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13° - O Fim do Primeiro Dia!

Após 20 minutos de seu inicio, a grande batalha pela arena continuava e o público se animava ainda mais com as lutas. Homura desviava com dificuldade dos golpes de um guerreiro alto e bastante habilidoso, Homura já havia trocado de oponente cerca de dez vezes e cada um dos bravos guerreiros aparentava estar indo com muito mais vontade à medida que o tempo passava.

Com exceção do primeiro oponente, Homura não teve êxito em derrotar nenhum competidor, os guerreiros eram imprevisíveis e seus golpes podiam acertar vindos de qualquer lugar. Homura possuía mais dificuldades em suas lutas, pois era difícil se movimentar com várias acontecendo ao mesmo tempo.

Naquele instante Homura teve um momento de clareza em sua mente, afinal era assim que as batalhas de verdade aconteciam por todo o país, guerreiros ferozes tentando golpear uns aos outros com vontade, tentando ganhar espaço entre os dignos, fazendo seu nome ficar marcado na história que seria contada por gerações.

Perto da tenda do shogun, dois guerreiros travavam uma intensa batalha um contra um. Ambos davam ataques poderosos, desviando e atacando com movimentos rápidos, porém o samurai mais jovem logo foi derrotado. O guerreiro vitorioso olhou para as autoridades e se curvou em respeito ganhando um singelo aceno do Daimyo, após o breve cumprimento, o homem correu para o meio da batalha procurando outro oponente para tentar derrotar.

Homura ainda continuava sendo pressionado, seus ataques não eram o suficiente para passar pela forte defesa de seu oponente, e suas táticas para desequilibra-los já estavam ficando inutilizáveis. Homura estava com raiva, havia percebido que seus oponentes estavam ainda mais ligados e prontos para combater seu estilo de luta que já não era mais uma surpresa.

Homura tentava golpear a lateral do corpo de seu oponente, porém seus ataques com a espada ainda sim não conseguiam passar, o guerreiro a sua frente se mostrava alguém poderoso. Homura tentou atacar novamente com um forte golpe cruzado, porém seu oponente se abaixou e desferiu uma estocada rápida em seu estomago que o fez recuar por alguns centímetros com dores, porém Homura não parou.

Rapidamente o guerreiro voltou a atacar com um pouco mais de força e velocidade, obrigando seu oponente a se defender, logo uma troca de ataques ferozes e rápidos se iniciou. Porém ambos tiveram que se afastar desviando de um terceiro samurai que chegava apartando a briga.

O homem olhou brevemente para o outro guerreiro defensivo e logo depois correu para atacar Homura que já aparentava certo cansaço. Homura estava dando o seu máximo só para se defender dos golpes inimigos e tentar se manter em pé, logo o outro samurai entrou na briga e uma batalha em trio havia se iniciado.

Da arquibancada o mestre de Kaguya observava atentamente Homura com um olhar sério. Para ele o inicio foi de certa forma empolgante, porém com quase 30 minutos de combate, o mestre de Kaguya percebeu que aos poucos, apenas os guerreiros mais fortes se faziam presentes e Homura muito provavelmente não estaria entre eles.

- "Seus movimentos continuam bons, ataca com força, usa os pés para se movimentar e consegue ainda se defender mesmo desajeitada, porém seus golpes e artimanhas usadas podem ter funcionado contra Kojiro, mas só porque Kojiro pegou leve desde o início, talvez por notar quem realmente era já nos corredores de espera ou por ter outros motivos, mas as habilidades dele e seus ataques, parecia que ele estava se segurando o tempo todo, e seus oponentes de agora ainda não haviam se acostumado com seus movimentos. Mas agora, os truques estão perdendo eficácia e logo sua estamina vai acabar se esgotando, o cansaço já começou a tomar conta da grande maioria dos mais jovens, e vejo que você não aguentará muito tempo senhor Homura, agora você entende como é uma batalha de verdade." – pensava Homura enquanto observava o combate a sua frente com um olhar sério.

Enquanto as lutas prosseguiam, a família real junto com o Daimyo e os membros principais do Shinsengumi estavam impressionados com as habilidades de alguns guerreiros que ainda se mantinham de pé. Agora com apenas cinco vagas restando, todos estavam ainda mais empenhados, pois ninguém queria ficar para disputar as vagas remanescentes no segundo dia.

- Parece que estamos perto do fim, tivemos uma boa leva de guerreiros. – afirmava Yasunori com um sorriso.

- Ainda bem que estamos acabando. – afirmava Kushina com uma cara apreensiva vendo mais um guerreiro cair ao leste da arena.

- Certamente meu velho amigo, vejo que esses caras estão ainda mais empenhados que no ano passado. – dizia Matsudaira olhando para todos a sua volta.

- Com toda certeza, este ano iremos ter um esquadrão poderoso sendo formado. – afirmou Toyotomi com um leve sorriso de canto.

- Sim senhor Daimyo. Mas vejo que alguns parecem ser bastante orgulhosos e não aceitara ordens de um jeito fácil. – dizia Hijikata com uma expressão séria no rosto.

- Com gente assim sabemos como resolver as coisas Hijikata, não serão problema. – dizia Okita se espreguiçando.

- Ele tem razão, por enquanto vamos aproveitar as batalhas finais, aliás, Matsudaira, vejo que sua aposta conforme foi avançando, começou a perder força. – dizia Kondo rindo de Matsudaira.

- Olha meu jovem Kondo, realmente vou ter que concordar, porém ainda tem o dia de amanhã e espero grandes coisas, não só dele, mas também de outros guerreiros que chamaram atenção. – dizia Matsudaira soltando um longo suspiro enquanto observava a luta tripla entre Homura e outros guerreiros.

Com apenas três vagas restantes, a tensão e a ansiedade para se manter em pé tomava conta de todos os guerreiros incluindo Homura. Sua batalha tripla estava tomando proporções em que estava prestes a correr dali, porém tais inimigos não davam sequer uma brecha para tal ato.

Homura se movimentava com certa agilidade, mas aos poucos alguns ataques estavam lhe acertando com mais frequência que antes. O guerreiro mais forte dos três continuava dando ataques poderosos que nem mesmo a defesa do outro samurai conseguia suportar, logo após um breve combate entre os dois, o guerreiro de boa defesa foi ao chão.

Após tomar fôlego o guerreiro olhou para Homura e depois de um longo suspiro correu para ataca-lo, Homura que estava agachado se levantou e percebeu que faltava apenas um oponente. Homura torcia para que alguém caísse mais ao fundo fazendo com que fosse um dos 10 melhores, sua ansiedade para o fim do combate tomou conta de todo seu corpo, porém ao mesmo tempo, seus pensamentos o fizeram se desconcentrar.

Seu oponente se aproximou desferindo rápidos cortes na horizontal obrigando Homura a se defender. Ao tentar dar alguns passos para trás e recuar, Homura foi surpreendido por uma estocada inimiga que o acertou em cheio, Homura lentamente largou sua espada e em seguida, recebeu um golpe giratório da espada do oponente que lhe acertou no rosto.

Homura foi ao chão, seu chapéu de madeira havia se soltado cobrindo inteiramente seu rosto que estava de cara com a terra. Homura estava com inúmeras dores, seu nariz sangrava um pouco e seu olhar era de raiva. Hijikata anunciou que a batalha cessasse, pois o último samurai havia caído, declarando o fim da segunda fase e os 10 novos membros do Shinsengumi.

- Da próxima vez... Foque na batalha... Perdedor! – dizia o homem com uma voz grossa.

Ao ouvir tais palavras Homura fechou seu punho direito dando um leve soco no chão.

- Com isso... Declaro o fim do primeiro dia de batalhas, conheçam os mais novos membros do Shinsengumi! – gritou Hijikata fazendo a plateia gritar de empolgação assim como os dez guerreiros de pé na arena.

Ao ouvir as palavras de Hijikata, Homura se levantou deixando a arena junto com os perdedores. Ao passar pelo corredor Homura pôde notar o sorriso sarcástico de Kojiro em um canto, o que lhe deixou com ainda mais raiva e com algumas lágrimas escorrendo por seu rosto.

Na arena, os dez vencedores se enfileiravam a frente da tenda do shogun e do Daimyo para que recebessem os parabéns pela vitória.

- Hoje, vocês de Saitama e das demais regiões testemunharam aqui à vontade e dedicação de tais guerreiros em combate, viram como lidavam com um único oponente e com vários ao mesmo tempo, e dentre eles estes 10 guerreiros samurais ganharam a chance de fazerem parte de algo maior. Eu espero e desejo que essa força, que esta dedicação seja usada a favor da paz e da justiça, que seja usada para proteger seu povo. Parabéns bravos samurais, eu Toyotomi Hideyoshi, os dou as boas vindas ao Shinsengumi! - exclamava Toyotomi com um enorme sorriso no rosto.

- Como shogun de Saitama, fico honrado em nome de minha família por testemunhar aqui tal bravura, vocês serão o futuro da força de defesa do país, serão aqueles que iram herdar nossa vontade de manter a paz, eu espero grandes feitos de vocês daqui pra frente. – afirmou Yasunori com uma expressão séria me seu rosto.

- SIM! – disseram os guerreiros em resposta e logo depois se ajoelhando em respeito aos seus governantes.

- Como dito anteriormente, os outros vinte guerreiros derrotados terão uma nova chance amanhã, onde destes vinte, somente mais dez irão fazer parte do Shinsengumi, esperamos que todos se recuperem bem, e deem o melhor de si! – afirmou Hijikata em seguida.

Após as palavras das autoridades, os homens dos Shinsengumi espalhados pelo local guiaram o grupo de dez samurais para um lugar onde poderiam ficar até a tropa partir para Kyoto. Em seguida o Daimyo e a família do shogun aguardavam ordens para poderem começar a retornar ao castelo em segurança

Enquanto as honrarias eram feitas, Homura se encontrava em uma área cercada por grandes árvores, a região era o inicio de uma pequena floresta que havia nas proximidades. Em um canto próximo a uma pequena cabana abandonada, ficava uma entrada para o subterrâneo, ao retirar uma pedra de cima e puxar a escotilha, Homura parou olhando lentamente para trás, pois havia percebido a presença de alguém.

- V-você...

- Vejo que agora você sabe o que é uma batalha de verdade, espero que tenha se divertido Homura, ou deve dizer... Kaguya! – afirmou Homura, o mestre da garota surgindo atrás de uma árvore com um olhar sério no rosto.

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