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Capítulo 20

Addy Grandini

Aalis desapareceu, foi tudo tão rápido que mal piscamos e ela já havia sumido. Os palhaços nos cercaram e nos afastaram dela, músicas estranhas ecoavam pelo salão de festa onde estávamos e cada um dos palhaços sussurravam algo estranho e nada entendível, nos deixando tontos e sem direção. Agora estamos todos aqui trancafiados em celas frias e duras nas masmorras de nosso próprio palácio.
Mas a preocupação real é Aalis. Não saber onde ela está e como ela está é realmente assustador, nunca pensei que sentiria algo tão profundo. Mesmo Aalis sendo a mais velha dos quadrigêmeos Didacus, Bogdan e eu nos sentimos responsáveis por ela como se ela ainda fosse nossa eterna princesinha mimada, ela é a nossa princesinha mimada, ou melhor ela é nossa futura rainha, o futuro de Gardênia, não agiríamos diferente temos o dever de protegê-la e agora só Deus sabe o que está acontecendo com ela. Mas seja o que for peço para que ela inda esteja viva.

— E se Aalis estiver morta? — Ariella abre a boca mais uma vez.

— Cala-te! — Meu pai esbraveja avançando nas grades da cela.

A cela de Ariella é logo a frente da nossa, nela está ela, Connor e mais algumas outras pessoas. Na minha estão papai e mamãe, Bogdan, Didacus, Beknor, Atarnon, Gennor que ainda se encontra com ferimentos e Elaut. Na cela ao lado está Cedric, Tacela, Lenna, Laiella, Gael e Owen. Na cela a minha direita está Lilibeth, Luanda e Armena e no final dos corredores uma cela com Eliott e Marjorie.

— Ariella se não tem nada de útil para dizer peço que permaneça em silêncio. — Minha mãe intervêm com classe mas ao mesmo tempo com autoridade.

— Aalis não morreu e iremos dar um jeito de sairmos todos daqui. — Prometo.

— Vamos manter a calma...

— Por que não usamos nossos poderes? Poderíamos sair daqui com muita facilidade ao invés de ficarmos parados sem fazer nada. — Connor interrompe Lenna.

Provavelmente ele fez isso para se mostrar inteligente para meu pai. O que não deu certo, acho que o eterno puxa saco de meu pai se esqueceu que há séculos atrás quando nossos ancestrais construíram o palácio fizeram questão de colocar Turmalina Negra uma pedra preciosa que bloqueia todo tipo de poder.

— Connor você faltou as aulas de história na sua época de ensino? — Pergunta Gael.

— Não compreendi. — Connor se sente confuso.

— Todo mundo sabe que as prisões e masmorras de Gardênia possuem Turmalina Negra bloqueadora de poderes. E todo mundo sabe que Ahzac sabia disso e todo mundo sabe que uma das únicas que não perde o poder quando está perto de uma Turmalina é Aalis...

— Que no caso não está aqui. — Cedric termina o raciocínio de Eliott.

— Vocês deveriam se manter em silêncio, não suporto mais ouvir os sons das vozes de vocês.

Este deve ser o tal de Cander. Alto, comprido, mais ou menos uns 45 anos, arrogante. Cander usa um tapa olho em um dos olhos, seus cabelos são grisalhos e bagunçados e sua postura é repugnante. Deve ser ele mesmo comandante da tropa de guardas de Ahzac provavelmente seu braço direito mais conhecido como puxa saco.


— Se esqueceu com quem está falando súdito? — Bogdan explode em raiva avançando contra as grades da cela.

Cander solta altas gargalhadas.

— Onde está minha filha seu...

— Morta! — Responde com rapidez. — Mas se não estiver estará a qualquer momento.

— Não podem fazer isso. — Diz minha mãe com os olhos já cheios d'água.

— Quero todos em silêncio, sem nenhum ruído. Não vou avisar outra vez. — Cander desaparece da mesma forma como entrou.

— Isso é inaceitável! Não vou permitir que minha irmã morra eu prometo minha mãe. — Seguro em suas mãos e tento passar o máximo de confiança.

Didacus e Bogdan se juntam a mim para acalmar minha mãe e apoiar meu pai que se mantém com a postura intacta mas com o emocional destruído. Para ele estar assim vulnerável nas mãos de Ahzac preso em uma cela com a filha prestes a ser morta e com seu povo a mercê de um tirano traidor ao lado de uma das suas é com certeza inaceitável. Para outros o certo seria aceitar a situação e esperar o pior mas não para meu pai rei de Gardênia.

— Adam! — Marjorie grita de repente. — Onde está Adam? Ele não está aqui.

Percebo uma felicidade no rosto de Marjorie e logo percebo também o que no fundo ela sente. Esperança.

— O que tem haver Adam com a situação? — Atarnon pergunta sem entender o real motivo da felicidade de Marjorie.

— O que estamos perdendo? — Beknor se levanta e se esforça para compreender.

— Adam não está entre nós... — Tento explicar a situação e raciocinar ao mesmo tempo. — Não está preso e da última vez que o vimos estava sendo levado para a ala médica do palácio.

— Você acha que Ahzac não conseguiu encontrá-lo? — Meu pai compreende e se anima por um momento.

— Isso é ótimo mas como vamos fazer para que ele nos encontre?

— Laiella tem razão. — Tacela intervêm. — Como saberá onde estamos?

Ando de um lado para o outro pensando e repensando em como faríamos para fazer com que Adam soubesse que estávamos aqui. Ele estava muito machucado da última vez que o vi. E como poderei ter certeza de que Ahzac não o capturou? Ou como terei certeza se ele não está morto?
Se eu fosse o primogénito seria rei, então teria sempre que resolver situações de circunstâncias parecidas. Tenho que pensar como um rei neste momento.

— Cander! — Grito.

— Mas será possível! o que querem? — Cander resmunga até chegar em minha cela.

Tenho que tentar, pode ser em vão mas tenho que tentar. Puxo Cander pela gola da camisa para mais perto de mim através das grade da cela. Ele se assusta e grita de dor por seu rosto ter batido com força nos ferros da grade. Olho para as pedra de Turmalina Negra e peço em mente para que elas desapareçam pelo menos por um segundo. E assim as faço em minha cabeça, desaparecerem. Agarro Cander com mais força, olho no fundo de seus olhos e me preparo para usar meu poder.

— Você não vai conseguir. — Cander vocifera tentando se soltar.

— Addy você tem certeza disso meu filho? — Meu pai questiona.

Não respondo apenas me concentro.

— Se você conseguir entrar na mente dele terá pouco tempo pois as pedras vão bloquear tão rápido que você não vai nem perceber. — Cedric grita para mim.

— Terá poucos segundos e pode ser perigoso para você meu irmão. — Bogdan insiste.

— Eu já sei o que pedir para nos tirar daqui. — Digo em tom alto e nervoso.

Silêncio no local. Tenho que ser rápido.

— Escute bem, arrume um jeito e traga Adam até mim. — O solto com rapidez batendo em seu peito para que ele se afaste para trás.

Cander cambaleia para trás meio tonto e voltando ao normal. Isso é sinal que minha tentativa de hipnose talvez tenha dado certo.

— O que aconteceu aqui? — Pergunta com as mãos na cabeça.

— Acho que você anda bebendo demais... Cander. — Armena responde com sarcasmo.

Cander não diz nada, apenas checa os cadeados das celas e volta para onde estava sem entender absolutamente nada.

— Você acha que deu certo? — Minha mãe pergunta.

— Eu espero que sim. — Respondo.

— Será que ele desconfiou? — Beknor pergunta com um certo receio.

— Não. — Meu pai responde por mim. — Vamos esperar e ver se o plano de Addy funciona.

Se passaram horas, esperamos por horas e eu já estava acreditando que meu plano não tinha dado certo. Já estava começando a bater um desespero no peito, toda a masmorra estava em silêncio ninguém dava nenhum pio. Qualquer ruído era motivo para nos chamar atenção, olhávamos para a entrada e nada de Cander aparecer.
Até que quando eu menos esperava Cander surge com uma postura robótica, com cara de morto vivo, sem controle de seu corpo e sem ações próprias segurando Adam pelos braços com força.

— Eu sabia que era obra de algum Grandini. — Adam dá um sorriso de canto de boca.

Nos levantamos ansiosos. Mal acredito que consegui entrar na mente de Cander mesmo com as Turmalinas Negras.

— Adam não temos tempo. Precisa nos tirar daqui. — O incentivo a se apressar.

— Onde está Aalis? — Os olhos de Adam passeiam por todo o ambiente.

— Ahzac a pegou. — Papai responde.

— Como assim...

— Vamos Adam! — Bogdan se exalta. — Não temos tempo Cander não ficará assim para sempre.

Adam enfia as mãos nos bolsos de Cander e mesmo com curativos pelo corpo e faixas ele consegue se apressar e ir o mais rápido possível.

— Vamos meu pai...

— Eu não vou! — Paro no lugar. — Não seria inteligente todos nós sairmos, Ahzac tem guardas e soldados por todos os lados e estamos em desvantagem quanto mais gente for mais atenção será chamada e vocês voltarão para o mesmo lugar e tudo será em vão. Sem contar que não deixarei Gardênia e Galwey para trás. Um rei jamais deixa seu povo para trás.

— Então o que vamos fazer meu pai? Diga! Ok... Ok o que senhor acha que devemos fazer? — Entro em desespero.

— Vá com alguns de nós o resto ficará comigo aqui. Ahzac por incrível que pareça não vai nos machucar tão cedo. Se vocês conseguirem pegar Aalis vocês nos darão tempo porque ele irá até os confins do inferno para achá-la. — Papai explica.

— Vamos para onde quando pegarmos Aalis? Vamos fazer o quê depois disso? — Adam intercala seu olhar entre meu pai e eu.

— Nas histórias antigas para matar um humano possuído pela reencarnação era necessário matar com uma adaga especial...

— Que provavelmente não existe mais. — Bogdan debocha.

— Sim não existe mais mas há algo que vocês poderão fazer para depois voltarem e destruir de vez Ahzac Darkroon.

— O que devemos fazer? — Pergunta Cedric se incluindo no grupo que saíra atrás de Aalis e de uma solução.

Olhamos uns para os outros aguardando a resposta de meu pai.

— Vocês irão fazer da seguinte forma...

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