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Reencontro

Alice Narrando

N: Fala lindona, vai pra boate hoje?

Nathan um novo digamos que 'amigo' me perguntou no whatsapp nós nos conhecemos através do Edu e ele vinha dando em cima de mim sempre que tinha a chance, ele era um verdadeiro negro gato.

A: Claro se eu não for o Edu me mata.

Ele respondeu imediatamente.

N: Opa agora fiquei até mais animado em ir.

Soltei uma risada e balancei a cabeça.

- O que foi maluca? - O Edu perguntou tirando os olhos do livro que estava lendo.

- Nathan. - Falei somente isso e ele já entendeu.

- Ele ta na sua amiga, acho bom aproveitar, um negão daqueles não é fácil de se achar. - Enruguei o nariz e dei um meio sorriso.

- Ele não faz meu tipo. - Falei e ele assentiu com a cabeça sorrindo.

- Sei. Agora trate de se arrumar pois você demora que é uma beleza. - Bufei e levantei saindo do quarto.

O Miguel estava jogando no tablet quietinho sentado em sua cama também do flash.

- Ei. - Chamei e ele me olhou e piscou um olho. - Nossa que criança mais linda. - Ele sorriu igualzinho ao Gabriel e ficou de pé na cama eu me aproximei e abracei ele.

- Vamos tomar banho? - Perguntei.

- Não, ta flio.

- Miguel não seja porquinho. - Repreendi e ele riu.

-Mas mamãe...

- Mas nada, vamos lá. - Peguei ele no colo e fui até o banheiro o botando em cima da bancada tirei sua roupa e o levei pro box.

- Posso botar a loupa do flash mamãe?- Eu precisava fazer ele parar de trocar o R pelo L por mais fofo que seja.

- É roupa que se fala meu amor. E não, pois você vai dormir. - Falei e fechei o chuveiro, pegando seu roupão e botando nele o peguei no colo e voltei pro quarto.

- Deixa.

- Não, Miguel. - Sequei ele e com muito sacrifício consegui convencer ele a por o pijama.

- Viu que lindo, quer ir no quarto da mamãe? - Perguntei e ele negou com a cabeça indo se sentar no colo do meu avô, a Marta deu sua mamadeira com nescau e meu avô botou na peppa o desenho mais chato do mundo.

- Alice, anda caralho. - Fuzilei o Edu com os olhos e ele botou a mão na boca e deu de ombros.

- Desculpa eu não vi o Miguel aqui. - Subi pro meu quarto e fui escolher o que vestir.

-O que eu uso? - Perguntei olhando pras prateleiras e cabides de roupas, eu tinha milhares de roupas e sapatos mas era como se eu já tivesse usado todos.

- Acho que... - Edu falou e foi caminhando até o cabide.

- Esse é perfeito. - Ele me mostrou um vestido vermelho que tinha um belo decote na frente. Eu nunca tinha visto esse vestido antes.

- Ótimo para quem quer chamar atenção...

- E como você adora atenção vai usar esse né?

- Exatamente. - Falei e peguei o vestido indo pro banheiro.

O Edu fez uma trança embutida de lado no meu cabelo, na make eu passei lápis, rímel, delineador e esfumassei meus olhos de preto e para finalizar um batom do mesmo tom do vestido. O Edu já estava pronto usando uma bata indiana.

- O que achou? - Perguntei dando uma voltinha.

- Uau você está, com um ar inocente meio safada a nem sei explicar. Está magnífica amor. - Eu sorri, e nós descemos. O Miguel já tinha dormido.

- Vô estou saindo mas qualquer coisa me liga pelo amor de Deus ouviu? Deixei o número do Edu com a Marta, se eu não atender ligue...

- Por favor Alice, meu Deus não vai acontecer nada okay. Agora vá tranquila. - Dei um beijo no meu anjinho e saímos.

***

Quando chegamos o Nathan a Bia e os gêmeos já estavam todos lá.

- Meu Deus finalmente. - O Bruno gritou, eu revirei os olhos e dei uma olhada pela pista de dança. O Nathan e o Igor estavam me secando, isso era muito desconfortável.

- Ué o Felipe não veio? - Perguntei pra Bia.

- Não, ele está na casa da Débora. - Assenti e bebi um pouco da bebida em seu copo.

- Vamos dançar Lice? O Bruno não quer.

- Claroo. - Gritei e puxei ela
pelo braço, nós fomos pra pista de dança e começamos a dançar ao som de um remix de anaconda da Nicki Minaj.

- Menina estou me sentindo humilhada por você. - Olhei pra ela confusa.

- Não entendi! - Ela se afastou um pouco e apontou entre nós duas.

- Olha como estás vestida gata, e olha pra mim. - Bufei e me aproximei dela.

- Não seja ridícula, você também está linda. - Nós dançamos várias outras músicas antes da sede bater, fui pro bar e pedi um copo de vodka e energético.

- Cara você está muito linda. - Sorri e olhei pro Nathan.

- Obrigada, você também está lindo. - Ele sorriu e pediu uma latinha de cerveja, bebi mais dois copos de vodka e energético, quando levantei fiquei um pouquinho tonta e me apoiei no braço dele.

- Bora dançar? - Perguntou e eu rapidamente concordei.

Desde o momento que começamos a dançar ele já começou a dar em cima de mim, e depois de um tempo eu tive a sensação que tinha alguém me olhando.

- Não parece que tem alguém nos observando? - Perguntei com a boca grudada no ouvido dele.

- Não, estão todos dançando lindona. - Olhei pros lados e franzi a testa, quando voltei a olhar pra ele, nem tive tempo de pensar antes de sua boca atacar a minha. Única opção foi.. Retribuir.

Ele até que beijava bem, mas não senti nada diferente.

- Nossa. - Ele falou assim que me afastei. Virei de costas pra ele e deixei a música me levar, fechei meus olhos e quando voltei a abri-los o tempo parou, não pode ser acho que bebi demais. Era ele mesmo em carne e osso o Gabriel bem ali, me olhando não consigo acreditar.

- Ei o que houve? - Nathan perguntou no meu ouvido e eu dei de ombros.

- Só preciso ir ao banheiro. - Nem esperei ele responder e sai rapidamente, quando entrei no banheiro liguei a torneira e molhei minha mão passando sobre minha nuca.

Depois de cinco anos, ele estava ali por que minha mãe não me disse que ele tinha sido solto? Ele estava solto, e... Arg, não sei o pensar. Minhas mãos estavam muito trêmulas, me olhei uma última vez no espelho e sai.
E quem estava ali bem na frente da porta do banheiro como se fosse uma assombração e lindo de morrer.

- É você mesmo. - Falei e minha voz saiu rouca.

- Acho que sim. - Fiquei arrepiada só em ouvir sua voz.

Ah meu Deus ele estava perfeito em uma bermuda jeans clara e uma blusa vermelha combinando com meu vestido. Eu não sabia o que falar, será que eu deveria pedir desculpas? Por nunca ter ido visitar ele na cadeia? Não deu tempo de falar nada pois meu celular começou a vibrar, era meu avô ainda bem que eu estava em um lugar menos barulhento.

- O que aconteceu? - Perguntei apressada.

- É que o Miguel acordou e ta chorando querendo você, já fiz de tudo minha filha não queria te ligar mas não tem jeito. - Droga eu não deveria ter saído, agora meu anjinho ta lá.

- Estou indo pra casa, fala com ele tchau. - E desliguei.

- O seu filho? - O Gabriel perguntou me pegando de surpresa.

- Como você sabe que tenho um filho? - Arrisquei e ele levantou uma sobrancelha, nossa o Miguel faz a mesma coisa ainda acho que uma criança de quatro anos não deveria conseguir fazer isso.

- A Júlia me falou, daquele mauricinho lá né o Felipe? - Ah claro, a Júlia pensava que o Miguel era filho do Felipe? Tenho certeza que só fala isso porque nunca tinha visto ele.

- Eu preciso ir embora. - Falei e quando ia saindo ele segurou minha mão.

- Porra sua mão ta gelada pra caramba.

- É que... Estou nervosa, agora tenho que ir.

- Eu te levo. - Ele falou.

- Não. - Respondi alto demais.

- A esqueci do seu namorado. - Mas do que ele estava falando?

- Não entendi.

- O cara que você estava beijando. - Ah claro o Nathan, ele não era nem de longe meu namorado pelo amor né.

- Ele não é... Sabe isso não interessa, agora tenho que ir mesmo. - Mas ele não me soltou. Sua mão na minha estava me deixando tonta.

- Tenho certeza que você vai chegar mais rápido se eu te levar. - Ele falou e eu me dei por vencida, e aceitei o que poderia acontecer?

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