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Presentes


Hoje era meu aniversário de dezoito anos e junto com ele estava programado a maior festança, eu havia chamado meu cabeleireiro fiel e um outro pra Felipa, para podermos nos produzir o meu quarto parecia mais um salão de beleza. Eu não queria mudar muita coisa no meu cabelo pois amava a cor loira natural.
-Cara amiga você tem que estar arrasante em.- A Fê falou enquanto a Gil cabeleireira trabalhava em seus cachos.
-Pois fique tranquila que vou caprichar no visual dessa preciosidade.- Meu cabeleireiro Tomás falou e sorriu, ele era o único que eu confiava pra mexer em meu cabelo.
-Licença Manuela.- Olhei pra porta e a Rita estava carregando um urso enorme, era a coisa mais linda que já vi, sai da cadeira onde estava e corri até a porta.
-Meu Deus mais que lindo.- Gritei e peguei o urso de pelúcia que chegava a ser maior que eu, botei ele sobre a cama e o abracei.
-Caramba que fofo.- Tomás falou e se aproximou. -Cartão.- Avancei em sua mão e abri o cartão vermelho e pequeno, sorri ao ver a caligrafia grande e jogada pro lado.

*Se não der certo a gente fica errado mesmo.
Te amo.
M.

Abracei o cartão e o urso ao mesmo tempo, cara ele era prefeito.
-De quem é?- Felipa perguntou curiosa.
-Do meu baby.- Sorri e ela revirou os olhos, voltei a sentar na cadeira mas não tirava os olhos do urso sentado na minha cama, era tão lindooo.
Algumas horas depois minhas unhas estavam prontas.
-Licença de novo.- A Rita falou e entrou no quarto, corri até ela e peguei a caixa de chocolates em formato de coração, quase tive um troço mais gente quantos presentes. Dessa vez peguei o cartão antes do Tomás, assim que abri um novo sorriso idiota tomou conta do meu rosto.

*Oi sou eu de novo, só pra lembrar que te amo e estou com saudades, vontade de te sequestrar de novo.
Porra eu te amo muitãooo.
Ass: Seu Miguel.

-Estou seriamente apaixonado por esse seu namorado.- Tomás falou e se abanou com a mão, bati no braço dele e sorri.
-Fofoqueiro.
-Amigaa, deixa eu ver vai e me da um chocolate.
-Não, o choco é só meu.- Falei e guardei a caixinha no meu closet, iria ficar uma balofa mas chocolate não se divide nunca.
A hora da festa estava se aproximando, eu já tinha descido até o jardim e tudo estava impecável eu iria fazer tudo aqui dentro de casa mas está calor então preferi uma festa ao ar livre com tendas pro buffet uma pista de dança enorme e bóias na piscina pra no final todos pularem nela e fazerem a maior farra. Minha avó falou que não iria participar pois ficaria louca de ver a casa sendo destruída então ela, meu avô e meu pai saíram o mais cedo que deu, acho que foram todos pra casa da Amanda a nova paixonite do meu pai, não descia na minha garganta aquela mulher. A Rita foi a única que ficou ela iria orientar os garçons e por ordem em tudo que desse tendo a minha ajuda e da Felipa, eu comprei aquelas metralhadoras de água e iria molhar qualquer casal que se pegasse ou ousasse a usar os quartos dessa casa ou usasse o celular. Eu queria que o povo aproveitasse e não ficasse com a língua enfiada na garganta do parceiro ou da parceira e nem no mundo virtual e viciante, eu e a Felipa também estávamos proibidas de usar celular e ficar agarrada com nossos namorados, Simmm a Felipa estava namorando o Tiago eles eram tudo de bom juntos.
-Molhar as pessoas é maldade Manuela.- O Tomás falou quando expliquei pra ele como iria ser.
-Eu botei no convite em negrito "não vir de prancha" e um PS falando as condições, vem quem quer. Bebida e comida estarão liberados, só acho que se fosse para ficar de pegação iria a um motel não quero esse povo transando nos quarto da minha casa. Ainda mais que a notícia se espalhou pela faculdade rapidamente isso aqui vai estar lotado.- Essa era uma verdade não sei quem espalhou a notícia, eu tive que redobrar o estoque de bebidas e comida não iria desconvidar ninguém, até porque não sou dessas, a festa é livre pra quem quiser chegar e ficar. Só não vale roubar nada foi por isso que instalei seguranças pra revistar quem não tinha convite, segurança em primeiro lugar né.
-Entra.- Falei assim que ouvi batidas na porta, um menino de uniforme azul entrou no quarto carregando um lindo buquê de flores vermelhas.-Senhorita Manuela?- Levantei e fui até ele.
-Minha nossa, ele ainda vai me matar com esses presentes.- Falei e peguei o buquê a Gil assinou pra mim o recibo e o menino se foi.

*Ao seu lado descobri que entre o sonho e a realidade, existe um espaço chamado felicidade, e para que a minha felicidade se torne realidade, preciso estar ao seu lado.
Estou com uma puta saudades.
M.

Aiiiiii eu queria ver ele, peguei meu celular e sai do quarto. Iria me contentar apenas em ouvir sua voz.
-Oi.
-Oi, amei os presentes e mais ainda os cartões.- Ouvi sua risada do outro lado da linha.
-Ainda tem o último, que vou da pessoalmente. Ainda bem que falta pouco tempo pra festa, não me aguento de vontade de beijar sua boca.- Sua voz rouca aqueceu meu corpo e me fez arrepiar, queria ele aqui comigo nesse exato momento.
-Também queria isso es...
-Manuela Vitória venha logo, daqui a pouco os convidados chegam em.- O Tomás reclamou, bufei e revirei os olhos.
-Baby, preciso ir beijo na boca te amoooo.
-Também te amo.- Com muita má vontade desliguei o celular e voltei pro quarto.
Duas horas depois meu cabelo estava pronto, Tomás deixou meu cabelo liso e nas pontas fez um babyliss, ele tinha o picotado o que só deixou mais bonito, agora era só me arrumar e pronto curtir a festa.

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