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Capítulo 18

Está difícil respirar, me sinto sufocada, presa e sem ar. Abro os olhos e ainda vejo apenas a escuridão como se estivesse cega. Mesmo sem conseguir me mexer muito viro me para o meu lado direito, nada, viro para o lado esquerdo e nada, não vejo nada apenas escuridão. Tento me levantar e bato a cabeça em algo que não consigo identificar, respiro fundo, estico meus braços mas não consigo esticá-los direito pois à um tipo de parede me prendendo. Penso ser um caixote ou uma caixa mas o que está embaixo de mim é macio como uma cama, um veludo, não seria uma caixa qualquer.
Um caixão, estou dentro de um caixão como se meu corpo fosse um corpo morto mas não estou morta, me sinto morta mas sei que não estou.
Tento levantar a tampa do caixão mas minha força não é suficiente. Não quero entrar em desespero para não piorar minha situação só que se torna algo difícil para mim, quase impossível para ser sincera. Bato com força na tampa do caixão deixando o desespero enfim tomar conta de mim, não quero morrer assim na minha própria companhia, não quero me ver morrer pois assim será minha morte se continuar aqui dentro, lenta e dolorosa.

— Socorro! Deixe-me sair! Socorro! — Esperneio sem cessar.

Ninguém me responde.
Penso que horas se passaram ou dias ou podem ter se passado apenas minutos não sei bem como acompanhar o tempo dentro de um caixão sem ver a luz do dia. Mas posso supor que estou aqui há muito tempo, surtando ou ficando louca. Meu corpo está fraco, minha respiração lenta, minha voz não sai nem mesmo para tentar me tirar daqui, meus olhos não suportam mais a escuridão e não suportam ter o trabalho de se manterem abertos, meus pensamentos começam a me torturar com várias possibilidades do que está acontecendo do lado de fora ou do que já aconteceu, meus poderes? Não sei se existem mais pois neste momento não estão servindo para nada.

— Por favor... — Sussurro fraca. — Me tirem daqui... — Uma lágrima cai de meu rosto e imploro sem ar.

Um som diferente surge do lado de fora, por dentro meu coração acelera de esperança e ao mesmo tempo de medo mas por fora estou morta sem conseguir se quer mexer meu corpo.
Ele surge junto com a luz do dia quase me deixando completamente cega. Com muito custo e dor forço meus mecanismos motores a virar a cabeça para olhá-lo melhor. Seus olhos são de um negro avassalador, sua pele é completamente branca como se tivesse morrido, sua palidez me assusta. Ele usa uma vestimenta que tem misturas de vermelho sangue e preto dark, seus cabelos são louros e fios caem em seu rosto quando ele se inclina para me segurar, uma ação não esperada quase me mata... Ahzac sorri para mim, um sorriso largo e demorado. Não sei esconder minha confusão.
Ahzac Darkroon finalmente me encontrou depois de anos e não sei bem o que pensar neste momento mas estou tão acabada que até pensar me dói.
Ahzac primeiramente encosta e alisa meus braços, seus dedos são gelados. Pele fria. Seu olhar sobre mim é de obsessão posso ver meu reflexo no brilho de seus olhos ao me encontrar. Depois ele passa as mãos pela minha cintura e para o meu azar estou com o vestido todo decotado tanto na frente e atrás quanto dos lados deixando minha cintura exposta as suas mãos que me acariciam lentamente. No ato vejo a mancha em seu punho que meu pai havia falado.
Ele me segura forte e me puxa para seus braços. Como um ato de proteção jogo meus braços envolta de seu pescoço e sem controlar meu corpo deito minha cabeça em seu ombro. Meu medo de morrer lentamente dentro daquele caixão é bem maior do que morrer nas mãos de Ahzac. Sei que estou perdida, completamente perdida troquei uma morte pela outra mas não tenho escolhas, de todo jeito irei morrer. Acho que estou começando a aceitar o meu fim que parece tão perto. Que vergonha para mim morrer de forma tão banal e sem pelo menos lutar ou sem pelo menos deixar um ideal para trás, que tipo de rainha seria eu agindo de tal forma?
Darkroon se levanta e me ajeita em seu corpo, ainda estou grudada em seu pescoço e apesar de estar com os olhos abertos não enxergo um palmo a minha frente mas sei que ainda estou em Gardênia reconheço minha casa.

— Por favor seja rápido. — Sussurro em seu ouvido.

— O que disse? — Sua voz é firme e passiva ao mesmo tempo.

— Ao me matar... — Explico. — Seja rápido ao me matar. Esse é meu pedido Ahzac.

— Como quiser Alteza. Seu pedido será uma ordem morrerá com toda honra que merece.

E essa é a última coisa que escuto antes de cair na escuridão de meu sono novamente.

                                                                                  ...

Ahzac neste novo corpo deve ter mais ou menos uns 30 anos praticamente, quase o dobro da minha idade. Ele tem uma aparência bonita porém morta, tudo nele parece estar morto deve ser pelo fato de que seu poder de reencarnação tenha alguns efeitos colaterais ou algo semelhante a isso. Quando me lembro do pouco que vi de seu rosto quando me tirou do caixão logo me vejo há anos atrás quando ainda era uma menina correndo para me esconder de Ahzac. Não entendia porque alguém queria me matar, mal tinha eu anos de vida para ameaçar alguém, não tinha feito nada, era apenas uma criança. Me lembro de as vezes perguntar para minha mãe se o fato de Darkroon querer me matar era por causa de meus cachos.

— Ele não gosta de meus cabelos mamãe? — Perguntava sem entender.

— Não minha querida. Não é isso. — Mamãe respondia tentando segurar o choro.

— Bogdan as vezes diz que meus cachos são feios e mal feitos... Talvez seja por isso.

— Meu amor, seus cachos são lindos e você ainda mais.

Era o que ela dizia antes de me colocar para dormir. Ainda consigo me lembrar também, depois de quase ser assassinada, de passar um mês dormindo com dois guardas ao lado de minha cama, dois a porta, e três em cada uma das janelas existentes de meu quarto. Aquilo me aterrorizava ainda mais.
Agora me parece tudo tão ridículo toda aquela proteção para no fim das contas ele me segurar em seu colo e sorrir feito um louco. Onde está o homem que queria me matar? Seu jogo é patético, o que ele quer? Me dar um pouco de felicidade antes de morrer? Trazendo palhaços espalhafatosos e me deixando presa durante horas ou dias dentro de um caixão? Eu esperava mais do senhor do caos... Isso é o que eu pensava antes de ouvir os ruídos da vida real e antes de abrir os meus olhos novamente para o mundo retomando minha consciência.

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