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ESPECIAL: Fake Love - Back To You.

☆Senta que lá vem a historia: Gente esse capítulo demorou a sair por um motivo nada simples, meu celular na sexta passada bugou, deu pane, precisei oq? Isso mesmo! FORMATAR!!! Fiz backup de tudo o que eu tinha, fiz vários tipos de backups diferentes, mandei os capítulos ainda não postados pro Whatsapp do meu marido, tentei salvar tudo oq tinha de todas as formas e consegui salvar! Graças aos backups não perdi quase nada, principalmente meu spotify apk que sofri o inferno pra baixar, Só teve um detalhe... perdi TODAS as minhas fanfics em andamento, tudo oq estava em construção, todas as ideias que ainda ia por em prática, todos os livros terminados, todos os livros que nunca postei aqui incluindo o do meu marido que só eu tinha...perdi tudo, menos oq eu tinha mandando pro Whatsapp oq não incluía este capítulo. Então vejam bem, eu precisei reescrever um capítulo escrito há 2 anos atrás, sendo que minha escrita mudou drasticamente, ou seja todo mundo que vai ler esse  capítulo vai ler um capítulo inédito, pq é uma versão que nunca existiu em nenhuma outra plataforma. Sofri um pouco pra desenferrujar (tem meses que não escrevo nada de verdade do início ao fim) mas deu certo. Não sei se tá bom, não sei se é compatível com oq um dia já foi postado, mas fiz o meu melhor. Eu tinha muito material em desenvolvimento e infelizmente perdi tudo. É isso, segue o baile que o leite já fez foi evaporar. Boa leitura e desculpem qualquer coisa.

"Fui pega de surpresa por você como um tiro.
Pensei que pudesse correr atrás de você com a noite fria.
Deixar que os anos apagassem o que eu sinto por você.
E toda vez que nos falamos.
Cada palavra nos trouxe até este momento.
E eu tenho que me convencer de que não o quero,
Mesmo sabendo que quero.
Você poderia partir meu coração em dois.
Mas quando ele se curasse, continuaria batendo por você.
Sei que é precipitado, mas é verdade."

Back To You - Selena Gomez.

Encarei a cicatriz rosada bem embaixo do meu peito esquerdo, como se fosse uma piada do destino, um tipo de ironia cruel, um lembrete das escolhas que fiz, aquela cicatriz que ficava bem ali, abaixo do meu peito esquerdo, por muito pouco não acertou o meu coração, mas acertou. Não o físico, mas o coração emocional aquele coração que amava incondicionalmente, esse ficou em frangalhos com esse tiro.

Aquela era a minha mais nova companheira de vida. Adquirida há três meses atrás, a própria pessoa que amei incondicionalmente quem a fizera.

Suspirei.

Abotoei a minha camisa branca e em seguida vesti o blaser que havia escolhido para a ocasião. Além do espelho, pelo qual eu me encarava anteriormente, Seoul brilhava em mais uma manhã. Jurei para mim mesmo que não voltaria para essa cidade tão cedo, acabei sendo obrigado à faze-lo por causa de uma intimação como testemunha/vítima no julgamento da família Min. Pai e filha julgados por inúmeros crimes, cárcere privado, tentativa de assassinato, formação de quadrilha, extorsão e tantas outras coisas que eu nem sabia quais eram e eu  era uma das vítimas nesse julgamento.

Se pudesse teria evitado esse momento à todo custo, mas não podia. Não haviam desculpas suficientes para não ir, só se eu tivesse morrido e bem, eu estava vivo.

Eu estava vivo.

Eu estava bem.

Dizia isso a mim mesmo todos os dias, eu estava bem, era como um mantra escolhido para de alguma forma amenizar o peso das minhas escolhas. Apesar de fugir da cidade, de evitar pensar, apesar de nem ter coragem de encarar a minha cicatriz por mais de um minuto, eu estava bem. Eu precisava acreditar que estava bem, precisava fazer todo mundo acreditar que eu estava bem para então, somente assim, me sentir em paz para realmente ficar bem.

Minha terapeuta tinha falado algo sobre isso, sobre acreditar estar bem. Era o tipo de mentira que você contava tanto até começar a acreditar e em um dado momento você realmente estaria se sentindo assim. Portanto tomei esse método para mim.

Eu estava bem.

Estacionei meu Mercedes prata embaixo de uma das muitas árvores plantadas no estacionamento do fórum de Seoul. Pelo retrovisor pude ver inúmeros jornalistas na porta do local, como abutres esperando a hora certa de pousar em cima dos restos dessa história.

Respirei fundo algumas vezes para então sair do carro, andando a passos largos em direção da porta do fórum, fui interceptado pelos jornalistas, mas apenas me mantive em silêncio, flashes me cegavam e inúmeras perguntas me eram feitas de uma vez só, mas tentei ignora-los passando pelas portas e me vendo livre daquela situação.

Suspirei novamente.

  -Jin hyung! - Ouvi a voz tão familiar e calorosa de meu amigo à poucos metros de mim.

  -Ah JK - tentei por meu melhor sorriso no rosto para meu amigo mais novo. Faziam mais ou menos dois meses que não nos víamos, desde que eu havia me recuperado do tiro e saído da cidade. Ele e sua noiva não haviam mudado nada. Duas crianças felizes e apaixonadas como sempre foram. Eu estava verdadeiramente feliz em ver que eles estavam bem.

  -Que bom que veio - Eun-ssi se dirigiu gentilmente a mim. - Como tem estado?

  - Eu estou bem - garanti, utilizando minha melhor versão dessa frase.

  -Você parece bem hyung! - Jungkook soltou quase inocente. - Ah, você vem não é? Para o casamento?

  -Claro que ele vem - Eun tomou a frente antes que eu pudesse falar qualquer coisa. - Como o mestre de cerimônias iria faltar ao casamento do melhor amigo? - Ela sorriu para mim animosamente e me vi feliz que ela estava na vida do Jungkook, era alguém que faria ele verdadeiramente feliz, isso não amenizava a minha culpa, mas me confortava.

  -Mestre de cerimônias? - Balbulciei surpreso.

  -Claro Hyung, não poderia ser outra pessoa. Você é da minha família também. - Encarei Jeon Jungkook emocionado com as suas palavras, mesmo que fizesse algum sentido o que ele estava dizendo ja que vivemos a vida toda dele juntos, eu me sentia horrível por ter tramado tanto para tirar ele do caminho da MinHye, mesmo que minha trama tenha levado ele para a felicidade ao lado de sua noiva, mesmo que ele estive pleno em satisfação, eu me sentia mal por ter sido egoísta e ambicioso. Inúmeras vezes me peguei pensando qual teria sido a minha parcela de culpa em tudo o que havia acontecido. No fundo eu nunca pensei nele, pensei em tirar ele do caminho, movi com cuidado as peças, mas mesmo assim foi tramado de alguma forma.

Eu não merecia o amor desse cara.

Não merecia o amor pelo visto.

E agora via que uma cicatriz embaixo do peito nem era preço alto demais para pagar, tento em vista quem eu escolhi o magoar de tantas formas, mesmo que ele não tivesse consciência nenhuma disso. Uma vida inteira não me seria suficiente para retribuir tal afeto, porque eu simplesmente não sabia como.

Kim Seok Jin era apenas um idiota que achava que sabia o que era amar e Jeon Jungkook muito mais jovem que eu estava me mostrando mais uma vez como eu estava errado.

  -Claro que eu irei - respondi sinceramente sorrindo para os dois.

Me sentia como em um filme de drama ou ação, naquelas cenas de julgamentos cheia de tensão e emoção. Fiquei confinado em uma sala branca com uma mesa,cadeiras, água e café, esperando a minha vez de depor e quando fui chamado me deparei com um auditório lotado de jornalistas e pessoas que eu nem conhecia, um juiz no alto de uma bancada com várias pessoas ao seu lado, os advogados de defesa junto aos réus no meu lado direito e os advogados de acusação junto as vítimas do meu lado esquerdo.

Até fazer meu juramento solene de falar apenas a verdade não tive coragem de olhar para ninguém. Fiquei olhando apenas para o juiz. Não tinha como fugir, não tinha como fingir, aqui eu me encontrava diante dos meus maiores medos.

Faziam três meses que eu não a via. Desde o galpão naquela maldita noite onde ela tentou matar o Jungkook. A última vez que a vira ela chorava desolada por outro homem, suas lamúrias ainda eram tão vividas em minha memória e me atormentavam em pesadelos corriqueiros, mas aqui, bem diante de todas essas pessoas as lembranças se tornavam vividas como se eu pudesse estar lá de novo em um piscar de olhos. Cada sensação me tomando e eu só queria sumir.

Assim que me sentei por reflexo do meu próprio corpo meus olhos correram o local, Jungkook e Eun sentados juntos do meu lado esquerdo me olhavam com condescendência, eu diria pena, mas não me renderia à essa sensação de ser rodeado pela pena alheia. Do meu lado direito ela, o motivo de tudo isso ainda está acontecendo, estava sentada de cabeça baixa, usava uma daquelas roupas alaranjadas de detentos e encarava suas próprias mãos algemadas. Era perigoso deixá-la solta? Tendo em vista as acusações feitas à ela, provavelmente sim.

Meu coração se reduziu à nada. Virou cinza esvoaçante.

Então os olhos dela encontraram os meus em um breve momento em que o mundo parou para mim. Desviei o olhar rapidamente por não ter condições de emocionais de sustentar seu olhar. Decidi focar no que interessava, falar ao juiz tudo o que eu sabia e sair dali o mais rápido possível.

Para mim dividir o mesmo espaço que ela era claustrofóbico, me sufocava, causava-me arritmia e eu precisava de um gole de água a cada pausa de resposta. Meu depoimento pareceu ter durado uma vida inteira, mas quando finalmente fui liberado pude ver que tinham se passado apenas duas horas. Me recostei na parede do corredor buscando ar nos pulmões, eu só queria sair dali o mais rápido possível me sentia intoxicado por toda essa situação. Fugir para muito longe, sumir me parecia a melhor solução para tudo.

Peguei meus pertences e já ia saindo do fórum quando um homem de terno escuro e meia idade me abordou pedindo para que eu esperasse até o fim, era o advogado de defesa da família Min, pediu para que eu esperasse pois após o julgamento a MinHye tinha dez minutos para falar com alguém que ela quisesse e ela havia escolhido a mim. Semicerrei os olhos desconfiado de seu pedido, mas mesmo que eu não quisesse ficar ou que não tivesse coragem, eu precisava ficar. Talvez fosse a minha única chance de por os pingos nos is com ela.

Esperei muito. Demorou muito. Pensei em desistir muitas vezes e ir embora, deixar pra lá, mas acabei ficando até o fim.

Fui levado para uma sala pequena com apenas uma mesa e duas cadeiras, um policial na porta e o ar condicionado gelado no máximo. Sentei sozinho na sala, cuja qual, apenas minha respiração se fazia audível. Meu coração martelava frenético, não sabia o que esperar dessa conversa, na verdade pensei em inúmeras coisas para dizer no período em que precisei esperar, mas agora dentro dessa sala gélida não sabia muito bem como seria ou o que falaria. Nada parecia fazer sentido no mesmo passo em que tudo se encaixava finalmente.

A porta abriu de uma vez me assustando levemente, endiretei-me na cadeira e logo ela passou pelo portal. Seu rosto era pálido e abatido, a raiz do cabelo estava grande e o vermelho que era sempre tão impecável estava desbotado, as olheiras roxas tomavam toda a atenção do rosto que eu sempre via cheio de vida no passado. Ela estava apática, quase como se não houvesse ninguém naquela casca oca.

MinHye sentou na cadeira diante de mim e pôs as mãos algemadas em cima da mesa, imagem que me fazia pensar automaticamente nas consequências de nossas escolhas. Enquanto esperava por ela ouvi que a sua sentença tinha sido de 10 anos de prisão, 10 anos de sua vida perdidos em um presídio, 10 anos em que ela ficaria enclausurada em uma pequeno cômodo pagando por suas escolhas, para mim era desolador pensar nela durante tantos anos privada de viver a sua juventude plenamente.

Eu queria ter tido a chance de fazer tudo diferente, queria poder ter dado à ela a oportunidade de viver uma vida tão diferente dessa que viva agora.

Ficamos em silêncio por um tempo, eu não conseguia falar nada então esperei que ela começasse, já que havia me chamado aqui então daria a oportunidade de dizer o que queria dizer.

  -Jin oppa... - Ouvir sua voz fez meu corpo todo tremer e então eu percebi tudo como em um estalo. Tudo o que escondi de mim mesmo nesse tempo todo. - Por favor não venha me ver no futuro - tendo dito isso, ela me encarou, seus olhos negros ardiam nos meus com o peso de seu pedido repentino. Eu não tinha pretensão explícita de procura-la no futuro, mas era tão óbvio assim que eu acabaria fazendo isso? - Nada do que aconteceu foi culpa sua oppa, o problema nunca foi você, foi só... Por favor não venha me ver porque olhar para você me faz perceber a vida que eu perdi, o quanto fui cega e teimosa. Olhar pra você enche a minha cabeça de 'e ses' que não irão acontecer. Que eu não quero que aconteçam.

Fui tomado por uma tristeza profunda.
Tão antiga quanto tudo isso que estava acontecendo. Por que eu queria abraçar ela mesmo que eu não devesse? Percebi que mesmo com o coração partido em milhares de pedaço ele ainda conseguia bater por ela, mesmo que cada batida doesse profundamente e que minha real motivação para ter vindo até aqui e esperado pelas suas palavras, era que no fundo eu esperava que ela me pedisse justamente o contrário, para não abandona-la, para ficar ao seu lado, para ser o seu homem. Eu sei que por mais que fosse difícil eu voltaria para ela se ela pedisse. Voltaria para os seus braços, para os momentos felizes que vivemos juntos. Esperaria o tempo que fosse necessário para viver esse tão sonhado futuro.

  -Seja feliz Jin oppa - foram suas últimas palavras antes que ela levantasse e partisse dali rapidamente sem dizer muito mais. Eu não consegui dizer uma única palavra sequer, estava tomado pelo torpor de meus próprios sentimentos conflitantes e quase imorais. Eu poderia mesmo esperar que fosse diferente? Eu tinha o direito de pensar que seria diferente? A vida me daria a oportunidade de ser diferente? Em um mundo paralelo pensei que houvesse uma mínima chance de ficarmos juntos no fim disso tudo e me senti extremamente culpado por sentir isso.

Mas eu não sabia como controlar. Era amor? Fraqueza? Falta de auto estima? Eu não conseguia entender meus próprios sentimentos, mas tinha certeza que eles me trouxeram até aqui com a esperança de que seria tudo diferente e de novo, não foi.

Gastei um tempo incontável dentro do meu carro dirigindo aleatoriamente pela cidade com a mente anuviada pelos últimos acontecimentos, até me encontrar em cima da ponte Banpo sobre o rio Han, parei o carro no acostamento mesmo sabendo que era proibido e tirei a caixinha de veludo que carregava comigo de dentro do porta luvas do carro. Já era tarde da noite e as luzes sempre cintilantes da ponte estavam apagadas, hoje não havia show das águas, o único barulho fora o dos carros passando era o do vento gélido da primavera.

Essa ponte era famosa pela quantidade de pessoas que haviam tirado sua vida com sucesso aqui, milhares de almas desesperadas que não sabiam mais o que fazer com seus sentimentos davam um ponto final bem aqui, bem onde eu estava agora. Aqui havia sido tragicamente o fim da linha de tantas histórias que eu desconhecia.

E um ponto final me parecia uma ótima opção nesse momento. Eu tinha chegado ao fim da linha da minha própria história? Teria sido coincidência ter vindo parar nesse lugar carregado do peso dos finais de linhas de inúmeras outras histórias?

Encarei as inúmeras frases pela extensão da ponte que falavam sobre como era importante viver, como era importante dar valor à vida, como era importante não desistir da sua propria história e pensei imediatamente no tiro que quase tirou a minha, por algum motivo eu ainda estava vivo, por algum motivo eu ainda continuava aqui, por algum motivo aquele não tinha sido o meu ponto final.

Me recostei no parapeito da ponte encarando o rio negro abaixo de mim, era uma imagem vertiginosa, tentadora e assustadora ao mesmo tempo. Medo era bom, se havia medo significava que algo ainda importava.

Tomei a caixa de veludo que carregava comigo e a abri, um anel de brilhantes escolhido cuidadosamente por mim há meses atrás cintivala isolado no veludo. Parecia outra vida, era como se tivessem passado séculos desde o dia em que escolhi esse anel. Eu o daria para a mulher que amava, pediria ela em casamento com a intenção de viver ao seu lado para sempre na alegria, na tristeza, na saúde, na doença, até que a morte nos separasse. Esse anel simbolizava todos os sonhos que tive com essa mulher e o quanto desejei desesperadamente fazê-la feliz.

Uma mulher linda, inteligente, de cabelos avermelhados e pele de porcelana. Sonhava em construir uma família com essa mulher, sonhava em dividir minha vida com ela, transformar-me em seu porto seguro e dar-lhe o mundo, ser seu companheiro para sempre.

Uma mulher que nunca existiu na verdade, apenas na minha cabeça, ela nunca me amou ou quis ter filhos comigo, nunca teve a intenção de aceitar minha sinceridade e nem me queria como seu companheiro para toda a vida.

Um ponto final era necessário e senti que a hora desse ponto final havia chegado.

Um ponto final nesse homem que amou essa mulher, nesses sonhos que nunca se realizariam, nesse amor que nunca iria ser vivido e nenhum lugar era melhor que esse para pôr um ponto final. O lugar dos pontos finais mais desesperados das histórias das vidas dessas pessoas. O fundo do Rio Han guardava o melhor lugar para se acabar com a dor e eu me encontrava desesperado ao ponto de achar que essa era a melhor solução.

O ponto final da minha história não veio com um tiro dado pela MinHye porque quem precisava acabar com isso era eu mesmo. Teria que partir de mim essa iniciativa, a vida tinha me dado uma oportunidade de acabar com tudo por mim mesmo, mas eu não acordei pra essa realidade, não antes de hoje, não antes de ela falar como não me queria em sua vida.

Tomei o anel entre os meus dedos e o encarei mais uma vez antes de arremessa-lo para o ar, assisti a joia cair até desaparecer do meu campo de visão entre o negrume da noite e da água do rio.

Meu ponto final.

Ao jogar esse anel fora eu estava jogando o Kim Seok Jin que um dia amou a MinHye com toda a sua sinceridade, estava dando um ponto final nessa história e nesses sentimentos que me tornavam um zumbi em vida, que me sugava toda a vitalidade, todas as forças, toda a vontade de viver e eu era muito mais que apenas um cara destruído por um amor. Ela queria que eu fosse feliz e senti que definitivamente não dava mais para fingir que a minha felicidade seria apenas com ela, estava muito claro o quanto isso era impossível e por isso escolhi o ponto final.

Eu mesmo estava sendo capaz de por um final em tudo.

Fechei os olhos sentindo a brisa gélida em meu rosto, respirando o ar úmido da cidade, sentindo a vida passar por meus pulmões com intensidade. Havia a necessidade de encontrar uma forma de renascer e talvez eu precisasse de um ou dois copos de soju para começar a pensar no meu plano de recomeço, já que dei um ponto final nessa história, eu precisaria começar uma nova, uma onde eu ficaria bem de verdade, uma onde eu não precisaria mais mentir. Uma onde eu seria feliz por mim mesmo, sempre precisar me preocupar em impressionar ninguém.

Caminhei de volta para meu carro, sabendo que agora precisava trilhar um caminho novo, o meu caminho.

O caminho de Kim Seok Jin.

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