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(Se vocês não querem fazer parte das coisas inapropriadas para menores que quero fazer com Jungkook, sugiro que não leiam nada depois da abóbora de halloween que vai aparecer no capítulo, mas como eu sei que todos estão afim de espiar esse meu corpinho, então convidados a assistir tudo.)
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Quando chegamos na festa, Taehyung foi o primeiro a se enturmar com o pessoal novo. Janety seguia ele a todo o momento, mas conhecendo o Tae o tempo que eu o conheço, eu tinha plena certeza que ele queria ficar sozinho durante um tempinho pra arranjar uma pessoa diferente pra fuder.
E eu não estou falando mal do meu amigo, é só que é a personalidade dele, Taehyung é gostoso e sabe disso, ele consegue quem ele quiser.
Já eu, eu conseguia todo mundo, menos quem eu queria. Mas agora é tudo passado, porque eu estou sendo carregado por um cara hiper delicioso pra dentro de uma festa de halloween na qual eu não vou dançar.
— Podemos fingir que eu te capturei, sou um caçador de vampiros, mesmo. — Jungkook comentou enquanto eu ainda estava no colo dele.
— Pode fazer o que quiser comigo. — Comentei e ele riu, cá entre nós, meu pé fudido me impede de dançar, mas meu pau funciona direitinho caso ele queira, sei lá, dar uma fugidinha.
Como chegamos atrasados, a festa estava a todo o vapor, nossos colegas de classe já entraram se apossando do salão, então apreciei o circo dos horrores dançando. Era uma fantasia mais pavorosa do que a outra, eu poderia até sentir um pouquinho de medo porque, venhamos e convenhamos, eu sou um cagão. Mas depois de passar aquele tempo contado ppr apertões na minha bunda dentro da floresta...
Bom... Coisas pequenas não me assustam mais.
Mentira, me assustam pra cacete.
— Hey! Você que é Park Jimin? — Um cara vestido de Frankenstein se aproximou de mim e de Jungkook, nós dois estávamos sentados ao lado da pista de dança.
— Sou eu sim, e você é...? — Perguntei para o morto, JK encarava a tudo calado.
— Meu nome é MinHo, ouvimos um pouco sobre você aqui. — Ele falou envergonhado.
— Ouviram sobre mim? — Me ajeitei na cadeira pra prestar mais atenção, eu estava curioso.
— Sim, dizem que você é o cara mais divertido da turma que está na festa, só estou um pouco admirado de te ver sentado. — Ele olhou para baixo, encarei meus pés e depois voltei a olhar para o Frankenstein.
— Aconteceu um acidente comigo no caminho e eu machuquei o meu pé, mas estou bem agora, só não posso dançar. — Dei de ombros, eu já estava pouco me fudendo pro meu pé.
— Ah, sinto muito. — MinHo falou desconfortável. — Eu vou indo, espero que aproveite a festa. — Ele acenou com a mão e saiu, Jungkook me encarou rindo.
— Nem vem — Falei e fiz de tudo pra não olhar pra ele, mas não consegui.
— Alguém já tinha um admirador engatilhado aqui na festa de halloween. — Ele comentou, cruzei meus braços.
— Minha vida de puta acabou. — Jungkook fez uma cara triste.
— Acabou mesmo? — Eu sorri e peguei sua mão que estava largada em cima de suas coxas.
— Com os outros, sim. Minha puta interior agora é só sua. — Beijei a mão dele com uma cara de segundas intenções que papai do céu desenhou em mim muito bem.
Jungkook riu.
— Estou feliz por finalmente conhecer você de verdade. — Ele balançou a cabeça como se quisesse alinhar os pensamentos. — Eu já conhecia, mas queria que fosse você mesmo comigo, agora que perdeu a vergonha talvez possamos dar certo.
— O que quer dizer com isso? — Perguntei sentindo uma gota de esperança.
— Acho que já esperei demais pra ficar com você. — Eu estava tão feliz que até ignorei a dor no meu pé quando, acidentalmente, alguém tropeçou nele.
O garoto murmurou um "desculpa", mas eu não tirei os olhos de Jungkook.
— Se estiver querendo me assumir, caaaara... Acho tem um sim grandão desenhado na minha testa. — Apontei pra ela tentando reforçar.
Nós dois rimos, então JK ficou de pé.
— Eu já volto. — Assisti ele sair andando até o lugar onde Taehyung dançava com mais umas três garotas, ajeitei a posição do meu pé e continuei olhando para o meu garoto.
Isso aí vovó, todinho meu.
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Eles conversaram por pouco tempo, mas só de olhar a cara do Tae enquanto Jungkook falava com ele eu já previ muita merda. Tive a comprovação de meus dotes de vidente quando JK voltou.
— Consegui uma ajudinha do seu amigo pra conseguir um quarto lá em cima. — Ele coçou a cabeça constrangido, já eu estava explodindo arco-íris. — Sei que pode ser precipitado demais, então se não quiser eu finjo que não sugeri isso.
— Precipitado? — Perguntei enquanto ficava de pé, Jungkook passou meu braço por seus ombros por causa do tornozelo fudido. — Eu quero dar pra você desde que me descobri gay e você ainda me vem com esse papo de precipitado?
— Isso quer dizer que você topa subir comigo? — Ele perguntou com os olhos brilhando, eu revirei os meus.
— Claro, seu bobão. Mas só se rolar a punhetinha. — Jungkook riu e me jogou nas costas – de novo – pra me carregar pelas escadas. Vou explicar pra vocês o motivo de ele ter ido atrás do Taehyung.
Todos os lugares que a gente vai, o Tae é o primeiro a encontrar um beco pra comer alguém. E eu não 'tô brincando não, sabe aquele cara que tem sangue doce pra atrair pretendentes e tem total consciência disso? Esse é Kim Taehyung. E o mais impressionante é que, apesar de ter todo mundo atrás dele, o cara é bem seletivo e sigiloso, então a cara de bebê dele consegue enganar muitos.
Mas essa não é a questão, pra que diabos eu 'tô falando do Tae quando Jeon Jungkook com seus 1,80m de gostosura está me carregando pra um quartinho escuro? Serei sincero, eu estou nervoso, por isso desatei a falar do Tae e de suas aventuras.
Enfim, subimos as escadas – e por subimos eu estou falando apenas das pernas de Jungkook porque eu não estava encostando no chão – e entramos em um corredor pouco iluminado, mas não por causa desses bagulhos de filme de terror, mas porque a luz estava apagada mesmo.
Jungkook disse que Tae lhe deu a chave da última porta do corredor, então ele me carregou até lá e depois me apoiou no chão pra destrancar a porta. Até aí tudo bem, a porta destrancou, eu entrei mancando e JK a trancou de novo, dessa vez pelo lado de dentro.
Estávamos sozinhos e trancados em um quarto com uma cama e hormônios explodindo. Falo isso por mim, sei como funciona a coisa e estou acostumado a fazer, mas quando se trada de Jungkook parece que eu estou redescobrindo o significado de endorfinas, dopamina e serotonina.
Se não sabe o que é, pesquise. Você não terá um Jungkook como eu pra te fazer sentir na pele.
— Eu vou me sentar... sabe... Meu pé não presta. — Avisei Jungkook enquanto me sentava na cama, ele sorriu e se sentou ao meu lado.
— Depois eu cuido do seu pé. — Após falar estas palavras ele colocou a mão em minha nuca e empurrou minha cabeça suavemente de encontro aos seus lábios.
Eu poderia dizer que tudo rolou com leveza e apenas nos pegamos um pouquinho antes de descer, mas não foi isso que aconteceu. Assim que nossas bocas se juntaram, por mais que JK tivesse tentado ir devagar, eu não queria. Nossas línguas se uniram e eu soltei um suspiro pesado que deixava claro o quanto eu queria gritar um "finalmente" pra todo mundo ouvir, então senti ele sorrir durante o beijo enquanto eu já colocava minhas mãos sorrateiras por dentro de sua camisa.
Cara, nunca aproveitei um beijo tão gostoso na minha vida quanto o de Jeon Jungkook, seus lábios estavam tão macios e sua língua tão apetitosa que eu só me afundava mais e mais naquele beijo enquanto passava as mãos pelos seus músculos abdominais, resultado de muita academia.
Paramos de nos beijar no momento em que Jungkook percebeu que se eu me movesse mais eu iria rasgar a camisa dele de tanto que eu usava as mãos.
— Eu vou tirar. — Ele falou antes de puxar a camisa pela cabeça e jogar do outro lado do quarto, aquele movimento foi tão sexy que eu quase tive um infarto.
— Puta que pariu, como você consegue ser tão magnífico, garoto? — Perguntei enquanto me afastava um pouco pra olhar cada gominho daquele abdome sarado. Caralho, eu queria muito lamber.
Empurrei Jungkook de costas na cama e subi em cima dele, ainda assim tomando cuidado com o meu pé. Percebi que ele ficou um pouco constrangido com o elogio, mas logo passou quando eu voltei a beija-lo. Por mais que aquela boca dele fosse deliciosa, não ficamos só nos beijos, na verdade, eu estava com tanto fogo no cu que uma hora nós estávamos nos beijando e na outra eu já estava rebolando no colo dele enquanto Jungkook segurava meus cabelos e empurrava o quadril pra cima de acordo com meus movimentos.
Porra, só alguns pedaços de pano me separavam do paraíso.
Jungkook fechou os olhos e eu aproveitei pra enterrar minha cabeça em seu pescoço e morder aquele pedaço de pele exposto, ele soltou um gemido baixo e me empurrou pra baixo enquanto se recuperava do arrepio. Eu por outro lado, estava aproveitando pra rebolar mais na ereção que ele tinha por dentro das calças, porque caaaara... Jungkook já estava a ponto de bala, duro como pedra, todinho pra mim.
E ele não era o único, minha cueca 'tava virando uma cachoeira já de tanto tesão que essa garoto me causava, então eu só segui meus instintos e continuei rebolando.
— Jimin? — Murmurei um "hum" em forma de gemido enquanto ainda me esfregava nele, então Jungkook atacou minha orelha e eu me arrepiei todinho. — Amor, tira. — Ele afastou suas mãos da minha bunda e começou a cutucar os botões da minha camisa.
Eu teria tirado ela bem mais rápido se ainda não estivesse preso no "amor" que ele me chamou. Vendo que eu não esbocei reação nenhuma, JK começou a desabotoar minha camisa, percebi em seus olhos que ele estava tão admirado com o meu corpo quanto eu fiquei com o dele.
Não sou tão fã de academia, a minha dieta é regrada e eu gosto demais de correr e dançar, então isso me ajuda a me manter em forma. Amei mais esse eu estilo de vida quando percebi que Jungkook gostou.
— Tão lindo. — Ele passou a mão pela minha pele e parou em meus mamilos, me arrepiei quando ele encostou, então Jungkook começou a passar os dedos em cima enquanto atacava minha boca de novo.
Depois do milésimo arrepio eu me afastei.
— Jungkook, não dá. Eu não aguento mais, preciso de você. — JK deu um meio sorriso e baixou a mão, desabotoando a minha calça e descendo o zíper.
— Vou te dar o que estou te devendo. — Ele passou o indicador de leve pelo meu pau por fora da cueca, – que estava completamente encharcada, como eu já disse – apoiei minha cabeça em seu ombro e suspirei pesado no momento em que ele puxou meu pau pra fora.
A sensação da mão firme de Jungkook ao meu redor e do ventinho gelado que estava batendo na cabeça me fizeram gemer, ele buscou minha boca com a sua e me beijou enquanto estimulava a glande de uma forma magnífica. Sua mão subia e descia e eu, inconformado em só sentir, parei de beija-lo pra ver.
Desci do colo de Jungkook e desabotoei a calça dele também, tudo que eu sonhei em todos esses anos foi ver JK da forma como veio ao mundo, peladinho e hiper gostoso, então atrasei um pouco a punhetinha pra tirar as calças dele. Nós dois nos atrapalhamos de mais pra nos livrar do resto das roupas, puxei minha calça pelas pernas enquanto Jungkook tentava passar as dele pelo seu pé. Bati meu pé na cama, gemi de dor, Jungkook preocupado veio me ajudar e caiu por cima de mim, meu pau ficou balançando aos quatro ventos solto e só faltou gritar "eu estou aqui", mas tudo correu bem.
Foi aí que, em meio ao resquício da dor do pé, eu pude ver Jungkook em toda a sua glória, me ajoelhei na cama e fui até ele, como se eu estivesse em transe, então me abaixei pra lamber seu abdome.
Ele começou a rir.
— Há quanto tempo quer fazer isso? — Jungkook perguntou enquanto eu descia uma trilha de beijos desde seu abdômen até sua virilha.
— Muito tempo, acredite. — Então não perdi tempo e abocanhei sua ereção com toda a fome que eu estava desde que descobri que meus sentimentos por ele eram recíprocos. Jungkook soltou um suspiro surpreso e, incentivado por ele, comecei a sugar desde a base até a pontinha da glande, fazendo questão de limpar todo o pré-gozo que saía.
Pouco tempo depois Jungkook agarrou meus cabelos pra controlar meus movimentos, aquilo só me deixava cada vez mais duro, então quando percebi que ele estava quase gozando eu parei.
— O que foi? — Ele perguntou, se sentando.
— Quero transar, você é ativo ou passivo? — Perguntei na cara dura mesmo, eu estava com tesão demais. Pela expressão de Jungkook eu acho que ele ainda não se acostumou com esse meu jeito diretão de sempre.
— Sei lá, os dois. — Ele deu de ombros.
— Então vamos tirar no jokenpô. — Coloquei a mão pra trás pra iniciar o jogo, mas Jungkook me olhava como se tivesse nascido uma segunda cabeça em cima de meus ombros.
— É sério isso? — Ele perguntou desacreditado, mas também já estava se preparando pra jogar.
— Quem perder dá a bunda. — Jungkook gargalhou e nós jogamos, eu coloquei tesoura e ele pedra. Eu poderia dizer que foi má sorte, mas nesse jogo ninguém vai sair perdendo realmente.
— Eu venci. — Ele declarou e veio me beijar, retribuí com prazer e depois quebrei o beijo.
— Faça o seu melhor. — Eu ia virar pra ficar de quatro, porque sabe... sempre sonhei com Jungkook me comendo de quatro, mas parece que essa não era a intenção dele.
Como eu estava rebolando em cima dele parece um louco mais cedo, Jungkook me puxou e me sentou em cima de suas coxas fartas. Apenas um olhar dele já me dizia o que era pra eu fazer, então me levantei um pouco, me alinhei em cima dele e desci.
Mano, só rebolar em cima do garoto já era delicioso, imagina com aquele pauzão enterrado dentro de mim, não tenho nem palavras pra explicar o quanto é bom.
Eu sentei muito, confesso pra vocês. Jungkook me beijava a todo o momento e, enquanto eu cavalgava em cima dele, ele usava a mão direita pra terminar de pagar a punhetinha que estava me devendo.
Quando senti que eu estava quase pra gozar eu avisei JK, então ele começou a estocar pra cima enquanto acelerava a minha punhetinha. Não gozamos juntos, mas foi por segundos de diferença. Eu caí pro lado com um sorriso que nem cabia na minha cara.
— Jungkook, me promete que não vai embora? — Ele virou pra mim e tirou as mechas de cabelo suado que estavam grudadas na minha cara.
— Por que eu iria? — Eu olhei em seus olhos.
— Não vou aguentar esperar você voltar pra me provar que é meu. — Ele sorriu e me deu um beijo leve.
— Eu não vou a lugar nenhum.
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