Capítulo 10: Tentação
Alanis ficou interessada no assunto em que Ruffs havia tocado. Era uma proposta um tanto boa em sua mente.
Passou se as horas e Alanis tinha que recompensar o mundo dos magos, ela precisava capturar Wakanda para acabar com tudo o que estava acontecendo.
Foi neste momento que ela decidiu que ouviria o conselho de Ruffs.
Sem demora, a mesma diz.
— Me conte!... Como posso trazer Agnes de volta?
— Tudo ao seu tempo minha cara, primeiro precisamos derrotar um certo alguém.. ou já se esqueceu?
— Affs, não... Mais não sei o que fazer.. - colocou a mão em sua cabeça em forma de desespero. - Você pode me ajudar?
— Eu? - ele ri seco. - Não sou "mais"... Como posso dizer.. - ele fazia cara de siníco. - Um Mago supremo.
— Não precisa ser. Só preciso de ajuda. - o desespero dela era muito. Estava perdida. Sem Agnes para te aconselhar era quase impossível pensar numa solução
Ruffs da uns passos curtos de um lado para o outro. Naquele silêncio que torturava a cada segundo a jovem ali aguardando uma resposta.
— Posso lhe dar conselhos... - ele para - mas enfrentar tal ser não é comigo.
— Se você me ajudar a derrota lo poderá ser bem visto perante a sociedade dos magos. Isso não seria bom pra você?! - ela diz com um sorriso esperançoso em seu rosto.
— Ser bem visto?! - ele repete e logo em seguida ri alto. - Eu não quero nada que venha daquela velhos patéticos. Uma pessoa só tem chances de se tornarem alguém depois dos duelos dos magos. E se não percebes... Eu já passei desta fase.
— Podemos mudar isso!! Quem sabe você se torna supremo agora. Creio eu que não tem nada haver com idades.
— Menina burra. Pare de sonhar e economize forças que você vai precisar ..
Assim que ele diz isso sai andando.
— Hey!? Não vai me ajudar não!? - ela fica confusa.
— Até pensei que sim. Mais você não compreende as coisas. Não sei nem como você se tornou suprema. Você é só uma garota mimada.
— Não sou! E posso provar se me ajudar.
— Uhm. - ele para e a olha. - pois bem, veremos então. Vou pegar uns livros que será bem útil.
"Droga... Mais livros" - Alanis suspira enquanto pensava.
Momentos depois Ruffs volta com uma pilha de livros. Separa um e diz.
— Este aqui diz como trazer a sua velha de volta. - mostra o livro mexendo ele de um lado pro outro.
— Por favor, não a chame assim! - Alanis pede calmamente demostrando tristeza.
— Aeh, você se aperfeiçoou a ela. - balança a cabeça negativamente. - Tanto faz.. mais quero uma coisa de você.
— O que?! - pergunta curiosa.
— Quero que fique ciente que se alguém perguntar eu nunca lhe ajudei em nada. Não quero meu bom nome vinculado a nada!! Entendeu?!
Confusa mais sem questionar. Alanis balançou a cabeça concordando com os termos.
— Tenho minhas razões. É só quero ajudar por causa de Alexandra. Nada mais.
Alanis fica em repleto silêncio. Ainda mais ouvindo o nome de sua falecida mãe. A qual achava que realmente a conhecia mais de pouco tempo para cá já descobrirá tanta coisa que nem sabia mais o certo.
— Obrigada por me ajudar. Mas, posso lhe fazer uma pergunta?
— Depende... - ele diz se sentando em uma poltrona e ficando a vontade.
— Como era a minha mãe? E porque não lembro nada desta "vida"?
Ruffs respira olha prós lados pensando no que iria falar.
Quando finalmente tem certeza do que podes dizer diz.
— Sua mãe era uma Maga maravilhosa. Todos a amavam... Inclusive eu.
O silêncio é tomado pelo local por alguns instantes.
— Só que um dia houve um caso de trasgos que fugiram de sua terra natal por conta de uma invasão de magos das trevas.
Alanis nem piscava. Era a primeira vez que ouvira histórias sobre sua mãe.
— Cada mago tinha seu companheiro de missão. E Alexandra era a minha parceira. Fomos designados a está missão. Ficamos sabendo que os tragos estavam sendo levados para o mundo humano. Botando em risco toda a nossa vida. Provocando um desiquilíbrio entre os mundo e deixando o destino da magia a beira da extinção.
A casa estava silenciosa, só era possível ouvir a voz de Ruffs e a respiração de ambos.
— Alexandra e eu fomos para o mundo dos humanos onde enfrentamos os trasgos. Só que um humano se feriu. Avisei sua mãe para deixar lo lá e o povo dele cuidaria mas a mesma era muito boa e não quis. Fez a burrada de trazer lo conosco para o nosso mundo onde ele conseguiu ser tratado e curado. Pois dizem que quem é mordido ou arranhado por um trasgo tem a morte certa. Só que lentamente. Felizmente deu tudo certo até que os membros da A.A. nos expulsou. - Suspira - sua mãe acabou indo morar no mundo dos humanos onde escondeu sua magia por anos. Já eu mal podia sair de casa que era maltrado e chamado de rebelde por quebrar as regras...
— Não acredito... -sussurra para não atrapalha lo.
— Sua mãe acabou que casando com aquele humano e você já sabe o resto - mudou a tonalidade com que falava ao se levantar e caminhou até a janela.
— Casou... Com meu pai?
— Provavelmente... E aquele incompetente nem conseguiu protege lá.
— Hey!! Olha como fala. Ele ainda é meu pai!
— E por causa dele ela está morta!
— Está enganado. Ela sofreu um acidente. Ninguém teve culpa...
— Não acredito em acidentes... Ainda mas quando há profecias.
— Como assim? - a garota pergunta curiosa.
— A tantas coisas que você ainda precisa saber. Mas não serei eu a contar. Mesmo porque você tem problemas maiores do que descobrir quem matou sua mãe.
— Matou? - indaga a garota.
— Digo... Deixa pra lá Alanis. Tome. Leia este livro e veja se vale a pena em trazer sua querida amada Agnes.
Alanis pega o livro e vê Ruffs sair do local. Ela fica tentando digerir tudo o que lhe foi contado mas sua cabeça estava a mil.
Em seguida olha a capa daquele livro que aparentava velho... Abria o mesmo com algumas folhas soltas e passou a ler.
Após alguns minutos de leituras Alanis estava começando a compreender que tudo na vida há um preço e talvez que por mais que seja caro tem que pagar. Já que no final tudo foi culpa da mesma pessoa.
Quase trinta minutos depois Ruffs volta até Alanis e diz.
— Sua prima, está te procurando. Vá! E a encontre a.
Alanis fecha o livro e leva o mesmo consigo. Sai do local e um pouco antes de afastar diz.
— Obrigada...
Ruffs fica em completo silêncio observando e volta pra dentro.
Alanis vai até o local onde sabia que iria encontrar sua prima e vê ela juntamente de Alisson.
— Prima. Já sabe como nós derrotaremos o inimigo?
— "Nós"... - pergunta sem entender.
— Sim. Vamos com você!!
— Saiba que não serei babá de ninguém. - Alanis diz seriamente.
— Sempre se achando né... - comenta Alisson.
— Sabemos nos virar. Não se preocupem prima!
— Alanis! Por favor me chame de Alanis.
— Como quiser pr... Digo, Alanis. - Silena de alto corrige.
As três sairá do local e voltando ao campo de batalha procurando alguma pista ou o livro onde Wakanda ficou preso por anos.
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