F I R E
{Aviso: Este capítulo pode conter conteúdo adulto e linguagem sexual explícita. Não ira ser o melhor hot da vida de vocês mas, tamo ai.}
Tenham uma boa leitura sz.
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Um provérbio Chines diz:
"UMA FAÍSCA PODE COMEÇAR UM FOGO QUE QUEIMA UMA CAMPINA INTEIRA."
No fogo o amor vai inflamar
Vai expandir, vai resistir, vai persistir.
O fogo
Que aquece, que queima, que vive.
O fogo
Muito mais que um dos quatro elementos de Aristóteles
É simplesmente
Fogo
Um dos filhos do sol, tão brilhante e radiante
Que vai nos queimar por inteiro antes que possamos perceber, que não era só uma pequena faísca.
Mas, não se engane com o fogo. Ele queimou a campina inteira muito antes de nos queimar de amor por dentro.
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Estou nervosa quando entramos no elevador, as portas se fecham e sinto o ar sair de meus pulmões como se fosse em câmera lenta.
Ele não havia falado, nem uma mísera palavrar, desde que me viu escutando sua discussão com Miranda. Eu não entendia como ele estava tão alterado, a alguns minutos atrás e tão quieto, agora.
— O que deu em você? — Me atrevo a perguntar enquanto fito meu reflexo na porta espelhada do elevador.
Eu não aguentava mais o silêncio que se formava entre nós, como uma muralha impedindo a vista do outro lado.
— Eu já estou cansado! — Justin diz travando o maxilar. — Já estou cansado de você e toda essa merda.
— Eu não fiz nada. — Digo em minha defesa e ele ri debochado.
— E o que foi o "Onde está a sua namorada, Justin?" em seguida do "Eu estou aqui" e "amor?" — Ele diz afinando a voz e em seguida mandando um beijinho, se referindo ao beijo que eu havia lhe dado quando disse que era sua namorada.
— Eu só estava tentando te ajudar! — Digo, fazendo-o levar sua atenção a mim.
— Me ajudar? — Ele diz rindo, debochado. — Você está brincando comigo, Selena.
— Você não sabe o que falar. — Recuo.
— EU SEI. — Justin grita me fazendo travar.
Pela primeira vez vejo a raiva no rosto de Justin, ele respira fundo mas, consigo perceber que sua tentativa de se acalmar não da certo, já que suas mãos se fecham em punho.
Justin leva uma de suas mãos, já aberta, a cabeça e a passa nervosamente pelos cabelos. Seu maxilar estava marcado e ele estava tão bonito.
Droga!
Eu já havia decorado seus trejeitos de nervosismo, talvez por convivência ou talvez porque eu gostasse de ver ele perdendo o controle da pouca paciência, que ele tanto se esforça para ter.
— Eu sei que você beijou o Oliver no dia da reunião, e eu sei que ele te convidou pra jantar e que você foi embora com ele da boate, mesmo depois de eu ter te beijado e te pedido pra ficar. — Ele diz com o tom de voz ainda alterado pela raiva. — Eu vim pra cá disposto a manter nossa relação estritamente profissional e como se não bastasse, você resolve fingir que é a minha namorada e fazer toda essa palhaçada com a minha cabeça.
Estou estática. Justin cospe as palavras com tanta raiva que sinto que estou encolhendo diante dele
Ele anda até mim me deixando contra a parede gélida do elevador, enquanto tento raciocinar tudo que ele havia dito.
— Então me diga, Selena... — Justin diz sorrindo sem mostrar os dentes mas, eu não ouso abrir a boca. — Se isso não é uma brincadeira, o que é?
Droga.
Não consigo pensar direito.
Justin me encara com a respiração pesada, enquanto o silêncio toma conta daquela caixa de metal espelhado.
Eu queria dizer alguma coisa, queria dizer que não estava brincando com ele mas, conforme eu olhava em seus olhos me sentia culpada, mesmo não tendo nenhuma culpa.
Eu queria dizer que só fui embora por causa da Taylor e que ir com Oliver não era minha intensão. Queria dizer que o real motivo para eu ter me fingido de sua namorada era porque estava com ciúmes da super modelo, ex-noiva dele. Mas a única coisa que eu conseguia fazer, era encará-lo como se tudo que ele havia dito fosse verdade.
— Eu não estou brincando com você. — Murmuro, sentindo alívio por ter conseguido dizer algo que não soasse tão patético.
Ele me encara tão fixamente, que parece ler as entrelinhas de todas a minhas palavras.
Antes que eu possa perceber, Justin apoia uma de suas mãos em meu pescoço com velocidade, juntando nossos lábios e dando início ao beijo tão desejado por mim.
Ele introduz a língua na minha boca, dando ao beijo um gosto de bala de cereja e eu poderia estar delirando neste momento mas, nunca gostei tanto de cereja, como agora.
Minha respiração fica descompassada quando sinto suas mãos passearem nervosamente pelo meu corpo, enquanto eu tento o puxar mais para mim.
Eu poderia escolher qualquer jeito para terminar com essa noite. Uma nova discussão, um último beijo, um palavrão qualquer ou simplesmente as portas do elevador se abrindo. Mas, na verdade, eu não quero que termine, eu quero que continue até que não tenha mais opção de continuidade.
Enquanto tento controlar minha respiração, uma das mãos de Justin desliza da minha cintura para o meu quadril, diminuindo a velocidade quando chega a minha coxa.
Ele levanta minha perna a altura do seu quadril e volta a deslizar a mão pela minha coxa, parando quando chega a minha bunda, e a apertando me fazendo arfar.
Justin morde levemente meu lábio inferior, quebrando o beijo e eu sorrio. Ele começa a beijar a curvatura do meu pescoço e sinto os pequenos chupões dele no mesmo.
Sua mão volta a deslizar na minha coxa, e ele me pega no colo.
Cruzo minhas pernas em volta de sua cintura, enquanto ele volta a beijar minha boca. Justin aperta minha bunda, provocando um gemido falhado de mim, entre o beijo.
De repente, a porta do elevador se abre e eu interrompo o beijo descruzando minhas pernas de sua cintura e descendo de seu colo com rapidez, olhando para o corredor, que por sorte estava vazio. Justin começa a rir e eu o encaro.
— O que foi? — Questiono um pouco ofegante e ele continua rindo. — Não tem graça.
— Isso porque você não consegue ver suas bochechas vermelhas. — Ele diz em meio a um sorriso indicando uma de minhas bochechas.
A porta do elevador começa a se fechar mas Justin não permite, a segurando. Ele volta a me encarar, agora sem o sorriso no rosto, e mesmo sem dizer nenhuma palavra sei que estou me perguntado o mesmo que ele.
No meu quarto ou no seu?
Com rapidez, Justin passa o braço direito ao redor da minha cintura, me puxando para fora do elevador. Ele volta a me beijar, enquanto passa a mão entre os bolsos da calça na tentativa de encontrar o cartão-chave.
Sorrio pela sua pressa, que me coloca contra a porta do seu quarto. Justin inclina a cabeça na curvatura do meu pescoço, beijando o mesmo, enquanto passa o cartão na porta, ele praticamente me carrega para dentro do quarto, fechado a porta com agilidade e prensando meu corpo, novamente, contra a mesma.
Ele volta a me beijar com certa rapidez, enquanto desliza o sobretudo pelos meus ombros, que cai no chão sem muita demora. Com dificuldade, começo a desabotoar a camisa dele e ouço o barulho dos botões estourando por conta da força que eu usei.
Já sem camisa, Justin desce seus beijos para o meu pescoço, sua respiração estava quente e ofegante, suas mãos passeavam pelo meu corpo com agilidade, me fazendo arfar.
— O seu cheiro ficou grudado em mim a manhã toda. — Ele diz, tirando minha blusa em seguida e sua voz soava mais grossa que o normal.
Justin volta a me beijar, me pegando no colo. Entrelaço meus dedos nos cabelos de sua nuca enquanto sinto ele nos locomover até a cama. Ele me deita, ficando por cima de mim e por um estante para. Eu estava entre seus braços, Justin me olhava fixamente nos olhos, e eu sentia cada extensão muscular do meu corpo, implorar para que ele me tocasse.
Ele sorri fraco, negando com a cabeça e impulsionando meu corpo para cima, suas mãos vão para o cós da minha calça jeans, à removendo do meu corpo logo em seguida. Ajoelhado na cama, Justin encara meu corpo ainda coberto pela lingerie azul marinho, ele deslisa as mãos espalmadas, pelas minhas coxas, subindo pela lateral do meu corpo até chegar as minhas costas, desabotoando meu sutiã e se livrando do mesmo.
Justin começa beijando minha clavícula, deslisando pela minha pele até chegar aos seios, que subiam e desciam por conta da minha respiração descontrolada, sua mão esquerda entra em minha calcinha e sinto seus dedos roçarem contra minha intimidade, me provocando gemidos abafados.
Movimento minhas mãos para o cós de sua calça a tirando com dificuldade, enquanto sinto a maciez da sua boca, distribuindo chupões por toda a extensão do meu peito, em seguida, descendo pela minha barriga até chegar a barra da minha calcinha, suas mãos puxão a mesma, a tirando de mim e jogando em alguma parte do quarto. Justin levanta minha perna esquerda para cima do seu ombro, em seguida, deslisando seus lábios do interior da minha coxa para minha intimidade, me penetrando com o dedo, seguidamente.
Arqueio minhas costas, sentindo cada espasmo do meu corpo em reação aos seus movimentos, minhas mãos seguravam o lençol da cama como um ponto fixo e se eu tinha alguma intenção de controlar a minha respiração, a essa altura já estava perdida.
Justin sobe de volta para região da minha barriga, a beijando rapidamente e se afastando do meu corpo, ele se estica em direção ao criado mudo e puxa a gaveta com certa rapidez, tirando de lá uma camisinha. O ajudo a se livrar da cueca, colocando o preservativo.
Ele apoia a mão esquerda ao lado da minha cabeça, me dando uma visão privilegiada de seus músculos contraídos e veias saltada. Justin deslisa a mão direita pelo meu corpo, até chegar na minha coxa a levantando e apoiando em seu quadril, ele se inclina sobre mim segurando minha perna com cera força, dando inicio a penetração. Gemidos escapavam da minha boca enquanto eu passava meus dedos entre os vãos de suas costelas, sentindo cada músculo de suas costas se contrair conforme ele me entocava.
Justin apoia a cabeça em meu pescoço e consigo ouvir nitidamente os fracos gemidos escapados de sua boca e abafados pela minha pele. Eu sentia que ele tinha todo o poder sobre mim, para fazer o que fosse de sua vontade, no momento que desejasse.
Cada sensação, cada movimento, tudo parecia girar conforme o nome dele escapava entre meus lábios. Pela primeira vez em muito tempo, nada parecia estar faltando.
Alguém por favor, não permita que eu saía tão cedo desta cama, amanhã de manhã.
...
OS QUATRO ELEMENTOS.
Ar; Água; Terra; Fogo;
No ar o amor vai propagar,
Na água o amor vai contaminar,
Na terra o amor vai entranhar,
No fogo o amor vai inflamar.
Tudo trás amor, tudo é amor, tudo em nós vira amor.
Não destrua o amor, não permita que alguém destrua o amor.
〰〰〰
PRIMEIRAMENTE, FETISH PORRA
SEGUNDAMENTE, BOA NOITE.
Esse foi o fim do especial e eu quero agradecer a todos, por todo o carinho, vocês são maravilhosos!
Até a próxima.
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