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Capítulo 29- photos and kisses

- MAREN -


"Etimologicamente, o termo "amor" surgiu a partir do latim "amor", palavra que tinha justamente o mesmo significado que atualmente: sentimento de afeição, paixão e grande desejo."

Quando terminamos de comer a tensão pairou sobre nós, porque claramente eu estava ansiosa por saber o que ele estava para me mostrar, sobre fotografias, nunca soube dessa paixão de Cameron.

- Princesa- sussurra no meu ouvido, suas mãos grandes estão nos meus olhos, tampando-os- eu espero que você não fique brava, porque só eu tenho essas fotos.

- Cam...

- Relaxa, Maren.

Tremo.

Ouvir a palavra Maren sair da boca dele é melhor do que costumava ser agora, sua voz sai mais como um sussurro gostoso, um gemido de aprovação sai da minha garganta e eu agarro sua cintura por trás, pois quase tropeço em algo a minha frente.

- Pronto- diz e retira as mãos que antes impediam minha visão.

Agarro o braço dele, isso é informação demais para minha mente.

E em uma árvore ele pendurou através de fios de nylon as fotos mais lindas que eu já vi na vida, mas não são quaisquer fotos, são fotos minhas, nossas.

Fotos nossas desde que eu cheguei.

Minhas e da Madison, minhas e da Lindsay.

Quero me culpar por nunca ter percebido a existência delas.

Cada uma delas possui uma luz pequena pendurada junto do fio, minhas mãos tocam as fotos que dançam.

Decido vê-las, uma de cada vez, dando cem por cento de atenção a cada uma, suspirando ando devagar até a primeira, Cameron não se move.

A primeira foto é parte das minhas pernas, reconheço meu lençol e minha cama, eu estou deitada e o Sol bate na minha pele, não faço ideia de quando essa foto tenha sido tirada, porém ela é simples e linda.

- Vire a foto- diz.

Assim o faço.

Sua letra relaxada está estampando a parte de trás branca com as seguintes palavras: primeira semana, quando descobri que ela tem as pernas mais lindas.

Minhas sobrancelhas se curvam, meu coração parece prestes a explodir, porém eu me controlo, os sentimentos começam a transobordar.

- Deus- sussurro.

Caminho em direção a segunda.

Estou com Lindsay e Madison, sorrindo espontaneamente, a foto está tão linda que tenho vontade de arrancá-la dali e colar em meu quarto.

segunda semana, quando descobri que ela não ficaria sozinha.

Não posso mais me segurar quando vejo a terceira foto.

Eu e o Nash, estávamos conversando e ele estava muito perto, lembro-me desse dia, perfeitamente. Realmente pensava que Cam não ligava a mínima para mim, pois estava basicamente me insinuando para Nash e ele estava mexendo na droga do celular, porém para tirar uma foto minha.

terceira semana, quando eu descobri que teria que conquistá-la, só para mim.

Seguro o riso na quarta foto, olho para Cam que dá de ombros.

Essa foto está com uma imagem bem mais nítida e focada, provavelmente ele usou sua câmera para tirá-la.

Meu sutiã jogado no chão do seu quarto, embaixo da sua cama.

quinta semana, quando ela me beijou e eu descobri ser o beijo menos enjoativo de todos.

Quinta foto: eu dormindo de costas e apenas a minha bunda coberta pelo lençol, sua mão está confortavelmente depositada nela por cima do tecido.

sétima semana, quando fizemos sexo pela primeira vez e eu soube que não seria a única.

Minha boca se abre e meus olhos ficam marejados.

- Aqui, princesa- Cam diz- seus óculos, eu guardei para você. Não precisa ficar olhando a foto de pertinho agora.

- Idiota- digo- e coloco-os no meu rosto, podendo ver tudo mais nitidamente.

Continuo observando todas as fotos, todas as legendas amorosas, esquisitas, sorrindo, abraçando meu próprio corpo.

- Hey- digo- está ficando frio aqui fora.

De repente as coisas começam a ficar estranhas, ele olha para mim de uma forma desesperadora, seus olhos dançam até chegarem em meus lábios que parecem bem apetitosos para ele.

- Cam...- sussurro- obrigada por essa noite.

- Mas nem acabou ainda, princesa- sua mão direita agarra meu bumbum e ele me puxa, até estarmos conectados, seu nariz roça no meu pescoço, meu corpo balança e não sei onde segurar-me, não há lugar para me segurar.

Desço as minhas mãos até a bunda dele, agradeço-o mentalmente por me dar o privilégio de agarrá-lo assim, porque ele é a coisa mais gostosa do mundo, com tanto que não inclua um bom bolo de leite ninho recheado nisso.

Estamos nos olhando agora.

E isso me deixa ainda mais boba, pois não nos beijamos ainda, mas ele me olha como se não ligasse para os meus defeitos, como se me amasse.

Amar é não é só um sentimento.

Amar é ser.

Ao contrário do que todos os dicionários dizem, não creio que amar seja apenas um sentimento, algo monótono e momentâneo, não é como se apenas estivesse feliz e depois triste, não é uma passagem ou um estado de espírito.

Você ama quando está com raiva.

Logo, raiva é um sentimento, ela passa.

Ódio passa, por mais que você se mantenha prisioneira por ódio de alguém, por mágoa, elas passam.

O amor não, se é amor não deve passar.

Eu disse que amava Cameron quando estávamos brigando, tudo dentro de mim gritava raiva, eu deveria gritar com ele, dizer coisas horrendas e momentâneas, que nos machucariam, mas foi nesse momento que eu soube amá-lo, pois eu o odiava enquanto ele gritava comigo e jogava todos os meus pecados de uma vez na minha cara, mas eu não conseguia esconder.

- Cam- sussurro- você fez isso... você está apaixonado por mim?

E por amor ser uma palavra tão forte eu não consigo perguntar.

Perguntar se ele me ama é quase impossível, porque talvez não tenha certeza disso, talvez eu realmente ache que ele não ama.

Ele se afasta, mas não o suficiente para manter-se longe.

Meus olhos vacilam.

Sua boca se abre.

- Não.

Tropeço nos meus próprios pés, apoio-me no ombro dele, seu cheiro não me deixa controlar a lucidez da minha mente, então eu quero chorar.

Mas eu estou com raiva.

E confusa.

Confusa para porra.

Desgrudo-me dele, cambaleando tento voltar para dentro da "construção" sair do meio dessas árvores bonitas e repletas de fotos, momentos, que me deixam mais confusas, aperto minhas próprias mãos, temo que elas sangrem, avisto a parede e encosto-me nela, minha testa no material frio.

- Princesa- grita, antes que eu corra para nenhum lugar em especial, não há escapatória.

Continuo de costas para ele, meus ombros pesam ainda mais e o sustento do meu corpo parece ser puxado por cimento pesado.

- Olhe para mim, princesa.

- Pare de me chamar assim- minha voz vacila.

Ouço seus passos, sei que ele está se aproximando agora.

Consigo sentí-lo do meu lado.

Ele está na mesma posicão que eu.

Testa colada na parede, olhar baixo, seus dedos tocam os meus, quero afastá-los, porém imagino se um dia conseguirei fazê-lo, sua mão agarra a minha e um sopro de alívio é liberado de ambos.

- Maren.

Aperto meus olhos.

Não estou preparada.

Eu posso desmoronar agora.

- Eu amo você, princesa.

- Não fode, Cameron- rio, mesmo que algumas lágrimas estejam descendo pelo meu rosto, alívio puro é o que sinto agora.

- Ei- seus braços me puxam, encosto minha cabeça em seu peito, tão confortável, tão bom, meu coração acelera como um mecanismo programado, sinto um calor corporal transmitido- eu não ligo para o que as pessoas falarem, tudo bem? Você já foi adotada, não é minha irmã, é minha garota. Você é minha pessoa.

Aperto meu corpo contra o seu.

- Me beija- ofego, necessitada fico na ponta dos pés e encaro-o - cadê todo mundo?

- Eles foram embora- ri- eu não sou estúpido.

Seu sorriso malicioso desperta-me.

- Nós estamos no meio do nada, droga- digo irritada.

- Temos um carro, princesa.

- Ótimo- reviro os olhos.

- Ah, cala essa boca- diz e me beija.

Sua mão agarra minha bunda de um modo desesperador, sorrio no meio do beijo, porém Cam não dá espaço para minha felicidade, minha língua entra em contato com a sua imediatamente, nossas bocas já sabem decor o caminho a percorrer.

- Só um minuto- fala e me pega no colo como um bebê- você engordou.

Meu rosto esquenta.

Eu sei reconhecer que engordei, fato, fato.

- Relaxa- ri- você fica mais gostosa assim.

Ele corre comigo até o carro e eu seguro-me tentando conter as risadas e obviamente, falho.

Cameron abre a porta traseira e me joga no assento de couro do carro com menos delicadeza do que desejaria, encolho minhas pernas e sinto-me desconfortável aqui dentro.

O carro cheira o perfume dele e couro novo.

Ouço a porta bater.

Ele está aqui dentro, nossas respirações estão ofegantes e Cameron olha dentro dos meus olhos azuis.

- Droga- digo, sentindo-me molhar antecipadamente com o seu olhar sobre mim, noto um ponto negativo a respeito de estar aqui agora.

O interior do carro faz eco.

Cam senta-se com as pernas cruzadas e me puxa pelas coxas, até encaixar-me na sua cintura.

- Você é minha namorada.

- Sou?- pergunto, franzindo o cenho.

Ah, e sorrindo.

- Sua mãe sabe disso?- pergunto de novo.

- Não, mas ela vai saber- fala e sua língua encosta lentamente em meu pescoço macio, sinto minha pele molhada e me remexo inquientamente.

Sempre tive cócegas, principalmente no pescoço e Cameron sempre faz isso para me provocar.

E na barriga.

Deus, como eu tenho cócegas na barriga.

Sua boca suga a pele da minha clavícula, depois volta para meu pescoço, de repente eu esqueço o que é sentir cócegas e só sinto o prazer dos seus lábios beijando e mordendo minha pele sensível, provavelmente ocasionando belas marcas de chupões.

Puxo seu rosto e colo nossos lábios.

Nossas línguas se grudam necessitadas, mãos percorrem todo o meu corpo.

Minhas curvas são mostradas quando desço o zíper do meu vestido rapidamente, arracando-o e jogando-o no banco da frente.

Beijo-o novamente.

Desesperadamente.

Porém ele me para.

Deita-me calmamente no banco de trás e fica por cima de mim.

Seu sorriso maroto faz-me agarrar a porta.

Ele puxa meu corpo para cima e desabotoa meu sutiã desajeitadamente e tira a camisa.

Botão por botão.

Lentamente me matando.

O maldito não tira os olhos de mim, do meu corpo, enquanto o faz, consequentemente eu ofego mais ainda, ansiando pelo seu corpo grudado no meu, por sentí-lo em mim.

Obviamente eu estaria menos destruída se não tivesse vendo seus lábios inchados e famintos, porém uma visão tão gostosa que não nego apoiar meus cotovelos para observá-lo.

Ele debruça-se sobre mim e beija meu pescoço, meus lábios, meus pescoço.

Meus seios.

Repreendo um grito.

Agarro suas costas e não ligo de deixá-lo marcado, tanto que puxo-o e chupo a pele do seu pescoço, sei quanto adora isso e Cameron mal sabe como eu amo a expressão dele quando o faço.

Começo a suar.

Sinto seus lábios e sua língua por todo o meu corpo, minha cintura, minha barriga, meus seios, minha barriga de novo...

- Olá calcinha de lacinho- diz.

- Porra- seguro algum lugar indefinido do banco e repreendo gemidos irritantes quando seus dedos descem minha calcinha e um deles ocupa minha intimidade.

Sinto sua língua em mim.

Sua língua dançando em mim.

Como se fosse tão fácil para ele me deixar desmontada assim.

Agarro seus cabelos, tento observá-lo no meio das minhas pernas.

É inútil.

Jogo a cabeça para trás, ofego e ofego de novo.

Ele me chupa.

Bato a cabeça na porta.

- Ai.

- Tudo bem?- seus olhos encontram os meus, seus cabelos estão bagunçados e sua boca está vermelha, perfeitamente vermelha.

Sinto a ausência dos seus lábios em mim.

Concordo com a cabeça e mordo o lábio.

Ele sobe e gruda meu corpo no seu.

Sua calça vai parar no banco da frente, junto do meu vestido.

- Cameron- sussurro.

- Ahn?- pergunta apenas de cueca, enquanto procura um preservativo na carteira.

- Você viu meu celular?- pergunto.

- Por que você quer isso agora, princesa?

Com as pernas abertas e completamente mole eu me contorço e pego meu celular no assoalho do carro.

Aperto o botão do meio e verifico o horário.

12:07 AM, September/ 8/ 2016.

Sorrio.

Sinto uma leveza tomar conta do meu corpo.

Eu planejava uma surpresa, mas nada saiu como queria, o problema na gravidez de Madison, a doença de Beca, talvez realmente tenha sido melhor assim.

Agora como está.

Com ele.

Cameron está sobre mim.

Me beija vagorasamente, ele inala meu cheiro antes de se afundar em mim.

- Feliz aniversário de 19 anos, Cam- digo- eu amo você.

--

LALALALA

cap vergonhoso...

mas tá aí, um hot meio rápido, mas foi o que saiu.

tô pensando em fazer uma segunda temporada/segundo livro, oq acham?

obrigada por mais de 8 mil leituras, amo vocês, não se esqueçam de votar e comentar, isso me incentiva a postar mais ❤

all love, Ana.

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