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47 - Um bom amigo.

☆Oi! Apesar de ser primeiro de Abril NÃO É PEGADINHA!!! Providência do Destino chegou à incríveis 50 mil views aqui no watt e óbvio temos que comemorar e nada melhor do que com capitulo.

Alerta textão!

Quando eu postava no Spirit, meus haters falavam que meus favs eram contas fakes que eu mesma havia criado. Me caçaram até que conseguiram o meu banimento e foi um dos piores dias da minha vida. Eu juro que pensei em desistir, juro que pensei que não valia a pena ser tão odiada dessa forma, mas em contra partida eu sou tão mais amada... Por mais que eu mesma duvidasse da minha capacidade, postei no watt e olha só... A fic ta na metade de já pegou 50 mil views, os haters não podem dizer que eu forjei isso. BTS fazendo escola hahahahha. A sensação de saber que tem tanta gente por ai gastando um pouco do seu tempo para ler e reler a minha história, mexe comigo. É incrivel. Eu só sei ser grata.

Eu li esse capítulo ontem e chorei... o crescimento dos personagens me deixa tão emocionada. Tenham uma boa leitura meus amores, obrigada por tudo. De verdade.

"Estou estufando o peito .
Estou pronto para te enfrentar.
Pode me chamar de obcecado .
Não é sua culpa que eles ficam rondando.
Não quero te desrespeitar.
Mas é meu direito implicar.
Eu ainda sinto ciúmes.
Pois você é tão sexy e linda.
E todos querem um gostinho.
E é por isso,
Que ainda fico com ciúmes."

Jealous - Nick Jonas.

Encarei-me no espelho vestida em meu vestido bordô, ombro a ombro. Era um belo vestido e eu deveria me sentir linda nele, se não estive em pânico.

A idéia de fotógrafos pedindo fotos nossas em posições que mostrassem como estávamos bem me enojava. Nós estávamos "bem", mas eu sabia que isso não era o que realmente importava para eles.

  - Como sempre, você está maravilhosa - o Jungkook entrou no closet abotoando a  camisa branca que ele usava. O terno azul marinho repousava em cima da cama já o esperando. Ele colocou as argolas que já tinham virado sua marca e me encarou. - Relaxa tá? É só um coquetel da empresa, a maioria são funcionários e suas famílias, alguns investidores, nada demais. A gente vai e com uma hora a gente vem embora, prometo. - Eu sabia que a gente não viria para casa em uma hora, não porque ele não cumprisse promessas, mas porque o assunto trabalho nunca tinha fim. Suspirei. Peguei meus sapatos e sai rumo a sala sendo seguida pelo Jungkook. Fiz um carinho no Aiseu antes de calçar meus sapatos de veludo preto e colocar um casaco por causa do frio. O Jungkook vestiu seu terno que se encaixava perfeitamente nele e me deu a mão para que fossemos até o carro.

Hoje como o avô dele também ia para o coquetel nós iríamos com um motorista. Encarei minha aliança que brilhava em meu dedo anelar esquerdo enquanto seguiamos em silêncio até o nosso destino. Estar casada acabava não sendo nada fácil e mesmo que eu pensasse em um mundo de paz ao lado do Jungkook, as coisas continuavam simplesmente acontecendo conosco. E eu não me sentia feliz, mesmo experimentando dos louros do amor. Não parecia ser um amor ordinário como eu gostaria.

Não que fosse culpa de alguém. Até porque se eu olhasse no geral todos nós éramos um pouco culpados, mas eu acabava não conseguindo descontar em ninguém minha frustração e isso era uma bola de neve.

  - Chegamos - o Jungkook anunciou ao ver que eu distraidamente olhava para minha mão. Fiz aquilo que eu mais fazia esses dias. Suspirei pela enésima vez. O avô do Jungkook foi o primeiro a descer do carro seguido pelo Jungkook que estendeu a mão para me ajudar a sair do carro, sempre tão educado protegeu minha cabeça para que eu não batesse no teto.

E lá estavam eles, os flashs, era 5 da tarde, mas os flashs já me afetavam. O avô do Jungkook era um anfitrião e claro os holofotes estavam em nós. Eu ainda não conseguia entender o tamanho do interesse da mídia em tudo o que a família Jeon fazia. Afinal não éramos artista. Isso era tão estranho.

Como sempre o Jungkook passou o braço em volta de mim e tiramos a tão sonhada foto nossa, que há semanas tentavam tirar. Eu queria sorrir e ajudar o Jungkook a melhorar a situação dele, mas sinceramente eu não conseguia. Eu não estava satisfeita, porque todas aquelas câmeras miradas para mim me julgavam e eu não conseguia conviver com isso.

  - Vocês vão dar alguma declaração sobre os recentes escândalos? - Alguém perguntou entre as câmeras. Pronto esse era o estopim para começarem a falar todos ao mesmo tempo, devia ter uns 30 deles. O Jungkook segurou em minha mão e me puxou para dentro ignorando completamente o burburinho dos fotógrafos. Soltei o ar que sequer percebi que prendia, o que aliviava em partes a forma sufocada como eu me sentia.

Céus como eu estava começando a odiar jornalistas de fofoca!

  - Jungkook-ah - um rosto familiar foi o primeiro a nos receber. - Pelo burburinho dos jornalistas soube logo que eram vocês. - o Sr. Jeon passou por nós como uma bala, parecendo chateado com o assédio desproporcional.

  - Acho que somos famosos - tentei fazer una piada.

  - Acha? Eu só ouço sobre vocês esses dias - ele soltou. Eu o encarei, depois olhei para o Jungkook que encarava seu Hyung impaciente. Ele estava em metido problemas, mas não estava me falando, isso era claro.

  - Hyung e a Min Hye? - O Jungkook falou de repente.

  - Já chegou - o Jin falou tirando um gole da bebida que trazia com sigo.

  - E o pai dela? - O Jungkook soou curioso.

  - Claro que veio, você acha que ele ia o perder o circo pegando fofo? - O Jin disse por fim.

  - Ele não cansa - o Jungkook retrucou, parecendo irritado.

  - Você já descobriu quem...? - O Jungkook tossiu como quem se engasga, mas ele não estava tomando nada. E aquilo de imediato me pareceu suspeito.

  - Hyung, vamos pegar algo pra beber hum? A Eun deve estar com sede, Não é? - Ele me encarou sorrindo como há dias eu não via. Ok. Só uma idiota não perceberia que o Jin ia soltar algo que ele não queria que eu ouvisse. Apenas concordei com a cabeça de forma desconfiada.

Enquanto andávamos todas as cabeças se viravam para nos olhar. Eu sabia que não era porque eu estava bonita em meu vestido bordô, ombro a ombro, que marcava minha cintura e quadril e isso me doía. Devia ser por isso, apenas por isso. Abaixei minha cabeça e me deixei ser rebocada pela mão, pelo Jungkook. Eu não queria ver como cochichavam ao olhar pra mim.

O Jungkook pegou uma bebida para nós e me arrastou pelo salão cheio de pessoas, conversando com a maioria delas, sempre havia alguém novo a quem ele tinha que me apresentar como sua esposa. Meus pés doíam, porque o sapato estava me apertando.

  - Vou ao banheiro - falei ao Jungkook, ele concordou e voltou-se para as pessoas com quem ele conversava. Caminhei de cabeça baixa até estar fora do salão procurando uma cadeira vazia e longe das pessoas para que eu pudesse sentar e respirar um pouco. Quando virei uma esquina em um corredor trombei com alguém.

O impacto me obrigou a dar dois passos para trás, levantei o olhar para encarar o rosto familiar.

  - O que faz aqui? - Saiu instintivamente  da minha boca.

  - Ue, eu que não esperava ver você aqui. - A voz grossa e soprosa de Kim Taehyung preencheu meus ouvidos. - Meu pai é diretor na empresa, esqueceu?

  - Você está... - O encarei por um momento. Ele usava uma blusa de gola alta, um terno Preto, e seu estilo relaxado não estava mais ali, pelo contrário ele estava extremamente elegante. - Diferente. - Completei.

  - Obrigado, eu acho - ele riu. - Ia à algum lugar?

  - Eu estava atrás de um lugar pra sentar - falei.

  - Está cheio de mesas e cadeiras no salão...

  - Longe - o interrompi - das pessoas que apenas me julgam. - Completei.

  - Ah! Eu vi umas poltronas no final do corredor. Posso te acompanhar? Isso aqui está chato - ele disse.

  - Não posso discordar - começamos a caminhar até chegarmos em uma espécie de sala de espera redonda com 4 poltronas marrons rústicas e uma mesa de centro no mesmo tom. Me joguei em uma das poltronas tirando meu sapato e dando liberdade aos meus pés. - Ah! Como é bom! - Eu me referia ao silêncio.

  -E seu marido? - Me perguntou sentando na poltrona de frente para mim de pernas cruzadas, tão elegante que nem parecia o Kim Taehyung.

  - Ocupado - eu disse. O silêncio estranho tomou conta da sala. Dei um pigarro.

  - Já contou pra ele? - A voz grossa e baixa do Taehyung foi a primeira a cortar o silêncio.

  - Contar o que? - Perguntei não entendendo sua pergunta.

  - O que andam fazendo com você. - Disse.

  - Não tem nada pra falar - retruquei.

  - Pelo amor Bin-ssi você vai...

- Não sei o porquê de você está me perguntando isso - o interrompi. - Você nem se importa. - O acusei duramente, não vou mentir que a forma como ele me evitava estava me magoando.

  - Quem disse isso? - Seu tom ofendido me surpreendeu.

  - Ora, é preciso apenas olhos para ver que você me evita a todo custo na escola - uu estava chateada com isso e meu tom mais alto fez ele rir.

  - Eu não estou te evitando. Estou evitando ter minha imagem atrelada à você - senti minhas bochechas esquentarem.

  - Mas que porra Taehyung, pensei que fôssemos algo parecido com amigos! - Calcei meu sapato e me levantei. Não queria ouvir mais nada, não queria me magoar mais. Comecei a sair da sala, mas ele foi mais rápido segurando meu braço e me impedindo de sair.

  - Você não me deixa falar - protestou

  - Pra que? Eu não quero ser mais magoada - eu disse. Ele suspirou.

  - Não quero que as pessoas pensem que você e eu temos algo. Porque não quero ver mais ninguém falando mal de você. As coisas que falam pelas suas costas... São horríveis. Se fôssemos vistos juntos ia ficar pior pra você, as pessoas só querem algo pra piorar as fofocas. Pensei que se me afastasse te protegeria. É isso. - Ele explicou tudo pausadamente e ao final de suas palavras soltou meu braço. O encarei. Droga! Eu acreditava em cada palavra dele. Ele passava tanta confiança e eu gostava tanto de ser amiga dele, que não conseguia sequrr duvidar de seus motivos.

  - To cansada disso - falei com a voz embargada.

  - Então conte ao seu marido - ele disse.

  - Eu não posso ser um fardo maior pra ele - passei por ele e voltei a me jogar na poltrona. - Ele parece já estar com tantos problemas e...

  - Tenho certeza que ele vai odiar descobrir que você não está contando tudo à ele - o Taehyung voltou a sua posição original na poltrona. Permaneci em silêncio. - Desculpa, se no seu pior momento eu tenha escolhido me afastar.

  - Não vou tirar sua razão - falei por fim entendendo ele.

  - Mas você entende meus motivos, não é? - ele me encarou e eu o encarei de volta.

  - Entendo - falei olhando em seus olhos.   Eu gostava muito do meu amigo.

  - Ótimo - ele disse. - Mas me conta... O quanto daquelas fotos é verdade? - Suspirei.

  - Aquilo foi antes. Em uma época que parece muito distante agora. As pessoas não entenderiam - expliquei.

  - Eu sabia. Eu acredito eu você Bin-ssi. Sempre soube que havia uma explicação razoável para tudo isso - meu coração se aquecia com os cuidados dele e saber que ele acreditava em minha palavra era muito importante para mim.

  - Obrigada. - Eu disse realmente grata. - Por favor continue longe de mim, não quero que você sofra por minha causa - isso me fez pensar se o Jimin estava bem. Eu não tinha pensado nele esse tempo todo. E se estivessem atrás dele também?

Ficamos de pé e dei a mão à ele. O Taehyung era um bom amigo. Eu não conseguia ver nada de ruim vindo dele. Como eu já havia dito tantas vezes lá atrás, ele era um tipo único de cara.

  - Tudo bem. Mas se precisar me ligar e conversar... - Ele apertou minha mão com carinho entre seus dedos. - Mas ainda acho que você devia contar a verdade pro seu marido - ele falou.

  - Que verdade? - Me virei imediatamente para o corredor de onde a voz do Jungkook praticamente explodiu em nossa direção. Eu e o Taehyung que estávamos de mãos dadas soltamos as mãos por reflexo. Encarei o Jungkook surpresa, como quem é pego fazendo coisa errada. Mas eu não estava fazendo nada errado, apenas a situação que tinha ficado estranha. - Vamos Eun fale algo, que verdade?
 
  - Que... Eu... - Olhei para o Taehyung que me encarava sereno. Como ele podia estar calmo diante desse mal entendido? - Que eu estou indo mal em matemática - soltei sem pensar. O Jungkook não pareceu satisfeito.

  - Desculpe, nós já nos falamos antes, mas nunca nos conhecemos pessoalmente - o Taehyung falou. - Me chamo Taehyung, Kim Taehyung. - Ele se curvou em uma reverência rápida. O Jungkook se curvou de volta. - É um prazer enfim conhece-lo. Eu e a Bin-ssi somos colegas de classe.

  - O que fazia aqui? - O Jungkook me perguntou ignorando completamente o garoto.

  - Descansando, meus pés doiam e ai eu encontrei o Taehyung e acabamos por conversar - justifiquei-me caminhando em sua direção.

  - Bom, já que agora está acompanhada vou voltar ao salão, a gente se vê. - o Taehyung falou. - Foi um prazer conhecê-lo. - Ele passou por nós e em instantes sumiu virando ao fim do corredor.

  - Que foi isso? - o Jungkook perguntou.

  - Isso o que? - perguntei de volta.

  - Isso - gesticulou girando o dedo como se englobasse todo o ocorrido.
 
  - Nada demais - dei de ombros.
 
  - Por que estava segurando a mão dele? - Era impressão minha ou o Jungkook estava com ciúmes?

  - Você está com ciúmes? - perguntei desdenhando.

  - Claro. Quer que eu fique como? Você some e quando vou te procurar te encontro de mãos dadas com outro cara! Quer que eu ache o quê? - Ele me encarava parecendo realmente  chateado. Que fofo. Eu não consegui segurar o riso. - Tá rindo do que? É sério! Não gosto de caras te rondando.

Então sem que ele esperasse por isso eu o abracei. Como ele ousava pensar que eu ao menos pensaria em estar com outro? Eu o amava tanto que meu coração parecia que explodiria de tanto amor.

  - Eu te amo - falei com o rosto enterrando em seu peito. - Não precisa ficar com ciúmes eu sou só sua - falei levantando meu rosto para encara-lo. - Ah Jungkook, não faça essa carranca hum? Ele é só meu colega de classe mesmo. Um bom amigo. - O Jungkook me abraçou de volta. Fiquei na ponta dos pés para alcançar seus lábios. - Eu estava apenas agradecendo à ele por se preocupar comigo e ser um bom amigo que me dá conselhos. - Justifiquei-me.

  - Não fique por ai de mãos dadas com outro - ele disse.

  - Não vou! - Prometi sorrindo.

  - Vamos, voltar meu avô vai discursar e depois podemos ir embora - concordei e ele passou as mãos no alto dos meus cabelos me fazendo um afago antes de selar seus lábios de novo nos meus.

Esse lado ciumento dele eu não conhecia, mas achei fofo, só mostrava o tanto que ele gostava de mim.

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