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27 - Ridícula e desesperada.

☆ Oi amores, olha quem voltou antes do ano acabar. Então vai ter textão sim, se prepara aí, mas vou lá pro final fazer meus agradecimentos por esse ano. Tenham uma boa leitura amores.

"Tudo que você tem, pele com pele, oh meu Deus.
Não pare, garoto
Algo em você me faz sentir como uma mulher perigosa.
Algo em, algo em, algo em você.
Me faz querer fazer coisas que eu não faria."

Ariana Grande - Dangerous Womam

Fiquei encarando o Jungkook tentando entender o teor da proposta dele, férias assim do nada? Sozinhos?

Engoli em seco, sabendo que não teríamos muitas oportunidades como essas, já que morávamos com seu avô e estávamos sempre atolados de responsabilidades secundárias, era um momento em um milhão para aproveitar.

  - Tudo bem. - Respondi.

  - Pode ser esse fim de semana se você quiser. - Ele me encarou enquanto falava. - Você pode faltar a escola amanhã e arrumar tudo, depois do meio dia a gente sai, eu posso ir na empresa apenas para deixar tudo resolvido por lá, sem muita dificuldade. - O Jungkook  parecia ter planejado tudo e falava calmamente.

  - Faltar a escola? - Não era o melhor período do mundo para falta a escola, na verdade, eu ainda não estava tão bem assim para me dar ao luxo de faltar. - Se voce não puder...

  - Não tudo bem. - Respondi o interrompendo, vendo que ele já pensava em desmarcar tudo. - Eu não vou morrer por faltar um diazinho não é? - Ele sorriu. Eu não morreria mesmo, mas certamenre teria que compesar muito depois. - Acho que preciso mesmo desse tempo.

  - Ótimo então ficamos acertados assim? Vamos tirar um tempo para descansar apropriadamente. - Ele ligou o carro e deu a partida.

  - Para onde vamos? - Perguntei enquanto ele dirigia, tomada pela expectativa de finalmente estar à sós com ele.

-Haeundae Beach. - Aquele nome me era familiar. - Para nossa casa de praia. - concluiu sua frase.

  - Praia? No fim de Outubro? Quer dizer... - Estava frio, praia era mesmo uma boa idéia?

  - Não gosta? Não é porque estamos indo para a praia que precisamos entrar no mar gelado. - Falou encarando o trânsito.

  - Verdade... Eu não tinha pensado assim. - Aquele lugar me trazia lembranças de sensações não tão agradáveis sobre o nosso casamento. Era quase simbólico demais voltar lá. Será  que ele queria começar o que devíamos ter feito da outra vez? Nossa lua de Mel? Levei as mãos até minhas bochechas quentes de vergonha, não conseguindo imaginar o que se passava na cabeça dele. Eu só sabia que a minha já devaneava longe sobre as infinitas possibilidades.

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Arrumei uma pequena mala para nós dois, só passaríamos três noites e dois dias, então não era necessário levar muito, aliás o Jungkook não parecia gostar de levar muito, mas a câmera dele não podia faltar, ele mandou umas 5 mensagens me pedindo para não esquecer de colocar a bolsa da câmera no meio de nossa bagagem. A verdade é que eu estava ficando com o coração apertado por ter que deixar o Aiseu, mas ele era muito novo ainda para sair em uma viajem, passei zilhões de recomendações as ahjummas que ficariam cuidando dele.

Ao meio dia em ponto o Jungkook estava com seu conversível vermelho na porta de casa esperando por mim. Eu estava calma, mas a partir do momento em que vi seu rosto comecei a me sentir nervosa, estávamos mesmo saindo para viajar só nós dois. Seria um tempo para aproveitarmos a companhia um do outro. Minha cabeca borbulhava de pensamentos dos mais variados tipo, enquanto ele dirigia. Mas a principal pergunta que não queria calar era, quais suas reais pretensões para essa viajem? O que estaria pensando Jeon Jungkook? 

Minhas mãos suavam de tão nervosa que eu estava, no fundo eu sabia porque estava nervosa, mas não ousaria admitir. Nem em pensamentos eu admitiria.

Mas se minha mente ia direcionada para um certo acontecimento, então não era difícil de imaginar que a dele também ia, afinal ele era homem, jovem, viril, cheio de energia e provavelmente cheio de hormônios explodindo pelo corpo. Ah Deus! No que eu estava pensando?

Assim que chegamos a casa estava vazia,  já estava quase de noite e eu fui direto para a cozinha para verificar se a geladeira estava abastecida. Tinha bastante mantimento então daria para nos virarmos por esses dias, fui até o quarto, o mesmo que fiquei da outra vez tomei um banho rápido e coloquei roupas limpas, uma camisa dele que propositalmente coloquei na mala e short. Voltei para a cozinha aonde ele estava com um saquinho de biscoitos na mão. Ele me olhou de cima a baixo de forma lenta e tortuosa, dando um sorriso ladino discreto ao me ver com a blusa dele.

  - Não está muito frio pra você ficar com essas roupas curtas? - Ele perguntou fazendo bico. Olhei para minhas pernas expostas pela falta de roupa.

  - Não, não estou com frio. - Assegurei. Eu estava, mas não ia vestir um moletom velho pra ficar a sós com ele hoje né? Era ser ingênua demais.

  - Vou tomar banho... Depois a gente pode ver um filme.  - Ele falou largando o pacote de salgadinhos em cima da bancada e saindo do cômodo, vasculhei pela cozinha se tinha pipoca de microondas e por muita sorte tinha, não imaginava encontrar esse tipo de coisa aqui já que era uma casa que passava muito tempo vazia e fiquei feliz de ver que não estava vencido. Coloquei a embalagem no microondas e esperei o tempo. Despejei em um vasilha e levei até a sala de TV da casa. Cruzei com o Jungkook na escada, que penteava seus cabelos com os dedos, o mesmo roubou uma pequena quantidade de pipoca da vasilha.

  - O que vamos assistir? - Perguntei me jogando no sofá.

  - Não sei, o que você quiser, por mim está bom. - Ele falou comendo mais da pipoca, dei uma leve batida na mão dele tomando a vasilha.

  - Vai acabar antes do filme começar desse jeito. - Reclamei enquanto vasculhava na internet algum filme que fosse interessante.

  - Vamos assistir esse! - Ele apontou para a foto do filme, que me deixou surpresa de imediato.

  - Wolverine? - Perguntei embasbacada. Eu estava pensando em sugerir algo como 50 tons de cinza, mas...

  - É, eu ainda não assisti esse. - Ele falou se recostando no sofá. Eu não era muito fã de filmes de ficção, apenas porque meu forte eram os romances e as comédias, mas cliquei no filme e me aninhei ao lado dele passando a pipoca para ele. Coloquei minhas mãos juntas entre minhas pernas tentando me esquentar, eu estava nervosa e agora que estávamos sentados lado a lado assistindo a um filme com o crepúsculo enegrecendo a casa cada vez mais, meu coração palpitava. Batidas dementes. Desreguladamente dementes. E eu não conseguia evitar os sentimentos de expectativa.

Logo no começo do filme é uma cena onde o ator está na cama com uma moça  e então ele levanta completamente nu de costas e eu fui surpreendida pela mão do Jungkook tapando meus olhos. Segurei a mão dele tentando tirar da frente dos meus olhos, mas ele impediu.

  - Jungkook... O que...? - Comecei a falar.

  - Quando passar a cena eu tiro a mão. - Ele falou de forma autoritária.

  - Não seja... Tudo isso pra eu não ver a bunda do Hugh Jackman? - Perguntei.

  - Qual a classificação indicativa desse filme hein? - Questionou.

  - Não seja ridículo. - Puxei a mão dele o encarando, ele me olhou de volta sério. - Eu não sou nenhuma criança. Não é como se eu nunca tivesse visto... - Parei a frase me tocando do que eu ia dizer. Ele me encarou como quem entendeu o que eu estava indo falar, seus olhos semicerraram enquanto ele ainda me encarava desconfiado. - Não, eu não assisto pornô, se é o que você está pensando. - Desviei os olhos dos dele.

  - Você e sua mania de tentar adivinhar o que eu estou pensando! - Ele riu.

  - Eu errei por acaso? - Perguntei voltando a encara-lo.

  - Completamente - assegurou sem hesitar.

  - Então no que é que você estava pensando? - Desafiei.

  - Em como eu não consigo ver mais nada que não sejam seus lábios nesse momento. - Arregalei os olhos surpresa. Por essa eu não esperava mesmo. Ele se inclinou em minha direção e eu me preparei para receber seus lábios.

Estava acontecendo! A iniciação de tudo o que estava por vir, estava mesmo acontecendo. Seus lábios tocaram os meus tão macios quanto eu me lembrava e salgados por causa da pipoca, mas era bom, aliás não havia uma só vez em que eu não achasse bom beija-lo. Dessa vez não esperei que ele aprofundadas o beijo, eu mesma coloquei a língua em sua boca buscando profundidade, calor, interação e suas mãos apertaram minhas costas parecendo gostar da minha atitude.

Deixei que minhas mãos deslizassem pela lateral de seus braços até encontrar a barra da sua blusa e enfiar minhas mãos ali em uma ousadia inesperada, alcançando suas carnes, tocando seus músculos, espalmando minhas mãos em suas costas e explorando seu calor, desejando, mais do que eu mesma tinha conhecimento, aquele corpo. Desejando ele. Ele quebrou o ritmo do beijo para tomar fôlego enquanto seus olhos negros me encaravam. Uma sensação carnal tomou conta de mim e se não fosse por sua atitude rápida em selar seus lábios nos meus e me puxar para o seu peito,  eu teria voado em cima dele e praticamente o devorado. Que sentimentos extremos eram aqueles? Deviam ser os hormônios, eu estava no meu período fertil?

Ele me aninhou em seu braço se aconchegado para assistir o filme. Me perguntei se aquilo estava mesmo acontecendo, estávamos abraçados no sofá assistindo ao filme do Wolverine, logo após um beijo quente, como se nada tivesse acontecido? A cabeça dele recostou no alto da minha e sua mão, cujo braço estava no meu ombro, fazia círculos em minha pele deixando o local quente, como um simples toque podia me deixar tão acesa? O que raios estava acontecendo comigo que não estava acontecendo com ele?

Atrevi-me a olhar para a altura do cós de seu moletom em busca de algum vestigio de que ele queimava com eu, mas nenhum sinal de atividade naquela região, o que significava que era só eu mesma que sentia calor em regiões muito específicas do meu corpo. Suspirei olhando para a TV, deixando meu corpo amolecer em seus braços.

O que era aquilo? Ele estava mesmo com vontade de assistir aquele filme? Eu estava começando a me sentir uma pervertida.

Pousei minha mão em sua barriga fechando os olhos e inalando o seu cheiro, seu real cheiro, o cheio da sua pele empreginado em suas roupas, era atrativo e já estava me fazendo deseja-lo de novo, balancei a cabeça minimamente tentando focar, a respiração pesada dele era tão máscula... Oh céus! O que estava acontecendo comigo que estava sedenta por ele dessa forma? Teriam sido minhas expectativas? 

Sentindo sua respiração pelo diafragma fazendo minha mão subir e descer em sua barriga, meus dedos começaram a formigar desejosos por tocar sua pele novamente, comecei a descer minha mão lentamente por sua barriga por cima da camisa de algodão preta que ele usava, meu coração voltando a palpitar insanamente em sua caixa torácica, a medida que minha mão deslizava indo mais próximo da barra da sua camisa, eu desejava tocar a pele de sua barriga definida.

  - O que...? - Ele falou de repente me assustando, paralisei minha mão no lugar. - Acabou a pipoca - Ele falou. Olhei para ele incrédula. Não era possível que o Jungkook estava pensando em comida nesse momento! - Eu vou fazer mais. - Ele levantou de uma vez.

  - Eu faço. -  Falei.

  - Não, eu vou. - Ele disse. Sumindo do meu campo de visão, ue, o que era aquele clima estranho? Será que eu tinha passado do limite? Será que eu tinha me deixado levar por meus hormônios e tinha estragado tudo? Eu não sabia se ele gostava de tomar a iniciativa ou não, me parecia complicado pensando dessa forma.

Alguns minutos depois ele voltou com a vasilha cheia de pipoca de novo e retomamos o filme, só que dessa vez eu busquei me conter, talvez ele quisesse mesmo assistir ao filme e eu o estava atrapalhandom

Não sei.

Depois que o filme acabou fui para a cozinha para preparar no jantar. Ramyeon com kimchi. Depois de comermos eu lavei a louça enquanto ele mexia no notebook dele.

  - Afinal você não resiste não é? - Perguntei encarando ele que olhava para o notebook atento. A censura era presente em minha voz.

  - Não é só que... Como você estava ocupada ai, resolvi dar uma olhada aqui. - Justificou. Sequei minhas mãos no pano de prato fui até ele, em um surto de coragem repentino, sentei em uma de suas coxas, que por sinal era rígidas e macias ao mesmo tempo, passando as mãos em volta do seu pescoço com uma liberdade que era desconhecida por nós dois.

  - Achei que a gente tinha vindo relaxar. - O encarei, seu rosto tão próximo ao meu me deixava tonta com tanta beleza, era tão jovial e me fazia querer protege-lo. Para a minha surpresa seus braços passaram em volta da minha cintura e eu fiquei feliz por ter criado coragem para chegar junto dele.

  - Foi é verdade, mas... - Eu  fiz uma carranca ao ouvir a palavra "mas". - Eu acabei de receber um email muito importante e preciso preparar o arquivo, é melhor agora do que amanhã. - Alertou.

  - E se eu não quiser deixar? - Desafiei. Ele mordeu o lábio inferior parecendo tão erótico como eu jamais tinha visto que fez meu estômago revirar em reação a sua ação.

  - Seja boazinha comigo hum? - Ele falou. Não conseguindo me conter beijei seus lábios ignorando completamente seu pedido, agarrando os fios ralos de cabelo da nunca dele tirando um gemido baixo por entre nossos lábios, que só serviu para colocar meu corpo todo em combustão e me fazer perder o controle dos meus sentidos, o beijando ferozmente como quis fazer desde de cedo, descontando minha vontade a todo custo, me fazendo  perder o ar. E meu último fio de sanidade se esvair quando ele quebrou o beijo dando uma mordida suave em meu labio inferior o puxando.

Jungkook tinha todo aquele ar sexual inegável e eu estava ficando louca com isso, mas não podia negar, era bom, a expectativa era muito boa e só me fazia querer mais dele, me fazendo beija-lo e beija-lo como se nunca tivesse feito isso antes, sentindo seus dedos amassarem minhas carnes por cima da blusa de algodão dele, tornando assim impossível parar com esse vício que era beija-lo. As sensações eram únicas.

Então cedo demais ele parou o momento. Me encarando com seus olhos  tão grandes e infantis, fazendo-me sentir de novo uma pervertida.

  - Eu tenho mesmo que resolver isso. - Falou. Suspirei frustrada.

  - Mesmo? - Perguntei, mas me senti mau por ter que insistir.

  - Mesmo.  - Respondeu sem nenhuma hesitação. Sai de seu colo ficando em pé.

  - Tudo bem eu... - Cocei minha cabeça com vergonha por quase implorar a ele por um momento que agora me estava sendo negado. - Eu vou... Eu vou tomar um ar lá fora. - Falei quase correndo da cozinha. Abri a porta da varanda e puxei o ar aproveitando a maresia noturna, atrás de me acalmar. Ele tinha acabado de me dar um fora e isso não estava me deixando bem. Me abaixei abraçando minhas pernas tentando passar o frio.

O que estava acontecendo? Era como se estivéssemos em frequências diferentes, como se eu quisesse coisas que ele não queria, como se nossas prioridades fossem diferentes, afinal para que ele teria me trazido para cá então? Só para assistirmos a um filme juntos? Talvez eu fosse a única a achar que estávamos prontos para dar um passo maior.

Sim eu achei que ele tinha me trazido aqui porque queria um momento a sós, mais íntimo, como um casal que agora somos, ou que eu achava que éramos, eu me neguei a pensar dessa forma tão pervertida, mas meu corpo implorava pelo dele me fazendo parecer ridícula e desesperada.

Ou talvez no fundo ele não gostasse de mim tanto assim para querer...

Balancei a cabeça afastando os pensamentos de insegurança e baixa estima. Definitivamente eu não entendia Jeon Jungkook e os motivos por trás de suas ações e isso me deixava muito confusa sobre tudo.

☆☆☆☆☆

Eu poderia gastar hora à fio falando de como esse ano foi difícil para mim em muitos aspectos, mas, acho que mais vale agradecer pelas coisas boas. Sou muito grata por ter chegado aqui e ter sido recebida por vcs (os que já me acompanhavam pelo spirit e que acabou me achando aqui e nunca tinha lido nada meu). Escrever é como uma fonte de vitalidade para mim, infelizmente pelas duras batalhas que travei nos últimos meses, eu me vi perdida, sem saber como dar sequência as minhas histórias. Mas eu o farei, quando eu estiver pronta eu voltarei com as inéditas.

O sonho de tornar PDD um livro não morreu quando eu fui banida do ss, ele continua vivo aqui e graças à vcs! Sem vcs nada disso seria possível.

Agradeço à quem panfletou, votou, amou, sofreu junto, em 2019 teremos muito mais!!!!! Obrigada de verdade!!!

Eu amo vocês!

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