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9 - A parte mais difícil.

☆Tô um pouco envergonhada de aparecer aqui depois de 9 meses desde a última atualização hehehehe, mas antes tarde do que nunca né? Como vcs estão? Muita coisa aconteceu na minha vida e eu acabei ficando sem inspiração por um longo tempo não conseguia colocar em palavras oq desejava para esse capítulo, mas enfim... Tem muito tempo que não escrevo nada e escrever agora tem sido um momento de alívio e desestresse portanto se tiver muito ruim peguem leve comigo tá? Tenham uma boa leitura e paciência que o último capítulo sai! Indicação de música Kelly Clarckson - Move You.

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Achei que poderia escolher o pior momento da minha vida, mas depois de algum tempo percebi que o pior momento não pode ser escolhido, ele acontece, te persegue e te torna uma escrava da dor antes de acontecer, durante o acontecimento e após. O pior momento da sua vida é justamente aquele que você jamais imaginou que fosse acontecer, aquele que você não está pronto pra lidar, aquele que te pega de guarda baixa e mesmo que você veja o pior momento da sua vida na espreita para acontecer, ainda assim você nunca vai estar preparado o suficiente pra viver ele.

Nunca pensei que viveria os piores últimos dois meses junto ao Taehyung, a gente brigou nesse tempo tudo o que não brigamos nos últimos dois anos. Não era uma decisão fácil e eu sabia que ele oscilava entre querer e não querer ir, sabia que ele estava confuso e me dei o direito de escolher por ele.

Me tornei irredutível.

Eu estava decidida, ele tinha que partir. Não conseguiria viver uma vida sabendo que ele abriu mão do grande sonho por medo de viver longe do nosso relacionamento, sua felicidade e a minha própria, transcendia a nossa vida juntos, não estávamos completos na vida, porque haviam partes que faltavam, só nós dois não éramos suficientes para suportar a vida dura como ela era, o Taehyung não parecia conseguir enxergar que ele não era feliz sendo escravizado em seu trabalho que o desvalorizava e se ele não tomasse um passo à diante, ficaria assim para sempre. Não podia suportar a ideia de vivermos uma vida mais ou menos só porque não queríamos nos separar. Não era saudável pensar assim.

Se algo estava errado e não agradava precisava ser mudado. Podia ser um pensamento radical, mas para mim fazia sentido.

Para ele não pareceu fazer tanto sentido como para mim. Taehyung era do tipo que questionava e não se conformava com as coisas, me perguntou diversas vezes o porquê de eu estar decidindo por ele, mas no final ele entendeu. Talvez o cansaço e o inconformismo fossem mesmo reais, chegou o momento que eu queria e temia, quando ele chegou dizendo que iria embora, se tornaria alguém maior, realizaria os seus sonhos, experimentaria viver o que sempre sonhou pra saber se realmente valeria à pena.

E agora estávamos aqui, sentados um de frente para o outro, no restaurante em que ele me trouxe para o nosso primeiro encontro há anos atrás. Uma forma muito melancólica de se despedir. Taehyung partiria amanhã de noite, suas coisas já haviam sido despachadas e cada caixa da mudança foi lacrada em um silêncio lacerante. Vivíamos uma espécie de pré luto mesmo estando juntos. Era um sentimento muito ruim e uma situação insuportável em determinados momentos. Não fazia a menor ideia de como estava suportando tudo, talvez fosse o fato de todas as noite me trancar no banheiro pra chorar, eu estava despedaçada.

A música ambiente era baixa e convidativa. O tipo de música que ele gostava de ouvir em nossa casa e quase pareceu proposital estar tocando agora.

  - Eu quis te trazer aqui porque eu gosto muito desse lugar - ele começou a falar olhando o cardápio sem pressa. - Me lembra da sensação de estarmos juntos pela primeira vez. Você parecia tão nervosa e acoada, foi engraçado. - Me assegurou dando de ombros, parecia se divertir com as lembranças, enquanto falava nem sequer parecia que estávamos prestes a nos separar.

  -Estava mesmo - confessei soltando um sorriso melancólico.

  -Sempre soube que mexia intensamente com você - sua falta de modéstia me impressionava o encarei desconfiada. Ele me encarou de volta com o olhar intenso e misterioso, mordeu o lábio inferior como se pensasse várias coisas, coisas essas que talvez eu conseguisse adivinhar se tentasse, mas eu não queria tentar.

  -Não fui eu quem ficou toda apaixonada depois de um streeptease na sala de casa - soltei debochada cortando seu olhar e o sentimento que nós envolvia no silêncio. Por um momento me deixei envolver pelas lembranças daqueles dias distantes, era bem engraçado lembrar do nosso começo hilário. Ele riu, mas não sorriu. Seus cabelos negros estavam de um tamanho mediado, lisos caiam sobre os olhos com graça algo que eu achava quase poético nele porque combinava muito bem com a sua figura, Taehyung evitava me olhar diretamente por vezes, principalmente quando estávamos em silêncio, mas eu também só o encarava quando ele não estava olhando pra mim. Tive medo de fraquejar e à essa altura do campeonato não dava pra mudar de ideia e implorar pra ele ficar.

Essa estava sendo a parte mais difícil, me manter forte perto dele.

  -Devo confessar que me apaixonei mesmo - ele tirou os olhos do cardápio e olhou pra mim, desviei do olhar dele olhando pro meu cardápio, mas realmente não via o que estava escrito. Eu o amava mais que tudo, estava doendo fazer isso. - Se você pedir pra ficar, eu fico. - Disse de repente. Voltei vagarosamente meus olhos em sua direção para encara-lo, eu sabia disso. Profundamente, eu sabia que se pedisse ele não iria, mas não tinha coragem de por meus próprios desejos egoístas na frente da felicidade dele. Logo ele que me deu tanto, logo ele que me mostrou um amor profundo, sincero e puro como seus sorrisos largos e quadrados. Logo ele que se jogou de cabeça na nossa relação e me levou junto pra uma vida que jamais imaginei viver. Não me sentia no direito de pedir à ele que abdicasse de um sonhou seu por mim. Não acreditava nesse tipo de amor.

Desejei profundamente que ele entendesse os meus motivos, que ele entendesse que eu o amava demais para pedir que ele abrisse mão de si por mim.

  - Eu sei. - Consegui falar, um nó enorme  se formava em minha garganta e me impedia de falar mais que apenas duas palavras. Havia tanto para ser dito ainda e nenhuma força para tal. Eu estava entalada com as palavras e com o choro, aquele que eu despejaria no banheiro mais tarde.

  -Mas você não vai fazer. - Não era uma pergunta, ele também sabia, sabia que eu não faria isso. Porque se ele quisesse realmente ficar simplesmente ficaria, no fundo nós dois sabíamos que a partida dele era inevitável porque lá no âmago, era o que Kim Taehyung queria.

Kim Taehyung era livre, apaixonado, sonhador, dedicado, merecedor e todas essas coisas ele só seria se partisse. Não seria ele mesmo se ficasse e eu não queria viver ao lado de alguém que não está verdadeiramente aqui, pois não é o seu lugar.

  - O que vou fazer mesmo é escolher algo pra comer, que estou com fome - suspirei logo depois de falar isso. Não queria mais ficar nesse clima estranho. Seria a nossa última noite juntos e não era hora de estragar o momento com discussões sobre o que já havia sido silenciosamente decidido. Ele sorriu ladino se rendendo. Essa noite seria tudo o que restaria de nós.

》《

Não sei se foi a comida ou o momento. Só sei que não foi o melhor jantar da minha vida. O bolo formado em minha garganta estava entalado, não descia nem saia de mim, me causando desconforto e uma vontade enorme de chorar. A cada novo minuto que se passava eu entendia mais o peso das últimas decisões e sentia encrespado em minha pele a dor que me tomaria quando o fim fosse consumado.

Deixar alguém que a gente ama, sem querer deixar talvez fosse a coisa mais difícil de se fazer na vida. A parte mais difícil de tudo no final não foi decidir e sim sobreviver a decisão. Sobreviver a essa dor que já me tomava mesmo que ele ainda estivesse aqui bem diante dos meus olhos, porque eu já conhecia o fim. Saber que não acordariamos mais juntos, não começariamos mais nenhuma refeição, não dividiriamos mais sonhos, não faríamos mais amor...

Eu não medi o peso das consequência até estar aqui e não poder mais voltar atrás.

Vê-lo andando letárgico pelo quarto enquanto terminava de arrumar sua última mala me destruía, eu não teria mais ele aqui, a casa que estava preenchida por Kim Taehyung ficaria vazia. Era o fim e o fim doía muito. Mas como eu confessaria que estava com medo do fim? Como diria pra ele que tava doendo sem que isso o impedisse de ir?

Eu queria que ele fosse, mas não queria.

  - Eu te amo - falei sem pensar muito. Talvez fosse tudo o que importava no final, por para fora o quanto eu o amava desesperadamente. Ele parou no meio do quarto com uma toalha na mão que estava dobrando pra colocar na bolsa e me encarou. Encarei ele de volta.

  - Eu também amo você - sua voz grave invadiu meus tímpanos me trazendo uma certeza: a gente merecia uma despedida digna. Fiquei de pé e fui até ele tomando a toalha de sua mão e jogando em um quanto qualquer. Passei minha mão por sua nuca e o puxei para um beijo.

Só então minhas lágrimas começaram a rolar pelo meu rosto umidecendo e salgando o nosso amargurado beijo.

Logo eu estava em seus braços, envolta em um abraço apaixonado e apertado, correspondendo ao meu beijo de forma feroz e intensa cheio de sentimentos não expressados. Nossos desejos e luxurias se mesclando como sempre acontecia quando nos beijavamos. Eram como faíscas de eletricidade que trocávamos a cada contato próximo.

Cada toque.

Eu o amava.

Nada mais importava. Eu o amava mais que tudo. Ele me roubava o ar de uma forma única e eu era tão apaixonada por Kim Taehyung. Ao longo dos anos aprendi a conviver com a dualidade dele, mas não a sobreviver à ela. Seu jeito doce me fazia apaixonada e seu jeito sádico me fazia escrava dos seus desejos.

Não demorou muito para que nosso beijo banhado por minhas lágrimas se transformasse em fogo puro em combustão, chamas de desejos nos levavam a nos despirmos com pressa sem separar nossas bocas, as mãos sempre tão atrevidas dele logo apalparam minhas nadegas me puxando para si com mais intensidade e fome. Talvez fosse a última vez, mas pelo menos faríamos valer a pena. Arranhei as costas dele solvando sua língua, descontado minha dor em nosso desejo. Ele gemeu rouco em protesto e estapeou minha nadega com certa força.  Estaria ele também descontado sua dor?

Rapidamente estávamos na cama conectados um ao outro carnalmente, fechei os olhos e tentei aproveitar aquele último momento antes do fim, cada movimento que ele fazia trazia dor, prazer, tristeza, amor e lágrimas. Eu era uma bagunça de sentimentos conflitantes, como sempre. Kim Taehyung era dono e proprietário majoritário do meu caos.

Ele deitou todo seu corpo sobre o meu e com uma mão secou algumas lágrimas que me escapavam com delicadeza, mas logo novas tomavam o lugar das que já haviam rolado. Eu não conseguia parar de chorar, não conseguia para de sentir, meu coração não parava de doer.

Foi o orgasmo mais emocionalmente doloroso que eu já havia tido, mesmo eu nem entendo como teria sido possível ter um, minha mente estava nublada pela dor e saudade o que me desconcentrava bastante, não conseguia parar de pensar que seria a última vez. Kim Taehyung parecia distante também ao chegar em seu próprio ápice. Foi um breve momento que eu queria que durasse muito tempo, mas nem mesmo nos nossos melhores dias demoraríamos o tempo que eu desejava nesse momento que tivesse levado, porque na verdade eu não queria que acabasse nunca.

Kim Taehyung deitou ao meu lado e logo adormeceu entorpecido pelo prazer. Me virei de lado e repousei a cabeça em minha mão para admira-lo, queria eternizar em minha memoria essa imagem, ele relaxado em minha cama após o sexo, com os cabelos emaranhados, a pele dourada levemente ruborizada e a respiração tranquila.

De repente percebi que eu gostaria que ele tivesse sido tocado por mim tão profundamente como eu fui por ele, como aqueles amores avassaladores de filmes, como a chama que me queimava todos os dias por ele, como a sensação dos pêlos encrespados na pele após seu toque, como quando meus olhos o viram pela primeira vez, como a primeira vez que a gente sente a chuva na pele, como a beleza da primeira neve, queria ter tocado ele profundamente como os pequenos momentos ao lado dele me tocaram, queria estar enraizada nele como ele estava em mim, queria que cada canto ermo da vida dele estivesse preenchido com a minha presença assim como a presença dele havia tomado posse de tudo o que era meu, queria ser tudo para ele como ele era tudo para mim.

Provavelmente para ele não era tão intenso, nem tão complexo, nem tão confuso como era para mim.

Era bem penoso pensar nos filhos que nunca teríamos, nas juras de amor que nunca concretizaríamos, nos filmes que não assistiriamos, nas músicas que não ouviriamos juntos e me perguntei se ainda dava tempo de me arrepender, de implorar para que ele ficasse, de perdir para que essa dor acabasse. Me peguei chorando de novo. Mas era tarde demais, a decisão já havia sido tomada e tudo já havia sido preparado para a sua partida, prometi a mim mesma que não seria egoísta, não iria fraquejar, mas era quase impossível sobreviver à essa dor.

Me esgueirei sorrateiramente até estar deitada em seu peitoral desnudo, por reflexo ele me abraçou se ajeitando um pouco mais confortavelmente na cama ato que me reconfortou e me deixou triste na mesma proporção.

Chorei silenciosamente a noite toda em seu peitoral inalando o seu cheiro e revivendo todos os melhores dias das nossas vidas e a forma inusitada como nosso amor havia sido construído. Uma daquelas histórias que valia a pena viver e ser grata por ter vivido. O tipo de experiência que era única e que eu tinha tido o privilégio de viver ao lado dele.

Quase como uma ironia do destino o relógio analógico em cima da cabeceira marcava exatamente 23:01, sorri para mim mesma de forma melancólica, tudo na nossa vida sempre girava em torno desse horário, desde o momento em que descobri a sua existência, até hoje, até esse momento. Só que dessa vez eu me despedia dele, essa seria provavelmente a última vez em que viveríamos as 23 horas, em um momento inusitado, um momento que jamais imaginei que fosse acontecer.

Adormeci em seu peito, até ouvir o som agourento do celular despertar e após isso, tudo passar muito rapidamente, mesmo que eu quisesse aproveitar cada último segundo com ele. Um café da manhã silencioso, ele andando de um lado para o outro juntando seus pertences, Kim Taehyung estava calado demais, conformado demais, seus movimentos eram letárgico e silenciosos, quase como se fingissem que eu não estava ali.

Sai para trabalhar, mas no meio do caminho parei em um praça e fiquei lá, eu não conseguiria trabalhar, mas também não conseguia mais voltar para casa, então gastei seis horas sentada em um banco de praça encarando meus próprios pés, minha mente oca não conseguia processar a dor de sua partida. Observei as pessoas andando de um lado para o outro na rua, totalmente alheias umas as outras, tentando me distrair, imaginando que tipo de vida elas viviam e se pareciam em algum momento ter sentido dor como a minha.

Procurei conforto em todo tipo de distração, até ser hora de voltar para casa, até ser hora de acabar com tudo, porque eu já havia tomado minha decisão final só faltava Kim Taehyung saber.

Encontrei meu namorado na sala da nossa casa junto à suas malas me esperando para que fossemos ao aeroporto juntos, porque esse era o nosso combinado, sorri para ele da forma como pude, feliz em poder ver seu lindo rosto dourado e cheio de detalhes que eu amava tanto uma vez mais.

  -Você demorou - ele observou.

  -Desculpa, fiquei presa em uma ligação, sabe como é - menti dando de ombros.

  -Vamos então? Não posso perder o voo! - Se apressou em me lembrar. Suspirei.

  - Eu não vou - falei após encara-lo por alguns segundos, jurei para mim mesma que não choraria mais na frente dele. Minha decisão já estava tomada, não haviam motivos para alimentarmos um relacionamento à distância, não funcionaria para mim. Eu não me sentia confortável em pensar em nós dois presos em um relacionamento sem saber quando poderíamos nos ver de novo, manter esse tipo de compromisso parecia doloroso demais e em meio à tanta dor, eu só queria que de alguma forma fosse mais fácil para nós dois sobrevivemos à isso.

  -Que? - Ele pareceu surpreso. Suspirei novamente. - Por que?

  -Tae... - Respirei fundo tomando coragem. - Kim Taehyung, essa é a nossa linha final.

  -Mas... - Começou a me interromper ergui minha mão pedindo um momento.

  - Eu pensei muito sobre tudo isso e não acho justo ficarmos preso nisso. Você vai para muito longe e nem sabemos quando poderemos nos ver de novo ou se iremos nos ver de novo, os melhores dias da minha vida foram ao seu lado, graças à você eu fui capaz de crescer, me descobrir, nunca senti um amor tão forte como o que vivemos, nossa história foi perfeita como foi e por isso devemos deixar assim. Eu gostaria que respeitassemos a nossa história. - Não consegui manter a calma que eu desejava, minha voz tremia embargada pelas lágrimas e eu não sentia as minhas pernas.

  - Isso é justo? - Me perguntou encarei seus olhos negros.

  -É digno. É um fim digno - eu já tinha as palavras prontas. - É melhor do que no futuro desistirmos ou tornarmos tudo cansativo demais. Só me prometa uma coisa, uma única coisa, que você vai aproveitar, que vai ser feliz, que não vai abrir mão de nada e de nenhuma experiência, por mim, pelo que nós fomos, pela nossa história.

  -São muitos pedidos na verdade - brincou. Eu ri sem humor algum. - Eu entendo você, apesar de não compreender de verdade. Estou com medo confesso, foi a melhor escolha? - Sua figura alta era tão imponente e bonita. Ele usava um casaco grosso xadrez marrom que combinava muito com seu estilo classudo e vintage.

  - Eu te amo Kim Taehyung independente das suas escolhas serem as melhores ou não - eu precisava dizer.

  -Também amo você como se não tivesse passado um só dia sequer desde que meus olhos bateram em você - falou e suas palavras eram como navalhas me cortando. Ele se aproximou lentamente de mim com seus olhos negros nos meus, o calor do seu corpo era palpável e meu coração batia com força por ele, apesar de tudo. Um selar demorado foi deixado em meus lábios e após isso ele me abraçou com força, um abraço demorado e cheio de saudade, um abraço que me juntava os pedaços mesmo que eu continuasse me quebrando, enterrei meu nariz por entre suas peças de roupa inalando seu cheiro uma última vez.

Após nos afastarmos ele me olhou silenciosamente por alguns segundos e então abriu a porta. Permaneci de costas, não tive coragem de ver ele partir, as lágrimas que tanto prendi começaram a rolar por meus olhos sem controle e logo umideceram todo o meu rosto.

Era o fim.

A porta então fechou e já não havia mais Kim Taehyung nem sua presença marcante.

E foi assim que a nossa história de amor terminou, repentina como começou, mas justa conosco, ele estava livre para viver e ser feliz e de uma forma estranha isso me confortava, mesmo que doesse como a própria morte.

Mesmo no fim eu tinha certeza absoluta de uma coisa, nunca deixaria de ama-lo.

A continuação você vê no e-book original por apenas 4,99 e também no livro físico que será lançado em fevereiro. Mais informações no ig @/autoraday

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