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01 | Abraço

─ Chega. Eu não aguento mais. A situação tá impossível com vocês dois, vou ter que tomar medidas drásticas ─ se posicionou ONU, olhando para Eua e China que se encontravam sentados à sua frente ─ Vocês dois irão morar juntos a partir de agora.

Incrédulos, Eua e China demoraram para processar a informação, simplesmente ficaram encarando ONU com os olhos arregalados.

─ Isso é um absurdo! ─ gritou China se levantando rapidamente da cadeira. Ele estava todo dolorido dos golpes que havia levado do americano em sua briga rotineira.

─ Concordo com ele! ─ Eua, com seus óculos rachados, se levantou se juntando ao chinês.

─ Absurdo? Absurdo é vocês caírem no soco toda santa reunião, fazendo um tumúlto entre os países! ─ ONU se levantou da cadeira também.

─ Eu tenho minha vida, eu não posso ficar a mercê de uma ideia maluca sua, ONU! ─ Eua se defendeu.

─ Pois pensasse nisso antes de todas as brigas! As informações sobre a casa serão passadas por email. Agora saiam da minha sala. Não quero mais ver a cara de vocês tão cedo. ─ pontuou apontando para a porta ─ Andem, caiam fora!

Eua e China se entreolharam a saíram da sala.

─ Isso é tudo culpa sua, seu merda ─ o oriental acusou.

─ Minha? ─ riu sarcasticamente ─ Quem foi que começou a briga primeiro mesmo, hein? ─ o asiático apenas revirou os olhos.

─ Que casa de merda.

─ Finalmente concordamos em algo ─ respondeu China ─ Que foi, ONU? O orçamento tá curto?

─ Haha, pois é bom irem se acostuamando, vai ser a casa de vocês daqui pra frente ─ resmungou ONU.

─ Claro... Vou fugir na primeira oportunidade ─ o americano sussurrou.

─ Eu escutei ─ a organização repreendeu ─ Vou indo embora, aproveitem a estadia ─ sorriu cinicamente enquanto saía da casa.

─ Espero que ele morra no caminho de casa.

─ E... Concordamos novamente ─ o oriental riu.

─ Talvez seja o efeito do plano do ONU ─ sorriu.

─ Ou talvez eu esteja ficando burro e concordando com suas burrices ─ o sorriso de Eua desapareceu.

─ Ou talvez você seja o único imbecil aqui.

─ Olha quem fala, o cara que se esconde atrás de um óculos escuros, existe imbecilidade maior? ─ provocou ─ Anda vai, seus olhos são tão feios assim? ─ sorriu vendo a cara de desespero do outro.

─ E você que só anda com roupas compridas na tentativa de fugir do seu passado e das suas cicatrizes, hein? ─ revidou, fazendo China arregalar os olhos.

─ Seu... Seu merda! ─ avançou no americano, na tentativa de dar um soco, mas falhando já que o outro desviara.

Sem sucesso, China começou a tentar arrancar o óculos da cara do outro. Brigando e se agarrando, os dois bateram na parede e fizeram com que uma prateleira caísse com vasos em cima de suas cabeças, desacordando-os.

Um tempo depois, Eua acordou, colocando a mão em sua cabeça por conta da dor. Olhou para seu colo e viu China largado nele, se assustou pois sua testa estava sangrando.

─ China?! China, acorda! ─ o sacudiu desesperado ─ Merda... Que porra a gente fez! ─ Se levantou na busca de um pano molhado.

Assim que encontrou o pano, colocou a cabeça de China em seu colo e estancou o sangue com água gelada. Um tempo depois, obteve resposta vendo China abrir os olhos.

─ China, puta que pariu! Achei que você tinha morrido...

─ O chinês, ainda recuperando a consciência, observou a situação em que se encontrava ─ Que merda aconteceu?...

─ A prateleira caiu em cima da gente e um vaso quebrou na sua cabeça!

─ Porra... ─ resmungou levantando do colo do outro e agarrando o pano para pressioná-lo em sua testa ─ Valeu, América...

─ Não tem de que...

Um silêncio se instalou na sala. Os dois estavam sentados no chão da sala, encostados na parece, analisando a situação. Aquele silêncio era constrangedor, mas ao mesmo tempo bom. Era como uma trégua entre os dois.

─ Foi mal por ter falado aquilo dos óculos, todo mundo tem suas inseguranças... E seus olhos devem ser bonitos, não feios como eu disse ─ China se atreveu.

─ Hm?... Nah, eles são feios mesmo, tenho vergonha deles. Mas tudo bem, a gente sempre briga mesmo. Desculpa por ter mencionado o seu passado, sei que você passou por muita coisa que ninguém deveria ter passado ─ com o olhar duvidoso, respondeu.

─ Tudo bem...

O silêncio se instalou novamente.

─ Vamos, que tal uma trégua, hein? Se vamos morar juntos é melhor que não briguemos todo dia, afinal, desse jeito a gente vai acabar se matando... ─ dessa vez Eua quebrou o silêncio.

─ Ah, claro! É melhor assim mesmo... Vamos firmar um acordo então?

─ Ótimo, bom... É... Como vamos firmar o acordo, exatamente?...

─ Ah... Sei lá... Você que sabe...

─ Que tal... Hum... Que tal um abraço?

O famoso silêncio se instalou novamente. Aquilo sim era constragedor. China e Eua se abraçado? Os dois ficaram se encarando um bom tempo até que o americano se pronunciou.

─ D-desculpa, acho que fui meio precip-

─ Não, não! Pode ser, acho justo que um acordo de paz seja feito dessa forma... ─ o asiático o interrompeu receoso, abrindo levemente os braços, convidando o outro para um abraço.

Eua não hesitou, se jogou nos braços do outro. Estranhamente, aquele abraço havia demorado mais do que deveria. Era muito estranho o quão confortável aquele abraço havia sido. E mais estranho ainda o porquê de eles quererem continuar se abraçando de novo, de novo e de novo.

─ B-bom... Você quer um chá? ─ China perguntou ─ Acho que vou fazer pra minha cabeça.

─ Claro, eu posso te ajudar com o curativo da cabeça também! ─ sorriu levemente.

E assim ficaram por um bom tempo, agindo feito dois melhores amigos idiotas.

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