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Capítulo Único

A linha telefônica foi conectada e eu podia começar a ouvir o toque através do celular. Era a segunda vez que eu a ligava essa semana? Não sei, só sei que eu não conseguia controlar a impulsividade de ligar para ela.

Ultimamente eu vinha gastando muito do meu tempo pensando nas coisas mais ínfimas sobre ela e isso era estranho. Era estranho porque de repente eu nem me lembrava mais porque tínhamos terminado, eu só continuavam lembrando dela e dos detalhes, aqueles detalhes nada haver...

  -Alo? - ela falou. Ainda não tinha salvo meu numero de novo, depois de ter apagado?

  -Oi eu...

  -Ah! Você...!? - ela falou com a voz arrastada. Nossa. Fiquei mudo por alguns segundos. Eu acho que ela não entenderia o que eu estava sentindo nesse momento. Então resolvi por para fora o detalhes ínfimos que me incomodavam.

  -Sua mãe conseguiu vender aquele carro que dava problemas? - perguntei de repente.

  -Han? - ele soou surpresa. Claro. Até eu fico surpreso com minha capacidade de perguntar algo tão repentino e fora de contexto como isso.

-Sua mãe conseguiu vender aquele carro que dava problemas? - repeti sem nenhuma vergonha de ter feito essa pergunta.

  -Ah... - ela parecia meio incrédula com o teor da minha ligação. É... esse era um dos detalhes ínfimos que me incomodavam. -  Ainda não - respondeu.

  -E o emprego? Ela conseguiu? - perguntei sabendo que isso era algo que elas precisavam muito.

  -Jimin... - ela suspirou. - Não, ela foi chamada para algo temporário, nada de emprego fixo. - disse por fim.

  -Ah mas, ao mesmo ela está trabalhando - eu disse, como se quisesse tranquiliza-la.

  -Sim... - ela deixou a frase morrer e o silêncio predominou novamente. Era estranho ficar calado ao telefone, fazia parecer que a ligação tinha caído e eu debilmente falei:

  -Ainda está ai?

  -Estou - ela respondeu.

-Sei que provavelmente está se perguntando por que tenho ligado, como se eu tivesse segundas intenções... - comecei a falar. - Mas você sabe que tínhamos algo tão bom e mesmo eu sabendo que não terminamos tão bem... Eu...

  -Você...? - ela me instigou. Era difícil para mim admitir que tinhamos terminado por ciúmes e problemas com minha agenda sempre lotada demais, não tinha sido uma discussão fácil e definitivamente não tinhamos terminado bem, mas eu senti falta de conversar com ela, senti falta de sorri com ela e isso era estranho, mas não um estranho ruim e sim um estranho bom. Uma sensação estranhamente saudosa.

-Eu estava pensando, ainda podemos ser amigos? - ela ficou muda. - As coisas não precisam acabar assim entre a gente, então... Ao menos podemos ser amigos?

  -Não estou entendendo a sua pergunta - ela falou. Eu sorri, olhando para o teto enquanto deitado em um quarto de hotel, eu falava com ela. Talvez fosse isso, a solidão de sair em tour, tivesse me levado a ligar para ela duas vezes essa semana com o pretexto de voltarmos a ser amigos, mas... É tudo bem, eu não nutria sentimentos assim por ela. Eu queria era mesmo ao menos tê-la por perto. Ela não era o tipo de pessoa que se deixa passar.

  -Isso, nossa relação, não precisa acabar. Quero dizer... Mesmo que não estejamos namorando, a gente não pode arrumar uma forma de sermos amigos? - raciocinei de forma que ela pudesse entender. Eu sei que podia ser demasiado estranho um ex namorado ligar do nada te perguntando se vocês poderiam ser amigos, mas... É era estranho. Não tinha como.

  -E por que deveríamos voltar a ser amigos? - me questionou. Boa pergunta! Por qur deveríamos? A gente tinha uma boa química, nossas conversas eram sempre tão boas e com ela eu não me sentia solitário nunca. Acho que deveríamos ser amigos porque eu não tinha alguém como ela na minha vida. E como disse, ela não era o tipo de pessoa que se podia deixar passar assim.

  -Eu estava pensado... - mas ao invés de responde-la resolvi matar minha curiosidade infinita sobre algumas coisas.

  -Humm, fala - disse.

  -Você já arranjou alguém? Desde de que eu fui embora, você tem alguém em quem se apoiar? - ela riu.

  -É piada, não é Jimin? Que tipo de pergunta é essa? - me questinou.

  -Eu só perguntei porque poderíamos, como amigos, ser esse apoio, um do outro... digo. - para mim isso fazia sentido.

  -Você é inacreditável - eu ri.

  - Você ainda pensa em mim? - soltei sem pensar. Na verdade eu fiquei curioso se ela em algum momento, talvez sentisse a mesma falta que eu sentia dela. Não sei. - Não responda - falei novamente. Era melhor não saber a resposta, porque poderia estragar minha idéia original de reconquistar uma amiga, então a melhor opção era impedi-la de falar. Se ela dissesse que sim, o que eu diria? E se ela dissesse que não? Como eu reagiria? Melhor não saber, pelo menos não agora, não pelo telefone.

  -Jimin você bebeu? - ela riu. Ok eu estava virando uma piada.

  -Não. - menti, sim eu tinha bebido um pouco, muito pouco, nem estava bêbado. Bebi só pra relaxar.

  -Claro que bebeu, eu conheço bem você  - disse.

  -Conhece mesmo - assumi. Se tinha alguém que me conhecia bem, esse alguém era ela.

  -Tudo bem, vamos recapitular... Você esta, não está, bêbado, me ligando e perguntando se podemos voltar a ser amigos porque o que vivemos foi bonito e não precisa acabar assim? É isso? - bom ao menos ela tinha entendido meu plano inicial.

  -É isso! - falei simplesmente.

  -Tudo bem. - disse.

  -Que? - perguntei surpreso com a simplicidade de sua resposta.

  -Tudo bem sermos amigos. Eu também tenho pensado sobre isso, e sim, eu andei pensando em você mais do que devia. O que a gente viveu foi muito mais bonito do que os motivos que nos separaram, portanto sim, a gente pode ser amigos. - eu sabia que ela era sensata.

  -Você sempre atingindo minhas expectativas - era um fato.

  -Você sempre fazendo tudo fora do planejado - era outro fato.

  -Vamos nos encontrar? - perguntei.

  -Vamos, semana que vem amigo Jimin - ironizou. Eu ri.

Tudo bem ser assim, os relacionamentos não precisavam terminar em discussão e ódio, precisavam? Dava pra gente ser amigo ne? Dava para seguirmos a vida nos apoiando não é mesmo? Mesmo que secretamente talvez lá no fundo eu quisesse mesmo era reconquista-la?

  -Semana que vem, amiga - falei. Semana que vem... É talvez fosse uma boa ideia mesmo voltarmos a sermos amigos.






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