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19° - O Conquistador!

Uma semana atrás. Província de Wakayama.

Após um período em Wakayama onde o temido shogun resolveu aguardar por alguns dias e assim reorganizar suas tropas com os mais leais samurais que possuía a sua disposição, Katsuo Nobuhara começava enfim a se movimentar novamente.

As forças de Katsuo eram enormes, durante os dias após o confronto que lhe garantiu a vitória o castelo principal de Wakayama se tornou agora o seu mais novo quartel general. As poucas mulheres que lhe interessaram lhe serviram bem durante os dias que se passaram, sejam elas com tarefas diárias ou até mesmo com o próprio corpo. Aos que não lhe apoiavam, restava apenas à obediência forçada através do medo ou até mesmo a morte, ficando muitas dessas pessoas incluindo crianças presas em celas montadas nas casas que ainda restaram de pé após o combate.

Aqueles que possuíam aptidão para combate aceitaram fazer parte do exercito de Katsuo com o, porém de exigirem a libertação de suas mulheres e filhos, Katsuo assim o fez, mas sempre que libertava uma mulher ela primeiro passava pelo castelo, satisfazendo assim os desejos carnais de tais homens. Seu general Takanori, comandava os treinos daqueles que escolhiam servir e os poucos que não aguentavam acabavam sendo primeiro maltratados e assim, jogados nas celas novamente.

Após mais alguns dias, Katsuo marchou rumo à próxima província que se localizava logo após Wakayama, o exercito de Katsuo seguiu do castelo caído, indo em direção à costa e assim, seguindo viagem rumo à província de Mie. Katsuo optou por tomar uma rota diferente junto a seu general para que evitassem cruzar a fronteira com Kyoto, e assim evitarem atenção desnecessária.

A província de Mie era enorme sendo uma das maiores do sul do país, a província possuía belas praias, vilas pesqueiras e se tornava até o momento presente, um das fornecedoras de produtos marítimos principais do país. Algumas áreas de sua região eram cercadas por montanhas, porém muito de seu território era composto por densas florestas.

O castelo do Shogun da região assim como a capital de Mie, Ise, se localizava um pouco mais para o centro-norte do país, sua capital era bem estruturada sendo similar a capital de Saitama. Além de ser uma região bastante prestigiada com rios cortando a cidade e campos de planície mais ao sul, Ise também possuía um santuário, um dos mais famosos do país. O santuário em questão era aquele dedicado a Deusa do Sol conhecida como Amaterasu.

Amaterasu era conhecida como Deusa do Sol na religião e crença xintoísta, seu nome completo significava "A Grande Deusa Augusta que Ilumina o Céu", seu templo era famoso por todos e muitas pessoas o visitavam. E neste momento, após uma investigação de um de seus espiões na região, tal lugar havia se tornado o objetivo de Katsuo que movia seu exercito com velocidade avançando cada vez mais para dentro do território de Mie.

Após mais alguns dias de viagem sendo este dois dias após o termino do teste do Shinsengumi em Saitama, Katsuo se encontrava próximo à cidade de Ise. De longe, todos puderam ver que alguns soldados faziam guarda pelas muralhas que cercavam a cidade, muitos usavam arco e flecha, porém os que estavam em terra eram samurais com espadas e poucos usavam lanças. Takanori pôde notar que todos estavam em alerta como se esperassem serem invadidos a qualquer momento.

- A guarda parece estar bem reforçada senhor. – afirmou Takanori em cima de seu cavalo.

- Idiotas... De nada adianta resistir... – disse Katsuo com um sorriso irônico.

- Para eles estarem com a defesa aumentada a este nível, significa que aquilo está realmente aqui... E que de alguma forma eles sabem sobre a gente. – dizia Takanori analisando a situação.

- Nosso espião por aqui trabalhou bem, depois cuide para que tal homem receba uma boa recompensa, além de uma das mulheres que capturamos em Wakayama. – dizia Katsuo.

- Como queira meu senhor... Irei providenciar assim que acabarmos. Enquanto isso eu acho que Koga esta retornando de sua missão, eu mandei um de nossos homens encontra-lo pelo caminho... Agora só nos resta pegar aquilo... – dizia Takanori.

- Exatamente... Um dos três tesouros sagrados... O espelho de Yata no Kagami, usado há muito tempo pela deusa do sol Amaterasu... Uma relíquia de poder espiritual imensurável que segundo os pergaminhos antigos e as escrituras no templo Ryuusei, dizem ter o poder de simular o próprio sol... E que agora... Encontra-se bem ao meu alcance... Segundo as lendas, Amaterasu a usou em batalhas por toda Yamato protegendo o país com seu poder, e ajudando outros deuses a manter a paz e a ordem em nossas terras, dizem até que a deusa se aliou as Valquírias para garantir a paz no mundo... – afirmava Katsuo com um enorme sorriso malicioso no rosto.

- Se for como as lendas e pergaminhos dizem... O primeiro passo para dominarmos o país está ao nosso alcance... – afirmou Takanori ajeitando os óculos.

- Exatamente meu caro Takanori... – dizia Katsuo com um enorme sorriso enquanto encarava a muralha da cidade a sua frente.

- Como faremos senhor? – questionou Takanori.

- Comande as tropas pelo leste da cidade, se aproximem do templo o máximo que derem, a relíquia com certeza estará lá... O restante das tropas fará uma distração pela entrada enquanto eu e outro batalhão atacaremos pelo oeste da cidade... Vamos confundi-los, dividir suas forças, e então, o esquadrão do Koga, invadirá com força total nos apoiando... Não quero falhas, me tragam aquele espelho custe o que custar! – respondia Katsuo se virando para seus homens.

- SIM! – responderam os soldados sacando suas espadas enquanto gritavam empolgados.

- E uma última coisa... O shogun daqui é meu... – disse Katsuo se virando com o cavalo novamente enquanto sacava sua espada.

- Avante homens, pois hoje há de haver um banquete glorioso esperando por nós! – dizia Katsuo avançando a frente com seu cavalo.

- OOOOOH! – gritaram os soldados começando a seguir seu líder.

Com velocidade, todos os samurais sacaram suas espadas e marcharam rumo ao ataque, aos poucos o grupo de Takanori se afastava indo para o leste, enquanto Katsuo atacava pelo oeste da cidade. O grupo que atacaria pelo meio logo se movimentou ao ver seus dois lideres se afastando cada vez mais das tropas, o grupo de Koga que não se encontrava no momento, se espalhou pela floresta aguardando o sinal para enfim atacarem.

Após alguns minutos, os guardas da muralha que protegia a cidade viram uma movimentação estranha na floresta, de repente alguns foram surpreendidos pelas tropas de Katsuo, o grupo que serviria de ataque pela frente se aproximava com velocidade, os guardas logo tocaram o sino de alerta que ficava em cima do portão, ao ouvirem os soldados em terra trataram de fecharem o portão na tentativa de impedir a invasão. As pessoas dentro da cidade corriam em busca de abrigo, muitas desesperadas, outras com medo, as crianças choravam com a correria repentina.

No castelo, o shogun líder de Ise tratou de vestir sua armadura de guerra, era parecida com a de Katsuo, com o porém de seu capacete lembrar a de um besouro e ter uma cor azulada cobrindo assim sua careca, seu nome era Masuki Hikari. Ao pegar sua espada, Masuki logo deu ordens para todos os soldados partirem para a batalha e protegerem não só o castelo como o templo da deusa Amaterasu.

As tropas de Katsuo se aproximavam com velocidade enquanto o portão ainda era fechado, faltando apenas poucos centímetros, um dos soldados foi atingido por uma estocada de uma espada, era tarde demais. As tropas de Katsuo estavam mais rápidas e organizadas, logo o portão quase fechado se abriu e assim os primeiros soldados adentraram a cidade percorrendo as ruas com seus cavalos, acertando golpes cruzados em quem passasse pela sua frente, não poupando ninguém. As tropas de defesa logo entraram em conflito em torno da cidade.

Os samurais golpeavam uns aos outros, em uma batalha de vida ou morte para se protegerem e protegerem o povo que tentava se proteger de qualquer jeito, não demorou para a cidade se tornar um verdadeiro campo de guerra. Em cima da muralha, os arqueiros possuíam certa vantagem.

Com uma boa mira, alguns homens de Katsuo caíram mortos no chão com flechas atiradas por tais guerreiros, alguns concentravam seus ataques dentro da cidade, outros focavam em quem ainda se aproximava pela floresta, o grupo de arqueiros não era grande, porém era o suficiente pra dar suporte do alto.

Mas não só de guerreiros em terra se fazia o exercito de Katsuo, alguns homens das tropas de ataque pela dianteira ficaram para trás, e assim como os homens de defesa da cidade, estes eram arqueiros. Os homens escalaram as árvores que estavam próximas ficando sentados no alto dos galhos, em seguida, todos prepararam suas flechas e então atiraram contra quem estava no alto da muralha, alguns caíram, porém outros ainda resistiam.

Enquanto Masuki concentrava suas forças na frente, o general foi surpreendido por ataques simultâneos vindos dos lados da cidade em pontos diferentes. Masuki do alto de seu castelo conseguia ouvir ainda mais gritos de todos, gritos de guerreiros invadindo sua preciosa cidade.

- O que está acontecendo? Como eles chegaram tão perto sem ao menos percebermos? – questionava Masuki aos gritos enquanto observava a destruição tomar conta de sua cidade.

- N-não sabemos senhor... – respondia um soldado.

- Senhor Masuki, eu já cuidei de retirar sua esposa e filho, pelos tuneis em segurança, eles estão devidamente escoltadas. – afirmou outro soldado que chegava ao alto do castelo.

- Pelo menos fico feliz por eles terem escapado... Mobilizem os guardas, todos que ainda estiverem por aqui, não deixem eles se aproximarem dos pontos em que mencionei... Eu vou cuidar de acabar com a raiz do problema. – afirmou Masuki saindo de sua sala real.

-SIM! – responderam os soldados.

Enquanto Masuki se preparava para ir até Katsuo, muitas casas queimavam com as lanternas em chamas, muitas pessoas perdiam ali suas vidas, outras tentavam se esconder de medo, enquanto os soldados se esforçavam ao máximo para protegê-las.

No leste, Takanori comandava suas tropas invadindo pelos campos de agricultura da cidade, alguns fazendeiros corriam de medo, outros foram pegos no fogo cruzado de espadas e lanças. Após alguns minutos o grupo que ficou aguardando o sinal de ataque na floresta começou a avançar chegando como reforço.

Katsuo pelo oeste havia chegado próximo à região do templo de Amaterasu, em seguida o shogun deu a ordem para seus homens se espalharem e tomarem o castelo de Masuki. Enquanto isso, um grupo de soldados se aproximou de Katsuo com suas espadas em mãos.

Katsuo desceu de seu cavalo, sacou sua lâmina e correu para a batalha, o primeiro homem a se aproximar desferiu ataques rápidos e precisos, porém Katsuo os evitava com tamanha precisão, após bloquear mais alguns golpes de espada Katsuo desferiu uma estocada forte e rápida que derrubou seu oponente.

Outros guerreiros se aproximaram para tentar abater o líder inimigo, porém Katsuo possuía mais habilidade em combate e assim, um por um seus oponentes caiam diante de seus olhos. Após mais alguns guerreiros caírem mortos por sua espada, Katsuo ouviu um grito ao longe, ao olhar na direção do castelo o shogun viu Masuki se aproximando enquanto golpeava fortemente alguns homens de Katsuo.

- Ora, ora, ora, veio me dar às boas vindas meu caro Masuki. – dizia Katsuo com um tom de deboche.

- A única coisa que irei lhe dar é um fim a sua vida. – retrucava Masuki apontando sua espada para Katsuo.

- Sua cidade caíra meu caro Masuki, não há nada que possa fazer... Me entregue à relíquia e quem sabe eu não poupe você e seu povo. – dizia Katsuo com mais seriedade do que antes.

- Se quer ela... Então venha pegar! – gritou Masuki avançando ao ataque.

Os dois shoguns começaram a trocar golpes intensos de suas espadas, o barulho do metal se chocando um contra o outro começava a ser ouvido no local. A defesa de Masuki estava alta, e mesmo com ataques na diagonal e na horizontal, Katsuo possuía um pouco de dificuldade em enfim desferir um golpe preciso.

Masuki pressionava Katsuo com ataques velozes, sua espada se movia cortando o vento e acertando ferozmente Katsuo que se movimentava bloqueando os golpes com precisão.

O shogun de armadura vermelha bloqueou um ataque que acertaria sua costela, e em seguida deslizou sua lâmina na de Masuki arrancando faíscas, quando se aproximou do rosto inimigo Katsuo desferiu um corte na horizontal obrigando Masuki a se abaixar, porém um chute o acertou no rosto o fazendo rolar para trás, após ficar em pé novamente Masuki partiu ao ataque.

Masuki deu um rolamento para frente e em sequência desferiu um corte cruzado que logo foi bloqueado, Katsuo aproveitou e movimentou sua espada atacando com ainda mais velocidade do que antes. Masuki se mantinha o tempo todo na defensiva até que por um breve momento, conseguiu desviar de um golpe cruzado acertando Katsuo. O corte de sua espada arrancou um pouco de sangue do rosto de Katsuo que se afastou, Katsuo passou a mão na ferida sentindo o sangue em suas mãos, e enfim com um enorme sorriso no rosto o homem correu ao ataque.

Os dois percorriam a área das ruas que cercava o local em volta do templo, trocando ainda mais golpes, suas espadas se chocavam com força demonstrando assim toda a determinação de ambos, um possuía o desejo de proteger e o outro de conquistar tudo para si. Após alguns minutos de um combate intenso, Katsuo começava a demonstrar certa vantagem, com as duas mãos segurando sua espada, o general inimigo desferia ataques ainda mais ferozes, aos poucos a armadura de batalha de Masuki começava enfim a sofrer danos.

Masuki notou que Katsuo havia mudado sua postura, seus ataques se tornavam agora muito mais poderosos do que antes, e assim ferimentos começavam a surgir no corpo de Masuki. Sua armadura estava um pouco desgastada devido ao combate e seu rosto exibia além de ferimentos certo cansaço, sangue escorria por sua testa, cortes faziam parte de seus braços e pernas, com sangue escorrendo pelas brechas de sua armadura.

- Desista Katsuo! – gritou Masuki vendo que Katsuo também possuía muitos ferimentos pela batalha.

- E perder a chance de dominar tudo e a todos... Mas nem pensar. – dizia Katsuo afastando suas pernas e segurando sua espada com as duas mãos na altura da cabeça.

- Vai usar o estilo Espada Oculta? – questionou Masuki se assuntando.

- E por que eu não usaria? Afinal, eu quero terminar logo com isso e buscar o que é meu. – respondia Katsuo com um sorriso.

- Então você não me deixa escolha... – disse Masuki se posicionando com a mão direita segurando a espada afastada de seu corpo e com a esquerda na frente.

- O estilo Espada Oculta... Técnicas especiais adquiridas através de um treino especial... Onde poucos guerreiros conseguiram dominar tais estilos de combate... Espero que me mostre algo incrível! – afirmava Katsuo.

- Morra Katsuo! – gritou Masuki avançando com velocidade.

- Espada Oculta: Doragon Baito - Mordida do Dragão! – gritou Katsuo dando um longo passo para frente e desferindo um corte cruzado de cima para baixo.

- Espada Oculta: Inazuma Katto - Corte Relâmpago! – disse Masuki se aproximando com velocidade, enquanto desferia um corte rápido na horizontal.

As duas espadas uma emitindo um misterioso brilho vermelho, e a outra um misterioso brilho azul se chocaram fortemente, gerando uma onda de vento pelo local. Porém o golpe de Katsuo estava mais forte e sua a espada acertou em cheio Masuki que caiu ao chão gravemente ferido com um corte enorme em todo o seu corpo e sua espada partida ao meio. Katsuo se posicionou novamente em frente à Masuki com a espada sobre o rosto de seu oponente caído.

- C-como? – questionava Masuki cuspindo sangue.

- Simples... Você deveria saber que um golpe de espada dado com as duas mãos é muito mais forte do que aquele dado com apenas uma. O seu erro, foi não ter usado as duas mãos contra mim... Agora veja sua cidade cair, e quando tudo acabar... Quem sabe eu não levante um tumulo em sua homenagem, como o único que ainda conseguiu tirar uma misera gota de sangue de mim... – respondia Katsuo dando o golpe final em Masuki enquanto sangue escorria de sua testa.

Após observar os últimos suspiros de seu adversário, Katsuo limpou o sangue de sua espada, ignorou seus ferimentos e assobiou para que seu cavalo se aproximasse. Katsuo montou em seu animal e em seguida seguiu a toda velocidade rumo ao templo. Chegando ao local Katsuo guardou sua espada e desceu do cavalo, em seguida o shogun subiu a enorme escadaria do templo e ao chegar à parte de cima viu o lugar na mais perfeita paz, um belo templo com apenas uma entrada.

Por dentro o lugar era iluminado por lanternas, não possuía muitas coisas além de uma enorme estatua da deusa Amaterasu, assim como alguns incensos e o que parecia um pequeno altar para orações. Ao se aproximar do centro do local, Katsuo olhou atentamente em volta procurando algo, ao ver os pés da estatua Katsuo caminhou até ela. Após se abaixar, o shogun notou que havia algo a mais no lugar. Com as duas mãos o shogun pressionou uma grande parte do solo e com certa dificuldade, puxou a parte pressionada para fora.

Ao abrir, Katsuo pôde observar uma passagem secreta até o subterrâneo, ao entrar e descer as escadas encontrou no fim delas uma sala secreta e do outro lado da sala, o grande Espelho dourado com detalhes em vermelho guardado no compartimento da parede. Com um sorriso no rosto, Katsuo pegou em mãos o grande espelho Yata no Kagami e voltou para o salão do templo, em seguida Katsuo se ajoelhou em respeito à Amaterasu e logo caminhou para fora do templo, do alto da escadaria Katsuo pôde observar todo o seu exercito dominando aos poucos a cidade.

Senhor! – gritou Takanori se aproximando.

- Veja meu querido Takanori... O grande espelho está agora em nossas mãos, porém para ativar o seu poder, precisamos das outras duas relíquias. – dizia Katsuo com um enorme sorriso.

- Fico humildemente alegre com tal conquista meu senhor... – dizia Takanori se curvando em respeito.

- Eu também... – afirmou uma voz ao fundo.

Quando se viraram para trás, Katsuo e Takanori viram Koga se aproximar com outro samurai a suas costas.

- Koga, você voltou mais rápido do que o esperado. – afirmou Takanori.

- Eu acelerei quando soube de que invadiriam aqui. E ainda peguei um atalho passando pela colina atrás do templo... – disse Koga se ajoelhando à frente de Katsuo.

- E então Koga... Como foi? – questionou Katsuo aguardando uma resposta positiva sobre a investigação feita por seu general.

- Sim meu senhor! Eu tive êxito! Ou melhor, Homura teve êxito... Um dos tesouros sagrados está no castelo de Yasunori em Saitama. – respondia Koga com um sorriso.

- Interessante... Parece que já temos um novo alvo... – afirmou Katsuo com um enorme sorriso.

- Senhor, sobre o acordo com Homura? O que faremos? – questionou Takanori.

- Ele cumpriu sua parte, agora vamos manter nossa palavra e cumprir a nossa. – respondia Katsuo ficando sério.

- SIM! – disseram Takanori e Koga em resposta.

- Vamos avançar com calma... Temos tempo de sobra, vamos aproveitar este lugar caído da melhor forma possível, depois que nos prepararmos, iremos atravessar o país, e então... Chegaremos ao nosso próximo alvo... Aguarda-me Yasunori Ishikawa... Pois em breve... Nós vamos entrar em uma divertida dança de espadas... – dizia Katsuo voltando a observar a cidade em chamas.

Enquanto a cidade de Ise e consequentemente o shogun responsável pela região de Mie caia, Katsuo ganhava ainda mais força. Agora com seu objetivo em mãos, Katsuo mirava em seu próximo alvo, em busca de mais um dos três tesouros sagrados da terra do sol nascente, aos poucos as chamas de uma nova guerra começavam a avançar pelo país.

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