Capítulo 28- Date
- MAREN -
"
Quanto mais te conheço, mais eu te quero.
Algo dentro de mim mudou.
Eu era tão mais jovem ontem.
Eu não sabia que estava faminta até te provar" Starving- Hailee Steinfeld
- Isso está apertado e largo nos peitos- digo enfiando a mão dentro da roupa, tentando ajeitá-la- você tem certeza de que não está horrível?
Cameron olha para mim, parado, extasiado, completamente vidrado no meu decote e na minha maquiagem leve, agradeço a Sarah por ter pensado bem antes de passar um batom escuro em mim.
Ajeito a postura e reparo em como ele está lindo, seus cabelos bagunçados, quase como se ele não tivesse tido tempo para arrumá-los, o último botão da camisa branca aberto e a gravata desleixada de qualquer jeito no pescoço, está tão formal, mas sem aquela harmonia toda de garoto certinho.
Quase sorrio ao perceber quão bem Cameron fica nessa camisa apertada e branca.
- Confie em mim, você está linda- responde bagunçando meu cabelo e encostando o nariz no meu pescoço, meu corpo passa por uma combustão e vacilo- cai não, princesa.
Reviro os olhos e dou um tapa na mão dele, antes confortavelmente depositada na minha bunda, mesmo que esteja mais que gostoso eu não me renderei a ele agora.
Não agora.
Sorrio de canto e mordo o lábio inferior, o gosto de gloss de morango se acentua no meu paladar, ajeito a jaqueta pendurada nos meus ombros e seguro o celular, o suor escorre das minhas mãos.
Não posso negar que estou razoavelmente ansiosa, porque será meu primeiro encontro formal e natural, não consigo pensar em mim e Cameron conversando sobre assuntos como "qual sua cor favorita?" ou "você gosta de empanadas?", eu exigi esse encontro, eu disse a ele que precisamos nos entender, ver se daremos certo, se isso será alguma coisa além de troca de salivas.
E Cameron está tão amável se esforçando que é quase inacreditável.
- Vamos?- pergunta e eu aceno com a cabeça, afirmando.
Meus pés guiam-me apressadamente até seu carro, fecho a porta forte demais, porém ele ignora esse detalhe mínimo.
- Onde vamos?
- Você vai saber quando chegarmos- responde ríspido.
A ansiedade me consome mais ainda e só quero que ele entenda, terei um ataque cardíaco se provocar meu nervosismo mais uma vez.
- Ah, Deus. Eu só quero saber o restaurante, droga- cruzo os braços.
- Quem disse que eu vou te levar a um restaurante?- dá de ombros e noto um leve sorriso no canto de sua boca carnuda- seria bem clichê, não acha?
- Ótimo- olho para a rua e escuto o som do carro dele, não reconheço a música, porém a batida é contagiante.
Cameron põe a mão na minha perna, observo sua pele, algumas veias saltadas por ela fazem-me sorrir, duas pulseiras de couro largas dançam em seu pulso, sorrio para sua pele na minha, decido deixá-la ali, apenas deixá-la, tenho medo de que qualquer movimento que eu faça possa fazê-lo se mover, não quero que ele mova um centímetro, pois eu sou apaixonada pelo jeito que a pele dele se encaixa na minha, se mistura e acaricia.
Olho para o lado, as ruas vão se tornando mais solitárias, vejo alguns cães perdidos e meu coração se aperta dentro do meu próprio peito.
- Eu não sei como as pessoas conseguem abandonar esses animais tão amáveis- digo de repente.
- Eu não sei como conseguem abandonar os filhos tão novos- responde irritado, sei obviamente do que se trata.
Ele não está completamente mudado, não superou que o pai tenha abandonado-os.
Como o único garoto da família eu sei que sente como se a responsabilidade masculina fosse dele e sei que ele se culpa pelo pai ter deixado-os, não sei a história completa, talvez todos saibam, porém eu posso esperar para que ele fale quando estiver pronto.
Relembrar uma coisa antiga que já nos causou discórdia e problemas, não é simplesmente fácil, senti isso na própria pele, a única pessoa que ouviu a verdade sobre a minha mãe foi ele, a primeira vez que eu tive coragem de dizer em voz alta o porquê eu estava tão apaixonada e porquê eu me entregava e desistia tão fácil de qualquer coisa.
- Ele foi embora, porque eu ia contar- diz de repente, tirando a mão da minha coxa e virando o volante- eu ia contar que ele estava traindo a mamãe. Acho que no final das contas ele tinha razão, a culpa foi minha.
Seu olhar duro e frio permanece na estrada, estamos na rodovia agora, o lugar onde ele está me levando ainda é misterioso, e pela primeira vez não faço ideia se devo consolá-lo ou se devo deixá-lo pensar sozinho, não sei se mais palavras acrescentadas ao seu pensamento irão fazê-lo confundir-se mais.
Solto o cinto de segurança, encolho meu corpo de lado e inclino-me até encostar minha cabeça no seu colo, pernaneço em posição fetal, minhas costelas sendo espetadas pela marcha do carro, porém não me importo com absolutamente nada, apenas com ele.
Cameron se ajeita no banco e suspira alto, sinto suas pernas vacilarem, ele acelera o carro e minha mão direita passeia pelo seu joelho, coberto pelo jeans surrado da calça, observo seus pés acelerando o carro, desconheço qualquer coisa relacionada a dirigir.
Uma das coisas que mais desejo é aprender a dirigir, não gosto de ficar dependendo dos garotos para me levarem aos lugares, porém preciso de tempo e dinheiro, sei bem que Gina tem a quantia suficiente para me dar um carro, mas eu quero trabalhar, ganhar algum mísero cachê e tentar comprar algo com isso, com meu próprio salário.
- Cam- digo- não sei se quero fazer as fotos.
- O quê?- pergunta, da minha posição consigo ver seu queixo agora, seu maxilar é tão lindo que não vou medir esforços para mordê-lo hoje.
- Não sei se é isso que eu quero- digo- foi impulsivo, não preciso disso, sabe? Eu quero fazer faculdade tranquilamente e trabalhar. Quero ter uma vida calma.
- Você nunca vai ter uma vida calma- ri.
- Idiota- estapeio sua barriga- você ficaria puto se eu desistisse?
- Não- dá de ombros.
- Tudo bem.
Sinto o carro passar por uma textura diferente e ouço barulhos mínimos de pedregulhos suaves, o carro estaciona e Cameron anuncia que chegamos.
Levanto.
- Graças a Deus- suspira e põe a mão no volante, aliviado- você tirou sua cabeça das minhas pernas.
- É o quê?- coro.
- Nada- ri pelo nariz.
- O que é isso?- pergunto apontando para a construção mal acabada a nossa frente.
- Era para ser um shopping, mas não terminaram de construir- declara e tranca o carro- vem...
Puxa-me pela mão e envolve meu corpo miúdo com seu braço, andando com dificuldade, nunca parando.
Questiono-me sobre o motivo de Cameron me trazer num lugar tão estranho e vazio, bem, não deveria esperar algo normal vindo dele, muito menos vindo dele em um encontro.
Agarro-me a sua cintura como se fosse perdê-lo em instantes, meu coração acelera, sinto seu cheiro bom e pergunto-me desde quando eu comecei a amá-lo tanto, querer sentí-lo toda merda de segundo e pensar porque ele tem dado tanta atenção para mim ultimamente.
- Cam- digo- por que você me trouxe aqui?
- Shh- vira meu rosto e encosta seus lábios nos meus por menos de três segundos, sinto minha boca formigar com a ausência da sua, mordo o lábio inferior e sorrio um sorriso cheio de sentimentos.
Percebo que as luzes do local estão acesas.
A construção mal acabada está toda pintada de branco por fora e percebo que também por dentro, uma porta de vidro faz-me avistar o conteúdo lá dentro.
Na verdade a extensão daqui é enorme e totalmente vazia, seguida por um chão acimentado e incrivelmente limpo, é o lugar mais vazio, mais branco e mais seguro e pacífico que já vi, sorrio sem mostrar os dentes e acaricio a mão de Cam com o polegar.
Ele abre a porta de vidro e odeio a mim mesma por ter esquecido os óculos e não conseguir enxergar o que ele arrumou, porém apresso os passos até chegar lá.
Uma toalha preta estendida largamente no chão, uns potes pretos, hashis de comida japonesa, vinho, duas taças transparentes com detalhes vermelhos magnifícos.
Duas almofadas, uma de cada lado da toalha de mesa (no chão), douradas que além de grandes parecem macias, um cardápio, sim um cardápio está localizado na frente de cada almofada e uma lamparina, velha, porém maravilhosa, ilumina o centro da "mesa".
- O que é isso?- pergunto extasiada, parada no meu lugar.
Imaginando o que se passa na cabeça dele agora, o que ele deve estar pensando enquanto me encara com um sorriso vitorioso no rosto.
- Sente-se- aponta para a chão e assim eu o faço, em cima da almofada fofinha.
- Cameron... Eu- falo.
- Toca o sininho- ele diz- aqui ó.
Pego o objeto de metal frio, num dourado gasto e fosco, olho para Cam que segura o riso, demonstrando divertimento com a minha surpresa.
Balanço o sininho que faz um som irritante.
Ouço o barulho de sapatos duros no chão de cimento, não faço esforço para virar o pescoço, continuo encarando Cam, perdida nesse rosto de ilusão e perfeição.
- Querida, sou Espinosa e tô te servindo.
Grito.
Cam arranha a garganta.
- Desculpe-me- Matthew ajoelha e, Deus, ele está tão lindinho nesse terno, o cabelo penteado para trás e o pescoço envolto por uma gravata borboleta- estou aqui para serví-los, o cardápio está a sua disposição.
Ele abre o vinho e despeja o conteúdo até metade da taça.
Minhas mãos tremem antes de pegar o copo.
Como ele bolou isso?
Como ele fez isso?
Matthew? Como garçom?
Eu estou sorrindo tão abertamente e olhando para o meu melhor amigo sorrir para mim e olhando para Cameron e sorrindo e sorrindo.
E amando-o.
Sua mão repleta de veias saltadas agarra a taça de um jeito nada formal, imagino-a na minha pele, tocando-me, e me dando prazer, me proporcionando sensações gostosas que só Cameron consegue, ele leva o recipiente até a boca e me olha enquanto suga o vinho, ele deposita o copo de novo no lugar e me olha com a boca levemente avermelhada.
Um sorriso safado é direcionado a mim.
- Bem- Matt declara- eu venho quando vocês me chamarem, obrigado.
- Cam- sussurro- obrigada.
- O quê?- pergunta- isso? Nada demais.
Rio pelo nariz e abro o cardápio, minhas mãos tremendo, meu coração acelerado.
- Pode escolher o que quiser.
Abro a boca e olho para ele.
- Cam- gaguejo- aqui tem... Um cardápio inteiro de todo tipo de comida japonesa, você tá brincando?
- Eu comprei tudo- ri sem graça- um pouco de cada, você pode pedir o que quiser, de verdade. E pedi há alguns minutos, então tudo está perfeitamente guardado.
- Eu... Isso é muito caro!- grito mais alto do que deveria- não precisava disso tudo, você sabe que eu iria gostar de qualquer coisa... Quer dizer, isso é incrível.
Seu rosto toma um tom de seriedade, Cameron olha no fundo das minhas íris, tenho vontade de jogar todas essas coisas para o lado e pular no colo dele, parar de beijá-lo apenas quando nós dois não aguentarmos mais, quando estivermos gritando por vida.
Eu vou gritar por mais do seu amor.
Eu vou gritar para que ele beije-me, beije meus lábios, minha pele, minha alma.
- Isso não é nada, princesa- diz- estou planejando isso a mais de uma semana, mas você tinha que insistir para sair comigo antes. Menina intrometida.
Ok, eu não teria feito uma bela cena para conseguir um encontro se soubesse disso, mas confesso que a ansiedade e a vontade de saber se ele desejava estar comigo dessa forma estavam tomando conta de mim.
Olho para a lamparina, algo tão velho e estúpido que não faria o menor sentido se estivesse em outro lugar, em outra hora eu nem mesmo notaria, porém sei como é difícil achá-la hoje em dia, todos os créditos para Cameron e sua força de vontade para fazer valer a pena.
E eu estou questionando-o, qual meu problema?
- Desculpa... Eu amei- digo- de verdade.
- Pare de elogiar- diz ríspido, abaixando a cabeça- é constrangedor. Eu não faço isso- aponta para todo o lugar- então não fique me lembrando que é legal ou amoroso.
Oi Cameron, senti sua falta.
Seguro o sorriso e volto a olhar o cardápio.
Decido o que vou pedir, seguro o sininho e toco-o.
É lógico que por dentro eu quero muito gritar e rir de Matthew por estar parecendo um cachorrinho que vem com o comando do dono com um sininho, porém eu quero mais ainda que esse encontro seja normal.
Ouço o som de saltos batendo no chão e franzo o cenho.
Matt não estaria usando saltos a não ser que fosse contratado para ser uma atriz pornô irritante.
- Então- ouço a voz de Lindsay sussurrando no meu ouvido e meu rosto cora- conseguiu seu encontro, ahn?
- Você sabia?- franzo o cenho- desgraçada.
- Ei! Hoje eu te sirvo, querida. Não abuse da minha paciência, por favor...- arruma os peitos dentro da blusa.
- Cameron- digo sem olhar para ele- se você estiver olhando para a minha amiga eu juro que arranco seu pau com os dentes.
Lindsay ri.
- Isso é um convite para um boquete?- pergunta erguendo uma sobrancelha- gostei da ideia, tenta de novo, mas sem os dentes dessa vez.
- Deus- a loira diz- foco no pedido, por favor.
Coro mais que violentamente.
Cameron sempre foi idiota e falou coisas descaradamente na minha frente, porém não assim e nem usando essas belas palavras.
Fizemos sexo três vezes para ser precisa e eu nunca tentei nada além do que ele tenta comigo, eu não me imaginava fazendo nada disso, não sabia nem dar um bom beijo de língua.
Bem, no começo do ano eu nem me imaginava falando a palavra "pau".
Pedimos diversos sushis, joys e algumas outras coisas que ele escolheu para Lindsay, que saiu correndo para algum lugar no meio do nada.
- Maren- diz.
- Hun?- pergunto tomando mais um gole do vinho.
- Eu ganhei uma bolsa- diz- para cursar fotografia na NYC. Aqui mesmo, é uma das melhores do país e eu decidi que vou fazer.
- Fotografia?- pergunto erguendo uma sobrancelha- eu nem sabia que você gostava de fotografar, me sinto uma idiota- dou de ombros.
Ele ri, zombando de mim, deveria ser tão óbvio para mim?
Porque realmente não é.
Sinto-me derrotada, porém feliz que ele tenha me contado.
- Depois que você comer tenho uma coisa para te mostrar- diz.
- Tudo bem- dou de ombros, brinco com os detalhes da taça e suspiro- Cam, eu não vou fazer faculdade aqui.
Dou de ombros.
- Eu tenho mais um ano de colegial- reviro os olhos- minhas notas foram muito boas, pelo menos o suficiente para ganhar uma boa bolsa, vou fazer direito e quero muito me tornar juíza ou suplente- minhas mãos tremem- quero tirar as crianças do Sistema de adoção, é muito difícil juízes que aprovem a adoção, ainda mais quando se tem a minha idade ou é de outra nacionalidade.
- Onde você quer...- a voz dele falha- tentar?
- Yale, em New Haven- coço a garganta- ou na Pensilvânia. São duas ótimas universidades. Pensilvânia é só 270 quilômetros daqui e New Haven é ainda mais perto.
- É longe- seu maxilar trava- você não vai vir para cá em o quê? Quatro meses?
- Sim- respondo.
Ele suspira e coça a cabeça.
Seu olhar expressa nada mais que tristeza e desepero.
- Ainda falta um ano- tento acalmá-lo- e eu vou ficar por mais de dois meses aqui no verão, vocês podem ir para lá também.
- Merda.
- Cam...- digo.
- Tudo bem, Maren- diz irritado- é isso que você quer ouvir, porra? Que tudo bem? É seu sonho, é sua vontade, se você quer, você é inteligente para isso, eu sei que é. Eu só não consigo aceitar, então deixa que eu lide com isso, sozinho.
Eu não esperava a aprovação dele mesmo, então não há motivos para que eu expresse surpresa ou incomodo, o que ele realmente quer que eu demonstre, não hoje, Cam.
- Tudo bem, mas não fique uma merda, porque essa é uma noite boa, sem você ficando irritado. Por favor.
Seus olhos se apertam e sua boca se contrai.
Ele está puto e está escondendo isso.
Ótimo esforço.
Agradeço mentalmente, sei que mais palavras não serão bem-vindas agora.
- Sinto muito- responde- por ser um merda.
- Ah, cala boca!- rio- você não é um merda- fico de quatro e por cima de todas as coisas no chão, agarro sua mão- eu te amo, Cam.
Seus lábios se separam e ele tenta falar algo, sem sucesso, seu rosto se entristece e ele beija minha mão, devolvendo-me o melhor olhar que eu poderia receber hoje e sempre.
- Não precisa dizer que me ama- respondo- eu entendo.
Gilinsky aparece num terninho e nos serve.
Tão fofinho.
Pego-me pensando em Madison.
Pensando em tudo.
O rosto de Cameron durante todo o jantar mostra que ele está travando uma batalha dentro de si mesmo, o que me mata é não saber se é por causa das minhas palavras. Tenho medo de pressioná-lo a dizer ou fazer algo que não queira.
Mas não vou voltar atrás.
Não me arrependo nenhuma vez de ter dito que o amo, porque amo e eu quero que ele saiba disso para o resto da vida.
Que mesmo que não fiquemos juntos, mesmo que eu vá embora ano que vem, quero que ele saiba que cada segundo desse encontro, da minha vida e de todos os nossos encontros que com certeza serão reais e vivos, de todas as vezes que ele encostar na minha pele ou me beijar ou sussurrar coisas safadas no meu ouvido, eu vou amá-lo.
Porque eu fui feita para isso.
Para reagir.
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hello ladies.
o próximo capítulo tem hot, preparem seus corações, vou ter que dividir o encontro em dois caps, porque é mta coisa ❤
a história está chegando ao fim :(
temos provalmente 4 ou 5 capítulo, dependendo do desenrolar.
então, eu nunca falei sobre mim aqui e resolvi falar hj, nesse cap aqui.
meu nome é Ana Elisa (blé), tenho uma idade aí, um metro e setenta de altura e comecei escrever (escrevendo?) fanfics de Jogos Vorazes quando eu tava no sétimo ano, escrevia no papel e desenhava o que eu imaginava para cada capítulo. Aprendi a ler e escrever com 4 aninhos.
minhas músicas favoritas no momento são Mercy (Shawn) e Pacify Her (Melanie).
sou magcult desde o primeiro ano da old magcon (R.I.P OLD MAGCON), meus chooses são e eram o Shawn, o Cameron e o Matthew.
amo qualquer tipo de comida, incluindo brócolis e jiló, sou apaixonada por série e no total já assisti/ assisto mais ou menos 20, incluindo The Fosters que tem me inspirado pra essa história.
eu e a wonderonly sabemos quase todas as músicas do Shawn inteirinhas, ela é minha melhor amiga inclusive fora do wattpad e temos projetos novos de uma história que a gente ta escrevendo juntas❤
SE VOCÊS AINDA NÃO ESTÃO LENDO COLORS, MINHA FANFIC COM O SHAWN, VÃO LÁ QUE TEM ATUALIZAÇÃO AMANHÃ SE O MUNDO COLABORAR. TÁ NO MEU PERFIL E TEM UNS CROSSOVERS COM ESSA HISTÓRIA❤
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