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Capítulo 2

Foi um jantar diferente, engraçado. Sylvia e Marcus eram divertidos, ele trabalhava com a segurança do clã, então James era seu chefe, mas todos eram amigos. Amanda, a filha deles, tinha doze anos, era um pouco tímida, mas alegre. Quem mais se divertia era Christopher, com certeza. Ele brincou com os gêmeos, mas sua pessoa favorita era Théo. Mesmo com todo ciúmes do começo, Lua acabou se enturmando e eles passaram o resto da noite brincando juntos, tanto que dormiram juntos, no tapete da sala.
-- Então tudo bem? -- Sylvia perguntou, aliviada, para Hadassa.
-- Claro que sim -- Hadassa riu -- fique sossegada, todas nós passamos por isso.
-- Pelo o que? -- perguntei distraída, estávamos na cozinha, eu estava pegando mais sorvete para mim.
-- Pelo Heat, o meu está se aproximando -- Sylvia explicou -- Hadassa vai ficar com as crianças durante esses dias.
-- Heat? -- eu travei, tinha me esquecido dessa merda.
-- Sim, sabe como é -- ela deu de ombros e riu, acompanhada de Hadassa.
-- Eve não entrou em Heat ainda -- Luana explicou, entrando na cozinha.
-- Eu tinha me esquecido, Eve é uma Acker recente -- Syvia riu. Mesmo que a família dela trabalhasse ativamente para a alcatéia, e Marcus e James fossem grandes amigos, eles não eram Ackers. Eram Tomphson's -- Seu Heat vai demorar ainda, demora uns anos para acontecer -- ela tentou me tranquilizar.
-- Mas quando vem… -- Hadassa riu da minha cara.
-- Não a assuste -- Luana reclamou -- O Heat não é algo tão assustador assim.
-- O primeiro só é complicado porque você não sabe o que fazer -- Sylvia explicou -- tudo se trata de instinto, mas a nossa parte racional quer lutar contra. Quando for a sua vez, só tente relaxar, não pensar tanto, sei é difícil, mas vai ficar tudo bem -- ela sorriu -- Só que vai demorar muito ainda, às vezes demora até anos depois do ritual. Fique tranquila.
Eu esqueci de falar, fora a família próxima, ninguém sabia da troca de corações. Nem mesmo Wong ou Vlad, bem, quer dizer eu não contei, porque nunca sei o que esperar deles.
-- Mas você pode ficar grávida agora, não é? Você quer filhotes? -- mudei o rumo da conversa.
-- Não se preocupe, também temos como nós prevenir, existe anticoncepcional de lobo -- Sylvia riu.
-- No dia do Heat ou do Rut, vocês dois tomam uma injeção. Pode ser um dia antes ou, no máximo, uma hora antes. A injeção garante que não haverá filhotes em um futuro próximo -- Hadassa explicou. Por causa de Corey ser o conselheiro responsável pela saúde da alcatéia, Hadassa também estudou medicina, pode não parecer, mas ela tem pós doutorado em medicina e é PHD em biologia.
-- De quanto em quanto tempo acontece isso?
-- Podem variar, dois ou três por anos, depende do seu organismo -- Luana me respondeu -- quando você aprender a reconhecer os sinais, vai se conhecer melhor e poder calcular isso. O Rut é um ou dois por ano, apesar dos heats durarem mais, em torno de cinco dias, e o os ruts apenas dois, no máximo três, o ruts são mais intensos.
-- E como! -- Hadassa se abanou dramaticamente -- E quando sincroniza Rut e Heat? Uau!
-- Verdade! -- Sylvia riu -- É raro acontecer, porque é muito difícil dar essa sorte, mas quando acontece são cinco dias indescritíveis! Comigo aconteceu mesmo aconteceu no máximo oito vezes nesses 100 anos -- eu engasguei com o sorvete, 100 anos?
-- Acho que comigo também -- Luana falou pensativa -- Certo que James e eu estamos juntos só a 90 anos.
-- Morram de inveja, Corey e eu já sincronizados Heat e Rut umas quinze vezes -- Hadassa se gabou -- estamos juntos 80 anos.
-- Vocês parecem mais coelhos do que lobos -- Luana provocou, elas riram, eu ainda estava tentando desengasgar.
-- Bem, o importante é que vai demorar para chegar a sua vez ainda -- Sylvia voltou a falar comigo -- não é só a troca de corações, precisa de muitos fatores para desenvolver o Rut. Quando chegar a hora vai ser mágico, é um pouco difícil no começo, principalmente no primeiro, mas vai ficar tudo bem.
Eu entrar no CIO e ela dizia que ia ficar tudo bem? Que ia ser mágico?
Revirei os olhos, onde eu tinha me metido?

No fim Christopher quis ficar em casa, Amanda ficaria na casa de James por causa da Thalita. O Heat de Sylvia demoraria dois dias, mas resolveram não arriscar, eles viajaram no dia seguinte para a casa de James e Cia que fica perto da casa de Wong, aquela onde fiquei durante aquele jantar estranho. Eles queriam privacidade para esse momento, de acordo com Theo, as coisas tendem a ficar barulhentas.
O domingo passou preguiçoso, Lua e Christopher se tornaram inseparáveis, tanto que quando Hadassa falou que o levaria para a casa dela, os dois choraram. Hadassa teve que prometer que pegaria Lua para passear junto com eles, Theo disse que era mais fácil Kit (o apelido de Christopher) ficar conosco de uma vez.
Aninha e eu passamos o final da tarde estudando, mesmo que não parecesse, eu realmente estava cursando uma faculdade. Óbvio que com todos os acontecimentos recentes, meu curso ficou um pouco de lado, mas eu não podia esquecer que tinha responsabilidades "humanas".
-- Thalita e Edu vão ir para a praia, para levar Amanda, já que ela quase nunca vai. Meus pais vão ir junto, então adivinhe o que minha mãe perguntou -- Theo falou quando estava me ajudando a arrumar o meu caderno e minhas apostilas.
-- Se eles podem levar a Lua junto -- eu ri dele concordando -- acho que sim.
-- Algum problema?
-- Não, é que a última vez que a Lua foi para outra cidade sem mim, ficou doente. Eu sei que não existe comparação entre seus pais e os pais do Paulo, mas é que. . .sei lá. . .
-- Tudo bem, é normal ficar insegura. Mesmo que já tenha acontecido tanta coisa, ainda é tudo muito novo. Se não quiser, eu entendo -- ele disse me abraçando.
-- Eu quero. . . Esquece, eles podem levá-la, até vai ser igual, porque a Lua nunca foi na praia.
-- Certo -- ele sorriu, estávamos no nosso quarto, arrumando as coisas para dormir -- Então a Lua ainda não foi para a praia?
-- Não, nem eu.
-- Como assim? -- ele perguntou tão alto, que me assustei e quase caí da cama -- Você nunca foi para a praia?
-- Já fui, mas eu era tão pequena, que não me lembro de nada -- eu dei de ombros.
-- E os pais do Edu? -- Theo estava tão assombrado, que era engraçado.
-- Eles vão sempre com a família deles, mas como eu não me dou bem com eles, não me levavam.
-- Você está brincando?
-- Não, eles nunca passavam mais de uma semana, só depois que eu engravidei, aí eles passaram quase um mês.
-- E você ficou sozinha enquanto eles estavam na praia? -- opa, Theo estava ficando muito bravo, mais do que esperei.
-- Sim, mas ficou tudo bem, não é como se fossem presentes o resto do tempo -- eu disse me aproximando dele -- Theo, eles não me quiseram junto por causa daquela história de eu sujar o nome da família, então por que eu iria querer estar com eles.
-- Eve, você está me dizendo que eles não só te deixaram grávida sozinha por um mês enquanto curtiam as férias, como o fizeram por estarem com vergonha de você e da Lua?
-- Theo, se acalma! Você não pode ficar bravo toda vez que eu citar alguma das coisas que já me aconteceram. Sim, aquele protótipo de família me fez mal, mas porque eu vou perder tempo relembrando? Eu quero deixá-los no passado. Eles já não podem me machucar, lembra? -- ele estava com a cabeça no meu colo, enquanto eu acariciava seus cabelos.
-- Mas eu posso machuca-los -- Theo resmungou e eu ri.
-- Sim, você pode, mas não vai. Deixe isso para lá. E até era melhor eu não ter ido, eu já estava entrando no oitavo mês, já imaginou se a Lua nasce na estrada? -- eu ri, porque, juro, era uma piada. Só que Theo não encarou desse jeito.
-- Aqueles filhos da puta te deixaram sozinha no final da gravidez? -- ele se sentou tão rápido, que me assustou. Ele estava muito bravo.
-- Theo, calma!
-- Eles. . . Você. . . E se tivesse acontecido algo? E se você precisasse de ajuda? E se entrasse em trabalho de parto no meio da noite? E se. . .
Puxei a gola da sua camiseta, o calando com um beijo, único jeito. Depois o abracei apertado.
-- Não importa, nada do que passou importa. Estamos construindo a nossa história, nossas próprias memórias, não podemos deixar coisas que aconteceram antes de nos encontrarmos nos afetar. "E se" é muito perigoso, não vamos entrar nessa, não é?
-- Sim -- ele resmungou contrariado, parecendo uma garoto birrento, me fazendo sorrir -- Eve, você tem razão! -- ele disse do nada -- Temos que criar novas memórias, por isso vamos para a praia!
-- Hã? -- eu juro que não foi isso o que eu quis dizer!
-- Sim, já que vocês não foram ainda, nós vamos! Viu ligar para a minha mãe e combinar tudo -- ele saiu atrás do próprio celular -- se quiser podemos ir agora mesmo -- Theo disse distraído, ligando para Luana -- ou ir amanhã cedo e. . .
-- THEO! -- eu o puxei de volta -- Respira! Eu não posso ir agora, lembra que eu tenho faculdade? Eu tenho prova amanhã, já faltei demais por tudo o que aconteceu. E não podemos organizar uma viagem assim, do nada.
-- Clara que podemos! -- ele retrucou -- Mas você tem razão em uma coisa, você não pode ficar faltando assim -- ele suspirou -- podemos ir no final de semana, o que acha?
Theo era muito chato com meus estudos, provavelmente ele era mais empolgado do que eu com isso. Tirando os dias que eu precisei faltar (o lance de ter sido sequestrada e ter que ter matado uns lobos, você sabe), ele era muito rigoroso com os horários e mesmo nos dias que eu estava morrendo de preguiça, ele não me deixava cogitar a hipótese de não ir. Theo também me ajudava a estudar e quando os filmes que precisei assistir para fazer resenhas, ele assistiu todos comigo. Ele é um lobo bem idiota quando quer, mas é muito companheiro.
-- Eu acho ótimo -- eu sorri para ele, que me abraçou empolgado. Theo tinha tomado para si a missão de apagar tudo de mau que me aconteceu, como se ele achasse que precisava me retratar por não ter me protegido do que me aconteceu antes de nos conhecermos.


-- Então vamos para a praia sexta? -- Aninha perguntou, já tínhamos saído da prova, até que tinha sido fácil.
-- Sim, eu não sei em que momento isso virou uma excursão familiar, mas agora vamos todos -- Aninha riu de mim.
Mas a pequena viagem tinha tomado proporções gigantescas. Agora todos os Ackers iam, incluindo respectivos Marcados e três amigas de Thalita, que serão parte do seu bando.
-- Gata, isso vai ser legal. Faz tempo que eu não vou para a praia, quem sabe eu não tiro essa cor de branquela azeda da minha pele?
-- Ana, para isso acontecer, só se você nascer de novo! -- eu consegui escapar do tapa que ela tentou me dar.
-- Não vale, você está tendo treinamento militar!
-- Treinamento militar? -- eu ri -- Não é culpa minha se você está mais interessada em outro tipo de atividade física.
-- Fazer o que? -- ela deu de ombros -- Assim que o Marcelo começa a treinar, eu vejo aqueles músculos, aquele corpo, aí eu...
-- Ok, sem detalhes, não sou obrigada! -- eu a interrompi e ela riu.
-- Vou comprar um lanche natural enquanto esperamos, você quer? -- ela perguntou me puxando para a fila. O que eu falei sobre a superproteção era sério, praticamente não andávamos sozinhas, para irmos para a faculdade alguém nos levava e buscava. Pode parecer ruim, mas depois do que eu passei no sequestro, nunca mais reclamo.
-- Pode ser -- eu dei de ombros.
Nisso meu celular vibrou.
Bê: Olhei os arquivos de novos, ainda não achei nada
Eve: Que merda! Eu só preciso de um nome, o resto eu me viro.
Bê: Vou procurar nos mais antigos, porque revisei dos últimos três anos e não achei nada.
Saber que aquela foto tinha no mínimo três anos me aliviou, isso queria dizer que a garota devia ter no mínimo 15 anos, melhor para o Henrique. Já imaginou você achar seu Marcado e ele ser só uma criança? Como será que funciona? Eu sei que os lobos não fariam nada que prejudicasse um inocente, ainda mais um Marcado, mas como será que funciona?
-- Olha essa fila! -- Aninha bufou revoltada com o tamanho da fila da cantina.
-- Nossa, que enorme! Porque será... -- meus olhos pararam na quarta pessoa da fila. Ele mexia no celular e dessa vez usava uma camiseta do Homem Aranha -- Bernardo? -- acho que eu o assustei.
-- Eve? O que você faz aqui?
-- Oi, estudamos aqui. A propósito, eu sou a Ana e você vai sei muito legal de comprar dois lanches naturais para a gente, né? -- Aninha já foi enfiando o dinheiro na mão dele -- Um de frango e outro de peito de peru, obrigada!

-- Então vocês estudam dança aqui? -- ele perguntou enquanto comiamos, Bernardo só ia comprar um suco, mas Ana resolveu comprar um lanche para ele também, em agradecimento por nos ter poupado da fila. Não que ele tivesse muita opção.
-- Sim, mas começamos nesse semestre e você?
-- Eu faço Fotografia, estou no segundo ano -- ele parecia estar com fome mesmo.
-- Onde vocês se conheceram? Porque eu conheço todos os amigos da Eve e não te conheço.
-- Ana, sutileza é uma palavra que você não conhece o significado, né? -- ela mostrou a língua para mim -- Bernardo trabalha na loja de fotografia do shopping.
-- Ah -- ela lembrou -- o cara que falou para o Theo!
-- Sim.
-- Do que vocês estão falando? -- ele perguntou confuso.
-- Nada -- Ana respondeu -- Sabe Bernardo, eu já gosto de você. Obrigada.
-- Por que você está me agradecendo?
-- Ignora, ela é louca -- respondi. Não tinha como eu explicar para ele que possivelmente, ele tinha salvado a minha vida -- Mas é legal saber que você estuda aqui, ainda mais no mesmo bloco que o nosso. Podemos nos encontrar, pelo menos na hora do intervalo.
-- Sim, aí você aí pode nos mostrar as coisas legais dessa faculdade, tipo onde ficam os boys bonitos -- Bê riu e eu a olhei de canto.
-- Acho que essa informação o Marcelo não aprovaria.
-- No Bloco A -- Bernardo respondeu -- os mais bonitos daqui fazem direito, também não sei porque tem tanto boy lindo em direito, mas tem.
-- Desculpa, os advogados são os melhores -- eu sorri presunçosa.
-- Mereço -- Ana revirou os olhos teatralmente -- ela fala isso porque o boy dela é advogado. Mas o meu faz Mercado Exterior, querida, e faz tudo muito bem!
-- Isso, joguem na cara da pobre alma aqui, encalhada e sozinha, que vocês têm namorado e eu não -- Bê disse tão dramaticamente que eu ri.
-- Olha, ele é do vale! -- Aninha falou.
-- Não sou do Vale, Sou a Rainha das Profundezas! -- ele bateu os cílios e eu me engasguei de tanto rir.
-- Meu Deus, precisamos manter ele -- Aninha gargalhava -- Me diga Bê, o que acha de cachorros? Gosta daqueles bem grandes, que parecem lobos? -- eu não conseguia respirar de tanto que eu ria.
-- Não entendi, mas também estou com medo de perguntar -- ele deu de ombros -- Mas respondendo a sua pergunta, sim, eu gosto de cachorros, muito melhor do que gatos.
-- Isso aí -- trocamos um high five, mesmo ele não entendendo o motivo. Meu celular vibrou, era Henrique -- Oi, estamos na cantina, do lado esquerdo.
-- Tudo bem, já vi vocês -- ele se aproximou sorrindo.
-- É o namorado dela? -- Bernardo indicou Henrique discretamente.
-- Não, mas é primo. Na verdade nossos namorados são primos e esse faz parte da família. Digamos que somos uma família confusa -- respondi.
-- Confusa e gostosa! -- Bernardo comentou, olhando Henrique discretamente -- Porque eu já vi seu namorado e ele é muito quente.
-- Você não viu o meu! Parece o príncipe da Pequena Sereia! -- Ana se gabou -- Lindo, gostoso e fode bem!
-- Ana! -- eu joguei o guardanapo nela.
-- Deixa ela fazer propaganda, conte-me mais -- Bernardo pareceu interessado, Aninha riu ainda mais.
-- Olá -- Henrique chegou até nós -- Vamos meninas?
-- Vamos, antes que essa louca fale mais merda -- eu disse me levantando, Bernardo e Aninha já trocavam telefone.
-- Eve, eu vou dar uma olhada amanhã, se achar eu te aviso -- Bernardo falou, eu concordei com a cabeça, depois olhei para Henrique, que estava distraído em uma conversa com Aninha. Bê entendeu na hora o que eu quis dizer e sorriu.
Até podia ser que demorasse, mas eu acharia a Marcada de Henrique!

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Olha, att dupla!!!!
Surpresa em dobro???
Kkkkkkkkkkkkkkkkk

Sobre a música: é só porque estou viciada nela, então vocês vão vê-la várias vezes por aqui!!
😘😘😘

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