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Traíra.

Depois que as lutas acabaram o local acabou se transformando em uma espécie de "boate", com música alta e bebida. Até que era legal.

Eu e o Igor estávamos nos pegando, ele era bem legal. Sabia conversar diferente de outras pessoas.

Natália estava de cara fechada, não sei porquê, Eric estava dançando com o Juliano... e o Arthur... Bem estava com umas garotas, ele nem chegou perto de onde estávamos, só via ele de longe pegando as meninas e conversando com uns caras.

Mas o que estava me incomodando era a cara de bunda da Nat.

- Ok, me diz o que está rolando. - Sento perto dela e pergunto.

- Nada Camila.

- Você está com raiva de mim, já percebi isso. Mas o que está me incomodando é que eu não sei o motivo, qual é o seu problema?

- O meu problema Camila é que você nunca percebe nada, somos amigas a tanto tempo e você até agora nada. E outra eu cansei de você querendo ser sempre o centro das atenções. Você não é o sol. - Ah meu Deus, qual é a dela? O que eu fiz dessa vez, será que foi por que eu não apostei no irmão dela? Ou... NÃO!

- Você é apaixonada por mim? Eu juro que não sabia que você era lésbica Natália. - Ela me olha como se eu fosse louca.

- Não é nada disso, você é impossível. - Ela diz e sai de perto de mim. Uai, ela falando que somos amigas a muito tempo e eu nunca percebi, me deu a entender que ela era apaixonada por mim.

Depois eu que sou a dramática e barraqueira, dessa vez eu estou na minha. Não fiz nada de errado, e ela está com raiva da minha pessoa.

- Vamos dançar linda. - Igor diz e segura meu braço.

- Não, a Natália está com raiva de mim.

- Por quê?

- Eu não sei. - Ele me olha desconfiado.

- Deixa ela, depois vocês se resolvem. Agora vem cá. - Ele me puxa e me beija novamente, isso está ficando interessante.

Depois do beijo fomos dançar junto com o Eric e Juliano.

- Isso maninha. - Eric diz e rebola de um jeito sexy.

- Assim você me humilha.

- Até parece. Cara esse negócio é muito bom, por que nunca me trouxeram aqui?

- Eu não sei, Juliano que sempre vem pra esses negócios eu só vim uma vez e deu merda.

- Novidade né Camila. - Abro um sorriso meigo.

Depois de dançar muitoooo. O Arthur me puxa pelo braço pra perto de um carro.

- Qual é o seu problema? - Ele diz e eu mais uma vez não entendo bulhufas.

- O que foi? Eu não fiz nada.

- Fez sim, a Natália quer ir embora por sua causa. - Oi? Não estou falando que esse povo é maluco.

- Ok! Porém, o que eu fiz?

- Está ficando com o Igor, a Natália gosta dele. E é impressionante que uma amiga não conheça a outra tão bem para perceber isso. - Uau... Eu não sabia, agora sim consigo entender até eu iria ficar puta da vida. Mas por que ela não me deu um toque?

- Não se meta na nossa relação. - Me viro pra sair mas ele agarra meu braço.

- Me meto sim, eu não vou permitir que você pise na minha irmã ouviu bem?

- Eu não sou adivinha pra saber que ela gosta dele. Agora não toque em mim. - Saio de perto dele e vou até onde a Natália está sentada com umas garotas, ela rir como hiena junto delas. Tão amiguinhas.

- Por que você não me contou? Eu não sou a porra de uma vidente Natália. - Agora quem está puta sou eu.

- Era pra você ter se tocado Camila.

- Me tocado como? Você me deu algum alerta, uma piscada ou uma rosnada? Não, então não venha me culpar e outra coisa você não tem o direito de ficar com raiva de mim e muito menos de por o idiota do seu irmão no meio. - Natália levanta e fica cara a cara comigo.

- Você sempre arruma um jeito de ser a boa moça.

- Boa moça não, mas se você tivesse pegando o cara que eu gosto pode ter certeza que eu iria te da um toque.

- Eu te dei, te olhei como se não tivesse gostado na primeira vez que você beijou ele.

- Grande olhada né?

- Vai se foder Camila, cansei de você.

- Cadela idiota. - Digo isso e saio, mas logo sinto que ela avançou em mim.

Eu não queria, mas aconteceu. Nós duas nos batemos pela primeira vez, e não foi só tapinha, foi briga de verdade daquelas que puxa cabelo e da soco.

Mas ela sabia como brigar e eu fiquei na pior, só tentando me proteger. Por que eu não fiz judô junto com meus irmãos?

- Para Natália, me soltaaa. - Grito e tento sair, mas a menina parece uma assassina sedenta por sangue.

- Parem já com isso. - Ouço a voz do Juliano e ele arranca a Natália de cima de mim e o Arthur me puxa pro outro lado.

- Você é uma traíra. - Natália grita quase espumando.

- Leva ela por favor. - Juliano diz e o Arthur me leva até um quartinho que tem no galpão e fecha porta.

- Toma veste essa blusa.

-Eu não vou vestir isso, nem sei de quem é.

- É minha. - Boto a blusa pois a minha foi rasgada pela selvagem. Me sento no sofá e escondo meu rosto com as mãos, e como sempre choro como uma criança birrona.

- Eu não sou traíra, eu não sabia que ela gostava dele. Ela não precisava ter me batido, eu não fiz nada demais. - Digo e limpo minhas lágrimas com a ponta da blusa. Segunda vez que venho assistir esse negócio de luta, e segunda vez que da merda.

Pensei que a Natália fosse mais minha amiga, pra que me bater daquele jeito? Tenho certeza que ela queria provar algo pras garotas que estavam com ela.

- Olha só, você sabe chorar.

- Por que estou aqui com você mesmo? E muito obrigada você foi de grande ajuda. - Digo super sarcástica.

- Eu fui mesmo, até descolei uma blusa pra você. - Me levanto do sofá e tiro a blusa dele ficando só com meu sutiã.

- Eu vou embora.

- Vai coisa nenhuma, espera um dos seus irmãos vir te buscar.

- E cadê eles? Deveriam está aqui do meu lado e não do lado dela. - Arthur se aproxima de mim e passa a mão pela minha pele nua.

- Eu estou do seu lado. Quer coisa melhor?

- Isso é melhor onde? É um pesadelo. - Ele abre um sorriso e solta meu cabelo do rabo de cavalo.

- Ótimo, então vamos aproveitar que é um pesadelo pois já, já você acorda. - Como ele sempre vem fazendo, me beija e eu como uma boa beijoqueira retribuo. Agarro seu cabelo e puxo ele mais pra mim.

Ele senta no sofá e me puxa pra cima dele, sem quebrar o beijo eu me sento em seu colo, e pressiono mais meu corpo no dele.

Suas mãos vão de encontro ao meu quadril e ele me faz esfregar em sua ereção que vai se formando aos poucos.

- Você é uma delícia garota. - Ele diz antes de começar a beijar e chupar meu pescoço.

Rebolo de forma lenta em seu colo e em troca ouço um gemido rouco saindo dele. Não sei o que está acontecendo, só sei que quero continuar isso. Mas não posso ir muito longe, eu jamais daria a primeira vez pra ele e nesse lugar.

Mas nada me impede de beijar e me esfregar nele né?

- Você sabe o quando eu te odeio né? - Pergunto, eu preciso fazer o meu cérebro ir para um lugar diferente.

- Uhum. - Ele não para de me beijar e tocar, isso está me enlouquecendo.

- Isso não era pra... Porraa. - Paro de falar quando sinto a mão dele no meio das minhas pernas.

- Quer que eu pare? - Ele pergunta com um meio sorriso e pressiona o dedo contra meu clitóris.

- Não, nunca.. - Ele troca a posição agora me deixando por baixo.

Desabotoa meu short e faz mais pressão com os dedos.

Puxo ele pelo cabelo e volto a beijar sua boca de forma desesperada. Quando sinto o orgasmo se aproximar e tomar conta do meu corpo eu aperto o rosto dele com a mãos e solto um gemido.

Arthur narrando.

O gemido dela e a expressão que fez assim que gozou me deixou tão duro que chegava a doer. Eu precisava da uma gozada, mas eu não iria comer ela aqui.

Agora eu precisava não ferrar tudo.

- Mais calma? - Pergunto e como sempre dou aquele meu sorriso de lado.

Ela fecha os olhos apertados e balança a cabeça.

- Não acredito que deixei isso acontecer de novo. - Dou um beijo no maxilar e no queixo dela, preciso fazer ela relaxar, dessa vez tenho que ficar no controle.

- Não cometeu nenhum crime, foi bom pra mim e acho que foi bom pra você. Então não se culpe. Agora olha pra mim. - Digo sério, ela abre somente um olho.

- Foi bom pra você? Até parece. 

-Assistir sua cara quando gozou foi a melhor coisa loirinha.- Abotoo sua bermuda e puxo ela para ficar sentada.

- Acho melhor a gente sair. Eu quero ir embora. - Ela diz e se levanta.

- Não vai falar com a Natália?

- Hoje não, talvez amanhã. - Pego minha blusa e estendo pra ela.

- Toma. - Ela veste a blusa e prende o cabelo dessa vez em um coque.

Antes de sair eu encosto ela na porta e dou um beijo demorado em sua boca.

Chupo seu lábio e dou uma mordida de leve.

- Agora podemos. - Ela sai do quartinho e vai até os irmãos que estão sentados.

- Onde você estava? - O que é gêmeo dela pergunta.

- Não te interessa. Agora vamos embora. - Sempre tão amável.

- Onde está a Natália? - Pergunto.

- Ela saiu com o Igor e desde então não vimos mais ela. - Pelo visto estão se reconciliando. Não entendi qual foi a da Natália, ela sempre esnobou meu amigo e agora que ele resolveu ficar com outra ela deu chilique. Mulheres são complicadas.

- Valeu bad boy, fez uma boa luta hein

- Qual seu nome mesmo?

- Juliano. - Agora não esqueço mais.

- Valeu, e fico feliz que tenha gostado. - Me despeço do outro irmão com um aperto de mão.

- Tchau loirinha. - Digo em tom sarcástico e ela revira os olhos.

Ahh essa garota...

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