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"Eu tenho escondido isso, vou te contar uma coisa
apenas para deixar enterrado.
Agora eu não posso mais suportar isso.
Por que eu não podia dizer, então?
Tenho estado ferido, de qualquer maneira
Realmente, eu não posso suportar isso."
- Stigma

Taehyung P.O.V

"— Eu amo você, Taehyung. De todas as formas possíveis e impossíveis, de todos os jeitos, com todas as falhas e coisas boas. Eu amo você! E preciso saber o que eu significo para você, não posso viver como se o que tivemos não tivesse sido importante para mim, porque foi. E mais do que tudo, eu quero ficar com você {...}"

Quando aquelas palavras me atingiram, eu, pela primeira vez em muito tempo, me senti desnorteado e percebi que eu não poderia mais continuar daquela forma.

(S/n) tinha se tornado, em resumidas palavras, tudo na minha vida. Em um período muito rápido e turbulento.

Quanto mais nos aproximávamos, quanto mais eu permitia que aquele sentimento crescesse não só dentro de mim, mas dela também, eu negligenciava algo que não podia ser deixado de lado.
Ela tinha me ajudado a perceber que eu não podia continuar levando minha vida com amargura e ressentimento, por causa dela eu decidi tentar me reconciliar com a minha família. Não era culpa deles, nada era, eles não deviam sofrer por minha causa.

Agora, eu?
Ainda não conseguia me perdoar por completo pelo que eu tinha feito, e nem sabia se um dia conseguiria.
A simples ideia de que eu poderia ser feliz, a menção dos lábios dela pronunciando em palavras claras minha chave para a felicidade, me atormentou mais do que eu esperava.

O que eu queria fazer quando aquela garota linda, com as mãos nervosas sendo apertadas uma contra a outra, a testa contraída e os lábios, que eu tanto gostava de sentir contra os meus, se declarava para mim?

Eu queria abraçá-la, beija-la, tocar cada parte do seu corpo, sentir sua pele sobre meus dedos e gritar o que eu sentia por ela também, para que todos pudessem ouvir.

Mas essa ideia, esse pequeno vislumbre que eu tive do paraíso, morreu com a mesma intensidade que nasceu.

Saber que ela correspondia tudo o que eu sentia por ela já era suficiente para aquecer meu coração, que tinha passado tantos anos gelado.

Todavia, não podíamos ficar juntos.
Eu até tentei me iludir, sustentando aquela nossa relação sem definições mesmo que o namoro falso tivesse acabado, e talvez eu tivesse mantido daquele jeito por mais tempo, se ela não tivesse me falado como se sentia agora.

Mas, com ela ali na minha frente, abrindo seu coração para mim, eu não podia prometer algo que eu jamais seria capaz de fornecer para ela.
Não podia fazer promessas.
Eu era fadado ao fracasso, cometia os piores erros e as pessoas ao meu redor eram as que sofriam por causa deles, meu irmão era a maior prova disso.

E se eu a aceitasse na minha vida?
E se a arruinasse como arruinei meu irmão?
E como poderia viver com a mulher que eu amo enquanto tirei de uma das pessoas que mais amava, o direito de viver todas as emoções da vida?

E se, de onde ele estivesse, nunca fosse capaz de me perdoar pelo que fiz, levando em conta que eu teria a oportunidade de ser feliz e ele não?

Eu não merecia.
Não merecia (S/n) na minha vida.
Ela era especial, e pode soar meio óbvio vindo de mim, que estou apaixonado por ela, mas ela é.
Aquela garota tem uma beleza interna que eu sempre encontrava ao espiar através dos seus olhos, e eu não queria ser o responsável por destruir aquilo.

E foi difícil, olhar em seus olhos e falar a maior das mentiras, dizer que eu não gostava dela. Quando na verdade, meu coração gritava que também a amava.

Quando ela saiu, desabei no sofá, esfregando as têmporas para evitar a dor de cabeça e convencendo a mim mesmo que eu tinha feito a escolha certa. Não importava quantas vezes Sunmi, nas consultadas, tentasse me dizer que eu não tinha culpa e precisava me libertar disso, eu não me sentia assim! Não conseguia por completo, e não seria cruel ao ponto de pedir que a (S/n) esperasse eu me curar, me livrar daquele sentimento angustiante de culpa e aceitasse a felicidade, se é que algum dia isso iria acontecer.

Era simples, eu a amava, mas jamais poderia tê-la. Queria estar com ela, mas o quão egoísta eu seria ao aceitar o seu amor ainda que eu fosse culpado de ter arruinado alguém?
Eu não a merecia.
Não merecia ser feliz.

Era um ato difícil, fugir das garras e dos cuidado de Yoongi e Jimin. Eles sabiam que algo estava acontecendo, e por esse motivo, passaram a me vigiar a cada segundo.

Eu sei que eles estavam preocupados, fazia muito tempo que eu "andava na linha", mas a verdade era que estar sóbrio e sem fazer nada me levava à ela. Minha mente me odiava, pois em qualquer brecha que eu dava, o sorriso da (S/n) aparecia, eu conseguia sentir o gosto adocicado do seu beijo e até mesmo seus xingamentos quando eu a irrita me faziam falta.

Por esse motivo, eu tentei não ficar em casa. Até aquele ambiente me lembrava dela.

Passei o final de semana com meus pais, que pareceram ter notado que algo de errado estava acontecendo, todas as vezes em que eles perguntavam da (S/n) eu desconversava. Eu cancelei a emancipação, mas não tinha coragem de contar para eles que eu não estava mais com ela, que na verdade nunca estive.

A semana foi a pior parte, sem os meus pais e as meninas para me distrair, eu pensava que enlouqueceria.
Não queria pensar nela, me convencia todas as noites, quando as vezes a via pela janela do quarto, de que eu tinha feito a escolha certa.

"Ela está melhor sem você, Taehyung"

Era o que eu repetia na minha cabeça.
Mas eu não estava bem e precisava ter ao menos um segundo de paz.
Voltar a ir em festas e encher a cara foram as únicas saídas que encontrei, beber me fazia esquecê-la. Antes eu fazia aquilo para esquecer Junggyu, quando conheci (S/n) ela fazia a dor amenizar, e agora, eu estava bebendo novamente, para esquecer ela. Irônico, não?

As festas de Mike sempre foram as melhores, agitadas, lotadas e com bebidas a vontade. Ele até ficou surpreso ao meu ver, ainda assim, me convidou para entrar e me inclui no seu círculo.

Eu não me divertia, mas aquilo era melhor que nada.

De dia, ou eu ia para a escola e ficava o mais longe possível do andar da (S/n), talvez eu não quisesse ver que ela já estava seguindo em frente, por mais que EU desejasse isso, desejasse que ela estivesse feliz. Ou faltava e passava a manhã em um sono agitado e cortado.
As tardes eu gostava de subir na minha moto e pilotar sem destino, apenas deixando a adrenalina de correr em uma rua deserta percorrer meu corpo.
E durante as noites, eu passava em festas aleatórias, bebendo e observando as pessoas ao meu redor, o que era mais agonizante era não conseguir ficar com nenhuma garota sequer, nenhuma delas era a garota que perturbava meus sonhos e pensamentos, nenhuma delas tinha a essência, o cheiro e o toque que eu procurava.

Vai para a casa do caralho, Taehyung! — Yoongi bufou irritado.

— Tá nervosinho? — Sorri, os braços servindo de apoio para minha cabeça.

— Eu vou socar você nas regiões baixas, vamos ver se você ainda vai me chamar de nervosinho.

Levei as mãos para baixo, me protegendo de suas ameaças.

— Não seja tão agressivo. — Pedi.

— Então não seja tão insuportável. — Retrucou.

Ainda conseguíamos ouvir o barulho do chuveiro, indicando que Jimin permanecia em seu banho.

— Eu não estou sendo insuportável. — Sentei-me na cama cruzando as pernas. — Só disse que não vou.

Yoongi resmungou me olhando feio.

— Você passou a porra da semana toda indo em festas e agora não quer ir na festa do seu amigo? — Esbravejou. — O Jimin passou a semana preocupado com você, é claro que você vai, nem que eu tenha que te arrastar.

Ele tinha razão.
Não tive a intenção de preocupar ninguém, eu só queria esvaziar minha mente. Porém, Jimin não tinha culpa de eu ser um fodido.

O pior dessa festa é que ela estaria lá, e eu não sabia se já estava preparado para vê-la.

— Eu vou. — Suspirei contrariado.

Yoongi me analisou por alguns segundos, parecendo ler meus olhos. Ele tinha a mania de fazer aquilo, e eu detestava, pois parecia que ele sempre adivinhava o que eu estava sentindo ou pensando.

— Sua recusa para ir a festa supresa do Jimin é porque ela vai estar lá, não é? — Ele sempre sabia. — Não faço ideia do que está acontecendo, mas você deveria resolver isso com ela. A (S/n) está sofrendo, Taehyung. E você também.

A simples menção ao nome dela me incomodou, levantei da cama rapidamente e arrumei minha roupa.

— Vou na frente, não quero que o Jimin desconfie. Ele certamente vai achar estranho se eu e você ficarmos na cola dele. Principalmente eu. — Desconversei.

— Tem razão. — Ponderou. — Eu vou enrolar ele aqui um pouco e depois digo que precisamos passar na casa da Lalisa para ela ir com a gente ao shopping.

— Vocês sabem que essa é a desculpa mais esfarrapada que existe, certo? — Sorri com as mãos nos bolsos. — Como você vai explicar para ele os adolescentes e os carros na entrada da casa dela?

Yoongi franziu a sobrancelha e estalou a língua.

— Não sei! — Deu de ombros. — Digo que os pais dela estão fazendo uma festa ou algo assim. — Bufou. — Vá embora, Taehyung. Vá!

Ri e balancei a cabeça ao erguer as mãos.

— Já estou indo.

— E vá direto para a casa da Lisa, espero encontrar você lá. — Avisou.

— Sim, senhor.

Sai da casa de Jimin e encontrei minha moto estacionada na entrada, subi nela e coloquei o capacete. Minha mente estava em branco, era necessário um esforço muito grande pra deixá-la assim, mas eu precisava não pensar em nada, precisava garantir que minha mente estivesse sempre limpa para não pensar nela.

Acelerei a moto e me misturei entre os automóveis na estrada.

Como eu já imaginava, a rua da casa da Lalisa estava congestionada, mas para a minha sorte, minha moto cabia certinho em uma vaga logo na entrada. Quando a estacionei tirei o capacete e passei a mão pelos cabelos despenteados.

Assim que pisei dentro da casa avistei Lalisa, ela usava uma calça jeans desbotada e um blusa azul curta enquanto gesticulava com as mãos e pedia para os entregadores que colocassem as coisas no balcão.

Quando ela me viu, sua expressão não melhorou.

— Finalmente você chegou! — Suspirou. — Eu não aguento mais. — Um pequeno bico se formou nos seus lábios. — Organizar uma festa é muito complicado.

— Melhor você ter a ajuda de alguém experiente. — Gabei-me e a vi revirar os olhos. — Deixa que eu te ajudo.

Fui para cima e para baixo com ela, organizando tudo e a ajudando a lidar com a bagunça que alguns adolescentes descontrolados faziam.

— Yoongi me mandou uma mensagem. — Declarou ansiosa, um sorriso nervoso estampava seus lábios. — Ele já está vindo com Jimin. Vamos lá embaixo, preciso pedir para que as pessoas desliguem as luzes, será que vamos conseguir isso?

Ri da forma com a qual ela contraia as sobrancelhas, sabia que a festa tinha ganhado mais proporções do que ela esperava, ainda assim, eu tinha certeza de que Jimin ficaria mais que feliz ao ver tudo aquilo.

— Vamos sim. Venha. —  A acompanhei pelas escadas até a sala.

— Você estava sumido esses dias. — Ela comentou me olhando com o canto dos olhos. — Está tudo bem?

— Claro. — Dei de ombros, tentando não prolongar aquele assunto.

Estava em um dos últimos degraus da escada quando a avistei. Meu corpo parou e se recusou a dar mais passos.
(S/n) usava um vestido que caia mais do que bem em seu corpo, os cabelos estavam soltos e o sorriso descontraído dos seus lábios enquanto falava com Jungkook a deixava ainda mais linda. Ela já esteve mais bonita? Como ela conseguia ficar ainda mais com o passar dos dias?

O sorriso dos lábios dela sumiu assim que seus olhos me encontraram no meio das pessoas, ela apertou o braço do Jeon e desviou os olhos dos meus.

Suspirei.
Eu a estava protegendo, não podia esquecer disso.

Abaixei minha cabeça, meu coração batia fraco, cansado. E eu já estava mais que irritado com a música e as pessoas, só queria ficar em um canto, bebendo e impedindo que meus pensamentos me atormentassem.

Lisa desligou o som e depois pediu minha ajuda para subir na mesa, ela começou a verbalizar alto, pedindo a atenção de todos.

— Jimin está chegando! — Ela gritou e começou a indicar as luzes. — Quero todos calados e as luzes apagadas. Estou falando sério. — Ameaçou.

Algumas pessoas sorriram, achando graça da sua determinação, mas ninguém a contrariou. Ela olhou no celular e logo em seguida desceu da mesa.

— Ele já está quase aqui. As luzes! As luzes!

Todos ficaram em silêncio e antes da luz apagar, eu pude ter um último vislumbre de (S/n). Ela estava no canto, Jungkook não estava mais ao seu lado. Agora, quem estava encostado perto dela, com um sorriso malandro nos lábios era Yugyeom.

O que ele estava fazendo ali?
Por que estava com ela?

Senti o sangue subindo até um zumbido irritante preencher meus ouvidos.

Tudo ficou no escuro e minha respiração alta pela irritação era tudo que eu escutava, as pessoas tinham levado a sério o silêncio.

Consegui ouvir a voz de Yoongi um pouco abafada e os protestos de Jimin, não demorou muito para a porta ser aberta e as luzes serem acendidas novamente.

— Surpresa! — Todos gritaram em conjunto.

Jimin abriu um sorriso feliz e eu sabia que ele já imaginava o que o aguardava, mas isso não diminuiu a alegria que o invadiu naquele momento.

— Yah! — Ele riu, porém nem ao menos teve tempo de falar, pois Lalisa apareceu na sua frente e ele a abraçou. — Não acredito que fez tudo isso. — Ele falou alto o suficiente para que todos o ouvissem.

— Você é chato mas merecia. — Ela riu e apertou os braços ao redor dele antes de se afastar um pouco e beijar sua bochecha. — Parabéns!

Quando eles se afastaram, as pessoas começaram a ir até ele, o cumprimentando com tapinhas nas costas, apertos de mão e abraços.
Meus olhos varreram a multidão, mas não conseguia encontrar (S/n) nem Yugyeom, o que contribui para me irritar ainda mais.

Yoongi acenou para mim assim que me viu e sorriu quando me aproximei.

— Bom ver que você veio mesmo. — Ele bateu em minhas costas.

— Se eu não viesse você me perseguiria e me arrastaria. — Resmunguei, não conseguia me concentrar bem, meus olhos continuavam buscando a (S/n).

— Que bom que você sabe. — Declarou rindo.

— Tae-ah! — Jimin me chamou. — Você também veio.

Aproxime-me dele para abraçá-lo e desejar os parabéns.

— É claro que vim. É do seu aniversário que estamos falando.

— Fui enganado direitinho. — Sussurrou com um sorriso brincalhão.

— Foi nada. Você sabia desde o começo. — Ri tentando soar descontraído. — Admita.

— Talvez eu desconfiasse. — Ele sorriu e cruzou os braços. — Mas não deixe ela saber. — Sussurou no momento que Lisa se aproximou de nós.

— Desculpe atrapalhar vocês. — Ela tocou nos braços de Jimin. — Mas por culpa sua eu estou estressada e preciso dançar um pouco, e como Jungkook não quer dançar comigo, você vai.

— Ah, culpa minha? — Jimin falou indignado. — E ainda me usa como segunda opção?

— Não é bem assim! — Ela riu e começou a puxa-lo até os fundos, onde a música era mais alta. — Não seja chato, você me deve essa. — Argumentou.

Ele franziu o nariz e negou com a cabeça.

— Não devo nada, vou fazer isso por piedade.

— Piedade? — A voz de Lisa ficou esganiçada e ela apertou os olhos na direção dele. — Se eu chamar qualquer um para dançar comigo, certeza que ele irá aceitar. — Resmungou. — Não quero mais dançar com você.

— Claro que quer! — Ele sorriu e segurou em sua mão, olhando com o canto dos olhos para mim. — Nos esbarramos por aí.

E com isso, ele e Lisa sumiram no meio dos outros. Yoongi já não estava mais ao meu lado e como não tinha ninguém para me distrair, minha cabeça voltou a latejar, me incomodando.
Andei até a cozinha, desviando das pessoas acumuladas nos cômodos, e quando finalmente achei uma bebida alcoólica, quase suspirei de satisfação.

Depois de abrir a garrafa e tomar um pouco do líquido, eu já me sentia entorpecido.
Voltei a passos descontraídos até a sala principal, e todo o alívio momentâneo que eu achei possível sentir, foi embora ao presenciar (S/n) e Yugyeom sentados em um dos grandes sofás.

Ele falava animadamente e ela tentava acompanhar a conversa, balançando a cabeça vez ou outra.

Apertei os olhos, eu não tinha o direito de ficar com ciúmes. Mas vê-la com ele quebrava algo em mim, sempre notei o interesse de Yugyeom por (S/n), e agora que eu não estava mais com ela...

Ainda que eu quisesse que ela fosse em frente, eu não queria estar de camarote para ver isso acontecendo.

Eu precisava tirar aquela sensação de dentro de mim, era de perda, derrota, como se algo fosse levado de mim e eu sabia que não teria volta.

Virei o resto da bebida e deixei a garrafa de lado. Eu iria retirar aquele sentimento do meu corpo nem que fosse a força.

A festa de verdade iria começar agora.

Vocês pediram e eu trouxe!! Fiz esse capítulo para vocês entenderem melhor os sentimentos do Tae. Ele ama a (S/n), ele quer estar com ela, mas ele ainda assim se sente culpado por tentar ser feliz. Ele tem medo!

Enfim, se tiverem alguma dúvida, só me perguntar ;)

Espero de verdade que tenham gostado do capítulo de hoje, já estou louca para ler os comentários de vocês kkkk

Obrigada por acompanharem e por todo o carinho. Amo vocês!

Até logo. Beijos

By: leticiaazeneth ♥️

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