Capítulo 22
Já estava ficando tarde. E nenhum sinal de Max. Helena ajeitou as coisas e deixou Ana Clara dormir em sua casa.
Na manhã seguinte bem cedo altas batidas na porta da casa era possível de se ouvir. Mais um pouco talvez arrebentasse toda a mesma.
Com isso fez com que toda a casa acordasse. Com o desespero a mãe de Helena corre até a porta e abre.
Um bafo de bebida era possível de sentir a quilômetros. Uma pessoa que parecia ter dormido na sarjeta toda suja e com alguns rasgos em sua roupa.
Pra finalizar o canto de sua boca continha marca de sangue seco.
Ao forçar a vista por conta do sono Dona Maria reconhece.
— Max?!?! O meu senhor... O que houve com você? - Pergunta a pobre senhora preocupada.
— QUERLO SABER ON..ONDE.. ESTÁ MINHA FILHIA*!! - escorando na porta por mal conseguir se manter de pé e falando tudo errado era Max completamente bêbado.
— Ela está dormindo!Se acalme e não tem necessidade de gritaria logo ced....
Antes mesmo que ela terminasse a frase Max a empurra para o lado e entra na casa e começa a gritar.
— HELENA!! DEVOLVI MINHA FILIA*!!
Ana Clara sai do quarto da Helena com o cabelo todo bagunçado já que estava dormindo dizendo baixinho.
— Papai..?! - bocejou e limpou seus olhinhos.
Caminhou meio torto para direção de Ana Clara... Quando aparece Helena ao seu lado, Helena já pegou o jeito de sentar sozinha na cadeira por isso apareceu em seguida.
— Max você está ficando louco? Chegar assim em minha casa?! - furiosa ela disse.
— Xiiiiuuu que não aguento ouvir sua boz*... - um soluço no meio da sua fala foi ouvido. - Vim buscar minha filha..
Max agarra o bracinho de Ana Clara fazendo com que a mesma reclame de dor e pede pra ele parar.
— Para de frescura menina... - murmurou ele.
— Você não vai levar ela a lugar nenhum!!
Como a porta ainda estava aberta o motorista de Max havia combinado de vir cedo para ficar de "guarda" caso Helena precisa se ir a algum lugar ele ouve a gritaria e acaba entrando na casa e vê a situação...
— Senhor Alvarenga, por favor venha comigo eu te levo pra casa...
— Eu vim dirigindo e vulto* dirigindo.. - Semblante de Max começou a ficar sério e talvez bravo com o chofer.
— O senhor precisa se recompor seu agente está ligando que nem doido procurando você.
Max acaba se distraindo e soltando Ana Clara a qual a mesma corre para os braços de Helena.
Neste momento Chofer aproveita e segura Max o puxando pra fora.
Onde ficaram um tempo conversando um bom tempo e Max acabou indo embora em seu carro.
Jean, o chofer volta pra casa de Helena e diz.
— Pode ficar tranquila senhoritas ele foi pra casa. Qualquer coisa estou aqui ao lado de fora. Só me chamar.
Antes mesmo que elas pudessem agradecer ele fecha a porta e sai. Entra dentro do carro e fica passando seu tempo ali.
— Minha filha precisamos fazer algo sobre isso...
— Mãe tá tudo bem, ele só está chateado por perder o que sempre quis. - Helena diz tentando acalmar as duas.
— Não gosto de ver meu papai triste tia Helena.. - os rosto da garotinha podiam ver facilmente o medo e tristeza.
— Vai ficar tudo bem minha linda - Helena abraçou Ana Clara. - Que tal comermos algo já que estamos acordadas? - sorri.
— Ótima ideia filha! - exclamou Dona Maria. - Vou preparar uma pãozinhos de queijo e um suco maravilhoso de maracujá.
A senhora se apressa e adentra a cozinha começando os preparativos para o café da manhã das meninas.
— Delcia - Ana Clara passou sua língua em seus lábios imaginando o que iriam comer. - Tia Helena sabia que amo muito pão de queijo?
— Que legal Aninha! É o meu preferido também. Bom agora vamos pro quarto nos arrumar. Acho que precisamos arrumar pelo menos o cabelo.
As duas se entre olham e verem o cabelo totalmente bagunçado só com uma passada de não leve. Acabam rindo pela situação.
Elas seguem rumo ao quarto onde passam a se arrumar, escovar os dentes e depois voltam para a cozinha ao sentir o cheirinho dos pães de queijo.
Dona Maria retira do forno uma fornada grande de seus maravilhoso pães de queijo caseiros que ela sempre faz e deixa congelado.
As três se sentam na mesa e onde passam a tomar seu café com o coração um pouco mais tranquilo.
Ou pelo menos é o que Helena estava tentando fazer. Apesar do jeito escroto de Max agir as vezes ela entende que não tem alguém para apoia lo neste momento tão difícil de sua carreira.
Como uma pessoa que a vida inteira dedicou sua vida ao próximo ela se sentia na obrigação de ajuda lo a superar.
Mesmo o odiando profundamente devido ele ter matado a pessoa que ela amava ela não conseguia recusar uma alma necessitada.
Ficou completamente perdida em seus pensamentos por um longo tempo até que sua mãe estava te chamando inúmeras vezes.
— Helena minha filha?! Você está bem?
Assim que volta a realidade a jovem responde sua mãe.
— Oi?! Estou bem sim, não se preocupe. - sorri desajeitada.
— Vai se arrumar querida, vou preparar o café da manhã para nós três.
— Ah sim, estou indo. Você vem Clarinha?
A pequena menininha segue até o seu quarto.
A cada dia as duas se aproximavam mais, devido que Max estava passando muito tempo com ela e Por causa de Berta estar com Verônica estar no hospital.
Bạn đang đọc truyện trên: Truyen247.Pro