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Capítulo 30

No restaurante estava Ana, Helena e Max sentados numa mesa próxima a janela que tinha uma vista incrível.

A conversa estava super saudável, a comida parecia maravilhosa até que estavam esperando a sobremesa.

Um vulto passa por trás de Helena e faz com que Max fique pálido e desconcertado. Helena não compreende e acaba dando uma leve virada com a cadeira para que pudesse ver quem era.

— Mamãe.... – Ana Clara anuncia fazendo Helena compreender a situação.

— Olá meus amores, desculpem a demora. O trânsito estava horrível! – Verônica estava em um vestido todo colado em seu corpo na cor verde escuro. Estava até mais chique que o local.

— O que faz aqui sua... – Max não consegue terminar de falar pois é interrompido novamente por ela enquanto chamava um garçom pedindo para que arruma se mais lugar a mesa.

Então em seguida ela olha para Helena e sorri no sarcasmo.

— Você deve ser a Helena, não é? – ela estende a mão fazendo na intenção de que Helena se levanta se. – Ahh, me esqueci você não consegue ficar de pé né. – ela ri mais uma vez. E se senta. – Do que estavam conversando?

O clima ficou tão pesado que nem uma saliva descia por uma garganta. Helena estava no céu pouco antes e caiu de cara no chão com aquele pequeno comentário desagradável.

Ela ainda estava sofrendo muito com o ocorrido que deixou naquela situação e não conseguiu segurar uma pequena lagrima teimosa. Ainda na fase de aceitação aquilo foi como uma facada no peito.

— Verônica o que pensa que está fazendo? Não pode simplesmente chegar aqui sem ser convidada e ainda por cima querer humilhar os outros. – ele acaba perdendo a paciência.

— Preciso de permissão para estar com a MINHA família? – ela o questiona se fazendo de desentendida.

— Ai meu Deus... – ele ri. – Você consegue! Consegue estragar o dia e o clima.

— Clima? Está em um jantar romântico por acaso? – ela ignora totalmente a presença de Helena no local.

— Max, é melhor eu ir... – Helena comenta baixo. – Não estou me sentindo bem...

— Olha ela sabe o lugar dela pelo menos. Sabe que assunto de família não se deve se meter.

A situação só piorava a cada segundo, cada palavra dita não só estava afetando Helena, mas sim como todos do local. Estava muito desconfortante.

O garçom se aproxima e pedem para que ambos pudessem se acalmar ou teriam que se retirar do local.

— Ah pronto! Tem que expulsar essas raparingas destruidoras de casamento. – ela aponta para Helena.

O clima chegou em um nível que Helena não aguentou mais e acabou passando mal e desmaiando. Com isso foi uma correria que só.

O gerente que estava se aproximando viu e acabou chamando a ambulância. Max acerta as coisas com o restaurante e sai do local com Ana. Ignorando totalmente Verônica.

Ao chegar no hospital a enfermeira Camila que já conhecia o quadro de Helena foi correndo atendê-la.

Ela fazendo os pré-exames do tipo olhando a visão, pulso e demais procedimentos. Feito isso Camila chama Max para fora do quarto e pergunta.

— O que houve senhor Maximiliano? – ela estava seria como de costume.

— Estávamos almoçando e minha ex-mulher chegou e começou a falar um monte de bobagem para Helena. – ele explica.

— Entendo, Helena está estável por hora, mas ela não pode passar por nervosos. Ela ainda está na fase de aceitação. Pode não parecer, mas nosso corpo também é movido pela saúde mental.

— Eu sei, mas eu não tive culpa afinal. – Ele diz estando de mãos dadas com Ana Clara que o acompanhava.

— Tia Helena vai ficar boa moça – a garotinha pergunta a Camila.

— Claro que sim meu amor, mas ela precisa descansar muito e ter boas companhias. – logo que ela explica para Ana retorna a falar com Max. – Ela vai ter que passar a noite aqui hoje em observação. Se puder avisar a mãe dela por favor.

Ele assente com a cabeça e chama Ana para ir embora.

No dia seguinte Camila havia dobrado o turno e aproveitava para ir ao quarto de Helena para verificação de rotina. Ela pegava a prancheta e fazia umas anotações enquanto se aproximava de Helena.

— Bom dia Helena, como se sente hoje? – Camila a aguardava responder.

— Com um pouco de dor de cabeça. – falava baixo sem muito esforço. – Quando irei poder ir para casa?

— Só preciso fazer mais uns exames para ter certeza de que não tem nada em relação ao acidente com seu estado atual. – ela finaliza a prancheta e guarda ao pé da cama novamente e volta próximo a paciente. – Helena, sei que você não gosta muito de hospital atualmente, mas espero que entenda que tudo que estamos fazendo é para o seu bem.

— Eu sei... – ela suspira. – Eu só não entendo o que eu fiz de tão errado para estar sofrendo tudo isso sabe... Lucca, minhas pernas... Profissão... – uma lagrima teimosa cai enquanto ela força um sorriso.

— Eu por mais que veja tanta coisa que se passa por aqui ainda não me cai a maioria das fichas. Eu sei que cada dor é diferente e talvez tudo tenha um proposito na vida, digamos que passamos por provações para ver se merecemos algo...? – Camila tenta opinar. – Bom nem sei mais o que eu estou dizendo, enfim... Nada acontece por acaso. Tire a melhor lição que você pode desta história. Nem tudo na vida é um mar de flores. Mostre para as pessoas que aquela Helena que eles conheciam ainda se mantem viva dentro de si. Posso estar falando bobeira, mas é o que eu acho.

Helena sorri fraco novamente e assente com a cabeça.

— Muito obrigada Camila, você é muito gentil... Eu sei que dei muito trabalho, mas agradeço por não ter desistido de mim. É difícil aceitar?! SIM mas estou tentando... – antes de continuar ouve se três batidas na porta e a porta se abre.

— Estou entrando. – Dona Maria abria a porta calma e sorri para a filha e Camila. – Que bom meu amor está acordada. Trouxe um suco de maracujá que você ama e natural ainda.

— Ai mãe, não precisava. – Ela tenta se levantar sozinha, mas não consegue e então Camila ajuda.

Assim que finaliza ajudar ela se sentar Camila se despede e sai do quarto.

— Toma meu amor. – dona Maria entrega o suco a sua filha. – Como se sente hoje?

— Estou bem mãe não se preocupe... – Helena toma um gole do suco e saboreia. – Uhmm está uma delícia.

Não demorou muito para se ouvir outras batidas na porta. Desta vez uma figura masculina toda arrumado entra.

—Com licença... – diz tão baixo que elas mal conseguiram ouvir. – Podemos conversar Helena? De preferência a sós? – Max pergunta tão calmo e ao mesmo tempo seriamente.

Dona Maria indo fazer careta de reprovação, mas Helena assentiu com a cabeça dizendo que estava bem. A senhora então se levanta da cadeira de visita ao lado da cama e sai do quarto em silencio.

Helena põe o suco no criado mudo ao lado da cama com um pouco de dificuldade, mas o faz.

— Pois diga... – ela comenta curiosa com o assunto.

— Vim pedir... – ele suspira tendo dificuldades em soltar as palavras abertamente. – me des...

— Eu sei que eu tenho o dia todo, porém a curiosidade está me matando Max.

—Vim me desculpar... – finalmente as palavras saltaram de sua garganta. Helena arqueou a sobrancelhas com espanto. – Eu não tenho nada a ver com Verônica mas senti que eu deveria estar aqui pedindo desculpas para você.

A cada segundo das falas de Max era algo inacreditável, era o lado que Helena quase não via. Seu coração começava a acelerar aos poucos.

— Está tudo bem... Eu tenho que me acostumar com essas coisas, principalmente me conformar que não andarei mais. Isso é fato Max e pessoas más tem em todos os lugares.

Max sente um nó na garganta. Ele já não sabia mais o que dizer. Deu alguns passos até chegar a janela e suspirou profundamente como se quisesse segurar suas emoções.

— Quando irá ter alto? – ele pergunta ainda de costas para ela.

— Amanhã provavelmente. – ela o responde.

—Me avisa, irei vir te buscar. – ele se vira e olha ela. – Desta vez prometo que estarei aqui.

A situação estava tão estranha que Helena apenas concordou sem dizer um nada.

— Agora preciso ir, até amanhã senhorita Helena. – antes que ela pudesse se despedir ele sai do local e poucos segundos depois sua mãe retorna.

— O que foi minha filha? Parece que viu um fantasma com esta cara pálida.

Helena retorna em si e vê a sua mãe ao lado, sem entender nada ela apenas nega e fica pensativa sobre o ocorrido.

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