Capítulo 12: O encontro
Assim que Alanis chega em um determinado local ela sente uma presença conhecida. Ja soube de imediato que se tratava de Balthazar. Antes de se aproximar mais ela pega o pedaço de papel recita alguns dizeres apenas movimentando a boca sem emitir um som se quer. No mesmo instante ela movimenta as mãos.
Assim que feito ela amassa o papel e joga num canto da caverna e da alguns passos em direção da onde a presença estava.
Seu corpo sentia muito calafrios. Apesar de ter um plano em mente ela não saberia como executar com perfeição. Afinal a única pessoa cuja a sabedoria pra fazer isso esta morta a mais de mil anos, Merlin.
Sua respiração pesada a denuncia logo quando ouve um grunido em seguida de uma voz grosseira estilo monstro.
— O que a trás aqui garota estúpida? - o ser da uns passos pesados para o lado se virando de frente a ela preparando as mãos onde começa a brilhar pronto para ataca-lá com magia.
— O que você acha? - ela força um sorriso de canto. - Vim me unir a você. - ela tenta fazer parecer o mais natural possível.
Balthazar cessa sua magia e cai na risada por alguns segundos e logo volta a encara-la
— Menininha tola. -ele faz um movimento brusco com a mão fazendo com que ela de um passo atrás. - Acha mesmo que irei acreditar em você? Sendo que a uns dois dias atras estava tentando me matar? - ele ri seco. - Melhor dizendo, tentando se vingar. Já que sou imortal...
A garota engole seco. Supira profundo em seguida diz.
— Minha raiva ja passou. - ela mente. - Quero realmente me juntar a você! - ela treme um pouco mas tenta esconder. - Se eu não me unir com você os demais Magos e qualquer outro ser mágico virá atrás de mim querendo a minha morte!
— E o que eu tenho haver com isso..? - grunidos ao fim de sua fala. - Se virá! Você quem fez as merdas.
— Eu quero vingança! Mas não de você. Mas dos magos que se dizem superiores e julga as pessoas a cega. Quero vingança pelo que fizeram com a minha mãe.
A vontade da Alanis neste momento era dizer umas poucas e boas verdades nele. Porém não era um momento apropriado.
— Pensa que sou o que? - ele começa a se alterar ficando nervoso. - Sei bem que sua mãe morreu em um acidente no mundo dos humanos imundos. Vi claramente isso em suas lembranças quando estava com você!
— Minhas memórias foram alteradas! No dia do torneio me contaram alguns detalhes mas como sempre adoram me esconder as coisas, por isso quero descobrie sozinha e fazer pagar pelo que fizeram. Minhas preciosas memórias apagada por aqueles babacas. Quero revelar a todos que a Ordem de Merlin não passa de uma verdadeira fachada! - ela diz seriamente.
Ele não coloca muita fé sobre tudo o que ela disse.
— Vá embora! Enquanro ainda estou de bom humor...Não confio em humanos... - ele sai andando.
— Hey!! - ela o segue. - Não sou uma humana qualquer. Sou meio maga, além de ser uma maga suprema como você mesmo viu!!
Balthazar fica pensativo sobre o assunto. Seria ela falando a verdade? Ele passou muito tempo junto a garota sabe que a mesmo tem uma personalidade forte e muito bem decidida.
Alem de tudo o fato de ter um mago supremo ao seu favor seria de seu interesse. Ela não era realmente uma qualquer. Onde já se viu na historia alguem cuja a magia toda dentro de si fosse sugada e ainda tivesse forças para se tornar um ser supremo?
Balthazar pensava mais de mil maneiras de como poderia usar Alanis e seus poderes mais uma vez ao seu favor.
Balthazar então para sua caminhada após pensar por uns momentos e se vira para a jovem fazendo com que a mesma para se também.
— Digamos que eu aceite isso... Esta loucura sua jovem. - ele olha profundamente em seus olhos e via o desespero da garota. - Saiba que não terei piedade caso você me traia... Entendeu? Ou aquele homem cuja você o chama de "pai" ira apodrecer em minhas mãos.
O coração da jovem apita a cada palavra que ele menciona. Logo Alanis tem um breve flashbacks sobre seu pai. Lembra se de teu sorriso no dia do seu aniversario, no dia em que descobrira este outro mundo. Estaria ela fazendo a coisa certa? Valeria a pena tudo o que milhares de magos tentaram evitar.
Poderia ser um erro a sua existência? Por isso causou tantas mortes inesperadas. Pensamentos sem fim vindo da mesma. Mas ha tantas perguntas sem respostas sobre a mãe dela. E se este fosse o único caminhão da verdade. Porquê não?
Depois de pensar bastante sobre o que Balthazar ameaçará ela da um sorriso de canto dizendo.
— Ótimo! Iremos fazer grandes coisas juntos...
Ele a encara com um sorriso malicioso como se tivesse planejado tudo de imediato.
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