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7 - Sem saída e encurralada

☆ Oie pessoal!! quase que não dava certo vim hj, mas enfim estou aqui! Essa semana meu filho completou um ano e foi corrido, fiz um bolinho com o tema do BT21 pra ele, foi muito divertido e lindo. Tô muito feliz. Quero dizer que essa é a última atualização de NSN do ano de 2020, ano que vem voltamos com mais atualizações hehehehe, tô louca pra saber como vcs irão reagir ao capítulo de hoje. Amo vcs! Boa leitura.

Eu não tenho medo de cair
Se for você a pessoa que vai me segurar
Diga-me que você estará lá quando eu
Estiver prestes a perder tudo
Pois é você quem me ajuda a ver
Que às vezes não tem problema
Fall - Jonas Brother

Sempre costumei acreditar em céu e inferno, sempre achei que quem fosse ruim pagaria pelos seus pecados no inferno e quem conseguiu ser alguém bom, mesmo com erros, conseguiria paz no céu. Sei que no fundo essa concepção de céu e inferno era minha concepção distorcida, que a ideia original não é bem assim, mas tudo bem, cada um acredita no que quiser e no que mais conforta para aguentar suportar os dias ruins. Esse era o meu tipo de ideia confortável, alguém bom que mesmo com erros conseguia redenção.

Porém a julgar pela forma como minha vida estava indo de mal a pior nos últimos dias, talvez minha concepção confortável estivesse demasiado errada. Lim Nari pelo visto não era uma pessoa boa que merecia o céu, eu era o tipo de pessoa que merecia o inferno, porém bem aqui na terra, pagando pelos meu erros vivissima.

Estava tudo dando errado, de um jeito insopitável.

Custava a crer nas coisas que estavam me acontecendo, mas na verdade não tinha muito tempo para digerir tais coisas, minha casa estava pegando fogo e eu ainda estava em frente ao prédio que trabalho no pico do engarrafamento de fim de expediente em Seoul, tentando conseguir um táxi para ir para casa. Se fosse de metrô chegaria lá quando a casa tivesse virado apenas cinzas, precisava desesperadamente chegar logo.

Meu coração martela forte na caixa torácica enquanto em minha mente tudo o que penso é em DongDong, minha bebê tinha que estar bem. Não me perdoaria se algo acontecesse com ela, eu poderia até merecer o inferno, mas ela não.

— Nari-ssi? — ouço meu nome e procuro quem me chama, estou aturdida em pensamentos. Park Jimin se aproxima de mim curioso. O que ele fazia aqui? Não já tinha saído há minutos atrás. — Está tudo bem? Por que está chorando?

Chorando? Nem percebi que estava chorando? Passo a palma da mão pelo rosto tocando as lágrimas que nem percebi que tomavam por minhas bochechas.

— Jimin... Jimin-ssi — o bolo em minha garganta dificulta a fala. — Raecebi uma ligação, minha casa...

— O que houve? — sua expressão é preocupada.

— Minha casa pegou fogo, um incêndio, não sei o que esta acontecendo direito, mas estou com medo pela minha cadela, ela estava lá, não sei o que aconteceu com ela — tudo sai de uma vez só como se minha garganta finalmente tivesse desentopido. Mais lágrimas rolam preocupada com minha DongDong e dessa vez as percebo.

— Meu carro está do outro lado da rua, eu te levo — sugere prontamente. Estagno em meu lugar, ele na minha casa? Não seria arriscado demais? Poderia escolher não ir com meu chefe quando não tinha nenhuma outra opção? Logo depois de pensar isso estou caminhando ao seu lado em direção ao carro branco estacionado perto dali. Não posso me dar ao luxo de esperar um táxi vago, preciso chegar o quanto antes. Não sei o que Jimin estava fazendo aqui, mas seria a minha salvação, de novo.

— O que está fazendo aqui? — pergunto entorpecida quando entro em seu carro e sou tomada pelo cheiro de seu perfume empregando em todas as parte do automóvel.

— Esqueci meu telefone e voltei para buscar, não posso ficar sem ele — balança o celular na mão, sorrindo minimamente enquanto afivela o cinto de segurança. Jimin não podia ficar sem falar com a EunHa, todos os dias, tinha certeza que esse era o seu motivo.

Respiro pesado, não consigo acreditar que estou dentro do carro dele indo para minha casa. As coisas continuavam acontecendo e envolvendo ele dentro da minha vida e era curioso, ao mesmo tempo em que era perturbador, era mesmo predestinação?

Estava mesmo tudo arquitetado para ser  dessa forma? Eu e ele teríamos que nos encontrar de alguma forma mesmo ou tudo isso não passava de uma grande coincidência? Se não fingisse ser a sua namorada na internet as coisas teriam sido diferente?

Pensando bem, tenho certeza absoluta de que me apaixonaria por ele, não importam as circunstâncias em que nossos caminhos se cruzassem, sem sombra de dúvidas o amaria do tanto que amo agora. Apesar de todas as outras partes de nossa história serem indistintas, incompletas e misteriosas, essa parte tinha absoluta certeza que sempre aconteceria, em qualquer versão de nossa história.

Olhei de soslaio para Jimin que dirigia concentrado na pista, seu perfil era muito bonito e a boca extremamente carnuda, me dava arritmia só de pensar o quão perfeito deveria ser beija-lo.

— Nari-ssi como ficou sabendo disso? — Pergunta de repente quebrando o silêncio e me assustando, no momento em que me encara desvio o olhar dele.

— Uma vizinha me ligou — explico rapidamente.

— Entendo, já estamos chegando — tenta me tranquilizar, mas sei que já estamos chegando.

O restante da viajem até minha casa é silencioso e cheio de tensão. Ao longe perto das casas na rua onde moro podemos ver uma nuvem de fumaça subir e acinzentar o céu já emagrecido pela noite. A coisa parece mais séria do que imaginei e meu coração se aperta. DongDong precisa estar bem.

Jimin para o carro no fim da rua, pois está interditado e sem pensar muito no que estou fazendo apenas corro em direção a aglomeração de curiosos que se formou diante de minha casa. A casa não era muito grande, casa simples de subúrbio, as chamas ainda lambem toda a casa e os bombeiros jogam água com mangueiras para conter o fofo incontrolável que já queimava o imóvel inteiro e sem sombra de dúvidas nenhuma, dali não restaria nada.

Busco em volta algum sinal da minha cadela ou de algum conhecido, avisto ao longe a vizinha que ligou para mim e me apresso para alcança-la.

— Onde está a minha cadela? — é a primeira coisa que falo assim que chegou ao seu lado.

— Lim Nari-ssi, os bombeiros conseguiram retira-la, mas acho que ela inalou muita fumaça — responde-me com o olhar penoso, meus olhos se enchem de lágrimas.

— Onde ela está? — ouço minha voz mais alta do que gostaria. A mulher aponta para a calçada mais a frente onde dois bombeiros estão debruçados sobre algo, corro desesperada para ver o que é, e vejo qur fazem massagem cardíaca em minha cadela.

Não sinto mais o chão.

Os dois homens se revezam na massagem cardíaca a fim de reanima-la, ouço minha pulsação enquanto minha audição se desliga do mundo, quero gritar para que ela me ouça e levante da calçada fria, mas não consigo, minhas mãos tremem e não sinto minhas pernas, vou desabar tenho certeza que não tenho estômago para aguentar perde-la.

Uma mão pousa em meu ombro e encaro o jovem ao meu lado, mas meus olhos me cegam e só vejo os seu borrão em meios as lágrimas, preciso de seu apoio, mas não sei como pedir é a primeira vez que ele me toca desde que nos vimos pela primeira vez, mas infelizmente não posso desfrutar da sensação, porque minha cadela está lutando pela vida e preciso ajuda-la.

—D-DongDong — a chamo. — DongDong-ah — grito tão alto que a minha garganta dói e no segundo seguinte vejo que sua patinha se move minimamente, me aproximo mais um pouco enquanto o bombeiro ainda faz massagem, mas diminui o ritmo. — DongDong-ah sua ingrata, não ouse morrer — falo para minha bebê deitada no chão, ele inspira e tenta empurrar ar para fora, mais lágrimas jorram de meus olhos, um misto de desespero e alívio me tomam.

— Água — um dos homens fala. O outro corre o volta com uma garrafa d'água, em poucos segundos minha menina está de olhos abertos, mas sem forças permanece deitada. Me abaixo e passo a mão em seu pelo macio, não suportaria perde-la, as lágrimas voltam com força total, somente a possibilidade já me dilacerava.

— Ela vai ficar bem? — pergunto pro bombeiro.

— O pior já passou — responde.

— Vocês salvaram a vida dela, obrigada — sou inundada pelas lágrimas.

— Leve ela em um veterinário, ela vai precisar de cuidados, abalou fumaça e teve uma parada cardiorrespiratória, precisa ser medicada — explicou.

— Tudo bem — acinto depressa.

Fico de pé olhando para a casa em chamas, nem sei quanto tempo tinha se passado, mas o fogo estava mais controlado, a casa em ruínas, não havia sobrado nada, tudo agora era apenas cinza, pó e paredes queimadas. Perdi tudo, só não seria pior porque DongDong milagrosamente, sobreviveria, mas o resto, virara apenas isso, resto.

{...}

DongDong havia inalado muita fumaça, devido a parada cardíaca precisaria ficar internada em observação na clínica veterinária por alguns dias, por sorte não estava com nenhuma queimadura grave e já balançava o rabo, mesmo que ainda deitada, ao ouvir a minha voz.

Jimin generosamente cedeu o carro para levarmos ela para a clínica e estava ao meu lado até agora na clínica. Apesar de todo o seu apoio me sentia desamparada, o que eu faria agora? Tudo o que me restou foi minha bolsa com meus documentos, a roupa do corpo e DongDong, somente isso. Em que tipo de loucura a minha vida tinha se tornado?

— Nari-ah? — ouço a voz sempre alta de minha melhor amiga cortar o corredor pequeno e silencioso da clínica. — Como está a DongDong? — JanGi pergunta soando preocupada. Sei o quanto gosta da cadela

— Ela vai ficar bem, por muito pouco não morreu, mas vai ficar bem — suspiro pesado sentindo vontade de chorar de novo, tudo é tão surreal, sinto-me em um pesadelo.

— Mas que inferno aconteceu? — indaga-me.

— Não sei, acham que foi um curto circuito pela casa ser velha, não sei... Só sei que não sobrou nada. Nada! — deixo a última palavra escapar sôfrega.

— Como conseguiu trazer a DongDong?

— Park Jimin — respondo baixinho e saio de seu campo de visão para que JanGi possa ver o rapaz sentado nas cadeiras de espera da pequena recepção da clínica veterinária, alheio a nós duas. — Ele me trouxe e ele quem ajudou com a DongDong.

— Mentira! — sussurra e olha de soslaio na direção do rapaz.

— Jimin é tão atencioso, como pode? — sinto vontade de chorar só de pensar que apesar de tudo Jimin estava aqui comigo me dando todo o suporte necessário e sei que ainda não desabei somente por causa de seu apoio.

— Atencioso mesmo o rapaz, gostei, ganhou alguns bons pontos comigo — minha amiga analisa mais um pouco o moreno. — Vou me apresentar pra ele. — Seguro no braço da maluca.

— Vê lá o que você vai falar hein? — alerto.

— Relaxa, alguma vez eu já te meti em roubada? — Pergunta.

— Sempre? — JanGi era impulsiva, não dava pra confiar 100% em suas atitudes.

— Calada — me repreende.

Minha amiga e eu caminhamos lado a lado até alcançar o rapaz, Jimin nos olha curioso, talvez esperando alguma atualização sobre como estava a situação.

— Como ela está? — Pergunta ficando de pé o encaro e suspiro antes de falar.

— Cansada principalmente, vai ficar internada para ser medicada e tudo vai ficar bem — tento acalma-lo porque sinto que se preocupou de verdade com minha cadela.

— Que alívio — solta suspirando e nos encaramos por um breve momento antes que eu desvie o olhar do dele. — A propósito essa é minha amiga JanGi — falo assim que a ouço pigarrear.

— Eu sou Park Jimin — fala a cumprimentando rapidamente, minha amiga devolve o cumprimento.

— Se você quiser ir, eu fico com a JanGi e a DongDong aqui, você já fez muito por mim hoje Jimin-ssi — não queria mais aluga-lo, sabia que estava cansado depois de um dia de trabalho e já tinha atrapalhado demais os seus planos.

— Vai ficar tudo bem se eu apenas for? — questiona.

— Acho que sim, não sei onde vou dormir ainda já que não posso ficar aqui, nem o que vai acontecer a seguir, mas só de a DongDong estar viva já estou aliviada — explico.

— Queria poder receber você lá em casa, mas depois que o Namjoon foi morar comigo ficamos sem espaço, a não ser que você durma no chão, mas não vou me sentir confortável em deixar você no chão — JanGi fala.

— Tudo bem amiga, sei como a sua casa é pequena. Com o dinheiro que tenho aqui acho que vou procurar uma casa de sauna para dormir hoje, não tenho muito e preciso economizar para a internação da DongDong — entendia a falta de presteza de minha amiga, sua casa era pequena e comigo lá não haveria privacidade nenhuma nem para ela, nem para Namjoon, muito menos para mim.

— Sauna Nari-ssi? — Jimin questiona se metendo em nossa conversa.

— Não tenho um verdadeiro problema com isso, de todas as coisas que vem me acontecendo, na verdade acho que dormir em uma casa de saunas é o de menos — dou de ombros.

— Se quiser pode ir para a minha casa, de qualquer forma estou mesmo morando sozinho — sugere inesperadamente. O encaro espantada e na sequência JanGi e eu trocamos um olhar também. Estou pronta para responder não, de forma nenhuma, nem em sonhos essa é uma boa ideia.

— Parece ótimo, um teto seguro para ficar — JanGi se adianta.

— Não tenho mais uma segunda cama, já que meu amigo levou a dele, mas você pode dormir no sofá que vira cama, é confortável, já adormeci lá várias vezes — explica.

— Ótimo, melhor do que dormir no chão não é Nari-ah? — JanGi me dá um empurrão de leve com o ombro. Mas estou muda, não consigo responder a sua sugestão, não consigo me imaginar dentro da mesma casa que ele. É surreal. — Lim Nari — sussurra entredentes.

— Não irei incomodar? Realmente não quero dar trabalho, Jimin-ssi você já fez muito mais do que imagina por mim hoje — consigo falar.

— Não, imagina! Não será nenhum incômodo, ando mesmo me sentindo meio sozinho desde que meu amigo me abandonou — sorri da forma mais fofa e injusta que existe, tornando impossível negar qualquer coisa à ele

— Então, acho que irei aceitar — ouço minhas palavras, mas não creio nelas. Eu e Jimin na mesma casa, coisas ruins aconteciam para que boas pudessem acontecer também? Ou isso não seria uma coisa boa? Seria apenas a continuação de acontecimentos ruins? Tinha como dar certo nós dois dividindo a mesma casa sem que todas as minhas mentiras fossem descobertas?

O futuro era uma incógnita e como sempre quando se tratava de Jimin, eu estava no escuro e cheia de dúvidas. Novamente sem saída e encurralada não podia fazer nada a não ser seguir o fluxo dos acontecimentos que me levavam diretamente para Jimin.

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