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67 - Eu te amei desde sempre!

☆Caramba gente, eu nem comentei nada sobre o fato de ter um ano que comecei a postar aqui no wattpad. Tem um ano que fui banida do App ao lado e nunca mais voltei pra lá. Vcs me fazem mais feliz aqui, é bem mais calmo (sem tanta gente com inveja), é melhor de conversar com vocês e eu alcancei em um ano muito mais visibilidade do que tinha no outro App kkkkk tentaram me derrubar, mas esqueceram que cobra rasteja hehehehe. A gente também já passou das 150M views, aí gente sério, é MUITO mais do que eu jamais projetei. Eu sei que não seria possível dar tanta visibilidade pra PDD se não  fossem vocês dando muito amor pra essa fic. Como sempre só sei dizer obrigada. Vamos à mais um capítulo? Aproveitem, boa leitura.

"Serei seu soldado.

Lutando a cada segundo do dia pelos seus sonhos, garota.
Serei o seu Jay-Z.
Você pode ser a minha Beyoncé em cena, garota.
Então não se estresse e não chore.
Não precisamos de asas para voar.
Apenas pegue minha mão."

As long as you love me - Justin Bieber

  -Jung... Kook...? - Foi a única coisa que saiu da minha boca em meio as lágrimas que insistiam em cair, fosse pelo susto que eu tinha tomado ou fosse por depois de focar bem meus olhos naquele rosto, reconhecer ele mesmo na escuridão daquele maldito galpão. Lindo e intacto como deveria ser.

Ele ainda segurava meus braços e me puxou para o centro de seu corpo, me aninhando em um abraço apertado, não pude acreditar que eu estava mesmo em seus braços e por um segundo eu ignorei o mundo a nossa volta e aproveitei o toque dele.

O medo de perde-lo era maior que tudo, então por um momento fechei meus olhos e senti o seu cheiro.

  -Você está bem? - Ele perguntou, me afastando e me analisando por um momento. Eu não entendia o que tinha acabado de acontecer, mas acenti. Não sei exatamente se estava bem, pelo menos fisicamente poderia dizer que sim.

  -O que...? - De repente me lembrei que não estávamos sozinhos aqui e olhei para além do Jungkook procurando o Sr. Min. Levei minhas mãos à boca assustada com a imagem da Min Hye analisando o pulso do pai dela enquanto ele estava totalmente desacordado no chão. Olhei para o Jungkook e depois para ela e depois para o Jungkook de novo. - Ele...? - Sussurrei, eu não tive como terminar a frase.

Seria horrivel imaginar que ele estivesse... Eu não conseguia nem pensar.

  -Não - a Min Hye respondeu. - Ele só está desacordado. - Completou friamente, como se não fosse o pai dela ali no chão.

  -E o tiro? - Perguntei. - O que aconteceu?

  -A Hya-ah acertou o pai dela por trás, você não viu ela chegando? Eu estava distraindo ele para ela acerta-lo com aquele pedaço de madeira - o Jungkook apontou para o chão, tinha mesmo um pedaço de madeira que fora jogado de qualquer jeito no chão. - Com o susto ele disparou a arma. - Como isso tinha acontecido na minha frente e eu não tinha visto?

  -Eu não lembro - falei, forcando minha mente a pensar nas imagens antes do tiro e eu realmente não me lembrava de tê-la visto. Eu estava tão desesperada e com de perder o Jungkook que não tinha visto o que acontecia a nossa volta. Como fui distraída! Respirei fundo me sentindo de alguma forma aliviada em meio a toda essa bagunça.

  -Eu preciso me sentar - falei. - Por um minuto - toda a carga emocional vindo à tona e caindo em cima de mim, minhas pernas tremiam, eu precisava respirar, porque há tempos o ar estava preso em meus pulmões.

  -Tudo bem, eu vou pegar meu celular pra ligar pra polícia, está dentro do carro - falou.

  -E os homens? - Perguntei.

  -Que homens? - Ele indagou.

  -Mandei eles irem embora - a Min Hye falou. Ficando de pé e me encarando. - É melhor você ir logo pegar o celular Jungkook-ah. - Ele concordou, me ajudando a ir até a cadeira e em seguida saindo do galpão. Não deu nem meio segundo que ele sumiu do nosso campo de visão e ela se virou para mim. - Eu fiz a minha parte! Exijo que faça a sua. - Encarei ela sem saber o que dizer. - Você vai dizer para ele que não quer ir com ele, entendeu? E depois você vai sumir.

  -Como eu vou fazer isso agora? - Perguntei.

  -Não interessa... Apenas faça! - Exigiu. O Jungkook voltou para o galpão com o celular na orelha já falando com alguém.

  -O Sr. Kang vai mandar alguem vim imediatamente - disse. - Vamos? - Ele me olhou impaciente. Fiquei encarando ele por um longo momento. Depois olhei para a Min Hye que estava distante dele com os braços cruzados nos encarando. Eu queria chorar, mas eu tinha feito não tinha? Eu tinha aceitado as condições dela não tinha? Eu teria alguma escolha? Conseguiria enrolar ela? Olhei para o pai dela no chão desacordado e pensei imediatamente no que ela era capaz. - Aconteceu alguma coisa? - Ele me perguntou.

  -Vá sozinho - eu falei. Não sei como, mas eu falei.

  -Quê? - Jungkook caminhou em minha direção e se ajoelhou ficando da mesma altura que eu. - O que disse?

  -Mandei você ir sozinho - falei, mas não olhei para ele. Os dedos dele vieram até o meu queixo e sem muito esforço ele me fez olhá-lo nos olhos.

  -Por que você quer que eu vá sozinho? - Questionou-me. As lagrimas se acumularam em meus olhos me cegando brevemente.

  - Porque tem que ser assim - não era mentira e eu não queria magoa-lo falando coisas sem sentido.

  -Não mesmo, eu vou te tirar daqui e a gente vai seguir a vida, vamos superar isso juntos! - Insistiu. - Daqui há seis meses é o nosso casamento e tudo vai ficar para trás.

  -Não vai, olha o que aconteceu! A gente nunca vai ter paz! - Falei entre as lágrimas, sabendo que alguém nunca nos deixaria em paz.

  -Chega - ele ficou de pé segurando-me minha mão e me fazendo ficar de pé. - Vamos para casa... Chega disso. Eu não quero pensar em uma vida sem você, não depois de tudo isso que acabamos de viver. - Atrás dele eu vi a Min Hye revirando os olhos impaciente com toda aquela conversa.

  -Eu não posso fazer isso - eu disse olhando para ela. Ela riu entendendo que minhas palavras se direcionavam à ele.

  -Han? - O Jungkook percebeu. - O que você não pode fazer?

Era tanta coisa, eu não estava conseguindo pensar. Meu corpo entrou em colapso.

  -Me dá um tempo? - Supliquei ainda olhando para a Min Hye.

  -Do que você está falando? - Perguntou-me impaciente.

  -Um tempo... Assim não dá - falei.

  -É o melhor para todo mundo - ela disse.

  -O que é melhor para todo mundo? - O Jungkook soava perdido na conversa me encarando procurando respostas que estavam vagando entre minha conversa silenciosa e sigilosa com a Min Hye. Eu negava com a cabeça em direção dele.

  -Não é. Agora não é o melhor momento pra isso. - Tentei convencê-la. Ela então fez algo que eu não esperava, mas devia ter esperado.

  -Eu sabia que você não ia cumprir sua parte - disse depois de sacar a arma do pai dela, que havia escondido no cós da calça quando não estávamos olhando, e apontar na minha direção. Arregalei meus olhos assustada, um segundo depois o Jungkook estava na minha frente, me protegendo.

  -O que você pensa que está fazendo? - Ele perguntou para ela de forma autoritária.

  -A gente fez um acordo Kook-ah, eu só estou cobrando a parte dela, já que a minha eu fiz - disse angelicalmente. - Eu quase matei meu próprio pai pra salvar você. - Ela sorriu. - Agora ela tem que fazer a parte dela. É o justo.

  - E qual é a parte dela? - Questinou calmamente. Ela bufou.

  -Conte à ele - Min Hye falou para mim. Permaneci em silêncio, não porque eu não quisesse falar, mas sim porque eu não tinha mais forças para falar nada. A adrenalina já tinha ido embora do meu corpo e eu sentia tudo agora, todas as dores e emoções. Meu corpo e mente pareciam não aguentar à tanto. - Conta! - Ela elevou a voz me assustando.

  -Eu tenho que deixar você - falei de uma vez só. - Eu aceitei ir embora se ela te ajudasse - eu não conseguia evitar as lagrimas idiotas que insistiam em cair pelo meu rosto. Ele se virou e me encarou.

  -Que? - Jungkook parecia cético diante de minhas palavras.

  -Eu te avisei, várias vezes eu te avisei, cansei de falar, ela gosta de você e essa foi a condição pra salvar sua vida. Esse homem louco ia te matar ele veio aqui para fazer isso, eu estava desesperada - expliquei. Ele secou as lagrimas no meu rosto apenas me olhando.

  -Por que Min Hye-ah? - Ele se virou para ela de novo. - Por que está sendo assim? - Pude ver que a pergunta dele fez ela recuar e baixar a arma.

  -Porque eu te amo - foi categórica. O Jungkook balançou a cabeça em negação.

  -Mas.. E o Jin-hyung? - Perguntou. Ela riu.

  -O Jin oppa... - Os olhos dela correram o galpão dramaticamente antes de recairem sobre o Jungkook de novo. - Ele não é você. - Explicou simplesmente.

  -Que? - O tom incrédulo do Jungkook, fez ela bufar.

  -É serio mesmo? É sério que você achou que eu e ele daríamos certo? É sério que você pensou que eu ia preferir ele à você? - Agora quem soava incrédula era ela. - Eu sempre te amei - disse, aumentando algumas oitavas a sua voz. - Eu sempre te amei... - Sussurrou. A imagem dela era tão perturbadoramente desestabilizada. Tudo piorava ainda mais com aquela arma na mão.

  -Mas... - O Jungkook continuou, só que ela o interrompeu.

  -Mas eu estava com ele? - Perguntou retoricamente de forma debochada. - Estava! Só que eu queria que fosse você, eu sempre quis que fosse você. Quando ele me tocava eu fechava os olhos e pensava que era você Kook-ah... Sabe como é viver assim? Quando os lábios dele tocavam os meus eu lembrava do dia em que os nossos lábios tinham se tocado - olhei para o Jungkook consternada. Eles já tinham se beijado alguma vez nessa vida?

  -Isso faz muito tempo - disse. - Um beijo roubado quando éramos crianças...

  -Mas eu lembro, lembro como se fosse hoje - ela retrucou. - Lembro da sensação... Do sabor... Lembro de você...

  -Hye-ah - a voz do Jungkook era quase como uma súplica. - Isso não é justo com o Jin Hyung.

  -Quando a gente ia pra cama eu pensava em você, no seu corpo... Claro o Jin oppa não é parecido com você em muitas coisas, mas em outras... Ele fazia eu sentir que estava com você, as vezes. Nesses momentos era bom, era como ter você lá comigo - essa garota estava oficialmente na lista das pessoas mais desequilibradas que eu já tinha ouvido falar, isso era assombroso e ridículo. Agora sim eu podia ver a verdadeira Min Hye, obsessiva.

  -Eu não quero ouvir isso - o Jungkook falou. - Eu vou fingir que não ouvir isso. É ridículo ouvir isso!

  -Como sempre fez? - A voz dela estava mais.alta de novo e ecoava pelo galpão vazio. - Como sempre me ignorou? Olha onde chegamos! Você colocou outra no meu lugar e ainda se ofende quando eu sou honesta? Eu te amei desde sempre! Era para eu ser sua esposa... Nada disso estaria acontecendo agora se fosse eu, a sua esposa todos nós estaríamos felizes. - A voz dela carregava tanta mágoa e tristeza, que eu senti vontade de chorar por ela. Deve ser horrível amar alguém assim. Deve ser horrível ter que apenas ver quem você ama sendo feliz com outra pessoa e buscar em outro alguém coisas daquela pessoa para ser feliz, uma pobre miserável, doente de obsessão. Ela precisava de ajuda. Esse seria o verdadeiro significado de fundo do poço?

  - A culpa é do seu pai. De tudo isso, é do seu pai! Se ele não fosse egoísta e extremamente ambicioso, meu avô não teria fugido e me feito casar às pressas com outra pessoa. Era provável sim que estivéssemos casados ou que estivéssemos de casamento marcado, porém seu pai estragou tudo. - O Jungkook era firme enquanto falava. - Eu amo ela, quando você vai entender isso? - Ela começou a chorar alto se jogando no chão de joelhos e largando a arma. Uma lamúria amarga e angustiante de ouvir.

  -Eu amo você... Quando você vai entender isso? - Falou chorando e por mais incrível que possa parecer eu chorei junto com ela. Não consegui acreditar que estava sendo empática com ela depois de tudo,mas teria castigo pior do que a dor que ela já sentia? - Quando alguém vai entender isso? - Ela parecia infeliz e desesperada.

  -Eu entendo - uma voz cortou o som do choro dela e nós três olhamos para o lugar de onde vinha, o portão de ferro. Minha boca abriu ao ver a figura alta em pé na soleira do portão. Essa era uma reviravolta que ninguém poderia imaginar.

  -Jin Hyung? - O Jungkook perguntou tão surpreso quanto eu.

  -JK - ele disse, agora o circo estava realmente armado e esse era um triângulo amoroso no qual eu não me encaixava, era algo muito mais antigo do que eu podia imaginar.

  -O que está fazendo aqui? - O Jungkook perguntou.

  -Eu segui você claro, não ia te deixar nessa sozinho e quando vi que não estavam saindo resolvi entrar e ver se podia ajudar - Jin explicou se aproximando.

  -Faz quanto tempo que está aqui? - Não precisava ser gênio para entender que na verdade o Jungkook queria dizer "Ouviu o que estávamos falando?".

  -Tempo suficiente - disse se aproximando de nós. Ele tinha entendido perfeitamente a pergunta. - Vamos embora hm? - Ele falou parando ao lado da Min Hye. - Nada disso faz sentido. Vamos parar agora?

  -Concordo hyung - o Jungkook falou segurando em minha mão e me puxando para sairmos dali. Olhei para a Min Hye ainda no chão sendo ajudada pelo Jin uma imagem na minha opinião bem humilhante pros dois, ela por só ter quem ela mais deprezava ao lado dela e ele por amar alguém que desprezava ele dessa forma. Entre os dois não havia nenhum tipo de amor, nem o amor  proprio. Ambos não tinham nenhuma auto estima e estavam enroscado nessa história estranha que só machucava ainda mais eles.

A Min Hye puxou o braço dela, se esquivando da ajuda dele. Estava tudo tão errado! Alguém como ele, não merecia sofrer por gostar de alguém como ela! Dei as costas para os dois disposta a sair dali o mais rápido possivel, já tinhamos estado tempo demais lá.

  -Hye-ah - o Jin falou mais alto em um tom repreensivo.

  -Isso não pode ficar assim - ouvi a voz dela irritada. Eu e o Jungkook viramos ao mesmo tempo para ver o que estava acontecendo entre os dois. Ela segurava a arma na mão e o Jin lutava para tomar a arma da mão dela, era como aquelas cenas horrendas de filmes em que tudo acontecia em câmera lenta e você já tinha certeza de que a arma ia disparar e acertar alguém.

  -Se acalme - ele pediu. - Não faça isso.

  -Se ele não for meu não será de mais ninguém - ela falou sadicamente. A luta entre os dois era extrema para ver quem ficaria com a arma e para meu desespero, pela segunda vez nessa noite eu ouvi o barulho que agora eu odiava com todas as minhas forças, e a cena clássica do filme que antes estava apenas na minha cabeça agora tomava forma e era assustador. Tão assustador que eu só pensava em proteger o Jungkook.

Um tiro alto soou dentro galpão e minha primeira atitude foi me jogar na frente do Jungkook para protegê-lo, agi totalmente por impulso. Nós dois caímos no chão com a força que eu apliquei para me projetar sobre ele, mas pelo canto dos olhos eu vi que o Jin e a Min Hye também cairam no chão juntos, ela por cima dele.

Ao longe eu podia ouvir as sirenes se aproximando do galpão, devia ser a polícia que o Jungkook havia chamado e também pude ouvir claramente o Jungkook gritar "Jin hyung não!".

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