Capítulo 12.
Volto para casa arrasada por ter que mentir mas se um dia eu não ter mais controle sobre mi e sei lá o que vão fazer com o meu corpo abduzido, e se a pessoa que tomar meu corpo for do mal, não quero pensar nisso.
_Onde esteve , liguei para varias pessoas a sua procura. Dweine mi dar broncas.
_Desculpa?
_Não vão adiantar.
_É sério eu estava com amigos só isso.
_Eu fiquei preocupado com você. Ele aumenta o tom de voz.
_Estou vendo.
_Não faça mais isso, eu não suportaria outro susto.
_Não fale isso.
_Eu ti a....
_Por favor não podemos nos envolver.
_Você foi a primeira e última.
_Nunca se sabe os sentimentos, nos pregam peças.
_O meu não.
Ele mi beija ,dessa vez foi eu a quem ele beijou.
_Está tudo bem?. Ele pergunta.
_Não minha vida está de ponta cabeça.
_Deixe mi ajudar.
_Nem eu consigo me ajudar.
_Talvez seja seus pensamentos negativos.
_Não penso dessa forma.
Trin! Trin!
_É o seu celular. Afirmo.
Ele atende faz questão de por no alto falante.
_Dweine leve Dúlia para um passeio hoje só volte no dia depois ,já fiz reservas num aras bem distante da cidade. Franscisco meu avô fala.
_Pergunte o por quê?. Sussurro para só Dweine ouvir.
_Qual o motivo?.
_Uma menina desapareceu nessa manhã, tenho certeza que pode ser um aviso para Dúlia.
_Quem é há menina?
_Kelly .Carter estudava no colégio Santerman, Dúlia ficaria arrasada se soubesse ,aliás há menina só tem 12 anos.
_Vou tira-lá da cidade agora.
_Proteja ela.
_Okey. Desliga.
_Temos que procura-lá. Falo com os olhos cheios de água.
_Pode ser perigoso.
_Você acha que irei deixar uma criança morrer.
_Eu mandarei outros para esse trabalho.
_Não vai me impedir. Pego minha bolsa e saio para o carro.
Dweine me segue.
_Vamos lá. Ele põe um óculos escuro.
Dweine narrando.
Se essas morres desaparecimento ficarem mais frequentes ,investigações podem chegarem até Dúlia o que vai revela nossa posição.
_Estamos quase chegando tem, não quer um disfarce.
_Não, é inútil.
O lugar não tem segurança por ser uma rua deserta sem comércio, somente uma trilha de casas.
_De noite esse lugar deve virar uma rua sombria. Dúlia observa o lugar.
Pego meu distintivo antes de sair, coloco no pescoço por dentro da blusa.
Olho em volta ,sempre as pistas estão do lado de fora do local do crime.
Dúlia toca há campainha.
_Tenente Dweine. Johnson viemos investigar.
_Sim entre por favor. Um homem nos atende.
_Um policial já veio aqui disse que há menina à essa altura já devia está morta. Aparentemente há mãe fala.
_Sr. Carter onde há menina estava horas apos o desaparecimento?. Dúlia pergunta.
_Ela estava no colégio, ela me ligou para avisar que iria passar na casa de uma amiga mas que voltaria antes do almoço, só que ela não voltou e já faz um dia que ela não voltou. Ela enxuga as lágrimas.
_Sabe se ela chegou há ir na casa da amiga?. Pergunto.
_Não fui tudo muito rápido só ligamos para há polícia sr. Johnson. O sr. Carter responde.
_Podemos revistar o quarto dela?
_Claro e por aqui.
Procuramos em todo quarto,computador mas nenhuma conversa suspeita carta amigos nas redes sociais que pudesse dizer algo.
_Uma correntinha, era da sua filha?. Dúlia segura há correntinha.
_Não,nunca há vi usando. Há mãe pega a corrente dourada sobre suas mãos.
_Ficaremos com ela. Saímos da casa para seguir para a casa da amiga.
segundo os pais da vítima elas tem a mesma idade estudam juntas.
_Essa corrente eu tenho certeza que já tinha visto ela antes.
_Tem certeza Dúlia?
_Tenho mas não me lembro quem estava usando ela.
_Bom há casa é essa.
O lugar diferente do outro lugar e cheio de comércios e guardas,e deve estar bem movimentado pela tarde.
_Tenente Dweine Johnson ,podemos conversar com há senhorita Raquel.
_Ela está no quarto podem subir. O sr. Lopes nos leva ao quarto da menina.
_Acharam há Kelly. Raquel fica feliz por um instante.
_Ainda não, mas precisamos de sua ajuda para encontra-lá. Dúlia fala.
_Papai pode nos dar licença.
_Claro filha, se comporte.
Ele fecha há porta.
_Conte nos tudo que sabe. Fala.
_Depois que saímos da escola ela tinha se esquecido de um livro na sala de aula ela voltou já estávamos quase no shop perto daqui,mas ela insistiu que eu fosse para casa que ela não demorava.
_E depois?. Pergunto.
_Ela não veio para cá, achei que ela estivesse ido para casa dela,mas eu liguei para um amigo que estaria no colégio para ver se ele tinha visto ela lá mas ele disse que não.
_Quem é o amigo?
_Ele é novo lá ,ele e Kelly ficaram muitos amigos.
_Sabe quem deu essa corrente para Kelly?. Dúlia mostra a corrente.
_Foi o amigo dela.
_Pode nos dar o endereço?. Peço.
_Só um momento. Ela escreve em uma folha e nos entrega.
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