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Cap.4 - Ai meu deus... (Reescrito)

Eu tava de boas até que acordo com risadinhas e escuto uma voz, era o Drago.

Drago: tão fazendo o que? Saiam daí!

Abri os olhos e não acreditei no que vi...

EU TO SUPER ASSUSTADA POIS EU VI ISSO AQUI Ô!

CAPETA! EXU! BELZEBU! SATANÁS! MISÉRIA! HIJO DE PU(BIP) QUE PA(BIP) DE QUATRO NUMA BANHEIRA NA CASA DO CARA(BIP)!

Eu: AHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHH - sim, eu gritei. Qual o problema de gritar? Eu quase tive um treco aqui!

Com o susto eu pulei das raizes da árvore e me escondi atrás do tronco, EU QUE NÃO SAIO DAQUI! NEM A PAU! OU QUE ME PAGUEM UM MILHÃO DE REAIS

"hihihihi" - vozes ecoaram em risadinhas.

Drago: vocês são idiotas? Assustaram ela... Talia, pode aparecer.

Eu: não!

"Pode aparecer, humana. É apenas uma máscara. Nada demais"

Hesitante, olhei de relance pela lateral do tronco, vendo o Drago ao lado de três criaturinhas fofas empilhadas uma em cima da outra, e com uma máscara horrenda nas mãos do que estava no topo.

"Desculpa. Mas era só uma Brincadeira."

Eu: Gnomos.....

"Sim. Somos gnomos." - diz o segundo.

Eu:..........

Drago: ah ótimo. Ela travou.

Eu; AI MEU DEUS! GNOMOS SÃO REAIS! CHUPA ESSA SOCIEDADE! - sem pensar sai pulando do meu esconderijo, parando na frente dos gnomos.

"Você é engraçada." - os três falam de uníssono.

Eu: quais são seus nomes?

Então eles disseram em ordem, do primeiro ao terceiro.

"Sou Tink."

" Sou Tinker"

"Sou Tiner "

" os trigêmeos gnomos!" - completaram falando ao mesmo tempo.

Eu: me chamo Talia, muito prazer em conhecê-los.

Os três: prazer, Talia.

Drago: suas pestes.- o dragão resmunga. - Vocês não deveriam estar fazendo alguma coisa? Tipo ferramentas?

Os três: já terminamos nosso expediente.

Drago apenas revirou os olhos. Pela cara dele, o mesmo nao ficou satisfeito com a notícia dos trigêmeos estarem desocupados. Sem perceber, eu sorri:

Tink: ela é bonita Drago....

Tinker: ela é sua amiga Drago?

Tiner: você gosta dela Drago?

Tink: como se conheceram Drago?

Tinker: porque não a matou Drago?

Tiner: você conhece sua obrigação Drago....

Drago: CALEM AS BOCAS!

Os três: oooooookaaaayyyyyyyyyyy

Foi então que não resisti. Comecei a rir esquecendo o estresse de ouvi-los falando sem parar.

Drago: pestes anãs do caramba...- ele diz entre dentes, quase rosnando.

Os três: somo Gnomos não Anões.

Eu estava rindo como uma retardada, até receber um olhar do Drago como se o mesmo dissesse "não dê asa a cobra" e resolvi me recompor.

Eu: gostei de vocês três.

Os tres: também gostamos de você.

Drago: que bom que ficaram amigos e coisa e tal, mas eu tenho que levar a garota humana para casa. Vamos Talia.

Eu: tchau meninos. - digo alto porque Drago me arrastava para longe deles - A gente se cruza por ai.

Os três: tchau Talia.

O Drago segurou meu braço e saiu me arrastando pela floresta, eu nem estava ligando, eu tava ocupada demais vendo os vagalumes iluminando as árvores e toda a floresta como lanternas Ben miúdas, uma cena linda de se ver, eu queria tanto ficar.

Eu: me deixa ficar aqui....

Drago: não. É perigoso demais para uma humana. E se você se cruzar com...

Eu: com....?

Drago: com trolls, lobisomens, e ate outros Dragões ou outras espécies agressivas, seria morta.

Eu: porque esta me ajudando?

Drago: pois você salvou minha vida ao desamarrar meu focinho, e como obrigação eu devo salvar a sua.

Eu: você me salvou dos trolls. Então pagou sua dívida.

Drago: você não me pegou como seu servo, sabendo que podia!

Eu fiquei quieta, ele estava mesmo tentando não ter dívidas comigo. Ele parecia não querer proximidade, muito menos intimidade, ele está relutante se deve ou não confiar em mim, seu olhar me diz isso. Ele não confia em um humano no mundo místico, só queria saber o que diabos eles tem contra humanos.

Eu: tudo bem. Eu só quero ver as coisas e então...

Drago: NÃO! - ele percebe que eu me assustei com seu tom de voz e força uma tosse, então parece mais calmo. - Não. Você não pode ver as coisas, é perigoso, como eu disse antes.

Sem saída, apenas suspiro.

Eu: tá. Então só vamos pra casa.

Ele continuou a me puxar pela floresta, o aperto que ele fazia em minha mão diminuiu se tornando apenas o ato de segurar, com isso, senti minha mão mais livre pra se movimentar. Eu estava aproveitando a caminhada ao máximo, olhando os cogumelos brilhantes e fungos extremamente coloridos nos troncos de algumas árvores; sem falar das flores carnívoras que possuem cores lindas e brilhantes para atrair uma presa. Após algum tempo de caminhada eu vejo a minha frente um círculo feito de pedras enormes cujas partes inferiores estavam bem enterradas na terra. Elas com certeza pesam toneladas e estão ali a muito tempo, por causa das vinhas que já haviam chego aí topo.

Eu: o que é isso?

Drago: um dos portais que separa minha dimensão da sua.

Eu: dimensão? Nós estamos em outra dimensão? Como eu não percebi?!

Drago: sim, você está em outra dimensão, no entanto, quando passamos na primeira vez, eu estava voando e foi algo rápido demais para você ver.

Nós passamos pelas rochas e a floresta ficou normal, sem vagalumes nem nada, estava totalmente vazia, como sempre.
Então depois de um tempo curto andando nós chegamos a minha casa, eu abri a porta e entrei, mas o Drago ficou parado do lado de fora, apenas me olhando.

Eu:.... Vamos nos ver de novo?

Drago:.... Nao

Franzi o cenho. Como assim "não"?

Eu: porque?

Drago: é contra as minhas regras. Adeus humana

Ele deu as costas pra mim e sumiu na escuro da floresta, eu fiquei olhando as árvores balançando e escutei o piar de uma coruja ao longe. Tranquei a porta e fui tomar um banho bem tomado para relaxar e tentar esquecer o dia louco que eu tive. Vesti minha roupa de dormir e me deitei em minha cama com a janela aberta para entrar vento, então dormi depois de um tempo, eu estou totalnente exausta. Aquela caminhada foi para me matar, não é possível.

P.O.V Drago.
Eu passei novamente pelo portal e estava voltando tranquilamente para minha cavera quando vi um vulto verde vindo pra cima de mim, me jogando alto no céu me fazendo me chocar com tudo no chão quando cai. Eu estava de costas na grama quando um dragão verde pousou e se tornou um humano.

"Drago...." - ele diz em tom de cumprimento.

Eu: Striker....

Striker: o que estava fazendo no mundo humano? Sabe que é proibido.

Eu: só olhando a rotina humana. Tentando saber o que há de especial neles para serem temidos.

Striker: e encontrou algo, explorador?

Eu: não. São apenas seres pequenos e frágeis vivendo suas vidas e sustentando suas famílias. Não vi perigo algum.

Striker: você não conhece nem um pouco aquela especie, eles são traiçoeiros e inteligentes, se duvidar eles já sabem como arrancar as suas escamas para fazer armadura. - ele começa, um pouco estressado pela minha declaração, no entanto, volta ao normal em instantes e - O Crong esta o convocando para uma reunião.

Eu: diga pro meu irmão, que já estou a caminho.

Striker: é general pa
ra você. Todos devem o chamar de general, e isso serve pra você também, pirralho.

Eu: então diga ao seu "general", que estou a caminho.

Striker: nos vemos lá.

Ele virou dragão novamente e saiu voando para longe, eu limpei o sangue da minha boca e suspendi minha blusa revelando uma jóia roxa em forma de cristal, minha Draconia, a essência da minha vida e magia, cobri minha barriga novamente com a blusa, assumi meu corpo de dragão e sai voando para o Covil do Crong. Uma reunião que exige minha presença, o que diabos ele está aprontando dessa vez?

Continua....

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