capítulo 28.
Acordo com a brisa fria daquela manhã, as copas das árvores carregadas de água da chuva acumulada na noite anterior.
Isso me fez lembrar da meu discurso. E do prêmio, agora tenho mais responsabilidade do que antes e como um nobel da paz só que mais importante.
Depois do meu avô a pessoa que mais gostei de ver foi Dweine.
Trin! Trin!!
_Zumbia demorou para ligar!!
_Ultimamente esse é o único meio de nos comunicar. Sua voz torna se um sussurro.
_Sua voz está diferente.
_A Dúlia se você soubesse como me sinto.
_O que você tem. Ando de um lado para o outro no quarto.
_Não gosto de falar pelo telefone, porque não me visita?
_É só dizer, que dentre alguns dias vou está do seu lado.
_Venha logo. A ligação cai.
Se acontecer algo com eles a culpa será toda minha, eu escondi a mentira deles, sendo que a adulta aqui sou eu.
Onde está meu passaporte.
Estados Unidos 3:43 da tarde.
Toc! Toc!
_Pode entrar. Zumbia grita.
_Estou no quarto a direita. Torce.
_Minha nossa o seu estado. Lamento.
_Dúlia foi uma escolha minha.
_Te ver nessa cama, embrulhada com mil cobertores pálida.. Parece outra pessoa.
_Thiago fala isso todo tempo.
_Onde ele está?
_No trabalho.
_Ele não devia te deixar sozinha.
_Meus pais querem que eu volte.
_Com razão, nenhuma faculdade priva seus alunos de visitar suas famílias.
_Nas circunstância que eu estou.
_Até eu estou com raiva dos dois.
_Por quê?
_Olhe a confusão que me meteram, se seu irmão souber.
_Pelo menos você nos entende.
_Acho que sim.
Naquela tarde fiz o possível para tirá-lá da cama, por se ao calor do sol o que raramente aparece no clima frio, vestir com roupas mais alegres, perfumes de flores com a conheci uma menina que desfrutava de todos artigos de beleza, até arrancar um sorriso.
_Meu amor já chegou!!exclama.
_É assim que vocês se tratam. Riu.
_Dúlia!!
_Nossa como se tornou tão lindo.
_Eu me pergunto a mesma coisa. Zumbia retruca recebendo um beijo de Thiago.
_É que você era magro, baixo e loirinho. Relembro.
_A natureza nos transforma.
_Engraçadinho, temos que ter uma conversa séria. Um ar sério retira o sorriso de seus rostos.
_Okey. Deixamos Zumbia no jardim repousando ao sol.
_Como está lidando?. Começo enquanto caminhamos.
_Essa pergunta não é fácil de responder.
_Entendo, mais como se sentiria se seu filho nascesse...
_Ele corre risco de vida?. Ele se põe a minha frente fazendo o olhar de cara.
_Não quis dizer isso mas a sempre um risco.
_Você pode cuidar dela.
_Claro que posso, mas não como uma doutora, não sou treinada para isso.
_Salva o meu filho. Ele se desespera e me abraça.
_Nada disso pode está certo, ele pode nascer forte saudável. Consolo.
Dias após dias o quadro clínico do bebê foi vistoriado por ginecologistas, o parto séria feito por Cesariana. Com 8 meses as dores começaram sempre nos dando sustos, o que nos obrigaram a ficar no hospital.
Levava flores para mudar aquele ar que eu bem conhecia.
_Como vai minha rainha?
_Que bom que veio não aguentava mais ficar sozinha. Anima-se.
_Quer assistir algum filme, trouxe vários de comédia.
_Pode escolher. Desanima.
_O que foi, não está como antes algo te preocupa.
_Decidimos contar para Dweine.
_Fizeram uma boa escolha, mas ainda tem seus pais.
_No meu caso Dweine é mais protetor, se ele concordar todos irão.
_E Thiago?
_Vamos dar um passo de cada vez.
_Okey deram o primeiro, já é uma grande evolução.
_Dúlia estou sentindo dores fortes. Sua aparência desmancha.
_Respira pode ser só uma contração passageira.
_A dor é horrível, chame a enfermeira.
Corro para o centro médico, logo encontro um.
Mas sua cara não me deixa feliz.
_O que ela tem?. Pergunto atônita.
_Vamos ter que retirar o bebê.
Sinto o medo dela, não por ela mas de perder a criança.
_Vai dar tudo certo, estarei aqui com você. Seguro sua mão.
Não sai da sala de cirurgia, observei passo a passo a vinda do pequeno que nasceu forte, só o que me preocupou e dele ficar numa encubadora.
_Onde eles estão!!Thiago corre a meu encontro fora do quarto.
_Espera não pode entrar, ela está dormindo, e o bebê está na encubadora.
_Como ele é?
_Porque não tira suas dúvidas. Levo o para ver o filho mesmo que seja de longe.
_Ele é...
_Incrível. Completo.
_Superou nossas espectativas.
_Muito ,ele vai ter alta assim que acabar de fazer análises.
_Eu os amo.
_Não perca essa oportunidade de ser feliz. Observo suas lágrimas.
Dois dias depois, deram lhes alta. Meus pequenos não era mais crianças, só tinham que realizar um único ato antes de me reintegrá.
_Sabem o que tem que fazer agora?. Apanho o bebê Enzo no colo.
_Sim. Thiago concorda.
_Ele veio?. Pergunta Zumbia.
_Só vamos saber, quando abrirem a porta. Os encaminho até a porta que dar acesso a sala.
_Vamos conversar com ele primeiro. Thiago se vira para Zumbia.
_Vou esperar no quarto do Enzo.
Fico com o bebê.
Eles dialoga pacificamente não houve grandes gritos. Mas a demora até o Enzo estava agitado.
Uma... Duas...três... Quatro...
Olho no relógio já eram quase o dobro do tempo que levaram dialogando.
Eles entram no quarto, não parece ter tido uma boa conversa. Mas sai antes de ver a grande cena, Dweine colocando seu sobrinho nos bracos. Quando estava entrando no carro, senti algo me puxar. Virei me lentamente, sem dizer palavras.
_É cedo demais para ir. Aquela voz forte e encantadora, invade meu ser.
Continuei sem fala.
_Onde você vai depois disso?, você sempre some.
_Para muito longe, talvez nem eu mesma sei. Dou um meio sorriso sofrido.
Senti que ele iria fazer uma segunda pergunta mas não fez, e me deixou ir, sem dizer ao menos adeus, mas e se ele falasse mudaria alguma coisa eu me entregaria a ele?
Pelo retrovisor, observei que estava pensativo, e demorou para entrar enquanto o carro não sumia na estrada.
Se eu decidi deixa-ló , que eu morra no inferno se voltar atrás.
Vou pegar o primeiro ônibus para qualquer lugar longe daqui.
Meses mais tarde.
Dweine narrando.
Não tive mais notícias dela, agora me aventura nas florestas densas e perigosas de Belize. Ensinando tudo que sei para os recrutas que passaram nas provas e quem não teve chance principalmente os que alegam terem sidos sabotados para não passarem na última prova.
_Qual será nossa próxima parada capitão?. Vladimir pergunta com a sua arma em punho.
_As montanhas.
_Mas está muito frio e as trilhas encobertas pelo deslizamento de terra que é constante por aqui. Xavier se manifesta.
_Sua preocupação é válida, mas o medo de arriscar pode fazer-ló perde ponto na prova. Saio para barraca.
Xavier narrando.
_O bebê chorão que voltar. Vladimir ou Leni como gosta de ser chamado ,continua suas provocações desde o primeiro dia.
_Vamos ver como se sai, quando estivermos lá em cima. Gina o assusta.
_A namoradinha veio salva o esqueleto. Ele torna a tira proveito da situação.
_Ela não é minha namorada, e se quer provar que é melhor faça sua aposta. Os recrutas vibram.
_Vai se arrepender, amanhã vamos conhecer toda a sua coragem. Ele se aproxima empurrando o meu corpo.
Em resposta acerto lhe um soco, seus comparsas me atacam.
_O que está acontecendo aqui. O capitão retira os amigos de Leni de cima de me.
_Vladimir começou tudo. Lavínia responde ao olhar raivoso de seu irmão Mário da turma do Leni.
_Mentira esse mala nos ofendeu. Mário arremate a acusação da irmã.
_Leni que quis se mostrar. Augusto interfere a meu favor.
_Cale a boca sua aranha de óculos. Beto defende sua turma.
_Não fala neste tom com meu amigo. Franklin apóia seu amigo Augusto.
Dweine narrando.
_Se essa problema não ser resolvido entre vocês, nenhum vai poder entrar no exército. Aumento o tom.
_Todos aqui temos pontos que não podem ser tirados. Mário fala tentando se livrar da culpa.
_Pra ver que não estou aqui para passar a mão na cabeça de ninguém de um passo a frente Leni, Xavier,Mário, Beto, Augusto,Lavínia, Gina e Franklin vocês não tem mais nenhum ponto. Permaneci duro.
_Mais isso é um absurdo. Itan se impõe.
_Quer entrar no grupo Itan. O Ameaço.
Ele fica calado.
_Que sirva de exemplo para todos, e o grupo aqui tem que marcar 100 pontos se quiserem passar. Entro novamente na barraca.
Xavier narrando.
_Viu o que você causou?. Leni recomeça.
_Que ser expulso. Franklin afirma.
_Esquecer o que aconteceu aqui é melhor para todos. Sugere Gina.
_Isso não acabou. Leni faz uma último ameaça.
Avanço em direção dele mas sou segurado por Augusto e Franklin.
_Já deu chega de briga. Lavínia fala.
_Desculpe meter todos vocês nessa confusão. Lamento.
_Sem problemas. Falam.
Dweine narrando.
_Mudanças de plano vamos partir hoje para tribo indígena mais próximo, logo de manhã terão uma provinha supresa. Aviso.
_E os instrutores?. Alguém pergunta.
_Esperaremos eles lá.
Ajudo os a se organizarem, vi que terei um problema com os dois melhores alunos. Jane e Marcos saberão lidar com eles.
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