posso parar agora e fugir de um desafio ou uma missão. – afirmou Kaguya encarando Ryotaro que em seguida, deu um sorriso de canto.

- Pois bem... Kaguya Ishikawa eu irei lhe dizer o que você fará... Bem vinda a Hokkaido! – dizia Ryotaro se levantando.

Kaguya estava determinada a seguir em frente e agora uma missão misteriosa lhe esperava, um novo desafio para que pudesse seguir com seu caminho rumo ao templo Ryuusei.

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