11- Psicopatia e Malícia.
- Ada: Eu... Não... Tenho medo de você.
- Adriane: Você é quem sabe... -Eu a soltei- Vai... Mostre do que é capaz. -Sorriu, se preparando pra rir porque a garota mal sabia segurar faca.
- Jeff: Quero nem ver... -Cobriu os olhos.
-Ela ria... Até que, num impulso, Ada a esfaqueou, na cintura. Ada parecia feliz mas desorientada vendo o sangue escorrendo.
- Jeff: Não... NÃOOOOO!!!
- Adriane: Aiiii.... Que dor... -Deitou no chão- É o meu fiiim... -Colocou o pulso sobre a testa e fez cara de drama por alguns instantes, depois parou e riu- Só que não. -Uma expressão psicopata dominou sua face e ela levantou, sorrindo.
- Jeff: 😨
- Ada: Acho que essa faca tá com defeito...
- Adriane: Não. -Ela levantou um pouco a camisa, o corte sangrava bastante, no chão já havia uma poça de sangue.
- Jeff: Dry...
- Ada: Você não sente nada, garota?!?!?!?
- Adriane: Sinto... -Disse andando ao redor dela lentamente, com as mãos atrás costas.- Eu sou uma pessoa tão sensível... -Caiu na gargalhada.
- Ada: V-Você é um ser sombrio... Você é um monstro... Sai de perto de mim.
- Jeff: Cadê a coragem?? -Riu.
- Adriane: Eu sou uma humana... -Seus olhos ficaram completamente pretos e um dos monstros assumiu o comando- Mas eu não sou. -Disse mostrando sua voz, semelhante a um screamo.
- Jeff: Sai da minha Dry, demônio!!
- Ada: AAAAAH! FICA LONGE DE MIM! -Ficou pálida.
- Adriane: O quê?? Mas nós nem dos divertimos ainda... -Ela sorriu, retomando o controle.- Cadê a sua coragem?
- Ada: ... Uh... Tudo bem... Anjos vencem demônios... -Olhou para a faca, meio desesperada.
-Adriane: Ai que medinho. Mestre vai te castigar no mundo reverso, por ter derramado um pouco do meu sangue, mas aí vocês se resolvem... -A barriga roncou- Vai, continua, não tenho a noite toda, tô com fome.
- Ada: O que te faz achar que vai sair daqui viva?
- Adriane: A certeza de que não vou sair morta... hah, pobre Homo Sapiens... -Riu.
- Ada: Você é esperta, semente do mal. Mas eu sou mais. -Apontou a faca pra Ela.
- Adriane: Semente do mal? Hah, boa essa. Eu não sou lá tão esperta mas... Beleza, valeu.
- Ada: Sua festa acabou. -Colocou a faca próxima às costelas dela, ameaçando.
- Adriane: tô morrendo de medo... -Levantou os braços, e Jeff jogou uma adaga- Só que não. -Sorriu, se movendo rapidamente ficando atrás de Ada e colocando a faca contra seu pescoço.- Cansei, a fome tá aumentando. Jeff, vai buscar duas taças.
- Ada olhou desconfiada.
- Jeff: Por quê?
- Adriane: VÁ.
- Jeff: Ok, você que manda. -Saiu flutuando até os outros e as bagagens.
- Ada: Você é mesmo maluca né?
- Adriane: Sou, por quê?
- Ada: Você chama sua sombra de Jeff?
- Adriane: É mais braço direito...
- ???: Ada?!?!
- Ada: Madrinha?!?
- Olharam para a direção da voz e... Lá estava Antônia, as olhando com os olhos arregalados. Ela fixou em Adriane.
- Antônia: Você....!!! Solte minha afilhada agora, seu ser desprezível!
- Jeff:Voltei, chefia... -Chegou carregando as duas taças- Quem é essa micro lutadora de sumô??
- Adriane: Quê?! Hahahahahahahahahaha... -Quase não conseguindo se conter.
- Antônia: Para de maluquice, temos contas a acertar.
- Adriane: Agora não, eu tô com fome.
- Antônia: Nem que estivesse com desnutrição. Vai ser aqui e agora.
- Adriane: ................ -Sorriu- Ok, você quem sabe... Jeff, as taças.
- Jeff se aproximou, com as taças em mãos.
- Ada: AAAAH!! AS TAÇAS ESTÃO POSSUÍDAS!!!!
- Adriane: Não, garota. Eu queria sair para comer algo, mas sua madrinha quis resolver as coisas agora... Poderia ter sido diferente... Tchau tchau, Ada. -Num simples movimento, degolou a garota, e em dois jatos, as taças ficaram cheias de sangue.
- Antônia: NÃOOOOO!!!!
-Adriane: Bem que eu queria que fosse diferente, a escolha foi sua. -Ela saiu andando com as taças, deixando o corpo sem vida de Ada no chão.
- Antônia: MALDITA!!!! POR QUÊ?!?!
- Adriane: Além de irritante é burra? Eu disse que queria merendar mas você me impediu, uma tacinha de sangue segura a onda. -Bebeu um gole.
- Antônia: Demônio bebedor de sangue!!!
- Adriane: Jeff, segura essa bola.
- Jeff riu e a segurou, ela tentou investir contra Adriane mas não conseguiu se mexer.
- Antônia: Por que não consigo me mexer?!? Que bruxaria é essa?!?
- Adriane: Eu mudei de ideia. Você é muito irritante, já te torturei emocionalmente e eu já estou satisfeita. Até outro dia, micro lutadora de sumô. -Jeff a amarrou numa árvore, com cipós, Dry já estava indo embora mas de repente, parou.
- Ela olhou para o cadáver pingando sangue e um fogo brilhou no seu olhar. Ela sorriu maléficamente. Se aproximou do corpo, pegou um pouco de sangue nas mãos e se aproximou de Antônia.
- Adriane: Espero que tenha aproveitado o show. -Jogou o sangue na face de Antônia e riu- Tchau tchau... Haha. -Riu malignamente e foi embora.
- Antônia: Vai ter volta... Ô se vai ... -Com nojo e meio aterrorizada.
-Os dois conversavam enquanto iam atrás dos outros.
- Jeff: Você mudou pra caramba desde que eu morri... -Disse flutuando e levando as taças cheias de sangue.- Ficou mais fria...
- Adriane: É... Dor faz isso com as pessoas.
- Jeff: Deu até medo...
- Eles caíram na gargalhada. Até que ouviram alguns passos e ao longe. Esperaram um pouco e viram que se tratava de Luiz.
- Luiz: Dry, eu tava te procurando, onde você foi?
- Jeff: Preocupadinho... 👀
- Adriane: Isso não importa. -Pegou as taças e deu uma pro Luiz.-
- Luiz: Eu não acredito... Torturou alguém e nem me chamou?!?
-Adriane: Tá falando muito alto. -Olhou ao redor.
- Luiz: Magoei...
- Adriane: Osh...
- Luiz: Osh mesmo! Diz que me ama e não me chama pra diversão. ( •,_•, )
- Adriane: Eu nem cheguei a torturar... Não foi tão divertido, na próxima vamos juntos, ok?
- Luiz: Ok... -Ele a abraçou , colocando a mão por cima do machucado e sentiu algo molhado na cintura dela.- O que é isso? -Olhou para a mão, encharcada com sangue- DRY, POR QUÊ...?!
- Adriane: Foi só um arranhão.. -Levantou um pouco a camisa, vendo o corte ainda sangrando.
- Luiz: OLHA O TAMANHO DESSE CORTE!!!
- Adriane: Calma, as tripas não tão saindo. -Riu, mas com dor.
- Luiz: Assim que chegarmos lá vamos cuidar desse machucado, senhorita. 😐😒 -Cruzou os braços.
- Adriane: Nossa, eu é que tô com dor e você que reclama... -Tomou um gole do sangue.
- Eles caminharam abraçados, conversavam e bebiam das taças, até que chegaram no pequeno acampamento, onde Jack e Adrian conversavam sentados em troncos ao redor da fogueira, na praia.
- Adrian: Vocês demoraram... Onde estavam?
- Jack: Que pergunta besta.
- Adrian: Não tanto quanto você.
- Jeff: Nem se compara à imaturidade desses dois.
- Adriane: Haha.
- Luiz: Dry...
- Adriane: Tá bom, tá bom... -saiu andando, procurando a maleta de primeiros socorros.
- Jack: Que taças são essas?
- Adrian: Estão sujas...
- Luiz: Sim.
- Jack: Vocês beberam o quê?
- Luiz: Neda...
- Jack: Quê??
- Luiz: Nedasuaconta.
- Adrian: Haha!
- Jack: Filho da...
- Luiz: Minha mãe.
- Adriane: P**ra. -Se aproximou, com outra camisa, do BMTH.
- Luiz: Já?
- Adriane: Já... -Levantou a camisa até perto da cintura, que estava toda enfaixada, e o sangue ainda estava sendo estancado.
- Adrian: O QUE FOI ISSO?!?!?!?!
- Jack: Quê que tu tava aprontando, guria??
- Adriane: Hehe... ^^"
- Pouco distante dali...
- ???: Ele não pode estar longe...
- Antônia: Socorro!!! -gritava ao longe.
- ???: O que foi isso?
Continua...
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