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Capítulo 3

Oi incríveis rsrs hoje é o meu aniversário rsrsr estou fazendo 21 anos ( Droga! Estou velha! kkkk) Ando em uma semana apertada, mas mesmo com mil provas vou tentar postar capítulos sempre, no mínimo umas duas vezes por semana.

O banho era algo que me tranquilizava. A água morna caindo no meu corpo, e deslizando em cada parte de mim, era reconfortante. Os meus cabelos negros estavam encharcados com a espuma do shampoo, enquanto a minha pele pálida era invadida pela sensação de tranquilidade que a água trazia. Saí do banho e vesti a minha cueca boxer preta favorita. Admirei orgulhoso o meu abdômen definido, graças ao rugby eu tinha conseguido um corpo ideal. Vesti uma calça jeans qualquer, coloquei uma camiseta branca bem larga e por cima vesti um cardigan cinza. Penteei rapidamente o meu cabelo, e reparei que a minha barba estava crescendo, o que era bom, pois eu pretendia deixá-la crescer para parecer bem mais velho. Desci para o jantar, em casa é assim, temos que estar arrumados em qualquer hora do dia.

Minha casa era absurdamente grande. Havia dez quartos, onze banheiros, um salão para festas e uma imensa piscina no quintal, onde eu dava as minhas famosas "pool party". A decoração da casa era extremamente rústica e clássica, a minha mãe era apaixonada por castelos medievais da Europa, principalmente pelo castelo de Bran na Romênia, castelo imortalizado pelo "Conde Drácula". Ela era tão apaixonada por "Bram Stoker" e suas histórias que usou o tal castelo como inspiração para a decoração da casa.

— Cadê todo mundo? — perguntei a Flor, uma de nossas empregadas, enquanto eu observava cuidadosamente e faminto a comida exposta na mesa.

— O sr. Connor está no escritório, e a sra. Connor ainda está se arrumando — ela me respondeu com um sotaque espanhol muito forte.

Enquanto eu esperava a boa vontade dos meus pais para comer, fiz o meu prato e comecei a devorar o delicioso frango frito de Flor. Eu não fazia ideia do que ela colocava naquela comida, porque ela era de fato saborosa, mesmo assim eu tinha que tomar cuidado para não exagerar, o técnico era muito rígido e não queria ver ninguém do time acima do peso, principalmente em época de campeonato.

Minha mãe fez cara feia para mim quando me viu devorando toda a nossa comida.

—Credo! Como você é guloso! — ela reclamou me observando devorar uma coxa de franco em poucos segundos. Soltei um arroto bem alto que até me assustei com o barulho. Minha mãe faz uma cara feia para mim desaprovando o meu comportamento. Ela era uma mulher da alta sociedade e, é claro que ela não gostava de me ver arrotando feito um porco, mas ela queria o quê? Que eu fosse entupido e que não arrotasse ou peidasse? Deus!

— É muito feio arrotar na frente dos outros Jace!

— Não estou nem aí!

— Credo como você é igual ao seu pai quando nos conhecemos! Demorou anos para ele aprender a se comportar! Você precisa de uma namorada, uma dama que possa te ensinar a ter bons modos!

Céus! Era a segunda fez no dia que alguém queria me arrumar uma namorada. Eu já estava ficando de saco cheio, eu não gostava quando as pessoas começam a dar palpites na minha vida amorosa. Minha mãe e Trevor tinham esse espírito casamenteiro dentro deles. Ela sempre me apresentou moças ricas, tão bonitas que pareciam bonecas, tudo porque queria que eu o seu único filho tivesse um casamento perfeito igual ao dela,. Já Trevor era o cara que me arrumava sexos casuais, ele me apresentava a todos os tipos de vagabundas possíveis. Lembro que quando eu tinha quatorze anos, contei a ele que ainda era virgem, por que eu fiz isso? Naquele mesmo dia matamos aula e fomos a um "puteiro", minha primeira vez foi péssima, acho que é quase impossível alguém gostar da primeira transa. Foram raras ás vezes que Trevor me apresentou alguém decente.

— O que eu perdi? — Meu pai finalmente apareceu. Ele era um homem extremamente ocupado, e eu não o culpava por isso. Quando eu era mais novo eu sentia falta dele nos meus jogos de rugby, mas agora desde que ele deposite a minha mesada todo o mês na minha conta, eu já o considero um bom pai. Eu não era igual àqueles mocinhos de livros toscos que as garotas da minha sala costumavam ler. Meus pais sempre foram ausentes, mas eu não estou nem ai! Desde que eles continuem me dando o que eu quero, eu já fico feliz. Não faço tempestade em copo d'água e nem viro um filho rebelde por causa disso.

— Jace é muito porco. — Minha mãe reclamou para ele.

— Todos os garotos são. — Meu pai me defendeu. — Jace, sábado nós podíamos ir à Columbia pra você conhecer o campus.

— Sério? — perguntei animado. Eu queria fazer faculdade lá, mas eu não sei se direito é algo que eu quero fazer. Trevor me disse que pensava que eu ia ser escritor, até que não era uma má ideia.

— Você quer mesmo fazer direito como o seu pai? — minha mãe indagou enquanto olhava com nojo para o franco frito que Flor havia feito.

— Não sei — admiti.

— Como assim não sabe? — meu pai perguntou furioso como se eu fosse obrigado a seguir os seus passos.

— Eu não posso me decidir assim, eu tenho que pensar nas minhas outras opções — falei percebendo que estava procurando briga.

— Que outras opções? — ele indagou deixando de lado a taça de vinho branco e abandonando o garfo de prata.

— Eu gosto de literatura. — Confessei. — Talvez eu possa ser escritor ou trabalhar no ramo editorial, é um mercado muito grande...

— Escritor? — ele perguntou incrédulo. — Escritor não ganha nada! — reclamou.

— Diz isso para J.K Rowling ou para o Stephen King. — Dei risada. A visão ultrapassada do meu pai me irritava.

— Quem? — perguntou aborrecido.

— Pai, eu estou pensando no que vou fazer da minha vida. Não posso escolher errado.

— É por isso que estou aqui — ele falou com o rosto vermelho e inchado —, para te ajudar a escolher o certo.

— E se o certo não for fazer direito? Você vai me apoiar? — perguntei a ele e o que vi foi um rosto decepcionado.

— Não quero que você passe fome.

— Pai, esse seu pensamento...

— Sábado iremos à Columbia e você vai ver o quanto é legal fazer direito! — me interrompeu e voltou a comer o seu fricassê de frango me ignorando completamente.

Pedi licença e saí educadamente dali. Corri para o meu quarto revoltado. Encostei a minha cabeça na porta e me senti patético, por que eu deixo as pessoas tomarem todas as decisões por mim? Meu pai escolhe o meu curso na faculdade, enquanto Trevor e a minha mãe se encarregam de me arrumar uma bela moça para eu me divertir.

"Alison" sussurrei percebendo o quanto o som daquelas palavras me afetavam. O que será que ela vai fazer depois que a escola acabar? Eu não sabia nada sobre ela, e a minha curiosidade aumentava cada vez mais. Antes eu conseguia controlar os meus sentimentos, mas até quando eu estava com outra era nela que eu pensava. A imagem de Alison nos meus braços sussurrando o meu nome... Gemendo de prazer, me deixava insaciável. Por que ela causava isso em mim?

Droga! Por que ela não é bonita? Se ela fosse bonita todos os meus problemas já estariam acabados. Eu já poderia ter convidado ela para sair, nós poderíamos andar de mãos dadas no shopping, no colégio... Podíamos passar a noite juntos, ela poderia dormir em casa e o meu pai ia me achar um sortudo por ter uma namorada bonita, mas não. Alison não se cuidava, ela nem tentava fazer um regime. Bastava olhar no seu prato na hora do almoço que você perceberia o porquê dela estar tão gorda.

Na manhã seguinte vesti a mesma roupa que usei na noite passada. Eu iria chegar ao colégio e todas as garotas ainda iam me querer. Confesso que sou exibido, eu gostava de saber que eu era desejado pelas mulheres, e que elas me queriam, que eram loucas por mim e que faziam qualquer coisa para passar a noite comigo. Hoje mesmo eu iria sair com a Julie em um encontro duplo. Trevor tinha razão sobre ela, Julie é uma vaca! Ela riu da própria amiga, ela riu da Alison, e isso me deixou com muita raiva, porque eu não suportava falsidade. Mas eu já sabia o que ia fazer com ela, eu iria fazer exatamente o que eu fazia quando encontrava uma garota como ela. Uso e abuso e depois dou lhe um belo pé na bunda! Mas antes preciso saber tudo sobre a Alison, Julie é uma escada que eu subiria para chegar ao topo onde está a minha Alison.

Cruzei com a ela, a minha menina no corredor. Ela não parecia estar bem, seus olhos estavam inchados, decerto ela chorou. Alison era tão frágil e ao mesmo tempo tão durona, ela nunca foi simpática comigo, também eu nunca tinha dado motivos para isso.

— Você está bem? — Quando eu percebi eu estava de pé ao lado do seu armário, as palavras saíram tão depressa, onde eu estava com a cabeça? Todos me olhavam curiosos, inclusive a Alison, eu nunca falei com ela em público (só em momentos em que eu a humilhava) E de repente eu estava lá, feito um bobo, com cara de apaixonado, louco para beijá-la.

— Não é da sua conta! — Ela foi tão grossa comigo que fiquei sem jeito com aquela situação, senti uma pontada no peito. Ela não sabia como aquilo me machucava. Minha vontade era de roubá-la e leva-la para bem longe, mas infelizmente eu sou um idiota, e me preocupo demais com as aparências, eu não queria ser assim! Sinto-me tão mal.

— Ei — falei baixinho apoiando a minha mão no ombro dela. — Eu me preocupo com você.

Ela me olhou incrédula, com ódio de mim, rapidamente retirou a minha mão do seu ombro e se esquivou de mim.

— Não toque em mim! — ela gritou com raiva e fechou furiosamente a porta do armário e saiu correndo pelos corredores.

— O que foi isso? — Trevor e Paul perguntaram juntos.

— Só estava tentando ser educado... — falei sem jeito ainda abalado com as palavras rudes da Alison. Sei que eu mereço ouvir tudo aquilo ou até coisas piores, mas me machuca demais saber que o ódio que ela sente por mim é do mesmo tamanho do amor que eu sinto por ela.

— Amigo você está estranho — Trevor falou confuso.

— Esquece a baranga, Jace! — Paul falou irritado. — Ela não merece compaixão.

Como Paul era idiota! Por que eu ainda falava com ele? Eu queria quebrar todos os dentes daquele infeliz.

— Ela estava com cara de choro. — Olhei para o Trevor.

— Vai ver foi o pai dela outra vez — ele me respondeu.

— O pai dela? — perguntei um pouco zonzo.

— O pai dela está preso, vai fazer uns dois anos que ele está na cadeia.

— Como você sabe dessas coisas? — perguntei chocado pensando em quanto a Alison devia estar sofrer e precisando de um ombro amigo.

— A Julie contou para a Jessica e aí você já sabe que a fofoca se espalha né? Mas fica tranquilo, vamos pensar em coisas boas como o nosso encontro com as garotas mais gatas desse colégio — ele falou animado.

Eu fingi um sorriso. Eu ainda estava muito abalado com o que descobri. Pobre Alison, ela devia estar precisando muito de mim!

Fui para a aula de química, Trevor era muito bom nessa matéria então geralmente é ele quem fazia tudo. Alison também está nessa aula com a gente, porém ela não tinha dupla, estava sozinha ninguém quis se juntar a ela, por sorte Alison era inteligente e conseguia fazer todos os experimentos sozinha.

— Hoje iremos fazer um experimento bem simples — o professor Roger começou a falar, eu quase cochilei com a lerdeza das suas palavras. Todos estavam de jaleco, óculos de proteção e luvas, e cada bancada mantinha uma boa distância das outras. — Iremos fazer uma síntese do complexo de níquel...

— Você sabe como faz isso cara? — perguntei baixinho a Trevor.

— É tranquilo amigo. — Ele sorriu.

O professor foi interrompido pela diretora da escola que entrou na sala acompanhada de um aluno oriental, com olhos extremamente pequenos. O garoto sorriu para a turma e as garotas ficaram loucas e começaram a cochichar sobre ele, o que me deixou enciumado já que eu era o centro das atenções. Até Alison olhava admirada para o novato! Aquilo foi o cúmulo para mim.

A diretora apresentou o menino para a turma, e disse que ele ficaria conosco até a formatura, ela tentou pronunciar o nome dele, mas foi um total fracasso.

— Lee — ele falou sorridente para a turma. — Podem me chamar de Lee.

As garotas deram pulinhos e jogavam sorrisinhos maliciosos para o novato. Trevor olhou para mim tentando entender o porquê das meninas gostarem tanto daquele japonês (na verdade ele é coreano).

— O senhor pode se sentar ali ao lado da Alison, senhor Lee. — O professor Rogers apontou para a bancada onde Alison estava. Lee se aproximou sorridente da minha garota e a cumprimentou com um beijo no rosto, eu me levantei pronto para avançar nele, mas me recompus. Ele mal a conhece e já a beijava com intimidade? Quem ele pensa que é?

Alison ficou vermelha com o gesto de Lee e começou a puxar papo com ele. As garotas da turma ficaram com inveja dela, eu não conseguia acreditar naquilo! Eles estavam flertando! Lee não tinha vergonha disso, e falava alegremente com ela. Segurei-me para não pular no pescoço dele e quebrar todos aqueles dentes perfeitos que ele tinha.

— Esse cara tem um gosto estranho né? — Trevor falou percebendo o quanto Lee estava paquerando a Alison e como ela retribuía o flerte.

— Sim — falei escondendo a raiva, segurando com força o frasco de amônia concentrada que eu adoraria jogar na cara dele.



O que será que o Lee vai aprontar?

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