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Capítulo 7.


Saímos bem cedo de casa ,o lugar fica muito longe da civilização,há seguranças por toda parte ninguém sem autorização pode entrar, além de ter que pagar 4.000$ em uma entrada e mais 6.000 para apostar nos lutadores e uma verdadeira máfia de bandidos.

_Oi ,quanto tempo cara. O tal amigo comprimenta Dweine ,ele parece bem reconhecido pela lugar onde trabalha.

_Você ficou em forma Victor. Dweine fala.

_Quem é há princesa. Ele mi encara.

_Essa é á Dúlia. Dweine fala.

_Prazer. Ele mi abraça, apertado eu diria.

_Vamos á luta que vieram ver já vai começar. Ele nos leva um lugar VIP .

As lutas são até a morte, que ficar de pé ganha. No final da luta o ganhador já está destruído mesmo assim desafia outros lutadores a lutar.
Essas lutas é tipo a TNA só que ilegais e mais violenta .

_Acho que você não viu nem à primeira luta. Victor comenta.

_Tem razão ,essas lutas não mi interessa já essa sim. Olho em direção a luta das mulheres ,a mulher que vendeu a filha está lutando contra uma jamaicana.

_ Ela já matou três lutadoras e deixou sete em coma. Victor conta sobre todas as lutas vencidas por ela.

_E o marido dela?. Dweine pergunta.

_O cara é doido nunca deixou o oponente sair do Ringe com vida, só tenho que vencer duas lutas para por minhas mão  nesse desgraçado do Igor. Ele aperta os punhos.

Ficamos até a luta do Igor ,ele acabou com um cara ,com uma corda no pescoço, senti pena o pobre homem estava cane viva o sangue tomou seu rosto estava irreconhecível, não conseguia se manter de pé ficou ali mesmo estirado no chão, virei o rosto quando Igor pegou uma faça e cortou sua pele, orelha e dedos, tamanha foi a satisfação do público, uma algazarra, gritos, aplausos de toda parte de uma legião de fãs; tudo era permitido Igor usou um martelo para quebrar os pés do cara era possível ver os ossos ,o juiz nada fez no final fez questão de entregar o prêmio e a torcida aplaudia de pé o insana.

_A luta acabou, vamos não quero ver as comemoração dele. Dweine segue para fora da sala de lutas.

Ao passarmos pela plataforma ,Igor nos para.

_Gostaram da luta. Ele sorri.

_Foi uma boa luta. Victor o elogia.

_Já eu achei uma porcaria. Dweine enfrenta o.

Nunca vi esse lado dele ,parecia um desafio proposto para Igor.
Que parte para cima.

_Calma. Victor intercede.

_Quer lutar ,aqui no Ringe amanhã sem falta. Igor grita.

_Eu estarei esperando. Dweine aceita o desafio.

Igor sai da nossa frente, e seguimos para o carro.

_Porque fez aquilo?. Victor e eu falamos ao mesmo tempo.

_Quero fazer ele beijar a lona pelo caras que ele venceu no roubo. Dweine fala.

_Eu te entendo, força amigo. Victor dar lhe um aperto de mão.

_Eu não ,sério eu não intendo vocês. Entro no carro ,fechando a porta com força.

Não trocamos uma sequer palavra ,e provável que Dweine saia do Ringe destruído ,ou nem saia vivo. Dweine para em um posto de gasolina ,para abastecer o carro. Victor e eu ficamos no carro.

_Ele é um excelente lutador. Victor tenta mi persuadir.

_Ele é um soldado, não tem experiência nenhuma no ringer, só a trapaças ali. Falo.

_Você não está ajudando. Ele diz.

_Se ele se machucar foi por influência sua,Okey?

_okey, linda e malvadinha. Victor fala.

_Um lutador sensível, essa é nova.

Dweine entra no carro ,ao ligar o carro, um som de tiro soa ,todos se abaixaram, depois de um tempo vi um garoto no chão baleado corri para socorrê-lo.

_Dúlia não. Dweine grita.

_Fala comigo, onde a bala está alojada?. Pergunto ao garoto de uns 15 anos mais ou menos.

_No...braço foi...de raspão. Fico feliz por ele ter falado alguma coisas, mas preciso leva lo para o hospital.

_Onde estão seus pais garoto?. Dweine pergunta.

Ele não responde nada.

_Diga para nós os avisarmos?. Victor procura por alguma pessoa ,mas o posto não a ninguém os frentistas fugiram desesperados.

_Temos que leva-lo há um hospital. Falo retirando seu casaco ,deixando o ferimento visível.

_Eu o levo para o carro. Dweine o coloca em seu colo e segue para o carro.

Apoio a cabeça do garoto sobre meu colo ,ele geme de dor.

_Aperte o ferimento, que a dor vai ficar mais suportável. Ele faz como eu digo, mas o sangue não seca ,a bala deve ter atingido uma veia.

_Ele não para de sangrar ,vamos para casa que está mais perto cuidarei dele. Falo fazendo  Dweine muda de direção.

Chegamos em casa, eu estou com as roupas cobertas de sangue. Victor ajuda Dweine a retirar o garoto do carro.
Eles o deitam no sofá da sala ,subo as escadas para pegar meu kit médico.

_Você é médica?. O garoto pergunta com medo.

_Você tem sorte, da vez que ela mi fez um curativo ,não tinha anestesia. Dweine ri.

_É brincadeira dele ,não liga. Mi defendo.

_Ela é uma ótima doutora. Dweine repara seu erro.

_Vou lhe aplicar uma anestesia, se sentir dor mi fale.

Faço os procedimentos limpo o ferimento, pego um pinça e retiro a bala, dou os pontos no braço e o enfaixo.

_Lembrei não posso ver sangue. Victor corre para o banheiro para vomitar.

Rimos.

_Pronto, evite fazer muito esforço com o braço.

_OK. Responde.

_Qual é o seu nome?. Pergunto.

_Thiago.

_Thiago, o que fazia ali sozinho?. Dweine pergunta.

_........ .......

_Não quer responder?. Pergunto.

_Eu moro ali. Ele abaixa a cabeça.

_Porque não disse ,para avisar seus pais?. Dweine faz uma nova pergunta.
_Não tem pais ,né?. Dweine Sabia desde o início pelo jeito dele.

_Não senhora. Ele mi olha com tristeza.

_Senhora, mi ofendeu. Dou um sorriso para quebrar a tensão.

_Desculpe. Ele pede.

_Me chame de Dúlia.

_Como eu já sei o que você vai mi pedir, vou levar o garoto para o quarto. Dweine adivinhou bem.

_Bom já estou indo. Victor se despede de mi.

_Não quer esperar por Dweine?

_Vamos nos ver amanhã. Ele vai para a porta.

Dweine narrando.

Mostro o quarto ,para o Thiago poder descansar.

_Se precisar de algo é só chamar ,meu quarto e do seu lado.

Saio do quarto ,vou ao encontro de Dúlia, que está no quarto entro para explicar sobre a luta.

_Dúlia eu ...

_Calma eu estou de sutiã. Encontro Dúlia se trocando ,mas pelo menos não estava nua.

_Eu não sabia que estava se trocando, desculpa. Mi viro para não olhar para ela.

_Não vou colocar a blusa se não olhar para mi. Dúlia vira meu rosto para ela.

Olho sempre em seus olhos.

_Não sou gey somente respeito as mulheres. Defendo a minha masculinidade.

_Vou vestir a blusa. Dúlia se veste.

Ela se aproxima de mi até nossos lábios se tocarem, seu beijo e sedutor, ele segura minha mão e a coloca na sua cintura. O beijo vai se tornando cada vez mais profundo, e mi envolve em vários sentimentos.

Autora...
Oi galera!!
Estamos quase no fim
Peço o apoio de vc , votando,comentando
Pois penso em fazer a continuação desse livro... Maior e mais emocionantes.
Caso queiram saber mais do livro me perguntem.
🙋🙋😉😉
Beijinhos!!

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