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Capítulo 17- MAIS SUPER NOVIDADE!!!

Oi incríveis, tudo bem? Tenho uma surpresa para vocês rsrsrs Eu andei pensando e como o mês de Julho tem tudo para ser tranquilo resolvi me testar. Eu infelizmente não tenho o costume de escrever todos os dias, mas decidi que em Julho eu irei escrever um capítulo por dia, pois eu preciso disso, eu sou teimosa demais!!!! Então quero selar um compromisso com vocês. A partir do dia 1 DE JULHO DE 2016 ATÉ O DIA 31 DE JULHO DE 2016 haverá um capítulo por dia. Sim!!!! Terá capítulo novo todos os dias!!!!!!! Durante um mês as postagens aconteceram assim, depois em Agosto elas voltam ao normal. Será uma espécie de VEDA, quem acompanha canais no youtube sabe que os youtubers adoram fazer um veda que significa Vlog Everyday in April em que os youtubers tem que postar um vídeo novo todos os dias durante o mês de abril ou agosto. Eu particularmente chamo esse desafio de VEDA WATTPAD hahaha. Como Julho é o mês de férias de muitos de vocês, esse será o meu presente para todos ♥ Capítulos todos os dias até o mês acabar!!! Eu sei que vou ficar louca rsr mas eu adoro um desafio e conto com vocês para fazer com que esse mês seja épico!!! Se você é autor te convido para participar desse desafio e presentear os seus leitores com capítulos todos os dias durante o mês inteiro!!!! Faça um VEDA WATTPAD também!!! rsrsr É isso amores sexta feira que vem começa o nosso AGQVNQ TODO O DIA!!!!


— Nós? — pausei com medo da resposta dela — Vamos ficar bem?

Alison não conseguia me encarar. Ela evitava me olhar desde o nosso beijo na roda gigante, eu sentia que ela estava distante, perdida em seus pensamentos. Alison apoiou suas mãos nos joelhos e encarou os seus pés.

— Não sei — ela finalmente falou. — Eu...

Ela respirou fundo, mordeu o lábio inferior e arqueou as costas.

—Foi um momento de fraqueza. Isso não devia ter acontecido. Nós dois... Isso soa tão errado.

— Então você me beijou por pena? — indaguei sentindo o suor escorrer próximo a minha sobrancelha.

— Não! Eu não disse isso — se defendeu.

— Foi o que pareceu — falei rudemente segurando o volante do carro o apertando em minhas mãos suadas. Minha cabeça latejava de dor, era muita coisa acontecendo.

— Jace... — ela sussurrou, — Eu não te conheço, não posso me relacionar com alguém...

— Então me conheça! — a interrompi — Quer sair comigo?

—Você vai contar para os seus amigos? — ela levantou uma de suas sobrancelhas negras e inclinou seu corpo para perto de mim, Alison parecia duvidar das minhas intenções, sinceramente eu também.

— Eu... — demorei para responder. Eu tenho que contar, mas precisava de um tempo para lidar com as piadas.

— Esta vendo! — ela bufou de raiva e cruzou os braços, usando eles como escudo — É por isso que nada nunca vai acontecer entre a gente. Você tem vergonha de mim!

— Alison — toquei em seu braço.

— Não, Jace — ela se esquivou do meu toque e abriu a porta do carro. Estávamos parados em frente a casa dela, as luzes já estavam apagadas.

— Alison eu preciso de um tempo — pedi a ela. Meus olhos estavam ardendo e minha boca estava seca. Há uma hora os lábios doces de Alison tocavam os meus, e morder cada centímetro da boca dela era como provar o fruto proibido do éden.

—Vá para casa, Jace! — ela apoiou uma das mãos na maçaneta do carro enquanto a outra segurou a minha. Meu coração acelerou enquanto as minhas bochechas queimavam.

— Seu pai precisa de você — ela me olhou com aqueles olhos doces e preocupados, logo depois os mesmos olhos se tornaram frios. — EU NÃO.

Alison soltou aquela ultima frase de forma tão fria que era como se um jato de água tivesse sido atirado em mim. Ela estava chateada por que eu pedi um tempo para contar aos outros sobre nós. Soquei o volante fazendo com que a buzina tocasse um som insuportável. Alison me olhou furiosa e correu para a casa pisando duro. Eu fiquei ali a observando partir, ela estava linda com a minha jaqueta. Ela nem perceberá que ainda estava a usando, melhor assim. Eu queria que ela pensasse em mim a noite inteira. Que ela sonhasse comigo, assim como eu sonharia com ela.

Dirigi até a minha casa com medo do que me aguardava. Depois de viver um sonho com Alison Reak, um sonho que eu nunca esqueceria — Alison em meus braços, Alison gemendo na minha boca, beijando cada lágrima salgada que saia dos meus olhos triste e inchados...— Porra! Eu não ia esquecer mesmo. Eu já queria BIS!

Entrei sorrateiramente na minha casa na esperança de que todos estivessem dormindo ou se esquecido de mim. Eu sabia que mais cedo ou mais tarde eu teria que enfrentar a minha família, em especial o meu pai. Mas não podia ser amanhã? Minha cabeça doía e eu sentia um nó no estomago prender a minha respiração. Só de pensar e relembrar cada detalhe daquela cena triste que ocorrerá mais cedo, meu coração palpitava cada vez mais rápido, todo descompensado, enquanto as lágrimas voltavam a inundar os meus olhos e eu sou obrigado a apertá-los para não chorar.

— Jace — uma voz masculina sussurrou no calar da noite. Caminhei lentamente até a sala e vi que a lareira estava acessa e que alguém se encolhia na poltrona procurando se aquecer. Meu pai.

— Pai? — indaguei me inclinando para observar o rosto dele que estava de frente a lareira. Ele segurava uma caixa vermelha de veludo que estava cheia de fotos minhas desde a minha infância até a adolescência.

— Jace, chegue mais perto — a voz dele era abafada, um tom de tristeza ecoava na sala.

— Pensei que o senhor já estava dormindo — falei me sentando no chão ao lado dele. Inclinei as duas pernas e as envolvi com os meus braços.

— Eu preciso falar com você — ele arfou enquanto olhava para as minhas fotos.

Uma em especial: quando eu fiquei em segundo lugar no campeonato de soletração, quando eu conheci a Alison, quando perdi para ela pela primeira vez. Porque agora ela sempre ganhava de mim.

— Foi à única vez que eu te acompanhei em algo — ele sussurrou apontando para o retrato. Na foto eu segurava uma medalha de prata, digna de segundo lugar, meus olhos estavam miúdos e brilhavam de raiva, eu detestava perder. Meu pai estava ao meu lado me abraçando com um sorriso torto. Assim como eu ele também não gostava de ficar em segundo lugar. "Somos os Connors. Nunca perdemos." Eu me lembro da voz dele ecoando no meu ouvido naquele dia fatídico.

— Eu sinto muito, Jace — ele apertou a foto, eu vi quando uma lágrima caiu no velho retrato causando lhe um borrão.

— Está tudo bem — eu falei tentando me manter firme.

— Não. Não está.

A luz da lareira iluminava o rosto dele. Tons de laranja brincavam com o rosto pálido e deprimido do meu pai.

— Eu nunca fui a um jogo seu — engoli em seco, e não contei a ele sobre a minha expulsão. — Eu gostaria de ir.

Ele baixou a cabeça e olhou por longos segundos o fogo que chamuscava os nossos olhos.

— Quando você descobriu? — limpei a garganta. — Digo, como foi?

— Eu comecei a me sentir mal, muito mal. Uma dor insuportável no corpo. Logo notei algo errado, eu comecei a ter problemas para urinar, a ter disfunção erétil... Fui ao médico e logo recebi a pior notícia da minha vida: Câncer de próstata.

— Eu sinto muito, pai — falei com uma dor no coração intolerável. Meu pai ia morrer como lidar com uma coisa dessas?

— Eu também — ele arfou abafando uns soluços. — Eu nunca fui um pai presente, nunca estive do seu lado. Pensei que se você fosse para a Columbia como eu e o seu tio nós teríamos algo para conversar, mas agora eu vejo o quanto você não quer ser advogado. Perdoe-me, Jace, por favor, me perdoa?

— Eu te amo, pai. Não quero te perder — senti as lágrimas rolarem no meu rosto, abracei ainda mais o meu corpo.

— Eu também te amo, Jace — os olhos dele estavam fixos em mim. — Eu nunca vou te deixar filho. Vou sempre estar do seu lado, porém em outro plano espiritual.

— Eu peço desculpas, também. Eu nunca me esforcei para ser seu amigo. Nunca tentei...

Meus lábios estremeceram. Pisquei para tentar enxergar, pois a minha visão estava turva.

— Podemos ser amigos agora? — perguntei ouvindo as batidas descompensadas do meu coração.

— Sim — ele levantou da poltrona e me levantou do chão. — Eu quero saber tudo sobre você!

— Eu também, pai — sorri limpando o rosto com a manga do suéter. — Me conte tudo sobre você!


A partir de sexta que vem tem esses dois todos os dias!!!! <3

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