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36° - Aqueles que Rastejam Pela Terra!

Província de Chiba. Vilarejo no litoral.

O vilarejo no qual Katsuo e seus homens se encontrava estava um completo caos, chamas saiam das casas que queimavam por conta das lâmpadas que caiam na madeira, muitos corpos estavam espalhados pelas areias e pela floresta próxima, assim como havia alguns dentro das casas queimando, marcas de sangue estavam espalhadas por todos os lados assim como espadas que estavam jogadas no chão, fora das casas, Koga e Takanori combatiam dois soldados das forças do shogun responsável por Chiba, os homens portavam armadura de batalha em cores verde com detalhes em preto e possuía cada um duas espadas em mãos.

Koga e Takanori estavam enfrentando os dois últimos samurais das forças inimigas. Sangue escorria de algumas feridas e pelo rosto de ambos, porém após movimentos precisos de suas espadas, ativando consequentemente seu Seihō e liberando sua Espada Oculta, ambos conseguiram derrotar seus oponentes. Koga e Takanori haviam passado praticamente o dia em meio a batalhas naquela região, as forças de Katsuo no local somavam cerca de 50 homens que foram atacados pelo shogun de Chiba, por cerca de quase quatro vezes mais samurais, o que explicava o cansaço e muitos ferimentos de Koga e Takanori.

Porém os dois generais eram samurais bem treinados, conseguiram lidar com muitos homens sem o maior problema, porém a quantidade não estava a favor dos dois, o que os levou a usarem sua Espada Oculta, e assim retomarem a vantagem sobre os soldados do líder de Chiba.

O líder de Chiba havia feito um ataque surpresa no meio da noite, a fim de tomar posse das relíquias para si, aproveitando que Katsuo estava de certa forma sem um grande exercito, o shogun de Chiba acreditava ser a oportunidade perfeita para trai-lo e ficar com toda a gloria para si, o líder de Chiba usaria as relíquias para controlar Kyoto, obrigando o Daimyo a seguir suas ordens, o declarando assim o governante supremo do país.

Porém seus planos foram por água abaixo devido às habilidades de Katsuo e sua tropa que já estavam recuperados e apenas aguardavam uma chance de fugirem dali, as forças de Katsuo conseguiram repelir o ataque, e obrigar o líder de Chiba a fugir com apenas alguns homens, as tropas de Katsuo mesmo com um reforço chegando de Ronins que vagavam por outras províncias a procura de pistas sobre a última relíquia, teve baixas e mais baixas, sendo reduzidas há um pouco mais da metade do que tinham estacionadas no local anteriormente.

Koga e Takanori em seguida desativaram suas habilidades, guardaram as espadas e correram para a parte da floresta, Katsuo estava parado, sentado em uma pedra com as relíquias consigo, alguns outros homens estavam próximos apenas esperando também, na armadura de Katsuo havia marcas de sangue e alguns poucos ferimentos.

- Estão bem? Conseguem continuar? - questionava Katsuo.

- Sim, isso aqui não é nada. - respondia Koga.

- Eu concordo meu senhor, não podemos nos deixar fraquejar com ferimentos assim. - afirmava Takanori enxugando o sangue de seu rosto.

- Bom, era o que eu esperava... Relatório. - afirmava Katsuo.

- Meu senhor, nós limpamos a área. - afirmou Koga.

- Os outros fugiram, porém não acho que vão demorar a voltar, temos que nos mover. - afirmava Takanori.

- Sim, recebi informações de um dos nossos espiões que sobreviveram a esse pequeno ataque do líder de Shiba. Vamos para o norte. - afirmava Katsuo.

- O norte? - questionou Koga.

- Sim, ele me disse que existe um senhor ancião, perto da província de Iwate que sabe algo a respeito das joias Yasakani no Magatama, é para lá que vamos. Já ordenei para nossos homens espalhados se reunirem na província dentro dos próximos dias. - respondia Katsuo se levantando.

- E quanto a este incidente? - perguntou Koga.

- Vamos ignora-lo, só perderíamos tempo indo atrás de silenciar o líder de Chiba, conhecendo aquele velho fujão que achou que poderia me vencer, ele vai correr com o rabo entre as pernas pro Shinsengumi e pro Daimyo... Até lá nós já estaremos longe daqui. - respondia Katsuo.

- Como queira meu senhor, eu vou buscar os cavalos que deixamos perto da caverna. - dizia Takanori.

- Iremos espera-lo do outro lado do bosque, seja rápido. - alertou Koga, enquanto Takanori assentia com a cabeça chamando por três homens para que lhe ajudasse.

Ao se entre olharem, Katsuo e seus homens começaram a sair da região do litoral, indo em direção à província de Iwate ao norte do país.

Dois dias depois. Kyoto.

O dia começava mais uma vez na capital da terra do sol nascente, Kyoto voltava lentamente a ficar agitada durante o dia, lojas começavam a abrir, pessoas andavam pelas ruas, e os homens do Shinsengumi faziam uma ronda matinal no local à procura de problemas, os moradores também já começavam a realizar a colheita no dia nos campos em volta da cidade, às donas de casa lavavam suas roupas nos rios próximos enquanto as crianças corriam pela cidade brincando, enquanto outras estudavam em uma escola recém-reinaugurada na capital, depois de um incêndio que a devastou mês passado.

Muitos dos grandes capitães como Okita e Kondo, haviam saído da capital alguns dias atrás em busca de pistas em missões distintas nas províncias atacadas por Katsuo, segundo alguns relatos de homens nos locais, havia uma movimentação estranha de Ronins em lugares específicos, e assim os dois comandantes havia seguido com seus times em busca de interceptar tais Ronins.

Já as buscas por Kaguya haviam sido encerradas oficialmente já que a garota não foi encontrada em lugar algum das províncias em que acreditavam acha-la, com Kaguya sendo dada como desaparecida em combate, o Shinsengumi nada mais poderia fazer a não ser seguir pela procura de Katsuo e as relíquias, porém Kushina ainda acreditava encontrar a filha em algum lugar e enviou secretamente alguns soldados para outras regiões a fim de continuar as buscas por conta própria.

Enquanto isso, Hijikata, Yamaguchi e seu time voltavam a Kyoto depois de uma missão em Saitama a mando de Kushina, a mãe de Kaguya havia se tornado a governanta provisória da região a mando do próprio Daimyo, porém devido às circunstâncias atuais tal função ainda não havia sido oficializada pelo governo. Segundo os guardas da reconstruída Saitama, homens estranhos também vagavam pelas redondezas procurando saquear famílias e vilarejos próximos da capital.

Hijikata e seu time de ação conseguiram deter os Ronins, porém algo lhe chamou a atenção, antes que o grupo pudesse ser levado à prisão Mugen, Hijikata conseguiu algumas informações importantes sobre algo que acontecia em determinadas regiões do país, Hijikata chegou rapidamente ao quartel do Shinsengumi indo direto para a sala de reuniões onde Matsudaira estava, porém não sozinho, como era de costume o comandante geral estava com uma mulher.

Após esperar a mulher e seu comandante se trocarem, Hijikata entrou no local, enquanto a mulher saia, Matsudaira se ajeitou e logo cumprimentou Hijikata que sentou-se a sua frente com um olhar de decepção em seu rosto, por ver seu comandante mais uma vez usando e abusando da sala de reuniões durante a noite.

- Bem vindo de volta garoto Hijikata. E então? - questionou Matsudaira.

- Tudo resolvido, lidamos com os Ronins na área. Porém o senhor precisa saber de algo. - dizia Hijikata entregando um pergaminho.

- E o que seria isso? - questionou Matsudaira lendo seu conteúdo.

- Parece que desde o último ataque de Katsuo o índice de Ronins bem peculiares vem aumentando nas redondezas, segundo os registros eles carregavam desenhos estranhos de uma serpente pelo corpo, sendo eles nos braços principalmente. - respondia Hijikata.

- Entendo... Tatuagens vêm ganhando espaço neste país, porém entre criminosos... Já prendemos alguns recentes, mas com o símbolo de uma serpente... Isso é novidade pra mim... O que mais descobriu, por que tanto alarde? - questionava Matsudaira.

- Bom... Durante essa última missão, nós identificamos esses mesmos Ronins, um deles o líder do grupo preso no caso, não quis revelar sobre o que eram, porém ele me disse para tomar cuidado, pois as serpentes se espalharam pelo país. - respondia Hijikata com seriedade.

- As serpentes se espalharam pelo país? Mas o que isso significa? - questionou Matsudaira.

- Não sabemos senhor, o Yamaguchi vai investigar mais a fundo, porém temo que exista outro problema para resolvermos, se for o que estou pensando, podemos estar enfrentando uma organização criminosa que envolve todo o país secretamente. - respondia Hijikata.

- Se já não bastasse termos que achar o Katsuo, agora isso... - reclamava Matsudaira.

- O time de busca anda não retornou? - questionou Hijikata.

- Não, porém fiquei sabendo que eles foram a uma missão extra no meio do caminho, parece que alguns pescadores locais que foram até o litoral sul de Chiba, acharam registros de corpos no litoral, segundo um dos homens do time que retornou para dar o relatório, um desses homens pescadores estava vindo para Kyoto quando achou o time do Shinsengumi e relatou a eles, essa é a única pista que temos no momento. - respondia Matsudaira.

- Entendo, o país é grande, existe vários lugares dos quais ele pode ter ido, é difícil cobrir todas as regiões ao mesmo tempo no meio de missões importantes a serem feitas... - analisava Hijikata.

- Sim, mas diga-me jovem Hijikata... O homem que capturou revelou um nome ou algo do tipo? - questionava Matsudaira.

- Nada além da misteriosa frase. - respondia Hijikata.

- De qualquer forma, vamos ficar de olho nessas tatuagens, se mais deles forem aparecer estaremos mais expertos desta vez, avise nossos homens para que se os acharem, os mantenham vivos e arranquem qualquer informação que tiverem, se precisar parta com Yamaguchi para investigar também, se estamos lidando com uma organização assim, temos que nos mover também e descobrir mais coisas, ao mesmo tempo peça para reforçarem a busca por Katsuo! - dizia Matsudaira.

- Sim! - respondia Hijikata se preparando para sair da sala de reuniões, e assim cumprir as ordens de seu comandante.

Região da província de Aomori.

Após o incidente no pequeno vilarejo na fronteira, Homura e Kaguya continuavam vagando pela terra do sol nascente rumo a um dos portos de Aomori onde pegariam um barco para Hokkaido. Porém o caminho da dupla foi interrompido mais uma vez, uma forte chuva caia na região por onde passavam e atrapalhou a viagem, a chuva fez rios transbordarem deixando a água muito forte, fazendo com que pontes que precisavam ser atravessadas fossem destruídas pela força da água.

Kaguya e Homura ainda tiveram a sorte de conseguir abrigo dentro de uma pequena loja de doces que ficava em uma região próxima, e assim até a chuva passar e os rios se acalmarem, a dupla resolveu aguardar. No dia seguinte com o dia mais calmo que anteriormente, ambos tiveram que prosseguir por outra rota, afinal a ponte que os fazia seguir em frente sem grandes problemas foi destruído pela chuva.

Ambos tiveram que atravessar uma região bastante famosa entre Akita e Aomori, uma região cercada por pedras um tanto íngremes e de mata quase fechada, conhecido como a Cachoeira de Oirase, o local era perigoso por suas pedras escorregadias e pela difícil travessia mesmo com os devidos cuidados, o local possuía um alto índice de acidentes na região, principalmente dos viajantes que não conheciam muito bem a área em volta da cachoeira, que também contava com alguns ursos, macacos e outros animais nativos da região.

Kaguya e Homura chegaram à cachoeira e atravessaram tomando o máximo de cuidado possível para não caírem, para piorar um pouco a situação a força da água estava um pouco forte devido à chuva de dias atrás, porém Homura e Kaguya depois de vários sustos conseguiram atravessar a cachoeira e assim seguir seu caminho.

Durante todo o percurso ao longo do dia, ambos não encontraram nenhum problema com relação a Ronins ou bandidos de estrada, Homura acreditava que de alguma forma a chuva tivesse afugentado tais homens e os impedido de se mover também, o que seria uma coisa boa, pois devido aos acontecimentos do dia anterior Homura gostaria de evitar mais problemas.

Depois de praticamente dois dias de viagem que não estavam planejados por conta da chuva, a dupla de mestre e aluna agora se encontravam dentro do território da província de Aomori, a última parada antes de chegarem a Hokkaido. Tal província era conhecida por ser mais um dos grandes fornecedores de peixes e frutos do mar do país, além de ser uma província conhecida por suas belas frutas tendo a mais famosa a maça.

Porém Aomori era ainda mais conhecida por seus moradores serem quase que especialistas em artigos de madeira, esculturas, casas, e principalmente barcos eram feitos em Aomori sendo estes barcos feitos com o maior cuidado e a melhor madeira possível da região, Aomori também era uma província com belos lugares para se visitar, e um deles chamava a atenção de todos que atravessavam a província rumo a capital ao leste ou ao litoral norte e passavam pela fronteira entre Iwate, Aomori e Akita, o famoso Lago Towada, um enorme lago feito dentro de uma enorme cratera, uma visão bela, porém ao mesmo tempo um tanto assustadora pelo local onde se encontrava e pela profundidade.

Já se passava do meio dia e o sol pairava alto nos céus cercado por muitas nuvens que encobriam a sua visão e aliviava o calor, alguns moradores de vilarejos próximos vagavam pelas estradas por onde Kaguya e Homura passavam carregando carroças com alimentos, ou roupas para suas casas, ou até mesmo para vender, afinal qualquer fonte de renda que alimentasse aquelas pessoas era valida, já que os impostos tomavam quase todo o lucro dessas pessoas.

Homura e Kaguya já estavam próximos do centro da província, a capital de Aomori ficava mais ao leste do outro lado da província, bem distante de onde a dupla estava originalmente, com isso, Homura e Kaguya evitaram dar de cara com o shogun da região e seus soldados. Ambos adentraram mais um vilarejo, este com uma estrutura um pouco melhor se comparado ao último, a partir daquele vilarejo em diante, a dupla só precisava seguir mais ou menos um dia de viajem até estarem finalmente na região onde pegariam o barco.

O vilarejo do qual se encontravam possuía muitas lojas e casas espalhadas por uma região um tanto grande, cercada por algumas estradas e uma região de floresta, assim como outros vilarejos plantações de arroz se faziam presentes, próxima de um lago onde algumas crianças pulavam-na água se divertindo durante o dia.

Ambos pararam em frente a uma loja de doces, onde compraram alguns bolinhos de arroz, assim como dangos para comerem, Kaguya e Homura estavam sentados em um banco do lado de fora apenas observando o movimento, algumas pessoas que passavam nas ruas observavam o visual bem diferente da dupla, alguns possuíam medo por pensarem serem Ronins, outros apenas evitavam conversa para não causarem problemas depois.

- Finalmente um lugar calmo... - dizia Kaguya saboreando seu bolinho de arroz.

- Sim, estamos bem perto. - dizia Homura.

- Vocês são viajantes? - questionou a senhora vindo com uma bandeja com dois copos de chá, uma senhora de aproximadamente 60 anos de idade e com um Kimono florido e que cuidava da loja.

- Sim, estamos somente de passagem senhora. - respondia Kaguya pegando os copos.

- E-entendo... Bom... Aproveitem... - dizia a senhora entrando em sua loja novamente com muita pressa.

- Ela parecia preocupada com algo. - afirmava Kaguya estranhando a fala da senhora.

- Tem razão, mas também com esse nosso visual, podemos ser facilmente confundidos com Ronins. - dizia Homura.

- Você tinha dito que conhece alguém daqui não é? - questionou Kaguya.

- Sim, um antigo amigo meio, ele comanda uma rede de barcos de pesca no mar entre Hokkaido e Aomori, podemos contar com ele para atravessar até nosso destino. - respondia Homura.

- E será que podemos confiar nele? Por que, se ele sabe sobre você e sobre o que fez, ele provavelmente deve recusar, pelo menos é o que eu acho. - afirmou Kaguya, bebendo um pouco de chá que foi servido.

- Quanta desconfiança... Relaxa, ele foi um dos meus cúmplices durante um tempo. - dizia Homura.

- Sei... E o que faziam exatamente? - questionou Kaguya novamente.

- Durante um período da guerra ele me ajudou a esconder minha esposa e sua família, para que não fossem pegas pelo fogo cruzado das batalhas que se alastravam pelo país, aliás, juntos nós dois lutamos em nome do dragão branco de Hokkaido, isso antes de eu ir para o lado de Katsuo. - respondeu Homura num tom de voz mais sério.

- Isso só reforça minha ideia de que talvez ele não seja mais confiável. - disse Kaguya com um sorriso forçado.

- Ache o que quiser garota, o fato é que ele é o único que conheço que nos ajudaria com um barco. E sobre aquilo? Ainda pretende avisa-los? - questionou Homura terminando sua refeição e deixando algumas moedas para a dona da loja que as recebeu logo depois.

- Sim, porém pretendo fazer isso quando chegarmos ao litoral, acredito que será mais fácil para mandar um pergaminho até lá. - respondia Kaguya.

- Errada você não está, geralmente há muitos transportes saindo do porto de Aomori até Kyoto, não é uma má ideia. - dizia Homura.

- Sim... Então... Vamos continuar? - questionou Kaguya se levantando e terminando de comer.

- Sim, vamos seguir em frente. - dizia Homura.

Enquanto Kaguya e Homura andavam rumo à saída do pequeno vilarejo, um grupo de homens os observava de trás de um beco em frente à loja de doces, todos portavam espadas, dois deles possuíam cabelos longos no estilo rabo de cavalo, outros eram carecas, porém tais homens carregavam algo em comum, todos possuíam uma espécie de desenho feito em seus corpos, usando um carvão especial que em contato com a pele, fazia o desenho ser permanente. O grupo de cerca de quatro homens observava Kaguya e Homura se afastando um pouco da vila, indo em direção à estrada que dava para o litoral.

- Dois forasteiros vagando por aqui... Sabe de onde eles vieram? - questionou um dos homens.

- Não senhor, eles chegaram hoje de manhã... - respondeu outro dos homens, este um dos carecas do grupo.

- O que faremos? - questionou outro dos homens.

- Vamos segui-los... Não devemos tolerar forasteiros andando em nosso território, alertem a chefe no litoral o mais rápido possível, vamos dar as boas vindas de Aomori a esses forasteiros, vamos mostrar para eles... O poder da Orochi. - dizia um dos homens de cabelos longos, enquanto o desenho de uma serpente se revelava no seu braço, conforme a sombra deixava o local onde estava.

Kaguya e Homura mal sabiam do perigo que corriam, faltando pouco mais de um dia até o litoral, um novo perigo em forma de serpentes rastejava pela terra do sol nascente, e rondava agora o caminho da dupla de mestre e aluna.

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