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Capítulo 12

Adam não apareceu no jantar de hoje e quando pensei em perguntar, Didacus soltou que ele estava sentindo dores no corpo pelo fato de ter recebido choques de Elaa na arena por ordens minhas. Realmente estamos quase quites ele tentou me matar duas vezes e por raiva e ódio tentei matá-lo uma vez.
Sinto minha consciência pesada a feição de Adam ainda passeia pela minha mente, quando me afastei dele hoje mais cedo bruscamente como se ele fosse uma doença contagiosa.

— Acho que logo passa não deve ser nada demais. Não é? — Armena comenta preocupada.

— Eu acho que a dor dele é outra. — Diz Addy se virando para mim.

Todos fazem a mesma coisa e só percebo o grupo de olhares sobre mim quando deixo de viajar em meus pensamentos.

— O quê? — Pergunto meio perdida.

— Nada Aalis você nem está prestando atenção. — Addy se irrita.

— É claro que eu estou! — Minto.

— Não Aalis você não está. — Bogdan confirma as palavras de Addy enquanto ataca o frango em sua frente.

— Qual é o problema de vocês? — Pergunto olhando para cada um.

Todos ficam em silêncio.

— Eu perguntei qual é o problema de vocês? — Repeti ficando enfezada.

— O problema é você Aalis. — Addy solta me surpreendendo.

— Mas o que eu fiz dessa vez?

— Todo mundo está fazendo com que o plano de papai de trazer Adam para mais perto de nós dê certo menos você e olha que tudo isso é para salvar o seu traseiro.

— Addy! — Protestei.

— Ele tem razão Aalis você é a única que não se aproxima dele e ele não é um cara tão ruim. Você deveria ser mais paciente ou coisas do tipo. Estamos tentando proteger você. — Cedric intervêm.

— Me proteger? Eu não preciso de proteção e com certeza não precisamos da ajuda de Adam só porque ele foi soldado de Ahzac. Somos nove casas contra uma pelos céus acordem!

— Você é quem precisa acordar! Você será rainha deveria saber mais do que nós que precisamos sim de ajuda e que apesar do seu poder você não é invencível, coisas podem te acontecer. Deveria procurar o significado de compaixão e humildade porque sem isso você será uma péssima rainha. — Addy se levanta e sai.

Olho para a mesa confusa e todos se mantém calados sinal de que concordam com Addy e que a bruxa vilã da história sou eu e não Kieran.
Me levanto e vou atrás de Addy.

— Eu já disse que não confio em Adam e isso deveria valer alguma coisa. Se acho que não deveríamos é porque não deveríamos! — Grito para Addy.

Addy para no meio do corredor sorri debochadamente e olha em meus olhos.

— Você não está certa o tempo todo Aalis.

— E como você sabe? Por que isso agora? O que está acontecendo para todos ficarem do lado de Adam assim sem mais nem menos?

— Eu sei porque eu dei oportunidade para ele me mostrar de que eu estava errado, e todos lá dentro... — Addy aponta para a sala de jantar. — Sabem porque é isso que fazemos não julgamos livros pela capa, esqueceu?

— Isso é piada não é? — Pergunto incrédula.

— Aalis coloca uma coisa na sua cabeça Ahzac Darkroon virá atrás de você, pode ser amanhã ou daqui 10 anos ou até mesmo nunca mas o que nós só queremos é estar preparados, caso contrário ele tomará o seu querido trono. Mas parece que você não se preocupa, a única coisa que você quer fazer é implicar como uma criança mimada com Kieran que mesmo com seus deboches e suas grosserias e mesmo depois de você querer matá-lo propositalmente ainda continua aqui. Mesmo sabendo que está sendo usado. — Addy suspira fundo.

— Pensei que estivesse do meu lado. — Questiono Addy.

— Céus! Pare de ser egoísta por um segundo. Não há lado nenhum além do seu! Todos estão fazendo o que estão fazendo pela futura rainha deles. Estamos nos esforçando porque te amamos Aalis. Mesmo você sendo alguns minutos mais velha eu e nossos irmãos sempre a vimos como nossa princesinha eterna e queremos o seu bem isso é amor Aalis. Mas como pode saber o que é se você não ama nem a si mesma para se esforçar com algo tão simples? — Ele solta as palavras com seriedade no olhar e uma certa frieza.

— Addy...

— Foi baixo da sua parte tentar matar Adam no meio de um treino na frente de todo mundo que assistia e ainda envolver o conselho. Você foi muito mais baixa que Adam. Tinham crianças ali você ao menos tinha percebido? — Addy espera uma resposta minha.

— Não. — Minha bochecha cora de vergonha.

— É, foi o que eu imaginei.

Meu irmão vira as costas me deixando sozinha com minha falta de amor, compaixão e humildade. Nunca pensei que ouviria essas palavras tão diretas de Addy. Elas vieram de encontro a mim como um tapa na cara e um soco no estômago.

Passei em meu quarto vesti uma calça de moletom e uma blusa larga, estavam quase mofando ou apodrecendo no meu closet pois não costumo usar esses tipos de roupa mas queria me sentir a vontade já que o clima de meu próprio lar me sufoca. Passei na ala das cozinheiras e pedi para Adelina me preparar um chá depois disso me esforcei para caminhar até o quarto de Adam.
É meio difícil tentar bater na porta de alguém com uma bandeja de chá nas mãos, não sei como os serviçais fazem isso com tanta facilidade mas acabei conseguindo. Bato uma, duas, três vezes até ele abrir e dar de cara comigo parecendo um menino com minhas vestes e com uma bandeja de chá nas mãos toda desengonçada. Adam me encara confuso por bastante tempo até finalmente soltar um sorriso.

— Vai me deixar entrar ou eu vou ter que ficar parada aqui a noite toda? — Dei de ombros.

— Entra. — Adam abre espaço para mim. — E então o que quer?

— Uma bandeira de paz. — Deixo a bandeja encima de uma escrivaninha. — Mas agora de verdade.

— É percebi que da outra vez não era tão real porque no outro dia você tentou me matar. — Ele diz um pouco mais bravo.

— Eu sei. — Suspiro. — E é por isso que estou aqui para te pedir desculpas. Mesmo que você seja um cretino, de verdade eu não deveria ter me descontrolado.

— Quem te mandou aqui? — Desconfia de mim.

— Ninguém eu vim porque eu quis. — Revirei os olhos.

— E o chá? — Adam joga um olhar para a xícara.

— Ideia minha. — Peguei uma xícara e entreguei para ele. — Vai ser bom para suas dores.

— Tem certeza que não é veneno?

— Se não confia na minha boa vontade então por que me deixou entrar? — Cruzo os braços.

— Porque pude sentir que você está constrangida e arrependida de verdade. — Diz com um tom mais sério.

— Você tem que parar de me sentir o tempo todo é embaraçoso e invasivo. Não tem como desligar isso por um tempo?

— Gosto de te sentir. — Dispara.

— E por quê você gosta?

— Porque você é misteriosa aos olhos de outras pessoas, não é de demonstrar seus sentimentos e isso me gera curiosidade. — Dá de ombros.

— Ainda sim é invasivo.

— Tem medo que eu descubra que está apaixonada por mim? — Engasgo com o chá que pego para bebericar e olho para Adam confusa.

— Apaixonada? — Solto uma grande risada. — Essa foi boa. Mas não estou apaixonada por você.

— Não foi o que eu senti na hora das fotos hoje mais cedo. — Me provoca.

— E o que foi que você sentiu? — Volto a xícara para a bandeja e me aproximo de Adam.

— Você sabe o que sentiu. Você sentiu, eu senti, nós sentimos. Por isso que você se afastou tão rápido daquela forma. Porque sentiu. — Sorri convencido.

— Acho que você está delirando Adam, isso não faz sentido nenhum. Será que é efeito do chá? Deve ser algum dano colateral. Pior que eu não perguntei para Adelina o que tinha no chá. — Disse preocupada.

Por instinto pego a mão de Adam que segura a xícara de chá levanto até meu nariz e sinto o aroma.

— Acho que tem ervas demais...

Sou impedida por lábios que são grudados nos meus.

— Adam!? — Me afasto.

Dois olhos famintos por um ódio desconhecido e por algum tipo de desejo mais desconhecido ainda. Sem pensar pego a xícara das mãos de Adam coloco na bandeja as pressas e me jogo para ele. Caímos no chão com meu impacto forte sobre Adam e pela segunda vez estou em cima de Adam só que agora de uma forma diferente.

— O que foi isso? — Pergunto assustada com minha atitude repentina.

Adam segura minha cintura e dá gargalhadas por debaixo de mim.

— O que foi? — Não consigo deixar de arregalar os olhos surpresa e confusa.

— Você é tão bonita. — Diz.

Cubro meu rosto com as mãos caio no chão ao lado de Adam e me deixo ser levada pela risada sufocada em minha garganta.

— Isso foi... Ridículo. — Confesso.

— O beijo ou o elogio? — Adam chora de rir.

— Os dois. — Agora cubro a boca para segurar o riso.

Adam se levanta e senta em minha frente. Ele me encara e tira minha mão da boca.

— Não esconde seu sorriso. Ele é tão lindo quanto você. — Paro de respirar.

— Que jogo é esse? — Pergunto curiosa para saber seu plano.

— Não sou como você delicinha.

— Não entendi sua insinuação. — Para ficar frente a frente com Adam também me sento e confusa deixo minha cabeça cair para o lado.

— Hoje de manhã você simplesmente deu uma cartada de mestre dizendo para a jornalista que eu estava disposto a te servir e a servir Gardênia acima da minha própria casa e você sabe que tenho a marca, que automaticamente fiz um juramento à CastleCold e você também sabia que eu não poderia dizer ou fazer nada na frente de seu pai.

— Querendo tirar a sua da reta e me colocar como alvo Kieran? — Quero que Adam volte ao assunto de antes e pare de tentar mudar o rumo da conversa.

— Não há jogos, por que você não pode simplesmente confiar em mim? — Sua cabeça cai para o lado e ele se rende ao que eu queria.

— Fui criada para estar sempre alerta, no mundo onde eu vivo não se pode confiar tão facilmente nas pessoas. Sempre haverá dúvidas, perguntas, suspeitas. — Explico.

— Você tem que entender que eu não vivo no seu mundo delicinha.

— Eu sei disso Adam, isso é visível. — Digo brincando.

Ainda sorrindo me levanto e ajeito minha calça de moletom.

— Bom eu só queria dizer que estou disposta a te dar um voto de confiança e de verdade. — Estendo as mãos para Adam.

O ajudo a levantar e ele me encara pela milésima vez.
"Pare com isso Adam, por favor."

— Beba o chá te fará bem e você precisa estar forte para amanhã. Irei te treinar de verdade. — Brinco de dar socos nele.

— Ok delicinha. Irei ficar inteiro para você amanhã. — Cutuca minha cintura. — Obrigado Aalis.

Meu queixo cai ao ouvir meu nome nos lábios de Adam sem nenhum tipo de deboche.

— Você me chamou de Aalis? — Fico surpresa.

— Tchau garotinha. — Muda de assunto.

— Ok então. Mas não precisa me agradecer eu trouxe apenas um chá.

— Não digo pelo chá, digo pela confiança. Sorte a minha você não poder me sentir pois se pudesse seria constrangedor. — Adam ri meio sem graça.

O que está acontecendo com Adam? Onde está o debochado e ousado Adam? Nunca vi esse seu lado e me intriga essa sua atitude desconhecida.

— Bom boa noite. — Abro a porta para sair. — Ah Adam?

— Sim?

— Esqueça o beijo ok? Foi impulso dos dois, certo? Acho que estávamos estressados demais ou alguma coisa do tipo.

— Ah claro... É isso... Impulso. — A expressão de Adam muda e percebo que ele fica meio desconcertado.

Para não ter que enfrentar o que eu acho ser esse sentimento diferenciado de Adam saio do quarto e fecho a porta atrás de mim. Quando viro o corredor do quarto de Adam desato a correr para o meu.

"Não acredito que beijei Adam Kieran."

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