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M A R C A S

{Aviso: Abram o core, e tamo ai.}
Tenham uma boa leitura sz.
...

Essa noite iriamos patinar na majestosa pista de gelo do grant park.

O gelo cobria praticamente todo o parque. Pequenos flocos de neve se desgrudavam dos galhos das árvores, caindo ao chão, como se houvesse voltado a nevar. A paisagem estava tão branca quanto ontem, depois da nevasca, e estava ainda mais lindo a noite, do que durante o dia.

Justin segurava a minha mão enquanto caminhávamos pelo parque, ao lado de Josephine e Alfredo, que falavam sobre algo do qual, eu não estava prestando a minima atenção.

Chegamos na pistas e nos sentamos em bancos para vestir os patins. Haviam várias famílias, crianças e casais ali.

Me recordo de quando tinha 9 anos e meus pais me levavam para brincar no central park, depois de uma noite de neve. Eu sempre ficava engripada no dia posterior e mamãe fazia chá, para me aquecer enquanto papai ia até a farmácia.

— Você sabe patinar? — Alfredo questiona enquanto eu termino de amarrar os patins.

— Eu sou de Nova York. — Sorrio me equilibrando nas lâminas, quando me levanto do banco.

— Justin é do Canadá e mesmo assim patina mal pra caralho. — Informa Alfredo, me fazendo rir.

— Por que você não cala a sua boca, antes que eu cale ela por você? — Justin diz pegando em minha mão e entrelaçando nossos dedos.

— Que é isso JB? — Alfredo diz e Josephine começa a gargalhar. — Sua namorada ta aqui, você não pode colar seus lindos lábios nos meus.

— Alfredo, entra logo ai. — Justin diz risonho e Alfredo entra na pista o olhando como se flertassem.

— Ele tá carente. — Josephine diz se levantando do banco em que estava sentada.

— Me lembrou o Chaz. — Murmuro e ela ri entrando na pista.

Começo a seguir ela mas, Justin me puxa de volta. Ele não diz nada, simplesmente leva sua mão ao meu pescoço e me beija. É o nosso primeiro beijo, desde a noite passada, e eu não esperava por isso. Ouço gritos das pessoas ao redor e quebro o beijo entre um sorriso.

Justin me puxa para um abraço apertado e tento aproveitar cada parte dele, enquanto ainda estamos aqui.

— Era pra me fazer ciúmes, isso? — Alfredo diz se apoiando na proteção de vidro, que separa a pista do resto do parque e nós rimos.

▪▪▪

Algumas horas depois Justin e eu voltamos para o hotel, tudo estava quieto enquanto andávamos em passos leves pelo saguão. Dessa vez não estávamos de mãos dadas.

Justin falava sobre o dia de amanhã e eu escutava atentamente, mesmo não prestando, realmente, atenção.

Na noite passada, ele havia questionado se eu estava brincando com ele e eu tenho certeza de que não estou, mas agora me pergunto se, na verdade, eu estou brincando comigo mesma.

Começo a pensar se não estamos nos precipitado com toda essa coisa de namoro falso, na verdade, não sei se tudo isso começou, da forma como deveria começar.

— Hailee marcou nosso voo para depois do almoço. — Justin diz procurando seu cartão-passe, enquanto saímos do elevador. — Então, podemos dormir até mais tarde amanhã. 

Não digo nada, em resposta.

Justin continua falando sobre o voo de amanhã, quando se vira para abrir sua porta. A ideia seguinte, vem como um impulso para mim, e não penso duas vezes antes de me convencer que vou faze-la. Abro o bolso externo da minha bolsa e retiro o cartão do meu quarto.

Estou prestes a passar o cartão e abrir a porta, quando ouço a voz de Justin e me viro.

— Eu pensei que... — Ele diz apontando com o polegar para trás. — Você...

— Eu... — Começo a dizer mas, ele me interrompe.

— Esquece. — Ele diz sorrindo sem mostrar os dentes e se voltando para sua porta. — Não importa mais.

Justin coloca a mão na maçaneta, pronta para abrir a porta mas eu o impeço. Apoio minha mão em seu ombro, o virando para mim e o beijo. Isso é mais inesperado do que calculado, não é como se eu fosse mudar a decepção dele por mim, é como se eu quisesse que ela diminuísse.

Quando termino de o beijar, selo nossos lábios e me afasto. Justin não esperava por isso, consigo ver em seus olhos.

— Boa noite. — Digo abrindo a porta do meu quarto e entrando no mesmo, enquanto ele me observa, parado sem se mover, desde que me afastei.

Quando fecho a porta, não tenho certeza se essa foi uma boa decisão mas, não volto atrás. 

Depois de jogar minha bolsa, em uma poltrona que havia no quarto, e me livrar dos meus sapatos, me jogo na cama perfeitamente arrumada e encaro o teto.

Não sei quanto tempo perdi parada ali mas, quando finalmente levantei da cama, percebi que minha mala não estava mais lá.

"Eu não sabia que roupa você iria usar e já que o chuveiro não está funcionando naquele quarto, eu trouxe sua mala."  Me recordo das palavras de Justin.

Eu até penso em outras possibilidades mas, ignoro todas e saio do quarto.

— Oi? — Ele diz, assim que abre a porta. 

— Eu posso pegar uma roupa? — Digo e ele me olha parecendo confuso. — Na minha mala. — Completo e ele sorri.

Justin abre mais a porta e me da espaço para entrar. Ele estava sem camisa e havia trocado de calça, seu cabelo estava bagunçado e ele segurava o celular em uma das mãos. 

Caminho ate minha mala, a deitando e em seguida, a abrindo, procurando a camisola de seda rosa, que eu havia trazido.

— Não sabia que  você dormia com essas coisas. — Justin diz, em pé atrás de mim, assim que encontro a roupa. 

— É que eu não tive a oportunidade. — Respondo me levantando e quase trompando nele, que sorri de lado.

— Oportunidades. — Ele murmura, enquanto eu ando em direção a cama e deixo a camisola sobre ela.

Vou em direção ao banheiro, entrando no mesmo e fechando a porta, escovo meus dentes, já que minha escova estava lá e depois saio.

Justin estava deitado na cama, ao lado da minha roupa, mas se levanta quando me vê. Pego a camisola e ele me acompanha até a porta, me encarando até que eu entre em meu quarto, Justin parece chateado com a situação mas, se ele realmente está, não diz nada a respeito. 

— Que ideia mais idiota essa que eu tive de dormir aqui, hein. — Murmuro indo em direção ao banheiro para me trocar, depois de trancar a porta do quarto.

▪▪▪

Eu já havia perdido a noção de quanto tempo eu estava deitada na cama, sem conseguir dormir. Minha cabeça parecia girar e eu não aguentava mais virar para os lados, tentando encontrar uma posição que me permitisse, finalmente, descansar. 

Toda essa viagem passa como retrospectiva na minha memoria, uma retrospectiva onde somente Justin está em foco principal, exceto por essa noite e eu acho que é isso que eu estava tentando fazer todo esse tempo.

Eu estava tentando tirá-lo de cena. 

Nas ultimas 72 horas, Justin tem estado como papel principal na minha vida e eu já estava acostumando com tudo isso mas, não irá ser assim em New York. Então, eu simplesmente sacrifiquei minha ultima noite aqui, para poder lembrar que minha vida não é um espetáculo da Broadway, com protagonistas, coadjuvantes e neve artificial. 

Eu já estou estressada, quando pego o celular e vejo que já se passaram das duas da manhã. 

Vá dormir, Selena.

Desligo o celular, deixando-o de volta onde estava e enterro minha cabeça no travesseiro.

Estou com cede mas, já bebi toda a água que havia na jarra em cima da mesa no canto do quarto. Estico minha mão para pegar o telefone fixo e discar o número da recepção. 

Será que eu posso pedir um chá a essa hora da madrugada? 

O telefone chama mas, ninguém atende do outro lado da linha. Desligo e tento mais uma vez. Nada.

Me levanto da cama e vou até o banheiro, pegando um roupão e o vestindo. Enquanto ando sinto o piso frio sob os pés, me dando vontade de voltar para a cama imediatamente.

"Sim, eu vou descer na recepção a essa hora." Digo a mim mesma afim de convencer a parte de mim que queria voltar para debaixo das cobertas mas, não é exatamente o que faço.

Quando destranco a porta e giro a maçaneta a imagem a minha frente me trava.

Uma mulher estava na frente do quarto de Justin, sua mão estava erguida em punho, pronta para bater na porta, mas não bate. 

A mulher é Miranda, ela usava o mesmo sobretudo que usou quando veio aqui  da ultima vez mas, ainda assim, ela não bate na porta, parece estar fazendo uma lista de pros e contras antes de finalmente bater, mais fraco do que eu pensei que seria.

Antes que Justin possa abrir e a ver ali parada a sua frente como deveria ter sido desde a ultima vez, eu volto para dentro do meu quarto fechando a porta o mais rápido que consigo, sem fazer barulho.

Penso em voltar para a cama e ignorar o que acabei de ver até que escuto a voz dele nitidamente: — O que você faz aqui? — Ele diz parecendo mais surpreso que eu. 

  ▪▪▪  

P.O.V MIRANDA KERR

Enquanto ando, torço para que meus pés não vacilem pelo caminho. Eu sei exatamente que não deveria estar aqui, sei exatamente que as coisas mudaram mas, sei também, que se não viesse, eu nunca me perdoaria.

Paro a frente do quarto de Justin, levantando a mão, fechada em punho, para bater na porta, mas travo.

Está tarde. Eu não deveria incomodar a essa hora.

E se Selena abrir? O que eu digo? Talvez a recepcionista esteja certa e eles estejam em quartos separados.

Vou bater uma única vez se ele não abrir, vou embora e isso nunca aconteceu.

Bato na porta um pouco mais fraco do que gostaria e dou um passo à trás.

Enquanto torço para que ele abra, olho para os lados pensando em ir embora, sem esperar que alguém realmente abra a porta.

No entanto, volto a encarar a porta e vejo a maçaneta se mexer, me deixando mais nervosa do que desejaria estar. Ele está sorrindo quando abre um curto espaço na porta, o suficiente para me ver, mas não o suficiente para que eu veja o quarto, atrás dele.

O que você faz aqui? Justin diz e seu sorriso desaparece, fazendo com que eu me arrependa imediatamente.

De qualquer forma, eu sabia que iria me arrepender por vir mas, eu não conseguia dormir com todos os pensamentos rondando minha cabeça como se caminhasse para a morte.

— Eu queria falar com você. — Digo e ele olha para dentro do quarto, rapidamente, saindo do mesmo e fechando a porta logo em seguida.

Será que ela está lá?

Justin usava nada mais que uma simples calça de moletom. Ele estava sem camisa, tento não encarar seu peito mas, as novas tatuagens, que ali estampavam, me chamam a atenção, entre elas ainda haviam pequenas manchas vermelhas/arroxeadas que pareciam recentes.

A vontade de dar meia volta e correr em direção ao elevador me invade. Eu não preciso mais falar, só isso já é a resposta.

— Então? — Ele diz, esperando que eu diga o porque que estou aqui.

Okay.

— Sua mãe me mandou mensagens a algumas horas. — Digo desbloqueando meu celular e entregando a ele. — Pelo que parece, ela tentou falar com você e não conseguiu então, suspeitou que você estivesse comigo.

— Porra. — Ele diz enquanto lê as mensagens. — Eu sinto muito, Miranda.

— Não sinta. — Respondo. — Eu só estou aqui pra saber, porque você está mentindo.

— Eu não estou mentindo. — Ele diz me entregando o celular.

— Ninguém fazia ideia que você estava namorando, Justin. — Digo guardando o celular no bolso do casaco. — Nem sua mãe sabe. Como isso pode não ser uma mentira?

Justin olha para o lado, encarando a porta de um quarto a frente do seu e ri fraco.

— Meu relacionamento com a Selena, não tem a ver com o que os outros sabem. As coisas nem sempre tem que estar espalhadas para os 4 cantos do mundo. — Ele responde simples e sinto meu coração se apertar no peito. — Aliás, você demorou um ano para conhecer a minha mãe e nem por isso nosso namoro foi uma mentira... — Ele para e pensa. — Ou foi?

— Eu teria conhecido sua mãe antes mas, meu traba... — Tento falar, mas ele me interrompe.

— Seu trabalho não permitia. — Ele diz com uma paciência, desconhecida por mim. — Eu sei, muitas coisas aconteceram porque o seu trabalho não permitia.

— Eu tinha que estar comprometida com a carreira 100% do meu tempo, Justin. — Explico e ele assente. — Não é como se a culpa fosse minha.

Mas, é.

— Eu sei. — Diz ele.

O silêncio toma o ar e não tenho coragem de o encarar.

Eu era a errada.

Eu fui a que abandonou.

Eu fui a que perdeu.

Eu fui a que queria de volta.

Eu fui a... Tarde demais.

— Você já se perguntou o que poderíamos ter sido? — Questiono, tentando me manter estável.

— Nós não fomos. — Ele diz e olha para a porta ao lado, novamente. — É isso que aconteceu.

— Eu vi a forma como você olha pra ela. — Digo fazendo esforço, para minha voz não vacilar e Justin volta a me encarar. — Como se ela fosse a unica garota que você já viu... — Ele tenta falar algo mas, eu não permito. — Me pergunto como isso aconteceu tão rápido.

— Nós nunca sabemos o que o destino pode fazer com a gente. — Ele diz mais calmo do que eu imaginária que um dia ele poderia chegar a estar.

Minha cabeça está uma bagunça. Todos os meus erros, todas as más decisões e todos os caminhos percorridos em vão, se chocam de umas vez só contra mim, fazendo com que qualquer vontade que eu tivesse de não me alterar, acabasse de ir embora.

— A 3 semanas atrás, você não tinha nada. — Digo irritada, por lembrar do que eu sabia sobre ele, nos últimos tempos. — Então, não venha falar de destino pra mim. — Minha voz sai grave pela minha força em conter o choro. — Porque isso é uma merda.

Não consigo evitar minhas lágrimas, quando lembro das palavras da Selena nesse mesmo lugar dizendo que era a nova namorada dele, assim como não consigo entender tudo que aconteceu até agora.

— O que tem de errado? — Ele indaga parecendo preocupado com o meu estado.

O que tem de errado? Essa frase parece me perseguir.

O que tem de errado?

— Nós acabamos. — Digo tentando ser o mais franca possível. — Você encontrou alguém para amar, alguém para quem você olha, do jeito que olha, alguém que te marque, como você está marcado, mas eu... — Travo, tentando secar as lágrimas. — Eu estou aqui ainda e eu não tenho nada.
— Eu não entendo. — Ele diz parecendo confuso.

— Eu simplesmente não consigo colocar ninguém a cima de você. — Confesso. — Isso é uma merda.

— Todo esse tempo eu te culpei. — Ele diz e percebo que não está mais tão calmo. — Eu te culpei com todas as forças que tinha e eu te desejei tudo de ruim, que eu jamais pensei que fosse desejar pra alguém que um dia amei.

Amou. Passado. É isso que eu costumo fazer. Deixar que as pessoas pensem em mim como passado.

— Isso não é uma novidade. — Murmuro, fungando o nariz. — Muitas pessoas me odeiam.

— Mas, a culpa não é sua, Miranda. — Ele diz coçando a nuca. — E eu só descobri isso agora.

Do que ele está falando?

— Eu demorei pra superar, você não imagina o quanto. — Ele ri fraco e eu não tenho forças para o olhar nos olhos. — Você não sabe quantas vezes acordei e não sabia onde estava, não sabe tudo que eu fiz tentando fazer você voltar mas, eu superei e sei que você também vai. — Ele diz apoiando as mãos em meus ombros me forçando o encarar. — Você só precisa encontrar alguém do qual não sinta a necessidade de ir embora.

— Eu não a conheço. — Murmuro assim que ele solta as mãos dos meus ombros. — Não sei o que ela fez mas, seja lá o que for, você está uma pessoa muito melhor agora.

— Ela não fez nada. — Ele diz, olhando para a porta ao lado, rapidamente. — Eu só decidi que preciso ser mais paciente, com as pessoas a minha volta. — Justin para de falar e pensa um pouco. — Isso não funciona sempre, claro.

— Eu tenho certeza que não é isso. — Digo e, em seguida, rio fraco. — Mas, você nunca percebe.

— Não sei do que está falando. — Ele diz e parece sincero, mas ignoro.

— Eu preciso ir, agora. — Digo passando a mão no cabelo e ele assente. — Boa viagem amanhã.

— Obrigado. — Ele diz comprimindo os lábios. — Boa sorte.

Coloco as mãos nos bolsos do casaco e me viro começando a andar em direção ao elevador, mas paro antes de estar muito distante.

Olho para trás e vejo Justin encarando a porta, à frente da dele, tão fixamente que finalmente percebo o que está acontecendo.

— Justin? — Chamo e ele me olha parecendo incerto. — Simplesmente, bata na porta.

  ▪▪▪  

P.O.V SELENA GOMEZ

— Eu preciso ir. — Miranda diz e imediatamente eu me levanto do chão.

Penso se devo terminar de escutar, mas acho que já ouvi mais do que deveria.

Me afasto da porta e volto para a cama, não me importa mais o chá, sei que não me fará dormir.

Já deitada sob o cobertor, depois de abandonar o roupão em alguma parte do quarto, pego meu celular e entro no instagram. Curto algumas fotos, comento outras mas, só uma me chama a atenção.

Alfredo havia postado a foto que tirou de mim e Justin no dia anterior e de legenda, não havia nada mais do que um emoji de coração vermelho. Ele não nos marcou mas, Justin, no entanto, havia comentado um coração vermelho, também.

Volto a encarar a foto e nela nós estávamos nos olhando, entre sorrisos. Desligo o celular imediatamente e o coloco sobre o criado mudo ao lado da cama.

"Eu vi a forma como você olha pra ela, como se ela fosse a unica garota que você já viu." As palavras de Miranda me invadem, antes que eu que ouça o bater na porta.

Tiro o cobertor de cima de mim e desço da cama sentindo, novamente, o chão gelado sob meus pés, enquanto caminho em direção a porta.

Coloco a mão na maçaneta, enquanto tento pensar em que tipo de coisa me espera do lado de fora. Quando finalmente abro a porta Justin está a frente da mesma e com as mãos nos bolsos da calça, ele me encara.

— Posso dormir com você? — Ele questiona, como uma criança que teve pesadelos e pede aos pais para dormir com eles só por uma noite.

Não ouso responder, simplesmente, puxo a porta dando espaço para ele entrar.

Justin entra e eu tranco a porta. Me viro voltando para a cama e ele está tirando a calça, logo ao lado da mesma, enquanto me encara fixamente, talvez por causa da camisola que é curta, decotada e ainda tinha uma fenda na perna direita.

Me deito de costas para ele, puxando as cobertas para cima de mim e em alguns, poucos, minutos depois, sinto a cama se mexer e sei que ele está se deitando. Justin passa o braço ao redor do meu corpo, me abraçando por trás e apoiando sua cabeça em meu pescoço, sinto sua respiração, antes pesada, se acalmar contra minha pele e suspiro.

Eu não imaginava que depois de tudo que ouvi, ele ainda fosse bater na minha porta. 

 Fecho meus olhos sentindo cada parte do meu corpo agradecer, pelo simples toque dele mas, ainda assim, não durmo. Não consigo dormir, minha cabeça parece que não quer parar.

Depois de alguns minutos começo a pensar que Justin dormiu mas, percebo que estava enganada, quando ele me vira com agilidade para si e me encara tão fixamente, que só isso já basta para me arrepiar.

— Você está bem? — Indago mas, ele não faz questão de responder.

Justin leva uma de suas mãos para o meu pescoço, acariciando minha bochecha com o polegar, enquanto seus olhos estão fixos nos meus. Ele se aproxima da minha boca, encostando nossos lábios e dando início a um beijo lento e leve, que me fazia querer mais e mais. Justin para o beijo selando nossos lábios demoradamente e percebo que gosto mais disso do que imaginei que gostasse.

Quando abro meus olhos, ele ainda está a centímetros de mim, me olhando daquela forma como me olhará desde que abri a porta.

— Essa é a nossa última noite. — Ele diz, finalmente, e mesmo eu tendo consciência do que ele disse desde quando decidi que dormiria nessa cama, suas palavras tiveram muito mais impacto em mim do que eu imaginária.

Essa é a nossa última noite, em muitos termos mas, não sei sobre qual ele está se referindo.

— Então, faça valer a pena. — Digo e não permito que ele responda. Dessa vez, eu dou início ao beijo, não muito lento, e Justin parece gostar da ideia.

Ele tira a mão do meu pescoço apoiando a mesma sobre minha coxa, e a subindo por dentro da seda fina da camisola. Justin leva sua mão para minhas costas me puxando contra ele e acelerando o beijo.

Cada parte do meu corpo se incendeia como fogo em brasa, quando sua mão voltou para minha coxa e me puxou para ficar por cima dele. Nossos beijos pareciam me prender a ele, quando me sentei sobre seu quadril e me permiti rebolar fracamente sobre seu membro ainda coberto. As mãos dele deslisaram sobre meu corpo, como se me mapeasse para ter na memória quando precisasse. 

Quebrei o beijo, erguendo meu tronco, para me sentar direito e o encarando embaixo de mim, ele tinha as mãos apoiadas em minhas coxas e seu peito subia e descia por causa da respiração alterada.

— Eu não sabia que te deixei tão marcado. — Murmuro analisando as pequenas marcas arroxeadas e deslizando meus dedos entre elas, pela clavícula, o peito e até entre as costelas.

— Você não faz ideia de que tipo de marcas me deixou. — Ele diz com firmeza na voz.






〰〰〰
Iae gente bonita, come que ta?
Capítulo grande, nenom? Pse.
Beijão.

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