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Capítulo 28

Helena estava em casa tomando seu café da manhã com sua mãe quando a campainha toca.

— Quem será logo cedo... – a senhora se levanta e vai até a porta.

Quando a porta é aberta Mary amiga de Helena está lá com um sorriso simpático em seu rosto como sempre.

— Helena está? – pergunta a jovem.

— Esta sim, entre... – Dona Maria da espaço para Mary fechar e logo em seguida fecha a porta. – esta ali na cozinha. Pode ir lá...

— Está bom, obrigada.

Mary caminha até a cozinha ao chegar lá observa Helena de costas sentada em sua cadeira. Já fazia um bom tempo que ambas não se via.

— Helena.... - Mary disser baixinho.

Helena vira um pouco para o lado vendo sua amiga ali. Seu coração acelera e ela não sabia o porquê. Seus sentimentos estavam confusos entre medo, raiva e vergonha.

— M..Mary – gagueja Helena. – o que faz aqui?

Não era a intenção de Helena ser rude, porém desde seu acidente ela não tem sido ela mesma.

— Como você não apareceu mais no hospital, aquele ligar ficou... – ela diz isso enquanto se aproximava. – ...meio sem graça sabe. Senti sua falta amiga...

E de repente uma lagrima teimosa sai do rosto de Helena. Ambas não se viam desde que ela sairá do hospital.

— Me desculpe por não vir antes. Eu... não sabia se era certo. – Mary fica sem jeito.

Mãe de Helena percebe o clima meio indiferente, ela resolve tentar aliviar.

— Que bom que você veio jovem. A Helena estava mesmo precisando de uma amiga para botar o papo em dia! – a senhora puxa a jovem para se sentar. – Venha tome café conosco. Já já irei ter que dar uma saída, mas pode ficar à vontade.

A jovem não tem muito o que dizer apenas segue e obedece a senhora se sentando. Logo faz uma pergunta para Helena.

— E como você está? – ela suspira pesado. – Além de mim, muitas das crianças estão com saudades de voc...

— Mary... – Helena a interrompe. – Eu não irei mais voltar la. Eu não tenho nada a oferecer para aquelas criancinhas.

Mary engole seco e suspira por ver a situação da amiga. Helena era tão cheio de vida. parece realmente outra pessoa.

— Lena... Digo, Helena – ela se lembra que quem deu este apelido foi o Lucca e não gostaria de voltar a este assunto doloroso. – Você precisa viver amiga, não fique só em casa.

— Não tem muito o que eu possa fazer. Veja você mesma, estou presa nesta cadeira para sempre! Não posso andar, não posso ir de bicicleta, não posso dançar.... – a conversa estava tensa onde acabou por escapar várias lagrimas teimosas.

O silencio toma conta do local, onde ambas passam a chorar. Até que em um momento olha para Mary também chorando e pergunta entre soluços.

— Po..por.. que está chorando?

— E.. eu.. não sei.

Ambas de choro acabam rindo fraco da situação

No bairro vizinho, na casa de Max estava Ana sentada a mesa tomando seu café da manhã juntamente com Verônica.
Max chega à espreita da porta observa e se vira para se retirar do local. Antes do primeiro passo Ana comenta.

— Papai! Vem comer... está uma delícia este bolo de cenoura com cob..cober..tula de chocolate – ela fala enquanto lambia o beiço.

Max suspira e comenta baixo evitando se alterar.

— Outra hora minha filha... preciso ir trabalhar. – dito isso ele sai do local por completo e dá de cara com Berta de malas feitas na porta. – Já está partindo? Tão rápido...

— Se eu não for agora meu coração não aguentara senhor. – a senhora estava se segurando ao máximo para não chorar. – Obrigada por tudo Sr. Max, agora preciso ir o taxi lá fora me esperar.

— Taxi? Mas porque não foi com o motorista como autorizei? – ele questiona preocupado.

— Não se incomode senhor com uma velha. Espero te ver em breve. – Ela sorri fraco saindo apenas com duas malinhas e uma bolsa de mão.

Berta foi embora de vez da casa como combinado. Ela não suportaria conviver mais com dona Verônica depois de anos. Em questão de segundos Max vê Berta enfim partir daquela casa.

Ele da uns passos de cabeça baixa indo em direção ao seu escritório quando é surpreendido por Verônica. Ela desliza uma das mãos sobre a blusa de Max.

— Até que enfim aquela velha partiu não acha... – antes que pudesse dizer algo mais, Max para de caminhar e segura sua mão.

— O que acha que está fazendo Verônica? E olha como fala dela viu, ela foi muito mais mãe da Ana do que voc... – antes de terminar a frase foi possível ouvir um som de estalo vindo do rosto dele, a marca foi evidente em questão de segundos.

Verônica o havia dado um tapa tão forte que Max se surpreende com a atitude. Ele não esperava aquele ocorrido. Em seguida ela tampa a boca em forma de surpresa e começa a dizer várias vezes.

— Me.. me... desculpa!! Eu juro que não foi a minha intenção fazer isso. – ela tenta se aproximar dele mas ele recua.

Ele entra rapidamente em seu escritório e tranca a porta. Estava totalmente confuso com a situação. Apesar do monstro que ela se tornou ela nunca o havia levantado a mão. Mais esquisito ainda pedir desculpas.

— Eu só posso estar ficando louco, não é possível. – diz enquanto se serve um drinque de conhaque e se senta em sua poltrona. – Ela realmente mudou?

Ele acaba rindo seco sozinho.

— Não... Não é possível. Bruxas não mudam assim tão fácil.

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