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Capítulo 07 | Ressaca

[...]

O sol da manhã iluminava o quarto de Louis com uma suavidade que contrastava com o latejar da cabeça de Harry. Ele despertou lentamente, a consciência chegando em ondas.

Primeiro, o toque macio dos lençóis. Depois, o aroma de café fresco. Por fim, o incômodo familiar de ressaca. Ele abriu os olhos e percebeu que estava deitado na cama de Louis, vestido com uma camiseta larga e uma cueca que definitivamente não eram suas.

Harry engoliu seco, os flashes da noite anterior começando a emergir. Ele se lembrava da piscina, dos toques, dos sussurros. Mas depois... Bem, tudo era um borrão.

Sua timidez natural foi substituída por uma avalanche de vergonha quando Louis entrou no quarto, carregando uma bandeja de café da manhã com um sorriso de canto.

O mais velho havia cuidado de Harry na noite anterior, e foi gentil o suficiente para telefonar para Anne na manhã seguinte e a dar-lhe o dia de folga, afinal ela não poderia ver o filho no estado em que se encontrava.

— Bom dia.– disse Harry, tentando parecer casual, mas sua voz saiu fina demais para o seu gosto.

Louis sorriu de lado, colocando a bandeja sobre a cama. Ele estava vestido com uma calça moletom que pendia perigosamente baixa nos quadris, sem camisa, como se quisesse tornar aquela manhã ainda mais complicada para Harry.

— Ótimo dia.– respondeu Louis com seu tom descontraído, sentando-se na beira da cama.— Achei que você fosse querer um café da manhã reforçado. E talvez não quisesse descer agora... Considerando que Liam e Zayn ainda estão no quarto ao lado, aparentemente no cio desde o amanhecer.

Louis riu ao ouvir um gemido vindo do outro lado da parede, enquanto Harry quase engasgava de vergonha.

— Eu... é... Obrigada?– murmurou Harry, olhando para a bandeja e tentando ignorar o calor subindo por seu rosto. Ele começou a molhar distraidamente um biscoito no chá.

— Minha cabeça está rodando...– murmurou, tentando mudar de assunto.

Louis inclinou-se ligeiramente, os olhos brilhando com um humor contido.

— Ressaca. Depois de comer, você toma um banho e um remédio. Vai ficar bem logo, prometo.– ele fez uma pausa, lançando um olhar para a parede.— Quanto aos dois... Bom, espero que tenham um estoque de água e energia lá dentro, porque acho que vão continuar nisso por um bom tempo.

Harry soltou uma risadinha nervosa, ainda ruborizado.

O humor de Louis era descontraído, mas Harry não conseguia evitar se sentir vulnerável. Ele mordeu o lábio, tentando ignorar as lembranças vívidas que começavam a surgir.

A piscina. As mãos de Louis em sua pele. Os beijos. O calor.

Um flash específico o fez engasgar levemente com o biscoito, o rosto queimando. Já Louis, arqueou uma sobrancelha, claramente se divertindo.

— Pelo visto, lembrou de algo interessante.

— Eu... Eu lembrei... De algumas coisas.– Harry admitiu, a voz baixa, sem conseguir encarar Louis diretamente.— A gente...

Louis soltou uma risada suave, pegando um pedaço de pão da bandeja.

— Só para deixar claro, não transamos.– disse ele, casual, mas com um olhar cheio de intenção.— Achei que você gostaria de se lembrar de tudo, caso fosse acontecer.

Harry engoliu seco, finalmente levantando os olhos para encontrar o olhar de Louis. Ele hesitou por um momento, mas então, as palavras saíram antes que ele pudesse pensar melhor.

— Se você ainda quiser... Eu quero muito transar com você.

A frase pairou no ar, e por um momento Harry achou que ia derreter de vergonha.

Louis piscou, surpreso, mas logo um sorriso predador tomou conta de seu rosto.

— Tem certeza?– perguntou, a voz mais baixa, como se quisesse provocar.

Harry assentiu, desviando o olhar, mas voltou rapidamente, determinado a ser honesto.

— Eu ainda sou virgem... Porque nunca me senti confortável com ninguém antes. Mas com você... Eu me sinto.

Louis se inclinou um pouco mais, colocando uma das mãos na coxa de Harry, o polegar fazendo pequenos círculos ali.

— Eu quero isso tanto quanto você, Harry.– disse ele, com sua habitual voz rouca pela manhã, os olhos fixos nos de Harry.— Na verdade, você vem aparecendo nos meus sonhos desde que nos conhecemos. Já te falaram o quanto você é gostoso?

Harry riu, tímido, mas claramente encantado com a admiração nos olhos de Louis.

— Liam diz isso... Mas ele é uma bichinha, então...

Louis gargalhou, apertando de leve a coxa de Harry.

— Eu não sou, e estou dizendo com toda a seriedade.

Harry respirou fundo, sentindo os arrepios onde Louis o tocava. Jamais imaginou aquela cena antes com aquele homem. Por mais otimista que fosse.

— Você acha que... Pode ficar estranho? Quero dizer, vou morar aqui, e... Sei que não é um casamento de verdade.

Louis suspirou, sério por um momento, mas depois deu um sorriso reconfortante.

— Só vai ficar estranho se a gente deixar. Por mim, não tem problema nenhum. Mas, Harry, se você achar que não está pronto ou que isso pode complicar as coisas... É só me dizer.

Harry ficou em silêncio por um instante, analisando seus sentimentos, a verdade era que Louis era o primeiro cara com quem ele realmente gostaria de passar dos beijos. Por mais que não existisse sentimentos amorosos por nenhuma das partes, Harry se sentia confortável, tranquilo quando Louis encostava nele.

Por fim, ele sorriu, pequeno, mas genuíno.

— Eu adoraria ficar com você, Louis.

Louis se levantou com um sorriso de canto, pegando o remédio para ressaca e, discretamente, camisinhas e lubrificante em um canto do quarto. Antes de sair, ele se inclinou e beijou a testa de Harry.

— Coma tudo. Você vai precisar de energia.

Assim que Louis saiu, Harry deu um gritinho abafado de felicidade, jogando-se de costas na cama e rindo sozinho como um adolescente apaixonado.

Depois de alguns segundos, ele suspirou, olhando para a bandeja e começando a comer, o sorriso bobo nunca deixando seu rosto.

[...]

Harry estava sentado na beira da cama, os dedos entrelaçados nervosamente sobre os joelhos. Ele observava Louis com atenção, a luz suave do quarto iluminando seus traços. Havia algo tranquilizador nos olhos azuis de Louis, uma certeza que fazia Harry relaxar mesmo quando seu coração batia acelerado no peito.

Louis aproximou-se devagar, sentando-se ao lado de Harry. Sua mão pousou gentilmente na coxa do garoto, os dedos traçando círculos pequenos e reconfortantes.

— Está se sentindo melhor?– perguntou Louis, inclinando a cabeça para olhá-lo com cuidado.

Harry assentiu, levando a mão até a de Louis para acariciá-la suavemente.

— Sim.– respondeu, sua voz baixa, quase um sussurro.

Louis sorriu com ternura, apertando de leve a mão de Harry antes de deslizar os dedos para segurar as suas duas mãos. Ele o puxou com delicadeza, guiando-o para sentar-se em seu colo. Harry foi sem hesitar, acomodando-se ali lentamente.

— Você quer mais alguma coisa?– Louis perguntou, a voz rouca e baixa, carregada de cuidado.

Harry suspirou, os dedos deslizando lentamente pelo cabelo de Louis antes de se perderem na nuca dele.

— Quero...– ele começou, hesitando por um momento antes de finalmente completar.— Quero que apague a luz... e... Que façamos debaixo da coberta.

Louis arqueou uma sobrancelha, um sorriso divertido brincando em seus lábios, mas logo percebeu o nervosismo sutil nos olhos de Harry.

— Acho que vai doer se eu... Ver o tamanho.– Harry murmurou, corando imediatamente, sua timidez voltando com força.

Louis riu baixinho, mas não zombou. Em vez disso, acariciou o rosto de Harry com ternura, seu polegar traçando a linha da bochecha.

— Vai doer um pouco.– admitiu ele, a voz cheia de honestidade.— Mas não é uma dor insuportável. Eu prometo que vai ficar tudo bem.

Ele pressionou um beijo suave nos lábios de Harry antes de se levantar para apagar as luzes. O quarto mergulhou em uma penumbra confortável, e Louis voltou para a cama, puxando as cobertas para cima deles.

— Se você estiver relaxado, quase não vai sentir nada...– disse ele, seus dedos deslizando pelos braços de Harry para acalmá-lo.— Confie em mim. Mas, se quiser que eu pare, é só dizer.

Harry respirou fundo, sentindo o peso das palavras de Louis e o cuidado presente em cada gesto dele.

— Tudo bem... Eu confio em você.– respondeu Harry, a sinceridade brilhando em sua voz.

Ele levou as mãos à camisa de Louis, tirando-a devagar, querendo aproveitar cada detalhe do momento.

Louis, por sua vez, começou a despir Harry com paciência. Ele tirou cada peça com cuidado, deixando beijos leves na pele exposta, como se quisesse tranquilizá-lo com cada toque. Quando ambos estavam nus e deitados sob as cobertas, Louis inclinou-se, pressionando um beijo profundo nos lábios de Harry.

Harry não estava nervoso. Ele acariciava o rosto de Louis com uma suavidade que contrastava com a força de seus próprios sentimentos.

Quando Louis finalmente começou, Harry sentiu um desconforto que fez seus músculos se contraírem instintivamente.

Louis notou imediatamente, parando para olhar nos olhos dele.

— Está tudo bem?– perguntou, a voz gentil, enquanto suas mãos massageavam os quadris de Harry para ajudá-lo a relaxar.

Harry respirou fundo, os dedos apertando os ombros de Louis.

— Sim... Só... Devagar, por favor.

Louis assentiu, avançando com cuidado, as mãos sempre em movimento para garantir que Harry se sentisse seguro. Aos poucos, o desconforto inicial deu lugar a uma sensação diferente.

Não era apenas físico, mas emocional — uma conexão que Harry nunca havia sentido antes.

— Você está indo muito bem, Harry.– sussurrou Louis, inclinando-se para beijar a testa dele.

Os gemidos começaram baixos, quase tímidos, mas logo se intensificaram.

Harry não conseguiu evitar o calor que subia por sua pele, nem os sons que escapavam de seus lábios. Quando Louis se inclinou para mordiscar levemente o pescoço dele, Harry soltou um gemido mais alto, sentindo o corpo inteiro arrepiar.

De volta ao quarto, Harry estava completamente imerso nas novas sensações que tomavam conta de seu corpo. Dor e prazer se misturavam, deixando-o vulnerável de um jeito que ele nunca imaginou que estaria. 

Seus músculos estavam tensos, o coração disparado, mas havia algo reconfortante na presença de Louis, algo que mantinha Harry firme mesmo em sua incerteza. 

Louis o observava com atenção, os olhos azuis brilhando sob a luz fraca. Ele estava focado, completamente entregue ao momento, mas não deixava de notar cada pequeno gesto de Harry, o modo como ele mordia o lábio inferior para conter os sons que escapavam, os dedos que se agarravam a ele como se fossem um pedido mudo para não parar.

— Louis...– murmurou Harry, a voz carregada de emoção. Era um som abafado, quase perdido, mas cheio de algo que Louis reconheceu de imediato, um desejo inseguro, quase ingênuo, mas inegavelmente sincero. 

Louis inclinou-se para beijá-lo, os lábios capturando os de Harry em um movimento que foi mais gentil do que apaixonado.

— Relaxa...– sussurrou Louis, pressionando beijos curtos ao longo do maxilar de Harry, até alcançar a curva sensível de seu pescoço. 

Harry tentou obedecer. Ele inspirou profundamente, sentindo o aroma de Louis tão próximo, tão intoxicante. A dor ainda estava lá, mas agora ela vinha acompanhada de uma onda quente que o fazia arquear o corpo involuntariamente. 

— Isso... assim.– murmurou Louis, a voz baixa e carregada de um tom que fez Harry estremecer. 

Louis, por outro lado, sentia algo mais físico. Não era amor ou paixão, mas algo primitivo, um desejo que ele vinha segurando há muito tempo e que agora explodia em cada movimento. Ele não tinha certeza de onde aquilo iria levar os dois, mas, no momento, não estava pensando no futuro.

— Louis...– ele repetiu, dessa vez com mais intensidade, os olhos se abrindo para encontrar os dele. 

Louis parou por um segundo, inclinando-se para beijá-lo mais uma vez. O beijo foi mais profundo, mais intenso, uma forma de comunicar o que as palavras não podiam. Quando ele se afastou, os dedos deslizaram até as mãos de Harry, entrelaçando-os em um gesto que parecia dizer: "Estou aqui, e você está seguro." 

E, naquele momento, Harry soube que confiava em Louis de um jeito que nunca confiara em ninguém antes.

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