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23° - A Verdade Sobre o Acordo!

Enquanto os bandidos levavam sua carga floresta adentro, passando por uma espécie de trilha, Hijikata e Kaguya seguia a carroça com extremo cuidado e atenção, os dois passavam por entre as árvores mantendo certa distância um do outro. Enquanto Hijikata seguia na frente, Kaguya vinha logo atrás, o capitão do esquadrão ordenou que Kaguya prestasse atenção em seus pontos cegos, cobrindo assim a visão um do outro.

Os dois passavam por entre as árvores com extremo cuidado para não serem notados, já fazia quase meia hora que a perseguição havia se iniciado, e até o momento, não haviam chegado ao seu destino, Kaguya notava conforme andava pela mata, que Hijikata se tornava quase que imperceptível, Hijikata tentava ao máximo se camuflar com o ambiente se aproveitando da escuridão para seguir em frente, Kaguya ficava impressionada com a habilidade Hijikata e sonhava quem sabe um dia ser assim também, porém a garota sabia que haveria um longo período de treino pela frente.

Após meia hora de uma perseguição intensa, o grupo finamente parecia ter chegado a seu objetivo. Hijikata e Kaguya pararam de segui-los e se esconderam em uma região próxima, observando o grupo de longe, do alto de uma pequena colina, os bandidos chegaram a uma espécie de cabana que ficava no meio da floresta, o lugar era enorme, parecia ter um andar além do térreo, com apenas uma janela no andar de cima, e duas portas, Hijikata percebeu o enorme portão de entrada, assim como uma porta mais aos fundos, onde algumas carroças ficaram paradas, assim como os cavalos que a guiavam que estavam presos as árvores para não fugirem mata adentro. Os bandidos logo se concentraram e descarregar a carroça do qual estavam, levando a carga para dentro, em seguida, um deles levou o cavalo para os fundos onde o deixou amarrado em uma árvore próxima, e logo em seguida entrou na cabana.

- Certo e agora? O que faremos? - questionou Kaguya olhando Hijikata.

- Pelo que deu pra notar são duas entradas, não parece ter algo a mais que possa possibilitar a fuga, pelo que pude observar também, o número de bandidos não é grande, o que me faz ter certeza, que ali dentro, só existem aqueles quatro que roubaram o armazém, as carroças foram para os fundos, o que significa que se der errado eles tem um plano de fugir usando elas. Vamos alertar os outros, quando estivermos reunidos montaremos um plano de ação. E Kaguya! Concentre-se, sei que pode estar ansiosa por conta do armazém, não sei o que houve, mas tente ao máximo deixar seus sentimentos de lado por um momento. - sugeriu Hijikata.

- Pode deixar capitão, irei me controlar. Não se preocupe. - afirmou Kaguya engolindo seco.

- Ótimo, então vamos! - disse Hijikata enquanto Kaguya o seguia.

Após observarem o lugar, os dois guerreiros do Shinsengumi seguiram retornando o caminho ficando o mais próximo possível do vilarejo em questão, e longe da cabana dos bandidos, Hijikata indicou para Kaguya recolher algumas madeiras espalhadas pelo chão e reuni-las em um pequeno monte, em seguida, Hijikata pediu a espada de Kaguya emprestada, ao retira-la da bainha junto com a sua, o capitão logo começou a passa-las uma na outra como se as estivesse afiando a lâmina, porém Kaguya notou que seu objetivo era criar atrito entre o metal das espadas, e consequentemente, faíscas começaram a se fazer presentes, queimando aos poucos a madeira no chão.

Hijikata se concentrou em deixar o fogo concentrado na madeira o máximo possível para que não se espalhasse, graças à força do vento que vinha da direção da cabana, sentido ao vilarejo e um pouco de sorte, a fumaça seguiu a direção contraria a localização dos bandidos conforme o panejado, dentro do vilarejo e nos pontos indicados para os soldados vigiarem, os outros membros do time de ação, notaram o cheiro de fogo e uma breve fumaça ao longe na direção do armazém, não demorou muito para que todos corressem, pois sabia eu poderia ser algo.

Enquanto isso, dentro da cabana, os bandidos organizavam os sacos de arroz espalhados pelo local, por dentro, era bem espaço, havia muitos caixotes espalhados assim como uma escada que levava ao andar de cima, onde os bandidos usavam para dormir e guardar os barris de saquê, barris esses que também se faziam presentes no térreo, perto da porta dos fundos que levava a área onde as carroças ficavam estacionadas juntamente dos cavalos, havia um pequeno armário de ferramentas, e outros acessórios que os bandidos mantinha sob seu controle.

- Parece que a colheita de hoje foi a maior em chefe. - afirmou um dos bandidos sorrindo.

- Sim, tivemos sorte, ainda não acredito que ele chamou o Shinsengumi, tivemos sorte por não ter alguém no armazém durante o roubo, porém tomaremos cuidado, não podemos ser vistos com esses caras por perto. - dizia Kazuhito.

- Certamente, fizemos esse acordo com ele, e agora esta querendo pular fora, nada justo. - disse outro dos bandidos.

- Eu também acho, porém assim que acabarmos aqui, podemos dar um jeito nele, ele vai pagar por ter nos traído, ninguém mexe com o bando de Kazuhito e sai impune, muito menos traidores, que se dizem justos, fazem acordos e depois nos dão as costas na primeira oportunidade. - dizia Kazuhito.

- É isso ai chefe! - afirmou um dos bandidos.

- Bom descansem por hora, partiremos antes do amanhecer, vamos conseguir uma boa grana no mercado negro com essa carga. - dizia Kazuhito enquanto seus homens assentiam com a cabeça.

Logo em seguida, os ladrões se movimentaram pela cabana enquanto abriam um dos vários barris de saquês, com alegria em seus rostos, todos comemoraram mais um belo roubo, roubo este que renderia uma boa recompensa para tais bandidos, trocar sacos de arroz colhidos por dinheiro, bebidas ou até mesmo mulheres, era algo normal nas sombras da terra do sol nascente, muitos negociantes ilegais vagavam pelas grandes cidades, escondidos, apenas aguardando o momento certo para agir, evitando assim a luz do dia, evitando os temidos cães do governo, como gostavam de chamar o Shinsengumi.

O grupo estava bem dividido no andar de cima da cabana, os homens estavam rindo e conversando de assuntos aleatórios, enquanto esperavam o momento certo para deixarem o local e irem negociar a carga roubada no ponto mais próximo de onde estavam, ou até mesmo na cidade mais longe, as opções de caminhos eram enormes para tais homens. Após quase 1 hora dentro da grande cabana onde pensaram estar seguros, quando menos esperavam os bandidos foram surpreendidos.

Um grande barulho irrompeu dentro da cabana, logo os Ronins sacaram suas espadas e desceram ao térreo tendo Kazuhito na frente, ao chegarem, a porta de entrada estava caída em pedaços no chão, Hijikata, Maeda e Yamaguchi estavam parados com suas espadas em mãos, enquanto no fundo entrando pela porta traseira do lugar, Kaguya, Inosuke e Takato surgiam cercando os bandidos dos dois lados. Kazuhito soltou um olhar de fúria, o Ronin não esperava ter sido seguido pelo Shinsengumi, em seu rosto, toda sua decepção por ter falhado em algo tão simples se fazia presente, os outros homens ficaram de costas um para os outros observando os guerreiros a sua frente com atenção, enquanto Hijikata dava alguns passos para frente.

- Rendam-se... Eu não pedirei uma segunda vez. - alertou Hijikata apontando a espada para Kazuhito.

- Shinsengumi... Não tinha hora pior para vocês aparecerem! - disse Kazuhito com muita raiva.

O plano havia dado certo, o Shinsengumi havia conseguido achar o esconderijo de tais bandidos e os pegado de surpresa, um frio passou pela barriga de Kaguya, que estava prestes a enfrentar sua primeira batalha de verdade, o Shinsengumi, estava para entrar em ação contra o bando de Kazuhito.

Província de Wakayama, próxima ao castelo caído da capital.

A capital e praticamente boa parte da província de Wakayama estava devastada pela guerra causada por Katsuo há exatos um mês atrás, as poucas pessoas que ficaram livres das garras de tal shogun conseguiram se unir e começar uma tentativa de recomeçarem suas vidas, mesmo com todas as dificuldades que havia devido à devastação na terra, tais pessoas se dedicavam ao máximo para tentar esquecer o ocorrido, porém as marcas deixadas eram profundas demais para simplesmente ignora-las, alguns dos moradores com a partida de Katsuo da província rumo a Mie, foram até a Kyoto pedir auxilio para o Daimyo, enquanto outros continuavam a tentar se reerguerem.

Um pouco longe da capital devastada em um campo com algumas árvores, um homem se fazia presente, como se estivesse procurando por algo, tal homem usava um Kimono marrom com um chapéu de palha na cabeça para esconder seu rosto, tal homem era um Samurai, mais precisamente o desaparecido Homura. O mestre de Kaguya vagava pelos campos próximos a capital caída procurando desesperadamente por algo, Homura já havia percorrido a cidade caída, olhado o castelo, e os arredores de algumas casas e nada, tal Ronin não havia encontrado o que procurava.

O mestre de Kaguya depois de abandonar Saitama, começou a vagar pela terra do sol nascente com apenas um objetivo em mente, com total concentração, Homura passou por várias vilas pequenas e cidades das grandes provinciais se estabelecendo nelas e as usando de moradia, tal samurai, passou alguns dias andando a cavalo, e ao chegar próximo de Wakayama, tal homem resolveu seguir o restante de seu caminho a pé, para que não chamasse atenção desnecessária, evitando assim que seu objetivo fosse prejudicado. Já fazia dois dias que Homura havia chegado em Wakayama e visto toda a destruição causada por Katsuo e seu exercito, tal homem sabia do poder que Katsuo exercia, e sabia muito mais sobre o que o temido general das ilhas do sul buscava.

Homura pensou muitas vezes em Saitama, pensou que poderia ter jogado a família de Kaguya e a própria garota a beira da destruição, Homura as vezes se sentia culpado por tal ato, porém era inevitável, estava feito e se arrepender não era um opção para tal samurai, que seguia firme e forte em sua convicção e sua honra como guerreiro da espada, pois o acordo que fez com Katsuo ainda estava valendo na época, e caso não cumprisse sua parte, talvez Homura nunca mais visse o que estava procurando atentamente por toda Wakayama.

Após mais algumas horas de uma busca intensa pela região, chegando a adentrar a floresta que ficava um pouco mais ao leste, Homura encontrou o que procurava, sentada perto de uma árvore estava uma garota, de cabelos pretos longos, com um Kimono roxo, tal garota chorava desesperadamente, aparentava ter seus seis anos de idade, Homura rapidamente correu para próximo dela retirando seu chapéu em seguida, Homura se aproximou da garota quase caindo, a menina observou a figura do homem se aproximando em meio as lágrimas que escorriam por seu pequeno rosto e logo notou de quem se tratava, começando assim a chorar mais ainda.

- Hikari! Hikari está tudo bem? Hikari? - questionava Homura com lágrimas nos olhos abraçando a garota.

- P-pai? É você? - dizia a garota em meio aos braços de Homura ainda chorando.

- Sim, sou eu, eu voltei! Vai ficar tudo bem agora! Acabou está bem? Acabou... - disse Homura tentando confortar sua filha em um longo abraço apertado.

- P-pai... Eu senti muito medo... E-eu... - dizia Hikari chorando enquanto abraçava seu pai.

- Hikari não se preocupe, eu estou aqui agora, vai ficar tudo bem ok? Não se preocupe. - afirmou Homura.

- S-sim... Eu... Senti sua falta... - dizia a garota em meio ao choro.

- Eu também senti minha pequena luz de esperança... Onde está sua mãe, ela está por aqui também? Por que está sozinha aqui? - questionou Homura se afastando e procurando a mãe a garota nos arredores.

- P-pai... E-eu... A mamãe... - dizia Hikari voltando a chorar descontroladamente.

- Hikari? Onde ela está? - disse Homura num tom de preocupação.

Hikari então apontou para cima, para que seu pai olhasse para um dos enormes galhos da árvore, quando Homura olhou, o mesmo caiu de joelhos no chão sem reação, tal samurai não conseguia acreditar no que estava acontecendo a sua frente, não conseguia acreditar na imagem que seus olhos o faziam enxergar naquele instante, quando de repente, Homura se lembrou das palavras de Koga em Saitama:

"Não se preocupe, cumpriremos com nossa parte no acordo... Será bem visível para você".

- Então... Era isso... Maldito Katsuo... - dizia Homura derramando lágrimas em seguida, enquanto seu rosto emanava um ódio sem fim.

Em cima da árvore, sua mulher estava pendurada pelo pescoço com inúmeros machucados pelo corpo, e inúmeros sangramentos, pelo estado que se encontrava Homura notou que sua esposa havia sido violada muitas vezes, Homura sentiu toda sua raiva tomando conta do seu corpo, todo o ódio por terem abusado de sua família, e principalmente de sua esposa, Homura abraçou Hikari fortemente em um abraço de consolo dos dois.

Em seguida, Homura afastou Hikari e aos poucos começou a retirar o corpo da esposa do local, para que pudessem ao menos se despedir e também, para dar um enterro digno para a mulher do qual amou por muito tempo. Aos poucos Homura retirou o corpo da esposa com cuidado, e assim o pegou no colo levando até um lugar afastado da cidade caída, Hikari o acompanhou agarrada ao seu Kimono enquanto caminhava ao lado, pai e filha seguiram rumo a um local do qual poderiam enfim se despedir da pessoa mais importante para os dois.

A mente de Homura o fazia lembrar-se dos momentos felizes com sua esposa e filha, das alegrias que dividiram durante muito tempo juntos, porém o samurai também começou a nutrir um desejo de vingança, Homura queria com todas as forças eliminar Katsuo de qualquer jeito, porém no momento, cuidar de sua filha era o mais importante, garantir a segurança do seu bem mais precioso que estava desolada com a morte trágica da mãe era sua primeira prioridade no momento, e assim, os dois seguiram se afastando cada vez mais da floresta.

-"Espere por mim Katsuo... Eu ainda vou fazer você pagar por isso..." - pensava Homura com um olhar sério no rosto em meio as lágrimas.

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