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2 - Um respiro em meio ao meu próprio caos.

☆ Oieeeeeeee, voltei mais rápido doq vcs provavelmente poderiam imaginar não é mesmo? Tô ansiosa pra tocar essa história então estou me desdobrando pra escreve-la, sou a primeira fã de NSN. Quero falar algumas coisas pq faz tempo que não converso com vocês então me deixa, lê tudo, não me ignora por favor.

Primeiro, evanteh fez uma fanart INCRÍVEL da Nari, tá no capítulo do trailer, deem amor pra essa art sensacional e sigam essa rainha das fanarts de fanfics. Segundo, as 1 da manhã de amanhã tem comeback do BTS, foquem nos views, vamos fazer desse comeback histórico!!! Terceiro, não deixem de me seguir, de deixar a estrelinhas linda no cap e compartilhem com os amigos fanfiqueiros de vcs essa fic, tô me matando pra fazer um conteúdo bacana, valorizem T.T. Quarto, nunca esqueçam sem vcs eu não seria nada, não sou tão ativa quanto gostaria, mas vcs tem uma amiga em mim tá?? Amo vcs de verdade, sou muito grata.

Tenham uma boa leitura, vou aguardar ansiosa os comentário. Boraeh

"Estive presa nesta rotina
Eu preciso mudar o meu jeito
Ao invés de sempre ser fraca
Eu não quero ter medo
Eu quero acordar me sentindo linda hoje
E saber que estou bem
Porque todo mundo é perfeito de formas incomuns, sabe
Eu só quero acreditar em mim"
Belive in Me - Demi Lovato

Conversar com Park Jimin era como entrar em meu paraíso particular, ele conseguia ser atencioso, carinhoso, divertido e sexy apenas com palavras, palavras essas que me atingiam bem no coração e causavam-me força e vigor. Jimin tinha esse tipo de poder sobre mim apenas com suas mensagens.

Meu dia tinha sido horrível, precisei ouvir coisas desagradáveis da minha agora, ex chefe indignada com a minha promoção.

"Você se acha muito competente não é  mesmo? Pois saiba que você não é nada, provavelmente tiveram pena de você. Se enxerga, alguém como você jamais se encaixaria em um cargo de secretaria executiva, quando eles te virem desistirão da promoção e então você voltará para cá e eu irei fazer da sua vida um inferno até que você peça demissão."

Suas palavras foram cruéis e martelavam em minha cabeça que doía só de imaginar que poderiam ser reais. Eles tirariam a promoção de mim? Eu realmente não era boa o suficiente para o cargo? Me achava uma funcionária tão competente, nunca faltava, sempre obediente, cuidadosa, amigável, não parecia ser provável que me refutassem apenas porque eu não estava no padrão físico de uma secretaria executiva coreana de drama. Me recusava a imaginar que na vida real existisse tal discriminação, porém eu não tivera as melhores experiências na vida não é mesmo? Poderia facilmente esperar praticamente tudo das pessoas. Minhas própria chefe era um exemplo disso, sua implicância e ódio infundados não poderiam ter explicações menos grotescas que minha aparência. Não dava para pensar nada diferente disso.

Ultimamente minha auto estima estava enterrada sob uma camada grossa de questionamentos e auto julgamentos, ouvir as coisas que ela havia me dito enterraram ainda mais para o fundo minha auto preservação e amor próprio, eu sabia que era uma mulher incrível, sabia que era muito inteligente, sabia que era capaz, eu sabia, mas mesmo sabendo disso não conseguia minimizar o sentimentos que afloravam. Eu estava em cacos. Tudo se somando ao mesmo tempo e me empurrando ainda mais contra o sentimento de inferioridade que vez ou outra me acertava como um soco bem no meio da cara.

Era bem aí, no paralelo entre esses sentimentos que Park Jimin se encaixava, um respiro em meio ao meu próprio caos.

Encarei meu telefone vendo a chamada com um nome conhecido, no meio da minha conversa com Park Jimin minha mãe resolvia me ligar interrompendo o melhor momento do meu dia, respirei fundo sabendo exatamente o que viria a seguir, a mesma ladainha de sempre e as mesmas reclamações, mesmas afirmações porque ela não tinha jeito.

— Oi mãe — falo sem muito ânimo, a fim de terminar a chamada o mais rápido possível para retomar a minha conversa com Park Jimin.

— Nari-ah quando você virá de novo? — Pergunta sem rodeios, suspiro, sabia exatamente para onde aquela pergunta nos levaria.

— Não sei — talvez nunca mais? Penso.

— Yah, você tem que se apressar, consegui um encontro para você com o filho de uma amiga da ginástica semanal. Ela disse que ele é bem inteligente e esforçado, trabalha na padaria da família, não é lá um grande partido, mas tá bom, melhor do que nada — tagarela rapidamente suas pretensões, minha mãe estava em uma constante busca por um genro, chegava a ser ridículo seu desespero.

— Não estou interessada, já tenho namorado — dispenso rapidamente.

— O da internet? Francamente já olhou para ele, Nari-ah, se ele não for fake, não vai te querer, areia demais pra você — solta uma risada se divertindo com o que disse. Palavras que me machucaram instantaneamente, era como jogar álcool em uma ferida exposta e sangrando. — Você não deve fazer o tipo dele. Aceite e acabe com essa brincadeira já, venha conhecer o filho da minha amiga.

— Para de tentar arranjar namorado pra mim mãe, eu não preciso disso. Eu não quero namorar um desconhecido — a irritação em minha voz entrega meu descontentamento, a última vez que aceitei sair com alguém que minha mãe me arranjou acabou com meu psicológico. — Eu não quero mais me machucar.

— Que machucar nada, deixa de ser fresca, se chifre matasse eu tava morta há anos — dispara sabendo muito bem do que eu me referia. — Você tem que dar graças aos céus porque alguém te quis, deixa de frescura, se não fosse por mim você não teria sequer namorado ainda.

— Preferia nunca ter beijado ao passar pelo que eu passei — meu último relacionamento acabou sendo um desastre total, aceitei sair com o filho de sei lá quem, nos conhecemos, ele era divertido e até que era bonito, saímos algumas vezes sempre para lugares com pouco movimento até que ele me pediu em namoro, mas eu não podia conhecer a sua família, não podia conhecer seus amigos, não podia sair de mãos dadas com ele,  geralmente ficávamos apenas na minha casa e depois ele saía, até que descobri a primeira traição. Minha mãe me convenceu a não terminar com ele, até porque eu gostava mesmo dele, a continuar com aquilo, ele jurou arrependimento, mas um mês depois vi fotos dele com outra no celular, novamente não tive força para terminar. Comecei a sofrer e entrar em um complexo de inferioridade e baixa auto estima avassaladores. Em minha cabeça ele era demais para mim, eu não era tão boa e por esse motivo era aceitável que me traísse com outras, meu ex abusava de mim psicologicamente, falava que eu tinha que agradecer por ele querer (com as palavras dele) "me comer".

Foram dois anos sofrendo em suas garras até que resolvi dar um basta. Até que fugi com minha melhor amiga para Seoul atrás de um emprego e do sonho dela de ser modelo. Ele sequer veio atrás de mim e muito tempo depois entendi que foi muito melhor assim. Depois disso me envolvi com outros caras, mas a história se repetia, eles sempre se achavam melhores que eu. Chegou um momento da minha vida em que desisti do amor, desisti de ficar com alguém, desisti de acreditar que eu merecia um relacionamento saudável, estável e recíproco.

Desisti.

E foi aí que conheci Park Jimin e foi aí que para não perde-lo resolvi mentir.

— Você está me ouvindo desmiolada? — minha mãe interrompe meus pensamentos.

— Hm — no fundo ela tinha razão, Jimin era demais para mim, mas não pelos mesmos motivos que me levou a pensar isso dos outros, pelo contrário, era justamente o contrário. Jimin não era so um rosto muito bonito, era um cara extremamente incrível. Suspirei triste, me sentindo culpada de novo e ainda mais inferior.

— Venha logo e me avise quando vier para que eu possa marcar o encontro. Amo você — desliga o telefone. Minha mãe tinha esse jeito torto de me amar que doía, mas era tudo para mim. Isso nem fazia sentido, mas acabei me acostumando com o jeito dela.

Assim que a ligação encerrou uma notificação do Jimin apareceu, era uma foto e logo depois um pedido para que lhe enviasse uma foto também, coisa que seria normal de fazer se eu estivesse lhe enviando as minhas fotos mesmo desde o início, teria apenas que abrir a câmera do celular e tirar uma selca divertida como a que ele me enviou, riríamos juntos, colocariamos como proteção de tela de nossos celulares e seríamos um casal normal como qualquer outro.

Abri a imagem e comecei a chorar (de novo), alguém tão bom como ele não me merecia, desejei tanto um amor verdadeiro e recíproco que quando finalmente comecei a viver um estraguei tudo. Acabei com qualquer chances que teríamos de ficarmos juntos no mundo real porque não estava sendo verdadeira com ele.

Não respondi nada de volta.

Na verdade não tive coragem de enviar nada para ele, nem um pedido de desculpas, nem uma foto. Eu sabia que ignorá-lo não seria o que ele merecia, porém minha mãe havia estragado meu humor de uma forma irreversível, também não conseguia conter minhas lágrimas, o que não ajudava em nada a me sentir melhor. Acabei adormecendo com o celular na mão em meio às lágrimas.

{...}

Acordei com os olhos inchados. Ótimo. Era meu primeiro dia em meu novo cargo, encarei-me no espelho por um instante, eu não era feia, na verdade na maioria dos dias achava justamente o contrário, me achava bonita, simpática, divertida, educada, mas ainda assim, ainda sabendo das inúmeras qualidades que possuía algo me empurrava para baixo, sempre para o sentimento de insuficiência.

"Me desculpe pelo vácuo,
acabei dormindo.
Tenha um bom dia Park Jimin,
boa sorte no seu novo
emprego, depois quero
saber tudo. Eu amo você infinitamente."

Digito um breve texto de desculpas, seguidos dos meus mais profundos desejos para o dia dele. Espero alguns minutos encarando o telefone, mas Park Jimin não visualiza. Talvez já tenha saído ou ainda esteja dormindo.

Cato minhas melhores roupas em meu guarda roupa, não deixaria que nada do que disseram para mim ontem arruinasse o meu dia hoje, era uma nova fase em minha vida profissional portanto daria para essa nova fase a merecida repaginada que merecia. Passei maquiagem, preparei minha pele lindamente disfarçando o inchaço do choro de ontem, arrumei meu cabelo curtos até a altura do ombro com pequenas ondinhas fofas, vesti uma blusa de gola alta e mangas compridas preta e uma saia cor de âmbar, que eu não custumava usar, mas que JanGi já tinha dito que ficava muito bem em mim.

Resolvo agradar minha amiga vestindo a saia que ela gostava já que graças à ela eu estava começando uma nova fase.

— Nari-Ah pelo amor como você está perfeita — JanGi fala alto chamando a atenção de algumas pessoas na rua em frente ao café que marcamos de nos encontrar antes do expediente para comemorarmos o simbolismo do dia.

— Obrigada unnie — JanDi era uma mulher muito bonita, era alta - 1,78 - com quadril bem desenhado e rosto jovial, era uma das pessoas que eu mais admirava nesse mundo todo, uma mulher independente, determinada  inteligente e muito divertida. Eu amava a história de amor dela com seu namorado e achava que os dois combinavam muito. Um dia meu desejo era ser tão incrível quanto ela, era minha mais grata surpresa desde que comecei a trabalhar na Korean Fashion Magazine há 3 anos atrás, sempre ao meu lado me ajudando e me defendendo contra comentários de todos os lados. Não era fácil trabalhar em uma revista de moda sendo gorda, mesmo que eu apenas estivesse no setor administrativo. Me vestia bem, com roupas da moda, andava sempre maquiada e com o discurso de amor próprio na ponta da língua, porém todas as minhas tentativas de me sobressair eram frustradas, as pessoas insistiam em querer me encaixar em um mundo onde eu, literalmente, não cabia.

Escolhemos uma mesa para sentar e aproveitar a meia hora que nos restava antes do expediente começar.

— Você parece meio triste — observou de imediato, JanGi sempre sabia quando havia algo errado. — E pela sua expressão tem a ver com Jimin.

— Não sei exatamente, EunHa tá chegando, tô cansada de mentir pro Jimin, minha mãe me importunando pra ir em mais um de seus encontros às cegas com uns caras nada a ver aí, é um conjunto  — faço uma careta e dou de ombros.

— Sabe que não vai poder fugir do Jimin por muito mais tempo né? EunHa chegando vai ficar muito perigoso para você de sustentar essa mentira, ainda acho que se ele souber por você não vai ficar tão chateado do que se descobrir sozinho — JanGi era totalmente contra minha postura sobre o Jimin, sempre deixou muito clara a sua desaprovação quanto as minhas mentiras, mas também não me censurava, até porque ela era a única pessoa com quem eu conversava abertamente sobre meus sentimentos e mentiras sobre ele.

— Primeiro vou contar para a EunHa, tenho esperança de que ela me deixe continuar mentido, depois conto pra ele — a verdade seria libertadora sim, libertaria Jimin de mim, porque com certeza ele terminaria comigo.

— A EunHa não vai aceitar, até parece que não conhece ela, é tudo sobre ela sempre — JanGi não gosta da EunHa, achava ela fútil e egoísta, por isso meu sonho de sair para beber com as minhas duas amigas era impossível de se concretizar. Mas nesse ponto ela tinha razão, EunHa não aceitaria, mas não me custava nada tentar o sim.

— Não quero pensar nisso hoje, vai estragar meu dia ainda mais —fugi do assunto.

— Você não tem jeito Nari-ah — reprovou minha resposta.

— E o Namjoon? Agora vai? — Referi-me a decisão deles de morarem juntos.

— Sim. — O sorriso que minha amiga abre quando o nome de seu namorado é mencionado é bonito, sem culpa, sem medo, sem anseios, cheio de felicidade, o tipo de sorriso que gostaria de abrir ao falar de Jimin. — Sexta ele se muda. Finalmente convenci ele de que o melhor é economizamos morando juntos.

— Namjoon é um cara inteligente demais para ser burro de não aceitar — pontuo e ela ri.

— Mudando de assunto, o pessoal o RH estava cochichando que o novo contratado é realmente muito bonito, disseram que ele é gentil, educado, prestativo e elegante. Me pergunto se não vou me arrepender por ter deixado a vaga pra você, eu deveria ter pego? — JanGi suspira pensativa após tomar um gole da bebida gelada que escolheu.

— A palavra gentil me excita muito mais para conhecê-lo do que bonito — explano.

— Oh meu... Temos que ir, você não pode se atrasar para seu primeiro dia. — Fala olhando para o relógio de pulso.

A caminhada não é muito longa, logo nos separamos cada uma para seu setor, dirigo-me para o RH atrás de mais informações sobre meu novo posto de trabalho, aparentemente meu novo chefe já havia chegado e uma das analistas me levaria para nos conhecermos, eu não precisava de integração da empresa, mas ele iria precisar então me disporia para o que o mesmo precisasse antes de me dirigir para a mesa que ocuparia em frente a sua sala a partir de agora.

Meu celular vibrou, era uma mensagem de Jimin, sorri ao perceber que ele não estava com raiva de mim por tê-lo ignorado na noite anterior, bem pudera, ele não sabia meus reais motivos para tal ato.

"Obrigado bonita, estou
um pouco ansioso, mas feliz.
Você também tenha um
dia incrível, uma nova
fase se inicia para você hoje.
Te amo e com saudade."

Li e reli sua pequena mensagem algumas vezes absorvendo todo sentimento que pudesse haver ali, acreditando em cada palavra como se fosse realmente dirigidas a mim, afinal o rosto não era meu, mas todo o resto era.

— Aguarda só um minuto que vou ver se  já começaram com ele antes de entrarmos — disse a analista do Rh que me acompanhava até a sala de reuniões onde meu novo e misterioso chefe estava.

Sinto-me abruptamente nervosa, será que ele seria realmente gentil? Será que me julgaria pela aparência? Será que era mesmo tão bonito e educado como falavam por aí? Será que nos daríamos bem? Senti medo de apenas repetir todas as péssimas experiências novamente, medo dele ser só mais um arrogante que se acha superior porque é bonito.

— Venha, podemos entrar — sigo a analista hesitante, caminhando apressadamente para dentro da sala de reuniões.

Assim que entrei na sala avistei o jovem rapaz sentando de costas para a porta e de frente para os slides no projetor com informações sobre a empresa, seu cabelo era de um tom castanho bem escuro e bem cortado em um undercut, rapidamente ele ficou de pé e virou-se para mim.

Seus olhos encontraram os meus e tive certeza que encarava um anjo que reluzia e me levava diretamente para o inferno para pagar por todos os meus pecados de uma única vez. Minha consciência reconheceu antes de mim mesma a pessoa que estava diante de mim e em apenas um segundo pensei:

Não pode ser!

Logo depois ele sumiu do meu campo de visão, a sala girou e tudo ficou escuro.

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