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Capítulo 5

Eu mereço?
Francamente, quanto mais rezo, mais seres sobrenaturais me aparece!
— Então você também pode entrar nos meus sonhos? — perguntei.
— Não como Wong, eu não tenho essa ligação psíquica de vocês lobos — ele falou como se fosse uma besteira — Mas também sou um Alfa Supremo, eu posso fazer muita coisa.
— Isso quer dizer que vocês podem entrar na minha mente quando quiserem? — perguntei incrédula — Ah, que legal! Por que não chamamos Wong, e os alfas dos bruxos e do Venins e fazemos uma festa na minha cabeça?
— Eu trocaria Wong por Theo, mas o que Darcy e Belle tem a ver com o assunto?
— Quem?
— Darcy é a Alfa Bruxa e Belle a Alfa Venin — ele explicou.
— Hã? Você sabe que eu estava brincando, não é? — perguntei cruzando os braços — Mas isso seria mesmo possível?
— Quem sabe? — ele deu de ombros.
— Claro — revirei os olhos, fui até a mesa e me sentei em cima dela — o que você quer comigo?
— Sabe que está sentada em uma mesa que tem quase mil anos de existência? Isso é quase um patrimônio histórico — ele tinha aquele sorrisinho zombeteiro.
— Estamos no meu sonho, dentro da minha mente, então eu posso fazer o que eu quiser. Se quiser, eu boto fogo em tudo e você não pode falar nada!
— Sempre tão atrevida — ele sorriu, então virou a poltrona, se sentando de frente para mim — depois do sumiço de Eliel, algumas coisas tem saído do controle. Clãs clandestinos, de todas as espécies, parecem acreditar que seria uma boa hora para tentar algo.
— Estão tentando tomar o poder? — perguntei confusa.
— Alguns sim, outros só querem o caos. Com a mixeginação de sangues e as variás experiências de meu "Pai" — tinha tanto desprezo na voz dele quando falou a palavra Pai, que era quase visível o veneno — agora temos dezenas de espécies diferentes que acham que possuem alguma chance de nos derrubar. Por mais que um pouco de distração sempre seja bem vinda, não tenho tempo para usar com eles.
— Essa bagunça toda por causa do sumiço de Eliel?
— Alguns imbecis acreditam que por não termos um líder máximo, podem não seguir as regras.
— Então por que você não assume o lugar dele? Você é o próximo nessa linha de sucessão, você é o antigo depois de. . .
— Não sou o mais antigo, sou o mais poderoso, é diferente — ele me interrompeu — Eliseu, líder dos Caídos é mais antigo do que eu. Provalvemente a maior parte dos Caídos Originais são mais antigos do que eu. A diferença entre eles e eu — ele disse se inclinando em minha direção — é que tenho sangue do próprio Lúcifer correndo pelas minhas veias, sou o primogênito, o filho pródigo, o assassino perfeito.
Ficamos em silêncio nos encarando, ele me desafiava com o olhar a contesta-lo, eu não sabia o que fazer ou falar.
— Então o que quer comigo? — eu perguntei por fim, Vlad deu seu sorriso de canto e tomou mais um gole da sua bebida.
— Preciso que faça algo por mim.
— Você me trouxe até aqui e fez esse teatro para me assustar, só para me pedir ajuda? — eu senti vontade de rir — Você podia ter me ligado e falado "Oi Eve, tudo bom? Sabe, eu preciso de ajuda, você poderia me fazer um favor? "
— Primeiro: eu não peço ajuda, nunca. Segundo: eu perguntar se "está tudo bem", implica que eu me importo, o que sabemos que não é verdade. E terceiro: seu namorado, e consequentemente você, está sob a benção do meu sangue, tem que seguir as minhas regras.
— Primeiro — retruquei — se você quer que eu faça alguma coisa, peça! Segundo, não seja arrogante comigo, principalmente quando é você que quer algo. E terceiro, você realmente acha que me importo com essas regras? — revirei os olhos.
— Como eu disse, sempre tão atrevida — sorriu maldoso, tomando outro gole da sua bebida.
— Pelo pouco que me conhece, achou mesmo que eu agiria diferente? — minha vez de provoca-lo.
— Pouco que te conheço? — ele riu — Ah, Evelyn, precisamos passar mais tempo juntos, Wong tem razão, você é divertida.
— E você é louco.
— De tudo o que me chamam, ser louco é elogio — ele disse se levantando — mas vamos aos negócios. Algo está acontecendo no Brasil, eu não sei o que é, mas está me incomodando. Soldados meus já foram e não encontraram nada.
— Se eles não encontraram nada, qual o problema?
— Eu confio nos meus instintos mais do que em qualquer coisa. Eu sei que algo está acontecendo e estou ficando irritado por acharem que sou burro e não percebi. Meus descendentes tem a falsa idéia que podem me enganar, milhares de anos e ainda não entenderam o porquê eu sou o mais terrível dos monstros.
A fúria brilhava nos seus olhos, apenas senti pena de quem estava tentando engana-lo.
— E o que você quer que eu faça?
— Quero que você vá até essa cidadezinha insignificante, descubra o que está acontecendo e me conte, para que eu resolva isso.
— Por que você não vai até lá?
— Se eu for, destruo tudo e todos, mais fácil — ele falou como se não fosse nada.
— Wow, você quer dizer que pessoas inocentes vão morrer só porque é "mais fácil" para você? — perguntei indignada.
— Sim, não me olhe assim, só porque você constantemente esquece o que realmente é e onde pertence, não quer dizer que todos façamos o mesmo. Eu fui criado para matar, eu destruo o que entra no meu caminho. Quem quer que esteja me desafiando vai pagar caro, quem ficar na linha de tiro, morre também. Falar para vocês irem primeiro, é uma chance que estou dando, tenho certeza que você e seu lobo serão muito mais discretos e silenciosos do que eu.
— Você é insano! — bufei.
— Voltamos aos elogios? — perguntou cínico, dando o último gole na bebida e deixando o copo na mesa.
— Você diz que destrói quem entrar no seu caminho — ele concordou com a cabeça — até mesmo a mim? Se um dia, pelo motivo que seja, eu entrar no seu caminho, vai me matar?
— E por que você faria isso? — ele perguntou perigosamente, se aproximando. Eu não sabia porquê estava perguntando aquilo ou de onde vinha a coragem para isso.
— Eu não sei, só uma hipótese. Você me mataria?
— Eve — ele bateu as mãos na mesa que eu estava, uma de cada lado do meu corpo, seu rosto próximo ao meu — o dia que você entender que é muito mais parecida comigo do que acha, você mesma vai poder responder essas perguntas. Pare de ser covarde — ele completou se afastando.
— Espera, covarde? — pulei da mesa, indo atrás dele — Você invade meu sonho para me pedir ajuda e nem se atreva a tentar negar, porque é exatamente isso sim, e ainda me ofendeu? Você é. . .
— Louco? Já sabemos que sim, mas mesmo no meio de toda a minha loucura, consigo ver e entender muito bem as coisas a minha volta — ele me encarava — como o fato de você ter me mentido sobre não ter nenhuma pista sobre Eliel, sei muito bem que algo ele te contou.
— Eu não sei onde ele está — eu respondi entredentes.
— Algo você sabe — ele encheu seu copo novamente — algumas coisas nunca mudam, como o entediante hábito dele em te contar segredinhos sórdidos.
— Você é ridículo, eu só conversei com ele uma vez e porque ele confiaria em mim e não em você, a criatura mais poderosa da Terra? — fui sarcástica? Fui mesmo.
— Porque eu não me importo — ele respondeu calmamente — Existe, em toda a história da minha existência, uma única pessoa que me faria mover o mundo ou destrui-lo por completo. Eu não me importo com quem faz o quê, vai aonde ou que quer que tenha acontecido, se ela estiver bem, que o resto queime.
— Allegra — eu falei e ele confirmou com a cabeça — você realmente a ama, não é?
— A pequena Marcada que matou lobisomens em transformação total e com as próprias mãos, quer me julgar? — ele riu e tomou mais um gole.
— Vlad, não precisa tentar fugir do assunto só porque estamos falando sobre sentimentos — eu o provoquei — qual o problema de dizer que a ama?
— Amar? — ele riu e, num movimento tão brusco que só percebi o que estava acontecendo quando bati minhas costas na parede, ele usou seu corpo para me deixar presa, chegando perto demais, quase ameaçadoramente — Amor não chega perto de descrever o que sinto. Eu trai e enfrentei o próprio Diabo, tive que espera-la por centenas de anos para depois quase perde-la novamente, matei meu Pai e um dos meus próprios filhos para tê-la comigo, você acha mesmo que fujo dos meus sentimentos? — sua respiração estava perigosamente perto do meu pescoço — Já tentaram me tirá-la antes e nunca vou deixar que isso aconteça novamente. Por isso se alguém tem a ilusão de que pode me desafiar, eu esmago como um simples verme.
Ele olhava nos meus olhos, analisando a minha reação. Não era medo o que eu sentia, eu sabia que ele não faria nada contra mim, mas eu sabia que se ele se descontralasse, coisas muito ruins iriam acontecer.
Vlad sorriu, tomou mais um gole de sua bebida e se afastou, me deixando voltar a respirar.
— Achei que Wong e Eliel fossem seus amigos — eu disse depois de alguns minutos — normalmente nos importamos com nossos amigos.
— Minha relação com Eliel se tornou amizade com o passar do tempo, no início era apenas uma parceria de negócios — ele falava normalmente, nem parecia que quase tinha arrancado meu pescoço minutos atrás — tínhamos o mesmo interesse no início — claro, derrotar o Diabo — Wong é o Alfa Lobo, obvio que preciso ter uma relação com ele. Meu único amigo de verdade era Genn, provalvemente ele e Azzare seriam os únicos, além de Allegra por quem destruiria parte do mundo para garantir que estivessem bem.
— Você realmente gosta deles, não é?
— Apesar de todos lembrarem da minha história, eu não fui o primeiro a trair a Lúcifer, foi Genn. Eu desobedeci meu Pai ao fazer um pacto com Eliel, mas o primeiro a trai-lo foi Genn numa tentativa de salvar aquela que eu amo. Quando Lúcifer a matou, também foi ele o primeiro a ataca-lo, enquanto eu chorava sobre o corpo dela.
Me lembrei de Theo caído no chão, com uma espada atravessada em seu peito, foi o pior momento da minha vida.
— Mas não temos porquê falar do passado — ele disse mudando de assunto bruscamente — vai fazer o que falei?
— O que me pediu? — eu o corrigi sarcasticamente — Claro, você não me deu muitas alternativas e não vou ser a responsável pela morte de milhares de pessoas.
— Eve, sempre temos outra alternativa. Dizer que não, é desculpa de covardes — sorriu maldoso, tomando outro gole.
— Vai me chamar de covarde de novo?
— Não, até porque você sabe que você é, pelo menos quando trata de si. Quando são os que ama, você enfrenta e derrota o que vier para garantir sua segurança, mas é quando é com você. . . — ele balançou a cabeça teatralmente.
— Do que você está falando? — perguntei irritada.
— Qual é o seu nome?
— Eve — ele estava louco? — Você sabe, do que. . .
— Qual o seu nome? — ele perguntou de novo, se aproximando de mim.
— Eve!
— Qual o seu nome?
— O que deu em você?
— Qual o seu nome? — ele me prendeu contra a parede.
— Evelyn! — eu quase cuspi a palavra.
— QUAL O SEU NOME? — ele gritou, seu rosto ameaçadoramente perto do meu, eu podia ver suas presas.
— MEU NOME É EVELYN! — gritei de volta, ele sorriu de canto, negando com a cabeça, então se aproximou e sussurrou no meu ouvido:
— Bom dia.

Abri os olhos e estava na minha cama, no meu quarto.
— Filho da puta! — esbravejei irritada, chutando o lençol e saindo da cama. Theo veio do banheiro, vestido só com uma cueca boxers cinza e escovando os dentes, me olhando assustado.
— O que aconteceu e o que eu fiz?
— Você não, ele. . . Ahhhh! Vlad me tira do sério!
— Espera — Theo voltou para o banheiro e retornou menos de um minuto depois, com uma pequena toalha enxugando o rosto — O que aconteceu e o que Vlad tem a ver com isso?
Então contei do meu sonho, sobre tudo o que Vlad me falou e o quanto que me provocou.
— Quer dizer que ele também pode entrar nos seus sonhos agora?
— Aparentemente — gemi frustrada — só espero que isso não se repita.
— Vem cá — Theo me puxou para seus braços — Lorde Tepes é o mais genioso dos Alfas e o único original, ele é considerado louco por alguns, mas ninguém questiona o poder dele. Ele tem um método próprio para lidar com as coisas, mas ele é bem consciente do que faz, nunca ia arriscar o seu poder. Se ele acha que tem alguém tramando contra ele, deve ter.
— Mas o que a gente tem a ver com isso? — choraminguei.
— Não sei, acho que nem Eliel entende a lógica de Tepes. Mas você sabe sobre nós.
— Vamos enfrentar tudo juntos! — eu sorri beijando os lábios do meu namorado.


Tomei um banho demorado, eu precisava esquecer aquela conversa de louco. Vlad realmente não faz sentido nenhum! Sei que não sou a pessoa mais corajosa do mundo, mas também me chamar de covarde? Francamente!
Resolvi me concentrar em coisas mais reais, como no que eu precisava fazer no dia. Ainda tinha que resolver com Theo o que faríamos no Halloween, tinha que ir para o estúdio de dança e depois para a faculdade. Eu também andava conversando com Théo sobre a Lua voltar a frequentar alguma creche no próximo ano, mas meu namorado ciumento não estava gostando da ideia.
Eu ainda estava no banheiro, penteando meu cabelo, quando fiquei reparando no meu reflexo.
— O que foi? — Theo me abraçou por trás, nossos olhos se encontraram no espelho.
— Tem algo diferente comigo?
— Acho que não, mas porque está perguntando?
— Não sei, parece que tem algo errado, alguma coisa está me incomodando.
— Eve — ele me virou de frente para ele — não tem nada de errado, você está deliciosa e se não colocar uma roupa logo, não respondo por mim. Porque ficar te vendo só com essa toalha. . .
— Idiota! — bati no seu braço e sai rindo, indo até o quarto e me vesti.
O dia foi como eu disse, normal. Decidimos que faríamos uma Ceia de Dia de Todos os Santos (noite no caso), era a primeira vez que Lua e eu participavamos, por isso queríamos fazer algo na nossa própria casa. Foda-se o que Wong e o resto do hospício queria!
— Eu já disse que não tem nada de errado — Bernardo falou, comendo a minha batata frita.
— Eu sei, talvez eu só esteja na TPM — dei de ombros. Estávamos no intervalo da faculdade, como sempre, Aninha e eu nos encontramos com Bernardo. Já tínhamos percebido que ele nunca comprava algo para comer, no máximo um suco pequeno, que era a coisa mais barata na lanchonete, por isso sempre compravamos alguma coisa e discretamente íamos fazendo-o comer. Apesar dele nunca ter falado, sabíamos que sua situação financeira era complicada, ele morava em uma república de estudantes e não parecia ter muito tempo ou dinheiro para nada — Isso explica porque eu não parei de comer hoje.
— Exagerada — Aninha falou tomando seu suco — Sabe, aqueles caras estão me irritando.
— Que caras? — me virei para onde ela apontava e vi uma mesa cheia, cinco ou seis rapazes, que de vez em quando olhavam para nós e davam risadinhas — Quem são?
— Nem liguem — Bernardo falou — são uns idiotas de Publicidade e Propaganda, dois deles implicam comigo, fazem piadinhas bestas por eu ser gay — ele revirou os olhos, como se não fosse nada, mas fiquei com raiva.
— Eve — Aninha me chamou, eu estava amassando meu copo.
— Calma — Bê percebeu minha raiva — eu não ligo, eles são uns retardados. Pessoas assim são ridículas, é só não ligar. Não é como se fosse a primeira vez que isso acontece comigo, aposto que nem vai ser a última.
— Bê, me promete uma coisa — falei séria — se algum deles, ou qualquer pessoa que seja, fizer algo contra você, você me avisa?
— O que você vai fazer? — ele perguntou sorrindo, tentando aliviar o clima pesado — Arrancar a cabeça deles com as próprias unhas?
— Exatamente — Aninha e eu dissemos ao mesmo tempo.
Ele riu, não percebendo que estávamos sendo sinceras.
O primeiro semestre do curso de Dança era mais teórico, mas não deixava de ser interessante. As aulas práticas chegavam a ser exaustivas, mas eu gostava assim.
Quando estávamos saindo, encontramos Bernardo saindo do prédio também. Eu vi aqueles garotos estúpidos por perto, Ana segurou no meu braço, pedindo calma. Acho que esse negócio de almas gêmeas estava me afetando, cada vez mais eu ficava com a minha personalidade parecida com a do Theo.
— Bê, você vai embora de ônibus, não é? — Aninha perguntou.
— Sim, porque?
— Nós te damos carona, Henrique está no esperando — falei.
— Não precisa, eu moro longe, vai ficar contra-mão para vocês.
— Eve, porque ele sempre nega nossa humilde ajuda? — Aninha perguntou se fazendo de ofendida — Será que nosso querido amigo tem algum segredo sórdido que não quer que saibamos? — Aninha falou dramática — Ou será que é vergonha de nós?
— Eu teria vergonha de vocês — Henrique disse chegando até a gente, por mais que sempre falássemos que podiam nos esperar no estacionamento, sempre iam nos buscar. Quando era o Theo que nos buscava, se não saíssemos rápido o bastante, era capaz de ir nos buscar dentro da sala de aula.
— Vou me lembrar disso — estreitei os olhos para ele, que riu alto.
— É brincadeira! — ele respondeu me abraçando.
— Se eu não ganhar chocolates vou contar para o Theo — Aninha cantarolou — Agora vamos logo, porque temos que levar o Bê para casa dele.
— Eu já disse que não precisa!
— Você é voto vencido — falei, entrando no carro.
— Cara, aprende uma coisa muito importante, nunca tente discutir com elas, principalmente com essa aí! — Henrique disse apontando para mim.
— Essa aí? — perguntei revoltada — Como assim "essa aí"? — eles riam de mim.
Aninha ligou o som alto, ela e Henrique faziam performances dublando Katy Perry no banco da frente.
— Eve — Bernardo sussurrou — eu não queria falar na frente deles, mas eu acho que consegui uma coisa sobre a garota que estamos procurando.
— O que? — sussurrei de volta.
— Eu achei o cadastro de quem revelou aquela foto, apesar da foto ser de cinco anos atrás, o cadastro ainda está ativo.
— Então a gente vai conseguir encontrá-la?
— Eles não usam a mais de um ano, mas o titular da conta chama Roni Souza.
— Bê, isso ajuda muito! — olhei para Henrique, brincando e se divertindo, eu me sentia muito culpada por não falar para ele a verdade, mas o que eu ia falar? Que existe a possibilidade de termos uma foto de quando a Marcada dele era criança? — Podemos começar a procurar.
— Eu não consegui hoje, mas amanhã eu vou procurar todos os dados desse homem e te passo.
— Amanhã eu vou na loja e podemos procurar isso juntos, tudo bem?
— Certo — ele sorriu. A história do Bernardo me intrigava, ele não falava muito sobre passado e família, eu o sentia meio solitário. Talvez seja por isso que se aproximou tão rápido de Aninha e eu.
— Qual é a fofoca aí? — Aninha perguntou desconfiada.
— Estávamos falando que você canta muito mal — respondi sorrindo.

— O amigo de vocês é meio calado — Henrique disse quando chegamos em casa.
— Mas ele te acha um gato — Ana respondeu, fazendo Henrique rir.
— Quem não acharia! — ele deu de ombros, rindo — Mas não é a minha praia, deveriam apresentar ele para o meu irmão.
— Verdade — concordei, porque nunca pensei nisso?
— Família, chegamos! — Aninha gritou quando entramos em casa.
— Eve — Theo veio até mim, mas ele estava sério.
— Você tem visitas — ele disse indicando alguém no sofá, só então percebi como o silêncio reinava ali.
— Evelyn — Wong se levantou, vindo na minha direção — precisamos conversar.

Olá!!
Finalmente o Wattpad me liberou para postar os capítulos!!!!
Por isso vai ter maratona de att. . .

- Eu falei que vou responder perguntas sobre a história, só que eu perdi a maioria dos comentários de vocês. As notificações chegaram, mas não pude ler a maior parte, então mandem de novo, por favor.

- Se possível, comentem mais na história, quanto mais comentários melhor. Eu adoro quando comentam em quase todo parágrafo
Kkkkkkkkkkkkkkkkk

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