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Preliminares

Alice Narrando

Tinha acabado de me arrumar pra ir pro maldito baile quando a Júlia entra no quarto.

- Você não acha que tem algo estranho em comparação a nossas roupas? - Ela para em frente do espelho ao meu lado e eu olho pro meu vestido e sapatilha e olho pro seu shortinho curto e salto alto.

- É verdade você está tão mal arrumada, desculpe. - Ela me olha de boca aberta e bufa.

- Estou falando de você não de mim, você está parecendo mais que vai pro cinema ao invés de um baile. - Me encaro no espelho.

- Você acha?

- Tenho certeza, quer algo emprestado? - Neguei com cabeça e fui até a parte que estava sendo minha no armário eu tinha a coisa perfeita, peguei meu vestido branco curto e colado no corpo e fui ao banheiro me trocar, depois troquei a maquiagem botando um batom bem vermelho, delineador, lápis e rímel, perfeito. Quando eu voltei dei um rodadinha pra ela me examinar.

- Porra agora estou me sentindo humilhada, vou me trocar. - Ela trocou de roupa e depois de alguns minutos estávamos prontas.

- Gostei do vestido, vermelho combina com você. - Ela sorriu e saímos do quarto, assim que o Gabriel me viu sua boca caiu aberta e ele me comeu com olhos.

- Vamos logo Biel. - A Júlia falou e saiu na nossa frente.

- Caralho você ta muito gostosa com esse vestidinho.

- Valeu.

- Fico feliz em te ter essa noite na minha cama. - Parei na mesma hora e olhei pra ele.

- Vai sonhando, mesmo se você ganhar essa aposta nem pense que vai tocar em mim. - Falei e sai, ouvi o desgraçado rindo atrás de mim.

Quando chegamos na quadra onde estava tendo o baile eu fiquei surda com a altura que estava o som.

- Você vai ficar lá em cima comigo. - O Gabriel gritou no meu ouvido e pegou a arma da mão do Rafael botando na parte de trás da sua calça.

- Não, eu quero ficar aqui pois assim que eu ganhar essa porcaria de aposta vou ir embora. - Ele riu e botou a mão na minha cintura chegando perto de mim.

- Vai demorar gatinha, e eu não estou a fim de bater em algum otário por tentar te agarrar. - Bufei e deixei ele me puxar pela mão, esse lugar estava tão cheio muitas pessoas dançando outras quase fodendo na frente de todo mundo e o pior de tudo são as drogas e armas que rolam por aqui, eu já estava me arrependendo de ter aceito essa merda de aposta.

- Então se joga gatinha. - Ele gritou no meu ouvido e se afastou indo até onde tinha várias garotas, eu me joguei em uma cadeira e fechei a cara.

Como eu sou burra, ele estava lá sendo agarrado por aquelas piriguetes e eu aqui sendo torturada por esse lugar.

- Oi, que carinha de tédio hein. - Olhei pro menino que falou e ri.

- Isso aqui não é minha praia. - Gritei sobre a música.

- Prazer Flávio, minha primeira vez aqui também vim com umas amigas digamos que elas me obrigaram e me abandonaram. - Eu ri e apertei a mão dele.

- Sou Alice.

- Vamos dançar? - Perguntou me dando o sorriso mais adorável do mundo, dei de ombros e segui ele descendo as escadas o garoto queria ir pro lugar mais cheio né.

- Estou morrendo de sede, sabe onde fica o bar?

- Não, mas vamos procurar pois eu também estou com sede. - Falei e ele pegou minha mão e perguntou a um menino que estava próximo.

Depois de beber e dançar um pouco o meu mais novo colega disse que tinha que ir embora pois iria trabalhar no outro dia.

- É para me ligar hein, pra eu poder adicionar seu número.

- Eu vou ligar pode deixar. - Falei e nos despedimos, eu curti bastante ficar com ele, pela primeira vez um cara não tentou nada comigo.

Depois de ficar sozinha eu desisti e fui até o Gabriel que estava dançando com duas garotas uma atrás e a outra na frente dele. Chamei sua atenção e sinalizei pra ele saber que eu queria falar com ele.

- Fala gatinha curtindo o baile? - Fiz uma careta e revirei os olhos.

- Não, sabe essa aposta não está sendo justa pra mim. - falei perto de seu ouvido. - Cacete eu estou perdida nesse lugar enquanto você se diverte e o único colega que eu consegui até agora teve que ir embora, o único que está sendo beneficiado é você. - Ele deu um gole na latinha de energético e levantou uma sobrancelha.

- Não posso fazer nada gatinha, você aceitou isso desista e vá pra casa. - Dei uma risada forçada e cheguei a centímetros dos seus lábios.

- Nem fodendo você vai ganhar essa merda. - Seu olhar desceu pra minha boca e ele segurou meu queixo com uma mão e lambeu meus lábios e quando eu pensei que ele ia me beijar o maldito se afastou.

- Você não sabe o quanto eu quero ganhar essa merda. - ele sussurrou as palavras no meu ouvido. - Estou doido pra ver sua carinha quando gozar na minha boca.

Puta merda aí fodeu a porra da minha calcinha que ficou molhada só dele falar isso.

Ele enfiou a mão pelo meu cabelo e me beijou aí foi minha perdição, passei meus braços pelo seu pescoço e me moldei em seu corpo sentindo o seu calor e o gosto de menta e vodka na sua boca, ele chupou minha língua e mordeu meu lábio antes de começar a beijar meu pescoço. Virei minha cabeça pra dar mais aceso aos seus lábios, eu estava extremamente excitada e muito constrangida também por já está com a minha calcinha encharcada.

- Porra garota você está fodendo a minha mente e acabando comigo. - Soltei um suspiro e puxei ele pelo cabelo o trazendo de volta pros meus lábios, ele apertou minha bunda me pressionando em sua ereção. Olha não era só eu que estava excitada aqui.

- Vamos sair daqui. - Ele ia me puxar mas eu recuei.

- Não, assim eu perco a aposta.

- Esquece esse caralho. - A foda-se eu estava pegando fogo e precisava muito acabar logo com isso, eu poderia ficar somente essa noite com ele e depois agir como se nada tivesse acontecido.

Vamos Alice se joga... Não! quem eu estava querendo enganar? Isso não ia dar certo.

- Eu não quero... - puxei ele pela blusa e o encostei na parede, puxei seu cabelo e mordi seu queixo antes de continuar. - ...Sair daqui. - Ele sorriu e apertou minha bunda.

- Então vai aqui mesmo e foda-se, primeiro vem as preliminares depois a gente termina tudo, a noite é uma criança gatinha. - Como ele disse a noite é uma criança e eu estava a fim de aproveitar.

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