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Capítulo 50 | Grace

Dê o play e mergulhe no desfecho de uma das suas histórias favoritas. Obrigada por ter chego até aqui! ;)

O caminho de volta ao casarão foi silencioso e pesado. A vitória sobre Jason e Cora não tinha gosto de triunfo.

Khalid, que havia lutado ao lado de Harry como um verdadeiro pai, não sobreviveu ao confronto.

Harry estava ao volante, os olhos fixos na estrada, enquanto Louis descansava a cabeça em seu ombro ainda fragilizado pelos eventos das últimas horas. Ao chegarem enfim a propriedade dos irmãos, todos que ali se encontravam, ficaram atônitos.

— Onde está papai?– Magnólia perguntou, com a voz embargada, mas já sabendo a resposta.

Harry apenas balançou a cabeça negativamente. Assim Magnólia e sua mãe souberam da morte de Khalid, e a dor logo tomou conta do lugar.

Magnólia caiu de joelhos, segurando o peito como se faltasse ar. Edwina, sua mãe tentou consolá-la, mas sua própria dor era evidente.

A mulher que sempre se mantivera forte parecia finalmente quebrar.

— Ele prometeu que voltaria.– Magnólia soluçou, enquanto Zayn, agora a abraçava.

— Ele cumpriu sua promessa. Salvou todos nós.– Zayn disse, tentando manter a voz firme, mas seus olhos também brilhavam com lágrimas. Seu sogro era um homem espetacular.

Anne e Trisha, ambas encostadas em uma parede, choraram silenciosamente. Foi realmente uma noite sem comemorações.

Nos dias que se seguiram, Harry organizou um funeral digno. Enterrou Khalid ao lado de Desmond, no mesmo terreno que abrigava tantas histórias de sua família. Durante o discurso, Harry, que raramente deixava suas emoções à mostra, quebrou.

— Khalid foi mais do que um aliado. Ele foi um pai quando eu precisei, um irmão quando estive perdido, e o homem mais leal que já conheci. Não há palavras para descrever o quanto ele será lembrado e amado.– Harry disse, a voz embargada, antes de colocar a mão na lápide e murmurar.— Obrigado por tudo.

Anne, Louis, Trisha, Magnólia, Edwina, Zayn, Liam e os homens que restaram assistiam em silêncio. Cada um carregava sua dor de maneira única, mas naquele momento, estavam unidos pela memória de Khalid.

Magnólia depositou uma rosa branca sobre o caixão, enquanto Edwina, com as mãos trêmulas, fez o mesmo.

Louis segurava a mão de Harry, dando-lhe forças enquanto todos se despediam. 

[...]

Algumas semanas se passaram, e o casarão parecia respirar uma nova energia. Era uma manhã tranquila, com os homens de Harry patrulhando o perímetro e Anne terminando de organizar os detalhes para o chá da tarde com Louis.

Tudo parecia calmo... Até que Louis, sentado na sala, tomou um gole de suco e fez uma careta.

— Hmm. Algo estranho.– ele murmurou, pousando o copo e franzindo a testa.

Harry, que estava no escritório, apareceu logo depois, ajustando os punhos da camisa e observando Louis desconfiado.

— O que foi agora? Está com mais um daqueles desejos estranhos?

— Não, Styles. Eu...

Antes que pudesse terminar, Louis olhou para baixo e arregalou os olhos. Um filete de líquido escorria pela cadeira.

— Ah, não.– ele murmurou, revirando os olhos.— Claro que isso tinha que acontecer enquanto eu estava vestindo minha roupa favorita!

— O quê? O que está acontecendo?– Harry perguntou, com sua expressão preocupada, sem perceber a poça que estava se formando embaixo da cadeira de Louis.

Louis o encarou com uma paciência quase inexistente. O menor ultimamente estava extremamente ácido, mas uma força maior o fazia ser gentil com o marido.

— Querido, minha bolsa estourou.

Harry congelou por um momento. Depois, como se tivesse levado um choque, começou a gritar ordens para quem quisesse ouvir.

— ZAYN! LIAM! PREPAREM O CARRO! CHAMEM AS ENFERMEIRAS!

Liam surgiu na porta, já rindo.

— Calma, chefão. É só um parto, não uma guerra.

Louis soltou uma risada irônica, respirando fundo quando uma contração o atingiu. Anne logo se aproximou do garoto para observar sua situação e já foi o levantando para levá-lo ao quarto.

Zayn apareceu logo depois, segurando Lia no colo.

— Louis, se for uma menina como a minha, você está prestes a ter o homem mais assustador do mundo enrolado no dedo dela.

Anne acabou soltando uma risadinha, seu filho parecia apavorado.

— Harry já está enrolado no dedo de todo mundo aqui.– Louis respondeu com sarcasmo, gemendo ao sentir outra contração.

Trisha chegou correndo, alarmada com o caos.

— O que está acontecendo?

— O bebê está vindo!– Harry anunciou, já tirando o telefone do bolso como se pudesse resolver a situação com uma ligação.

Anne o encarou, incrédula.

— E você está aí parado? Louis vai parir sozinha agora?

— Eu estou resolvendo, mãe!

— Está resolvendo gritando como um maluco.– Anne revirou os olhos e foi ajudar Louis a se levantar.

— Vamos, querida. Você vai dar à luz em lugar apropriado.

Trisha e Anne então levaram Louis para seu quarto ali no andar debaixo, desde que Louis chegou ao oitavo mês, ele e Harry trocaram de quarto para que o barrigudinho não precisasse subir e descer as escadas.

Com as duas mais velhas chegaram ao quarto, colocaram Louis na cama que já começava a soltar os primeiros gritos, e enquanto isso, Harry andava de um lado para o outro, completamente perdido.

— Olha ele, Liam! Parece um cachorro procurando o osso que enterrou!– Zayn acrescentou, rindo alto.

O mais velho, em pânico, passou a mão pelos cabelos e encarou os dois.

— Vocês acham que isso é engraçado? Minha esposa está gritando lá dentro, e vocês...– Harry nem mesmo conseguiu terminar, pois Zayn deu um leve empurrão em Liam, iniciando uma brincadeira.

— Você já enfrentou tiroteios e bandidos, irmão. Não me diga que um bebê é mais assustador.– Liam provocou, mesmo observando a dor evidente no rosto do irmão.

Quando Louis gritou uma segunda vez, agora chamando por Harry, o maior disparou até o quarto com seu coração já acelerado.

O quarto havia sido transformado em uma sala de parto improvisada em minutos. A parteira da família estava a postos, mas ninguém parecia mais nervoso do que o próprio Harry, que andava de um lado para o outro com as mãos nos cabelos, agora no quarto.

— Harry, você está me deixando mais tenso do que as contrações.– Louis disparou, suando enquanto apertava a mão de Anne. A dilatação do menor estava sendo bem rápida.

— Eu só... Eu não quero que nada dê errado!

— O que pode dar errado? Você tem um batalhão de seguranças na porta, uma parteira aqui, e Zayn com certeza pode fazer uma cesárea se precisar.– Trisha brincou.

— Ei!– Zayn gritou da porta.— Eu prefiro não testar isso.

Liam entrou logo depois, trazendo toalhas. Todos estavam unidos para que o herdeiro de Harry nascesse.

— Harry, está tudo sob controle. Relaxe.

Harry se aproximou de Louis, segurando sua outra mão.

— Eu só quero que você fique bem.– o mais velho disse, baixinho.

Louis, apesar da dor, sorriu.

— Estou bem. Você, por outro lado, parece que vai desmaiar.

Harry suspirou e beijou a testa de Louis. Logo depois, com tudo pronto, Anne pediu que os rapazes saíssem, mas o futuro papai não quis sair.

Sentou próximo a esposa na cama e segurou sua mão ainda apreensivo.

Harry secou cada lágrima de Louis, suas palavras doces traziam conforto aquele momento e até mesmo fez Louis se concentrar em cada respiração. Com suas testas coladas, Louis começou a fazer força.

O garoto era extremamente forte, pois o que ia nascer era a junção do amor que havia construído com o amor da sua vida.

Horas depois, com todo aquele esforço, os gritos de Louis foram substituídos pelo choro alto de um bebê.

Anne segurou nos braços primeiro, as lágrimas escorrendo por suas bochechas enquanto observava aquela criança branquinha como papel, os cabelos loiros e ralos, e o narizinho arrebitado como o de Louis.

Quando ouviu o choro, Louis também chorou bastante, sentindo um sentimento quase que palpável. Seu marido também chorou, e o encheu de beijos calmos.

Anne olhou para Trisha e para a parteira e então se aproximou dos papais na cama e entregou o bebê nos braços de seu filho, portando um sorriso orgulhoso nos lábios.

— Uma menina.– Anne sussurrou.– o mais velho olhou para a filha como se o mundo inteiro tivesse desaparecido.

— Ela é perfeita. Harry murmurou, inclinando-se para beijar a testa da esposa e depois a pequena mão da filha.

Zayn, Magnólia e Liam observavam agora da porta do quarto, com sorrisos divertidos.

— Agora ele está lascado.– Zayn murmurou.

Liam deu uma risada baixa.

— É, mas pelo menos ele parece feliz.

Anne se aproximou, acariciando a cabeça da neta.

— Já pensaram em um nome?

Louis olhou para Harry, e ambos sorriram.

— Grace.– eles disseram ao mesmo tempo.

Zayn ergueu as sobrancelhas.

— Bem, ela trouxe graça à vida de vocês. Literalmente.– murmurou fazendo todos rirem baixo.

E, com Grace nos braços de Louis e Harry, o casarão finalmente parecia em paz.

[...]

O sol da manhã atravessava as cortinas do quarto, banhando tudo com uma luz dourada e suave. Louis estava acordado há alguns minutos, deitado de lado, observando a cena à sua frente.

Harry estava dormindo profundamente, com a pequena Grace aninhada em seu peito, ambos respirando no mesmo ritmo tranquilo. A nenê era extremamente parecida com Harry.

Era uma visão quase angelical... Isso se não fosse o leve ronco que escapava de Harry, quebrando toda a magia do momento.

— Claro, até no próprio aniversário você consegue ser irritante. — Louis murmurou baixinho para si mesmo, mas com um sorriso no rosto.

Ele se levantou devagar, tentando não fazer barulho, mas o movimento fez a cama ranger levemente. Harry, ainda meio sonolento o focou com uma expressão confusa.

— Que bela visão. O grande chefe da máfia babando e roncando com uma fralda ao lado.– Louis brincou, rindo baixinho.

Harry sorriu.

— Meu presente de aniversário é você não fazer piadas por um dia.

— Sonhou.– Louis respondeu, em seguida fechou seu robe.

— Onde você pensa que vai?– Harry murmurou, a voz rouca e baixa, típica de alguém que acabara de acordar.

— Vou te preparar um café da manhã especial. Sabe, porque hoje você oficialmente está ainda mais velho, daqui a pouco poderemos sacar o seu INSS.

Harry riu baixinho, ajustando Grace com cuidado para não acordá-la.

— Achei que você ia dizer algo romântico, mas claro, a acidez vem primeiro.

Louis revirou os olhos, mas o sorriso entregava que ele estava se divertindo.

— Querido, se você quisesse poesia logo cedo, deveria ter casado com um escritor, não com uma mafiosa.

Harry sorriu e fez sinal para que ele se aproximasse. Louis hesitou, mas acabou cedendo, sentando-se na beira da cama.

— Tudo bem, senhorita mafiosa. Onde está o meu presente?– Harry perguntou, o tom divertido.

Louis arqueou uma sobrancelha.

— Seu presente está bem ali.– apontou para Grace, ainda dormindo tranquilamente.— Um bebê que não chorou nem uma vez essa noite. Não me diga que você quer mais.

Harry fingiu pensar, os dedos acariciando os cabelos finos da filha.

— Eu diria que você podia me dar algo a mais... Algo que não envolva fraldas.

Murmurou e então levou dois dedos em formato de "V" aos lábios, com um sorriso sujo. Louis bufou e deu um leve tapa no braço dele.

— Olha só... É muita ganância.

— Ganância ou apenas amor por tudo o que você me dá?– Harry rebateu com um sorriso preguiçoso, os olhos brilhando.

Louis fez uma careta, fingindo desprezo.

— Que patético. Usando charme barato logo cedo.

— E está funcionando?

— Absolutamente não.

Harry riu de novo, puxando Louis pela mão até ele estar sentado ao seu lado.

— Sabe, se me perguntar, este é o melhor aniversário que eu já tive.

— Porque?

— Porque você está aqui.

Louis revirou os olhos mais uma vez, mas dessa vez Harry não perdeu o brilho emocionado nos olhos dele.

— Você realmente sabe como estragar o meu papel de pessoa durona.– Louis suspirou, inclinando-se para beijar a testa de Harry, enquanto Grace se remexia suavemente no peito dele.

— Feliz aniversário, amor.

E bem, assim se iniciou uma manhã de muitas outras, com uma bebê dormindo tranquila, dois mafiosos trocando provocações, e o mundo lá fora, pronto para temê-los.

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