14 - Amigos com direitos
☆Oieeee, tudo bom com vocês? Apareci *-*, trago mais um capítulo e nem vou falar muito, só peço que compartilhem as emoções de vocês comigo enquanto leem esse capítulo e PRINCIPALMENTE, oq acham que vai acontecer, pq a vida da Nari quando mais desenrola, mais enrola kelekeke. Boa leitura 💜
Amigos com benefícios
E todas as suas mágoas
Você afoga comigo
Como ninguém nunca fez antes
Amigos com benefícios
Que seja o nosso segredo
E que só as paredes
Sejam nossas testemunhas
Maluma - Amigos con derechos
O barulho do celular tocando incessantemente, me despertou. Uma mensagem pedindo para que eu fosse até a empresa resolver algumas pendências, me tirou da cama.
Precisei de um banho gelado e demorado para tentar afastar minimamente a ressaca. Passei do ponto na noite passada, bebi como fazia tempo que não bebia, me diverti muito e até fui meio impulsivo.
Poderia dizer que amnésia alcoólica é coisa de adolescente, porque eu, como um homem adulto, lembro sempre de tudo no dia seguinte e arco com as consequências de minhas escolhas. Provavelmente mais tarde teria uma conversa com a Nari-ssi sobre o que ocorreu na noite passada.
Não quero que ela me entenda mal, foi uma experiência simplesmente incrível beijá-la e foi exatamente igual ao que achei que seria no momento em que a ideia me ocorreu, mas foi só um beijo. Um momento, que até agora não entendo muito bem de onde surgiu. Talvez eu sinta vontade de sair beijando quando estou bêbado ou esteja muito carente porque já faz um tempo que não beijava na boca. Preciso ainda tentar entender o que aconteceu comigo, em específico.
Mas isso fica para um outro momento, pois preciso ir trabalhar. Tem gente que acha que ter cargo alto e ganhar bem é fácil, mas eu também trabalho aos sábados, mesmo sem sentir vontade e pior de ressaca total.
Antes de sair dou uma checada em minha companheira de casa, ela dorme tranquilamente, as bochechas inchadas entregam o quão dorme profundamente e acho particularmente fofo como ressalta seus lábios que ficam ainda mais carnudos. Lim Nari é uma grata surpresa em minha vida, não canso de dizer isso e estou muito feliz de tê-la aqui comigo, longe de mim querer estragar isso, pois ela tem sido um grande apoio nessa minha fase mais difícil e solitária.
Lhe deixaria um recado avisando que fui trabalhar, mas estou realmente atrasado e ainda tenho que enfrentar o trânsito.
Felizmente não pego muito trânsito no caminho até o escritório. Por ser sábado, acreditei que o movimento fosse maior, mas dei sorte. Passo na cafeteira no primeiro andar para pegar um expresso duplo bem forte, tentando me manter minimamente atento. Reunião de diretoria em um sábado, realmente não deve ser coisa boa.
Tento manter meus olhos abertos enquanto ouço o diretor de marketing falar sobre as estratégias traçadas para driblar as baixas vendas na revista, mas realmente está difícil, minha cabeça dói e preciso lutar muito para disfarçar os bocejos que insistem em vir à tona. Estou quase pedindo pra encerrar a reunião, deitar no carpete mesmo e tirar um cochilo de, no mínimo, 12 horas.
Nem sei mais sobre o que estão falando. Aviso que vou ao banheiro e fujo dali rapidamente, depois peço o pessoal pra me resumir o que aconteceu ou se falaram de algo realmente relevante para mim. Pego o elevador decidido a voltar à cafeteira, pegar mais café e talvez um donut.
As portas de metal se abrem e estou encarando o chão, mas ergo o olhar e me deparo com alguém que jamais imaginei ver aqui.
— Oh — a ouço proferir, também está surpresa em me ver. Sua imagem me acerta como um chute no saco, dor aguda, profunda e imediata. Horrível, simplesmente horrível de sentir.
Mas antes fosse o saco doendo, porque em algum momento iria passar. Essa dor acerta mesmo é o coração e um coração ferido é muito difícil de curar.
— Você!? — ainda estou dentro do elevador e quando as portas fazem menção de fechar ponho a mão impedindo em puro reflexo. Ela me olha surpresa e curiosa. Bem maquiada, tem o rosto tão angelical quanto em qualquer foto que vi anteriormente e novamente dói. Sonhei e contei os dias para tocar esse rosto que agora me encara. — O que faz aqui? — minha pergunta é genuína, carrega curiosidade e uma pitada de esperança. E se nada fosse mentira? E se ela realmente era ela, mas estava namorando com meu melhor amigo e agora veio dar um jeito de explicar tudo?
As coisas não melhorariam com isso, mas ao menos não doeria mais saber que tudo foi uma mentira. Se foi verdadeiro de alguma forma isso me confortava. Saio do elevador e ela dá alguns passos para trás.
— Você é o amigo do Tae-oppa, certo? — pergunta, a voz não é parecida com a que ouvi em áudios e que me fazia delirar e isso me deixa tão confuso.
— Acho que ainda sou, Park Jimin — sou honesto e me apresento.
— Oh, olá, Kim EunHa — ela se curva para me cumprimentar e faço o mesmo.
— Desculpe por não poder lhe receber apropriadamente naquele dia, posso lhe pagar um café para compensar? Quero pedir desculpas formalmente — quero poder me redimir pela outra noite onde fechei a porta em sua cara. Ela pondera por um momento, mas por fim concorda.
Não posso dizer que é um momento confortável. Literalmente estamos sentados frente a frente segurando as nossas bebidas sem dizer nada. Tantas vezes imaginei o momento em que nos encontraríamos e é absurdamente estranho estar diante dela e não saber quem é, o rosto, o corpo pertence a garota que gostei, mas olhando bem para si percebo facilmente que essa garota diante de mim jamais poderia ser a que costumei gostar tanto.
— Tá quente hoje, né? — falo qualquer besteira que vem à minha mente a fim de quebrar esse silêncio esmagador entre nós. Ela me olha por um breve momento e parece ponderar sobre a minha observação ridícula.
— Um pouco — responde por fim desviando o olhar visivelmente desconfortável.
— O que veio… Desculpa, não é da minha conta, mas estou curioso sobre o que veio fazer aqui — confesso.
— Eu vim ver uma amiga que trabalha aqui, ela costumava trabalhar muito aos sábados então imaginei que a veria hoje, mas já liguei e ela não atende. Também não acho que esteja aqui — diz tirando um gole de sua bebida. — Faz algum tempo que não nos vemos.
— Ah, que pena que ela não está — como o mundo é pequeno! A garota que tem o rosto da minha ex bonita é amiga de alguém da empresa que agora trabalho, que loucura! Parando para pensar bem, pelo visto, está em nosso destino nos encontrar em algum momento e eu acabar descobrindo a verdade. Ela literalmente namora meu antigo melhor amigo e ainda tem conhecidos na empresa onde eu trabalho, quais as chances? Olho para a pasta que está em cima da mesa e que ela carrega consigo. — Isso… Isso é um portfólio?
EunHa olha para a pasta também, aquiescendo na sequência.
— É sim, eu ia pedir essa minha amiga para entregar para mim. Talvez fosse mais fácil de conseguir um trabalho de modelo na revista. Eu adoro essa revista leio todos os folhetins semanais e sempre acesso a versão completa mensal. Só não compro físico porque nem teria onde colocar, mas simplesmente amo e seria um sonho trabalhar modelando aqui, então pensei, por que não tentar? — um sorriso sincero brota em meus lábios enquanto a ouça falar com total entusiasmos sobre a revista, parece mesmo gostar e ser bem sincera sobre, não consigo evitar o sorriso que só forma em meu rosto ao vê-la falar
— Bom, então acho que esse é o seu dia de sorte — anuncio. — A sua amiga pode não estar aqui, mas eu sou o diretor de arte da revista, posso ficar com o seu portfólio se quiser.
— Sério que você é o diretor de artes da revista? Eu não sabia — observa com um sorriso nos lábios. — Não quero incomodar.
— Não será incômodo nenhum e também é uma ótima forma de me redimir pelo vexame da outra vez — de fato existe uma chance de mostrar que não sou o babaca que fechou a porta na cara dela da primeira vez que nos vimos.
— Então eu vou aceitar que fique com meu portfólio — sorri para mim e sinto meu coração inflar, bater rápido e gostaria de afastar essa sensação, mas não consigo evitar. Ela é a namorada do meu amigo, não é a minha ex bonita de verdade.
Ela namora meu amigo.
Suspiro pesado desviando o olhar por um momento, buscando me recompor porque fui atingido, não só pela sua beleza que realmente não tem como descrever, mas pelo que nunca poderemos ser, porque ela não é ela e jamais será possível concretizar todas as coisas que desejei para nós.
— Na segunda peço a minha secretária para passar pro setor de casting, vou pedir para colocarem um olhar especial aqui — ela me entrega a pasta com as fotos de seu portfólio.
— Obrigada por isso.
— Não há de quê.
A Kim olha para o relógio no celular.
— Agora eu preciso ir, tenho um compromisso daqui a pouco e não posso me atrasar — anuncia. — Foi um prazer falar com você, Park Jimin-ssi.
— O prazer foi todo meu — me despeço dela antes de vê-la sair da cafeteira até sumir do meu campo de visão.
{...}
Encaro a pasta de fotos em cima da minha mesa sem querer realmente olhá-la. Tudo ainda parece uma piada de muito mal gosto e lidar com o gosto amargo na boca é difícil.
Recosto a cabeça na cadeira e a giro enquanto encaro o teto da minha sala. Minha mente está turva e bagunçada. Achei que seria um pouco mais fácil superar os sentimentos que nutri por tanto tempo por uma pessoa que sequer era ela mesma, mas estar diante da figura real desse relacionamento é perturbador.
Estou tão confuso!
E esse sentimento de desolação só me faz sentir mais falta ainda dos momentos que tive com a EunHa fake, era com ela que eu conversava quando estava triste e automaticamente me sentia melhor. Pego o celular e rolo as nossas conversas com uma saudade absurda de ter alguém disponível para mim em todos os momentos em que eu precisasse dela.
Como sou idiota!
Provavelmente mereço mesmo ter sido enganado pra deixar de ser otário.
Pego a pasta com o portfólio da pessoa a quem realmente aquele rosto que tanto amei pertence, e folheio algumas páginas. Ela é boa para fotografar, bonita, expressiva, sexy, mas com aquele toque angelical que as marcas gostam de usar, servirá para muitos trabalhos por aqui provavelmente. Fecho a pasta com força após encarar por tempo demais as fotos que me causam dor.
Meu humor tá um lixo. Esse encontro despertou em mim sentimentos tristes, como feridas que estavam fechando e foram abertas novamente, sem anestesia, a sangue frio e dolor. Não consigo nem pôr a mão em cima para tapar porque dói ao ponto de não conseguir controlar.
Parece que quanto mais o tempo passa e elas se renovam, mais dói e sinto raiva da pessoa que me enganou desse jeito. Ela não tinha o direito.
Resolvo voltar para casa, tomar um banho e quem sabe dormir um pouco. Talvez todos esses sentimentos aflorados sejam também culpa da ressaca que acordei sentindo. Dormir até a dor passar parecia uma boa idéia.
— Jimin-ssi? — ouço a familiar voz de Lim Nari vir da cozinha assim que abro a porta de casa, mas não respondo nada. Ela não tem culpa do meu humor ruim, então prefiro apenas passar direito para o banheiro para tomar um banho sem dizer nada.
Gasto bons minutos debaixo do chuveiro e deixo algumas lágrimas solitárias rolarem, acho que vai me fazer bem permitir, já passei tempo demais evitando sentir e talvez isso só estivesse piorando tudo.
— Tá tudo bem? — Nari aparece diante de mim assim que saio do banheiro, esfrego a toalha nos cabelos a encarando.
— Mais ou menos, tô com dor de cabeça por causa da ressaca de ontem — sorrio tentando não deixá-la preocupada, por causa do que aconteceu ontem. — Vou me deitar e descansar tá?
— Precisa que eu faça alguma coisa? Compre um analgésico? — pergunta solicita.
— Não, vou só dormir e acho que mais tarde estarei bem. Obrigado.
{...}
Tive um pesadelo.
A garota por quem me apaixonei estava diante de mim, mas não era ela. O rosto, o corpo eram dela, mas as coisas que tanto adorei sobre ela não estavam ali, o humor único, o jeito carinhoso com o que me tratava, o modo como me fazia rir.
Estive diante de uma capa.
E a pior parte foi abrir os olhos e perceber que não havia sido um pesadelo, apenas revivi em sonho aquilo que vivi de verdade esta manhã.
Sento na cama esfregando o rosto e tentando me recompor. Está tudo escuro indicando que já anoiteceu, ouço o ruído que vem da cozinha e que passa pelas frestas da porta do quarto. Nari deve estar fazendo alguma coisa. Desde que ela chegou aqui, nunca mais soube o que era ver minha casa bagunçada ou sem comida, a casa nunca mais foi 100% silenciosa e na verdade eu gosto mais assim, acho que no fim, foi uma das melhores decisões que tomei trazer ela para cá, não por causa das coisas de casa, mas sim porque Nari era minha companhia em dias como hoje e também em dias como ontem, uma companhia para os dias felizes e tristes.
Levanto da cama e abro a porta do quarto, sendo inundado pelo cheiro de comida que vem da cozinha. Seolleongtang, tenho certeza que é isso que Nari está fazendo e sinto minha barriga doer de fome quase que instantaneamente.
— Oh, que fome — digo alcançando ela na cozinha que está de costas cortando algumas coisas na tábua. Minha colega de casa se vira para me olhar.
— Oh, você acordou.
— Tá fazendo Seolleongtang? — pergunto e ela responde que sim com a cabeça. Seu cabelo curto está amarrado em um mini rabinho de cavalo e acho isso fofo. — Precisa de ajuda com alguma coisa?
— Não, já estou terminando. Você acordou bem na hora — uma panela com sopa de osso e carne é descansada sobre a mesa e vários acompanhamentos servidos. Um verdadeiro banquete. Sento na cadeira encarando aquela bela mesa posta, minha boca saliva.
— Uau Nari-ssi juro que isso parece um sonho de tão gostoso — falo de boca cheia enquanto experimento o Kimchi fresco que os vizinhos nos deram ontem, junto de uma colherada generosa do caldo.
— Bom, como você reclamou de estar de ressaca, achei que uma comida reforçada fosse ajudar no processo e aposto que não comeu nada o dia todo — diz sentando diante de mim. Olhar para sua figura à minha frente, me faz automaticamente lembrar de ontem, do beijo que compartilhamos e da sensação que me tomou, durante meu dia caótico quase havia esquecido desse acontecimento.
— Acho que você já está me conhecendo muito bem — franzo o cenho para ela.
— Não é muito difícil de imaginar isso — constata. — Foi trabalhar hoje?
— Fui, recebi uma mensagem convocando para reunião e tratar algumas pendências, juro que até agora tô tentando entender como aguentei acordado. Negócio chato — encho a boca de mais comida e quase choro de tão gostoso que está.
— Ficou só em reunião hoje?
— Só, assim que acabou corri para casa, sem saco nenhum — minto. Não acho que ela precise saber sobre a EunHa, não sei exatamente o porquê, mas acho que Nari não precisa saber dessa parte extremamente estranha do meu dia e também por causa do que aconteceu ontem, sinto que as coisas estão confusas e misturadas neste momento, tanto que nem eu mesmo sei defini-las.
— Ah — solta parecendo disposta a deixar o assunto morrer.
— E você? Passou o dia fazendo o quê? — continuo puxando assunto enquanto comemos.
— Fiquei por aqui mesmo, depois saí e encontrei a JanGi por um momento e comprei as coisas pro jantar que não tinham aqui, só isso. Nada muito interessante — a encaro por um momento, seu olhar parece um pouco distante e acho que esteja desconfortável pelo que aconteceu ontem, é a minha deixa para puxar o assunto.
— Sobre ontem… — um silêncio estranho se instala entre nós e vejo a Lim lentamente voltar seus olhos para mim.
— Não precisa dizer nada, se não quiser, quero dizer… — se adianta antes que eu fale algo, mas sou um cara que não gosta de deixar as coisas pela metade, mesmo estando extremamente bagunçado nesse momento.
— Não, eu acho que é interessante falar sobre, sabe? A gente tá morando junto, então para não ficar estranho… — ela continua me encarando, mas parece um pouco acuada e me pergunto o motivo. — Nós somos amigos, certo?
— Certo — sussurra hesitante.
— E para mim isso é mais importante que todo o resto agora, a nossa amizade, mas coisas assim acontecem, amigos se pegarem… Às vezes — dou de ombros, não vejo moralmente nenhum problema nisso, desde que a nossa amizade permaneça intacta. Não sou um cara conservador, acho que as coisas podem ser como são, sem ser nada demais. Afinal, moramos juntos, mesmo não tendo nada romântico um com o outro e podemos aproveitar esses benefícios, sem estragar o que estamos construindo aqui.
— Tipo, amizade colorida? — Nari parece confusa sobre o assunto.
— Não exatamente, acho que amizade colorida exige constância. Acho que não se encaixa aqui, mas podemos chamar de amigos com direitos quando ou se rolar, rola, mas sem estragar a amizade sabe? Isso já aconteceu uma vez comigo e super funcionou — até ele arranjar uma namorada e não querer mais ter direito nenhum, só a amizade.
— Você já fez isso? Por que eu não — Acho o sorriso de Nari muito bonito e parece iluminar um pouco o ambiente, impossível não sorrir junto, tem um ar de inocência engraçado, porque a sua figura não é exatamente inocente e sim de uma mulher forte e séria e a medida em que vou a conhecendo melhor consigo enxergar a coerência nisso tudo, as suas camadas de charme.
— Uma vez, com um amigo, mas não rolou nada demais, foram só alguns beijos e ele arranjou uma namorada logo depois, então não fazia mais sentido e tudo bem, segue tudo normal até hoje — explico. Ela faz um "o" com boca enquanto aquiesce parecendo finalmente entender.
— Acho que entendi — confirma a minha suspeita.
— Não quer dizer que vai rolar de novo, nem que não vai, porque sinceramente foi muito bom e muito interessante, mas se acabar rolando em algum momento, no fim, nada muda entre a gente. Pode ser? — a Lim parece ponderar o que acabo de dizer, sinceramente não me importo nenhum pouco de voltar a acontecer um beijo, uns amassos ou até mesmo sexo, desde que a nossa amizade não seja afetada no fim, porque Nari é tudo o que me sobrou de bom e preciso desesperadamente preservar isso.
— Acho que tudo bem — diz por fim se voltando para a comida. Sorrio para ela satisfeito, percebendo com alegria que diante de Lim Nari consigo até mesmo esquecer as coisas que mais me chateiam e isso é bom. Muito bom.
Temos aqui a chance de viver coisas novas e legais juntos e me sinto curioso sobre o amanhã.
Minha colega de casa e de trabalho pelo visto era a grata surpresa que a vida resolveu enviar para mim, para enfrentar os momentos difíceis que me esperam na espreita da caminhada e não quero perder isso de forma nenhuma, não mesmo!
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