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3 - Bebida de morando com álcool extremamente gelada.

Era ridículo pensar que passei o dia seguinte inteiro esperando por ele , e mais ridículo ainda pensar que roí todas as minhas unhas da mão -  coisa que  eu não fazia a anos - enquanto cheia de expectativas esperava que ele aparecesse. Mas ele não apareceu.

Talvez estivesse me esperando em sua casa, ou talvez não. Eu nao ia arriscar! Ele deu todos os passos ate aqui por quê nao daria o próximo?

Para que eu desse um passo desses eu teria que ter certeza que não  inventei tudo o que me aconteceu, porém, fora o cheiro marítimo de seu perfume em minha poltrona, nada mais me ajudava. Nada. Nem mesmo quando contei para minha colega de trabalho o que me havia acontecido ela se deu ao trabalho de acreditar, porque de fato nao parecia real.

E cá estava Eu, dentro de um táxi em direção ao meu trabalho depois de um dia, ridícularmenre cansativo, de atestado.

Talvez nao tivesse sido real. Talvez eu tenha sonhado, um daqueles sonhos que voce acorda se lamentando por nao ter sido real, ou um daqueles sonho que você se pergunta: "Ué não foi real?". Isso explicaria porque meu vizinho de cabelos cinza e boca bonita demais pra ser real havia me beijado, não  uma, nao duas, mas várias vezes. Fora um sonho! Claro! Talvez um presságio? Deveria eu andar de elevador mais vezes e esquecer essa ideia fitness de subir  escadas? Coisa que eu fazia com frequência por sinal.

Balancei a cabeça quando o taxista indicou que havíamos chegado. Paguei e desci. Fui direto para o elevador, que por sinal ao invés de subir fez foi descer para o estacionamento. Fiquei emburrada enquanto o elevador esvaziava me deixando sozinha. Cruzei os braços me virando para o espelho e mirando o pequeno corte em minha testa menos arroxeado do que ontem, talvez não tivesse sido mesmo uma boa ideia Park Jimin ter aparecido na minha casa ontem, eu sentia que não estava bem da cabeça e meu coração masoquista não estava nada bem, mais agitado que o normal e parecia ter crescido também.

Nem sei porque pensei isso se estava no meio do processo de entender que tudo não tinha passado de um sonho! Obviamente eu não estava bem.

  - Segura pra mim! - a voz anasalada vinda do lado de fora fez meu corpo se mover sozinho e eu levei minha mão involuntariamente até a porta para segura-la mais uns segundos.

O ser branco reluzente e  incrivelmente bonito dos cabelos cinzas, vestindo seu habitual blaiser preto passou pelas portas do elevador e entrou no pequeno cubículo  de ferro. Inundando tudo com seu perfume marcante e que eu adorava tanto, cheiro de mar, de frescor.

  - Vizinha - falou me analisando por um momento enquanto as portas fechavam. Não falei nada. O que eu falaria? Eu estava no meio do processo de entendimento de que nao havia sido real. Tinha sido um sonho! Só podia ter sido um sonho. Menos a batida de carro, aquilo minha testa deixava claro que era real. - Sabe... - O olhei de soslaio. O corpo dele virou ficando de frente para mim. De repente me vi encurralada por Park Jimin no elevador, seus braços fazendo uma cela fincada na parede  que não me permitiria escapar, mesmo se eu quisesse. Porém eu nao queria. - Vizinha... Eu estou um pouco chateado!

  - Por... - pigarreei. - Por quê? - pisquei algumas vezes tentando assimilar tanta beleza frente a mim.

  - Eu realmente fiquei esperando voce ontem vizinha, nao acredito ainda que levei um bolo - Ele  riu balançando a cabeça em negação.

  - Eu não... Eu não... sabia... - O elevador parou.

  - Salva pelo gongo - Ele semicerrou os olhos e tirou os braços que me encurralavam, ficando em uma posição mais formal, enquanto outras pessoas entravam no elevador. Arrumei o cabelo me sentindo mais nervosa do nunca, meu coração a ponto de explodir com sua figura ali parado bem na minha frente me encarando com censura.

Park Jimin, o dono daquele cabelo cinza ridiculamente lindo, estava mesmo me esperando? Ou isso também era invenção da minha cabeça? Ele ainda estava parado bem ali a menos de um metro de mim e não desviava o olhar um segundo sequer, então de fato tinha acontecido! Tinha! Ele esteve mesmo na minha casa antes de ontem. Meu Deus! Ele esteve mesmo por cima de mim apaupando meu corpo? Senti minhas bochechas queimarem e o elevador parou de novo. Era nosso andar. Caminhamos lado a lado pelo corredor em coração a nossas salas.

  - Espero que você nao consiga trabalhar hoje pensando em mim - sussurrou perto do meu ouvido antes de começar a caminhar mais rápido, dando o giro em minha direção para lançar-me o sorriso mais sacana que eu já vira e piscar um olho. Girando nos calcanhares novamente e alcançando sua sala. Entrei na minha sala me sentindo a mais débil das pessoas por nao ter ido ontem na casa dele. Estaria eu estragando tudo? Eu esperava que não.

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Park Jimin agora tinha deixado claro que sabia que era meu crush, de forma que em todos os momentos que quis dar uma espiada nele lá estava ele olhando para mim e sorrindo! Sorrindo! Seu lindo sorriso em minha direção, o sorriso que iluminava o mundo que me deixava abobalhada e tonta todo só pra mim. No mesmo horário de sempre lá estava ele tomando seu cafe na minha sala na companhia de Min Yoongi, a conversa descontraída deles me agulsava a curiosidade de forma que nao pude evitar de olha-lo.

  - Você vai não é? - falou ele em minha direção quando me virei para olha-lo.

  - Han? - pega de novo. Suspirei.

  - Hoje, happy hour eu e você - falou ainda em seu lugar, que nao ficava muito distante de mim.

  - E eu e a... - Min Yoongi começou.

  - Claro claro. Você e ela também -  Jimin o interrompeu. Pisquei sem entender. - Você vai não  é? - me lançou um olhar sugestivo. Tomei ar concordando com a cabeça. Nem em todos os milhões de anos da terra eu poderia imaginar sair com ele, nem na esquina, quanto mais pra beber.

No fim do expediente lá estava ele na porta da minha sala. O encarei por alguns segundos pensando em como perguntaria o que ele fazia ali.

  - Estou te esperando! - falou como se lêsse meus pensamentos.

  - Ah - falei.

  - Você nao ta de carro tá? Não bateu? Então vou te dar uma carona porque os apressadinhos já foram - falou como se tivéssemos combinado isso anteriormente. Juntei minhas coisas e o segui para o elevador. Hesitei um pouco antes de entrar em seu carro no banco do carona sendo inundada pelo seu perfume marítimo ali também. Inalei  tentando guardar aquele cheiro bom para mim e disfarçadamente me esfregue no banco do carro tentando colocar aquele cheiro bom em minhas roupas. - Gosta do meu perfume? - perguntou me de repente enquanto passava pela cancela do prédio. Arregalei os olhos novamente me sentindo exposta. Por que ele fazia isso comigo?

  - Hmmm, Han? - tentei me fazer de desentendida.

  - Eu borrifei meu cheiro hoje de manhã, porque sei que você gosta - me olhou o olhei de volta incrédula, ele tinha aquele sorriso sapeca de novo, meu coração masoquista em tempo de explodir de paixão e vergonha.

  - Pelo visto acabo sendo muito transparente para você - juntei toda minha coragem e falei.

  - É porque você nao percebe o quanto que te observo - soltou. Petrifiquei em meu lugar não conseguindo assimilar o que ele tinha dito. - Acho que você acabou se tornando minha crush secreta - ouvi sua risada, e nao consegui impedir que meus olhos o mirassem. Ele olhava para frente parecendo se divertir com algum pensamento que lhe havia ocorrido. - Sabe vizinha... Gosto de ver você regando as ortências toda quinta, e de como dança como uma louca enquanto esta arrumando a casa. É divertido seu jeito espontâneo - ele me encarou por um segundo antes de se voltar para a pista. Pisquei atônita, minha mente entorpecida.

Ele me vigiava como eu vigiava ele?

Meu Deus ele me via dança como uma gazela bêbada dentro de casa com os fones de ouvido todo sábado? Isso que  dava ter hábitos! Espraguejei meio mundo de gente me lamentando por nao me vestir decentemente dentro de casa. Eu sabia que tinha mendigo mais bem vestido que eu.

  - Que foi está surpresa? - Ele perguntou, estacionando sua BMW no estacionamento do bar que havia escolhido.

  -Nunca... - suspirei. - Nunca imaginei isso - falei ainda presa ao cinto de segurança. Ele se soltou do cinto e se virou para me encarar. O encarei de volta.

Seu corpo começou a se inclinar em minha direção e eu me mantive parada, quando seu rosto estava a centímetros do meu ele passou a mão por cima da minha perna em direção a porta do carro de onde pegou algo.

  - Minha carteira - sussurrou, pude sentir seu hálito sabor menta bem nem em direção do meu rosto. - Não posso esquecer. - Voltou ao seu lugar de origem abrindo a porta do carro. Minha respiração desregulada entregava o quanto sua proximidade me abalava. Ele bateu na janela do carro me assustando. - Não vem? - percebi que  não havia me mexido. Tirei o cinto e sai. Ele abriu um largo sorriso nitidamente satisfeito de ter mexido com meu psicológico.

Novamente caminhamos lado a lado adentrando no estabelecimento. O pub aconchegante e pequeno, bem reservado. Um lugar que nitidamente combinava com Park Jimin, um lugar sofisticado como ele. Sentamos lado a lado em um sofá daqueles meia lua com uma mesa no meio. Percebi que o Yoongi e minha amiga nao haviam chegado ainda.

  - Eles não  já deviam ter chegado? - perguntei tomando um gole da água  que o garçom acabara de servir. Park Jimin sempre à minha frente já estava pedindo dois drinks de morango para nós.

  - Já-  falou quando o garçom saiu. Passando o braco por cima do meu ombro despreocupadamente e me puxando ao seu encontro de uma forma inesperada. Um choque correu por todo meu corpo com o contato de nossos corpos. - Mas estou gostando que sejamos só nós dois aqui - falou, seu rosto novamente a centímetros do meu, nao consegui evitar de olhar pra sua boca que era tao carnuda, macia e convidativa para um beijo quente. - Que foi? - perguntou percebendo que eu olhava para sua boca. Acho que estava escorrendo baba em minha porque eu estava salivando de desejo. - Se quer  beijar então por que nao beija? - me confrontou. Meus olhos se voltaram para os dele, um calor inesperado tomou conta de mim. Nesse momento o garçom chegou com nossos drinks fazendo com isso ele relaxar e me soltar para pegar sua bebida.

Peguei meu copo e tirei um grande gole da bebida de morango com álcool extremamente gelada.

  - Ainda estou esperando sua resposta - Ainda com o canudo na boca o encarei. - Se quer  beijar então por quê  não beija?   Se quer me tocar então por quê nao toca? - seus olhos escuros ardiam nos meus. Ponderei por algum tempo seus questionamentos sabendo que  minha resposta era idiota demais para tanta seriedade.

  - Me sinto sem jeito perto de você -  falei por fim. - A ideia de te tocar é tão insana que não consigo me mover - fui sincera.

  - Por que?

  - Olha pra você! - gesticulei. - Você é motivo suficiente para eu nao me sentir suficiente. - era estranho admitir para meu crush secreto que eu não me sentia nada perto dele. Talvez já fosse o álcool agindo em meu cérebro. Eu era fraca pra bebida. Logo o garçom chegou com mais dois drinks.

  - Você é ridícula! Olha pra você! Cara você é maravilhosa! - arregalei os olhos o encarando mais uma vez. - Não sei porque você  não vê isso. Seu desastre natural é seu charme , seu cabelo detrás da orelha é seu tic sensual, o jeito que você me olha em adoração é extasiante, sua boca parece um morango apetitoso, seu quadril quando você anda... Nossa deve ser gostoso ter você rebolando...

Meu coração masoquista com certeza estava parado. Eu nao esperava por isso. Aliás nada do que  saia dele era o que de fato eu estava esperando ouvir, vindo de ninguém!

  - Só você nao perceber que todos os homens da empresa babam por você - falou por fim. Pisquei sem entender. - Como acha que notei tudo isso?

  - Você fala de mim com outras pessoas? - perguntei.

  - Não. Eu ouvi sobre você de outras pessoas, ate que me interessei por cada coisa que  você fazia e nossa... Seu universo... Eu mergulhei nele.

  - Jimin... - proferir seu nome era como louvar  a um deus em minha boca.

  - Kimberlly... Só você nao vê ou finge que não sabe que eu estou sofrendo por causa de você. Eu estou apaixonado! - falou por fim. Senti meu coração voltar a bater, mas o mundo inteiro girava.

Park Jimin apaixonado por mim?

Bebi mais um gole da bebida só para ter certeza de que nao estava sonhando, enquanto sentia o álcool descer amargo em minha garganta. Tirando coragem de onde nao tinha para jogar-me em cima dele e beija-lo com tudo o que  eu podia. Nao havia mais nada melhor que isso que  eu pudesse fazer a não ser morder seu lábios inferior e arrancar-lhe um gemido baixo. Park Jimin era tão delicioso. Em todos os sentidos e misturado ao álcool  era melhor ainda.

O celular dele vibrou no bolso, pude sentir isso devido aos nossos corpos praticamente colados.

  - Deve ser o Yoongi - falou se afastando um pouco de mim para olhar para o celular. Enquanto ele mexia no aparelho terminei minha bebida me sentindo no céu e ainda nao crendo em tudo o que tinha ouvido. - Eles nao vem. Resolveram se divertir sozinhos - falou. O encarei. - Acho que devíamos fazer o mesmo que eles. Agora definitivamente me responda, na minha casa ou na sua?

☆ NOTA: Proximo cap é o último. T.T

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