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Capítulo 7

Sai do "confessionário" e encontrei meu pai que já estava a minha espera do outro lado da porta. Ele apenas me encara e não diz nada, não se mexe, não respira apenas me encara.

— Você acha que é possível ele ser de CastleCold e não possuir nenhum poder de lá? — Pergunto com o tom da minha voz baixo.

— Pode ser que sim. Existem algumas histórias de pessoas que mesmo nascendo em uma determinada casa possui poderes completamente diferentes. É uma situação rara mas acontece.

— O que vamos fazer com ele? — Aponto a cabeça para a porta atrás de mim.

— Eu tenho algumas ideias mas quero uma reunião com o conselho antes para tomar definitivamente minha decisão. — Papai explica.

— E quando será?

— O mais rápido possível. Não se preocupe vou tomar conta de tudo. Agora volte para cama você precisa dormir. — Faço que sim com a cabeça.

Antes de meu pai sumir pelos labirintos do palácio de Gardênia o chamo para uma última pergunta que me interessa.

— Como sabia que Adam não era Ahzac?

Papai respira fundo antes de me responder. Percebo que ele solta os ombros ao ouvir minha pergunta, lentamente meu pai se vira para mim segura minhas mãos e então decide falar.

— Eu e Ahzac éramos amigos sabia? — Faço que não tentando encontrar seus olhos. — Antes de tudo éramos amigos.

— Pai se não quiser responder tudo bem eu entend...

— Ele sabia muito sobre mim como eu sabia muito sobre ele. — Me interrompe e continua.
— Nunca percebi quando foi o momento exato que ele tinha se transformado em um homem ambicioso e egoísta, talvez eu não tenha sido um bom amigo para perceber mas eu o conheço e o reconheceria de longe. Mesmo com a aparência de uma outra pessoa ganhado após ter uma morte sempre o reconheço.

— E como o senhor consegue? — Pergunto curiosa.

— Éramos amigos Aalis, amigos costumam se reconhecer mesmo depois da amizade ter se tornado uma grande bola de ódio. Mas também pelo fato de que Ahzac tem uma marca de nascença no braço direito perto do punho, ele pode morrer quantas vezes quiser e voltar a vida quantas vezes quiser, com o corpo de quem quiser mas a marca sempre estará lá intacta grudada na pele dele. Muitas pessoas nem se quer reparam, deixam escapar um simples detalhe mas preste atenção Aalis Grandini siga a marca. É irreconhecível se você um dia chegar a vê-lo saberá reconhecer e quando você ver a marca ai sim você pode se preocupar porque com certeza é Ahzac.

                                                                                         ...

Meu sono é pesado e profundo. O dia anterior tinha sido um inferno, muitas coisas aconteceram e a pior delas foi Adam. Adam Kieran. O homem que tentou me matar. O homem que me insultou depois mudou de ideia e depois deu em cima de mim. O homem que estragou um evento de chás que já estava estragado. O homem que me fez levantar as três da manhã para fazer um maldito interrogatório.
Depois que falei com meu pai e descobri que ele e Ahzac eram amigos voltei para o meu quarto e caí na cama do jeito que eu estava. Com meu robe, cansada, exausta e graças a Adam sem dignidade. O sono me parece tão bom fecho os olhos e não tem Adam, não tem coroa, não tem chás e não tem problemas. Me manteria no sono pela eternidade se pudesse mas não posso pois não estou morta. Não tenho esse luxo.

Pisco meus olhos antes de abri-los totalmente, a claridade do quarto me arrepia. Percebo que estou de bruços abraçada com o travesseiro como se fosse meu porto seguro, levanto minha cabeça para correr os olhos pelo meu quarto deixando um fio de cabelo cair sobre meu rosto e não tem ninguém aqui, nada de Lilibeth e nada de Luanda. Mas ouço barulhos vindos do banheiro só que não me levanto continuo na cama, ninguém veio me acordar por quê eu iria me levantar?

— Alteza. — Lilibeth aparece saindo do banheiro.

Levanto e me sento na cama ainda tonta de sono e a observo se movimentar pelo quarto chamando Luanda para servir meu café preto de rotina.

— Alteza como passou a noite? — Luanda pergunta servindo minha xícara.

Jogo meus cabelos para trás e respondo tentando acordar com um gole do meu café.

— Eu estranhamente dormi bem. Muito bem aliás, acho que dormi assim por conta do cansaço e não vamos esquecer que ganhei uma bela surra ontem. — Me lembro das mãos de Adam na gola do meu vestido me jogando para longe.

— Mas a senhorita se saiu muito bem também. — Lilibeth sorri.

— É. — Dou de ombros. — Acho que sim.

— Nós já estávamos prevendo que a senhorita iria acordar pois seu banho já está preparado. Pode ir quando quiser. — Lilibeth se curva.

— O que eu fiz para merecer vocês em? Vocês são incríveis eu vou já para o meu banho isso me relaxa. — Deixo a xícara na bandeja encima da minha cama e me levanto. — O sol não está muito forte para esse horário?

Estou parada em frente a janela do meu quarto e para olhar melhor para o céu me aproximo da sacada. Lilibeth e Luanda vem logo atrás de mim e observam o céu também.

— Bom senhorita eu creio que não haja nada errado com o sol. — Luanda força o olhar para cima.

— Quantas horas já são? — Me viro confusa olhando para elas.

— Deve ser quase uma da tarde. Servimos apenas um café forte porque o almoço logo será servido. — Encaro Lilibeth.

— Uma hora? — Corro de volta para o quarto e olho para o relógio grudado na minha parede. — Mas por que eu dormi tanto? Por que não me acordaram? Meu Deus eu tenho um bilhão de coisas para fazer! Ninguém veio me chamar ou algo assim?

— Muitas pessoas vieram aqui mas seu pai deu ordens restritas: deixar você dormir por conta do cansaço e não deixar ninguém além dele entrar...

— E é por isso que ninguém apareceu para te acordar porque tivemos que barrar na porta. — Luanda conclui para Lilibeth.

— Certo. Então é melhor eu me apressar para me arrumar e descer logo não quero perder mais tempo.

Entro no banheiro para tomar meu banho.

Pronta, limpa, descansada e bem vestida. Hoje pedi para Lilibeth me vestir com calças jeans, botas e uma blusa. Coisa simples mas que não deixa de passar para os outros a imagem principal "sou a rainha me obedeça."
Amarrei meu cabelo em um rabo de cavalo e para não deixar o look simples demais passei um batom vermelho.
Estou descendo para a sala de jantar já está na hora do almoço. Quando escancaro as portas para entrar dou de cara com o conselho na mesa junto com meu pai.
Gennor, Atarnon, Tacela, Elaut, Lenna, Beknor, Laiella e Elaa todos do conselho, todos os lideres das casas de Galwey e Drofey estão presentes. É bom vê-los já faz um tempo em que não recebemos visitas de alguns deles.
Todos se levantam e curvam a cabeça para mim e é nesse momento que eu descubro que há algo errado. No meio de tanta gente em pé me saudando como deve ser, lá está ele sentado na mesa da Elite limpando os dentes com cara de deboche enquanto zomba de quem se curva para mim. Meus olhos vão direto para os olhos de meu pai e minha raiva é transparente.
Dou um sorriso para todos os presentes e estico os braços para as tantas mesas ordenando que voltem para o que estavam fazendo. Caminho passando direto na mesa da Elite indo para a mesa Real.

— Olha só! eu durmo por alguns minutos a mais e acordo com a presença de todos vocês? Que falta de modos da minha parte. — Sorrio para todos fuzilando meu pai e minha mãe com os olhos.

— Não queríamos acordá-la sabemos como ontem deve ter sido cansativo para você. — Elaa se levanta para me cumprimentar.

Elaa Vadax portadora da eletricidade. Uma das líderes mais bonitas que conheço. Seus cabelos são de um rosa seco meio platinado, seus olhos são de um verde claro, em seus lábios além de um batom rosa que realça sua boca descansa também um piercing na parte superior. Em sua cabeça uma coroa afiada e bela com pedras negras por toda a parte. Elaa é sensual e sexy sem fazer esforço e eu realmente não sei como ela consegue ser assim com tanta espontaneidade.

— Sim com razão Elaa ontem foi bem cansativo mas o que me deixa surpresa é que o motivo do meu cansaço ao invés de estar atrás das grades estar na mesa da minha Elite. — Respondo Elaa mas o rumo de minha resposta é para meu pai.

— Elaren! — Minha mãe me repreende.

— Qual é pessoal vamos falar sobre isso depois pois eu estava morrendo de saudades da pequena futura rainha. — Elaut se levanta da mesa e me joga em suas costas.

Elaut Ruwon se lembram do cara que eu quebrei a perna? Elaut não é muito forte em questão de aparência ele tem uma estrutura normal. Seu porte é fino e sua postura mais ainda, ele é o mais requintado de todos os homens do conselho, sempre muito bem vestido, muito bem perfumado mas mesmo com todo esse requinte ele não se controla ao me ver. Elaut tem uma feição de bravo com a cara fechada mas não é tanto, na verdade ele é uma pessoa maravilhosa.

— Me ponha no chão seu cretino. — Brinco. — Ainda recepcionando as pessoas como um animal selvagem Elaut? Não se esqueça que já quebrei uma de suas pernas posso quebrar outra vez se quiser.

— É disso que eu falo senhores! — Elaut grita para a sala de jantar inteira levantando os braços para mim. — E você sabe que sou um cara de uma...

— Postura fina. — Todos na mesa terminam a frase de Elaut já sabendo o que ele ia dizer pois ele sempre diz a mesma coisa.

— Isso é só com você se sinta importante. — Beija meu rosto.

— É claro que sim. — Sorrio ainda mais.

— E eu não ganho nada de minha afilhada? — Beknor diz.

— Mas é claro que sim. — Vou até ele e lhe dou um abraço.

— Senti saudades. — Sussurra.

— Eu também. — Sussurro de volta.

— Bom já que Aalis está presente. — Papai se levanta, limpa a garganta para chamar a atenção de todos e assim que o faz fala.
— Gostaria de dizer a todos vocês que nosso palácio tem um novo integrante e um novo guerreiro.

Ele não vai fazer o que eu penso que ele vai. Ele não pode fazer isso comigo.

— Quero que deem as boas vindas ao Adam Kieran! — Papai levanta sua taça para ele.

Meu queixo cai.
Todos na sala aplaudem como sinal de boas vindas ao Kieran.

— Obrigado! Obrigado! — Adam se levanta para falar. — Eu sei que comecei com o pé esquerdo mas pretendo mudar esta realidade e vocês não vão se arrepender de me terem aqui. Disso vocês podem ter certeza.

Mais uma salva de palmas puxada pelo meu pai e pelos integrantes do conselho. Olho para eles incrédula.

— E eu também comecei o pé esquerdo com a senhorita Aalis Elaren Grandini. — Levanta sua taça de vinho para mim. — Mas tenho certeza que nos daremos super bem.

Olho para o meu pai não entendendo essa palhaçada. Estou em pé chocada com o que acabou de acontecer mesmo quando todos já estão sentados principalmente meu pai e Adam. Minha respiração é forte. Meu pai vira o rosto não querendo me encarar e então decido olhar para Adam novamente. Ele está encostado na cadeira como sempre sem postura nenhuma bebendo seu vinho, ele percebe meu olhar faz um brinde silencioso para mim acompanhado de um sorriso ridículo, fecho a cara e ele pisca para mim.
Chega! Perdi a merda da fome.

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