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"Topa sair comigo?"

- Por que não liga logo pra ela? - Pergunto a Natália, desde o dia que ela brigou com a Camila está com uma cara de bunda e um bico do tamanho do mundo.

- Eu não vou da o primeiro passo de novo. Você não sabe como é difícil de lidar com a Camila, ela é irritada, mimada, chata e mandona.

- Então esquece ela, simples. Bote um ponto final na amizade.

- Você não entende, mesmo ela tendo todos esses defeitos eu gosto dela e sinto saudades da nossa amizade sabe? - Concordo com a cabeça mas na verdade eu não sei, eu nunca briguei com o Igor desse jeito e nem com nenhum dos meus amigos nunca tivemos desavenças, no máximo é um bate boca e logo depois estamos conversando novamente como se nada tivesse acontecido.  

- Então liga pra ela.

- Não.

- Natália então eu não sei. Agora tchau, eu preciso fazer um negócio. - Boto o meu boné e saio de casa.

Marcos o irmão de Marina está lavando sua moto.

- E aí Marcos.

- Fala parceiro. - Dou uma olhada na moto dele e olho pro meu carro.

- Não está afim de uma troca não? Tô sabendo que você quer passar a moto.

- Pois é, família vai aumentar e andar com a Val na garupa da moto não está dando certo a barriga está muito grande já. Mas me diz qual é a troca? - Aponto pro meu carro.

- Eu te passo meu filho e você me passa a sua. - Ele me olha interessado e vai até meu carro da uma olhada.

- Obviamente vai ter que me da um dinheiro a mais por fora. - Meu carro não era tão velho e estava em bom estado, se eu trocasse a moto pelo carro somente, iria ser desleal e eu sairia perdendo.

- Documentos em dia?

- Claro.

- Fechou então. - Ele aperta minha mão e abre um sorriso, sabe que fez um bom negócio e eu sei melhor do que ele que também fiz um bom negócio eu estava louco por uma moto. A moto era uma CB 300 preta, era linda demais.

Mas por enquanto eu iria ficar com meu carro, iria lavar ele e tirar meus pertences de dentro.

Tenho que resolver uma coisa, estou cansado de vê a Natália com aquela cara de bunda o tempo todo.

***

Minutos depois paro meu carro em frente ao condomínio onde Camila mora, o segurança vem e eu abaixo o vidro.

- Boa noite eu vim falar com um dos filhos do prefeito. O Juliano. - Antes eu tinha ligado pro Juliano pra ele poder liberar minha entrada, o garoto é gente boa diferente da irmã.

- Ah claro, pode passar. - Ele diz e eu dou uma buzinada em sinal de agradecimento.

Paro o carro em frente a casa luxuosa, olha só até que não era ruim ser prefeito. Um jardim muito bem cuidado e Palmeiras tomavam conta da frente da casa branca, janelas francesas e portas duplas tomavam conta da fachada, mas o que pegava mais era o tamanho da porta de entrada. Parecia ser porta da casa de um gigante. Eu já tinha vindo aqui antes, mas não havia reparado muito bem na casa.

Ligo pro Juliano que logo me atende.

- E aí cara, fala pra sua irmã aparecer aqui, mas não fala que sou eu.

- Ela vai me matar mas tranquilo. - Ele diz e desliga. Minutos depois a Camila sai de dentro da casa e olha pro carro desconfiada, ela está usando um vestido muito curto e está descalça com o cabelo em um coque.

Uma delícia como sempre.

Abro a porta do passageiro e olho pra ela.

- Entra no carro. - Falo e ela me olha com cara de debochada.

- O que você quer?

- Entra que você vai saber, é coisa séria. - Logo sua expressão mostra preocupação.

- Aconteceu algo com a Natália?

- Vamos lá loirinha.

- Mas eu estou descalça.

- Você não vai sair do carro.

- E se você me sequestrar?

- Não garanto nada. Vem logo. - Ela da uma bufada e entra no carro. Acelero e faço uma curva cantando pneus.

- Depois dessa você vai ser proibido de entrar aqui.

- Eu não ligo. - Acelero e saio do condomínio.

- Me fala o que aconteceu. - Não respondo e continuo dirigindo. A perna dela não para de balançar um minuto se quer, já percebi que ela tem essa mania.

- Por que você fica balançando sua perna o tempo todo?

- Porque tem uma carga constante de ansiedade que passa pelo meu corpo e infelizmente eu não consigo controlar. E hoje está pior pois você até agora não abriu a boca. - Abro um meio sorriso e continuo a dirigir.

Só paro o carro quando chegamos na praia da reserva, uma praia onde não tem nenhuma casa por perto, aqui é proibido qualquer tipo de construção o máximo que tem são quiosques feitos de madeira. O lugar está deserto, pelo menos no ponto onde estamos, mais pra frente tem umas pessoas acampadas e outras fazendo fogueira. Mas aqui está vazio.

- Por que me trouxe aqui? Poderíamos muito bem ir pras praias mais movimentadas.

- Eu gosto desse lugar. - desligo o carro e me viro pra ela. - Você tem que falar com a Natália, ela está muito mal pelo que aconteceu.

- Eu não tenho nada, ela quem me bateu então que seja ela a dar o primeiro passo e eu vou pensar muito bem se devo ou não perdoar. - Ela diz e continua olhando pra frente, mordo o lábio para conter um sorriso que menina mais orgulhosa.

- É sério loirinha.

- Eu também estou falando sério... Se ela sentisse mesmo falta da nossa amizade já teria falado comigo. - Sinto a tristeza em seu tom de voz. Ela continua olhando pra frente.

- Ela sente, está com vergonha do que aconteceu. Acho que vocês deveriam engolir o orgulho.

- Nem adianta fazer esse joguinho da mente comigo, eu não vou falar com ela. - Como é difícil de ser convencida de algo.

- Ok, agora... E nós dois? Se bem me lembro eu falei que não ia desistir. - Ela finalmente me olha e levanta uma sobrancelha em tom sarcástico.

- Não existe nós.

-Mas poderia existir.

- Pelo que eu sei você me odeia.

- Quem disse isso? - Olho em seus olhos e ela faz o mesmo comigo.

- Por que está dando em cima de mim? - Tento não revelar minha surpresa, ela deve está desconfiando de algo. Será que o Igor deu com a língua nos dentes sobre a aposta? Se ele fez isso vou socar a cara dele.

- Porque eu quero você. -Respondo na lata. Ela me olha e balança a cabeça.

- Isso não vai acontecer.

- Se me desse uma chance não iria se arrepender.

- Eu já estou me arrependo de ter entrado aqui imagina de ficar com você. - Menina osso duro de roer mais que merda.

Saio do carro e abro a porta do carona.

- Sai do carro.

- Hã?

- Vamos lá. - Puxo ela e a pego no colo.

- Não, não faça isso olha o tamanho dessa onda e sem contar que eu estou de roupa. - Boto ela de pé na areia.

- Te dou vinte segundos para tirar o vestido.

- Eu não vou entrar no mar...

- 15..

- Com essas ondas Arthur estão muito altas.

- 10... - Faço menção de avançar sobre ela.

- Ok. - Diz e tira o vestido ficando só de calcinha e sutiã, como o corpo dela com os olhos. - Vai ficar aí me admirando ou vai tirar a roupa?

- Eu vou de short.

- Nada disso, você vai de cueca. - Abro um meio sorriso e boto as mãos na cintura.

- E se eu disser que estou sem cueca? - Falo e tiro a blusa somente.

- Você estaria mentindo. - Puxo meu short bem devagar pra baixo mostrando que eu realmente estava sem cueca. Só dou a ela a visão dos meus pelos aparados.

- Ok, não precisa abaixar mais. Agora vamos lá. - Ela corre e da um mergulho, nem parece aquela garota que estava reclamando do tamanho das ondas. Mergulho logo atrás e vou até onde ela está.

- Uma delicia.

- Eu sei que sou. - Falo e abro um sorriso.

- Idiota, eu falei sobre a água.

- Será? Parecia que estava se referindo a mim. - Me abaixo quando uma onda chega até nós e saio logo atrás dela.

- Eu gosto daqui. Mas de noite é meio assustador. - Ela diz e olha em volta.

- Está com medo de algum assassino? Eu estou aqui para lhe salvar.

- Eu não preciso que ninguém me salve, eu sei me cuidar.

- Será que você tem uma resposta na ponta da língua pra qualquer coisa?

- Nem sempre. - Ela se deita na areia e olha pro céu, dou uma olhada em seu corpo magro e passo um dedo bem de leve no meio de sua barriga.

- Vamos eu quero ir embora.

- Por quê? - Pergunto e olho pro seu rosto

- Porque eu sei onde isso vai chegar. - Me aproximo mais dela perto o suficiente para o meu corpo tocar o dela.

- E por acaso você não gostou de onde chegou?

- Não.

- Você está mentindo.

- Você nunca vai saber. Agora vamos embora. - Ela levanta e sai andando.

- Que visão linda.

- Para de olhar.

- Claro que não. - Ela bufa e veste o vestido. Me levanto e sigo ela até o carro.

Assim que me sento e ligo o motor do carro, ela se levanta um pouco do banco e logo vejo ela puxando a calcinha e tirando.

- O que você está fazendo?

- Ela está molhada.

- Você não fez isso.

- Qual é o problema? - Porra como posso me concentrar sendo que sei que a delicinha ao meu lado está sem calcinha? Ela fez isso para me testar, está jogando comigo eu sinto isso

- O problema é que eu sei que você está sem calcinha.

- Mas não está vendo nada, então... Pare de pensar nisso.

- Não da, minhas mãos estão coçando para sentir sua pele.

- Ok, acho melhor você ficar quieto. - Atenção na estrada Arthur, não pense na bundinha dela nua. Não pense, não vá por esse caminho.

Droga impossível.

Quando chegamos na casa dela eu paro o carro e ela sai.

- Ei.

- O quê?

- Topa sair comigo amanhã? - A esperança é a última que morre né.

- Sim. - uau mais rápido do que eu pensava. - Vamos vê se você não se comporta como um idiota. - Ela não podia somente dizer sim? Estava mais bonito.

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