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Capítulo 9



Já estou pronta a criada até que fez um bom trabalho. Me olhei no espelho e quase não me reconheci. A maquiagem está um pouco forte totalmente diferente daquilo que estou acostumada, o vestido me caiu bem, os sapatos estão perfeitamente bons e no tamanho certo para os meus pés. Não coloquei acessórios a única coisa que estou usando é o meu colar que deixei por dentro do decote. Meu cabelo está preso meio de lado e pensando bem até que estou apresentável mas apresentável para quê? Não sei nada deste lugar. Não sei nada deste jantar e apesar de ouvir histórias e estudar sobre o reino nunca havia colocado os pés aqui. A única coisa lamentável em meu visual são as marcas de roxo em meus braços onde Nicolay me apertou e os machucados em meus pulsos por causa das cordas. Passei os dedos em cima do machucado e não sei o que doí mais a dor física ou a dor no meu peito. Queria muito saber se Leon já descobrira sobre a armação de Nicolay. Queria saber se ele está tentando me encontrar tentando arranjar um jeito de me tirar daqui. E minhas criadas? Elas devem estar loucas de preocupação, sinto falta delas. Á essas horas elas estariam me arrumando para o jantar e agora o que será que elas estão fazendo?

— Meredith? — Me despertou a criada olhei para ela.

— Vossa majestade te espera.

"Vossa majestade?" É muita coisa para minha cabeça tinha me esquecido que Nicolay é rei em Sansalom. Apenas acenei com a cabeça e a segui. Está na hora de conhecer o palácio das sombras.

O palácio é muito iluminado para uma pessoa obscura como Nicolay. Os corredores são bem largos com tapetes bem trabalhados na cor vermelha, as paredes são parecidas com as paredes de meu quarto cheia de quadros antigos que para mim são desconhecidos e olha que eu entendo de arte. As janelas são altas e largas não sei se a vista lá fora é bonita não dá para ver a escuridão da noite não permite. Sigo a criada imaginando que ela me levará para um salão ou uma sala de jantar mas não, ela me leva até uma porta enorme de madeira maciça com detalhes perfeitos. Ela bate na porta e sai me deixando só.

— Oi. Você vai me deixar aqui? — Perguntei sussurrando com medo até de respirar.

Ela me ignora completamente vira as costas e sai.

Volto a olhar para a porta e ela agora está aberta. Do lado de dentro é bem escuro e pelo que vejo é apenas iluminado por velas. Eu não quero entrar. Não vou entrar neste quarto sozinha mas é nunca. Parece que estou voltando a ter 7 anos de idade quando morria de medo de lugares escuros e desconhecidos. Não queria admitir mas tenho certeza que esse medo está me tomando novamente. Como não tem ninguém à porta e muito menos nos corredores dei meia volta na ponta dos pés e tentei refazer o caminho que a criada fez para voltar para o meu quarto que na verdade não é meu. Quando já estava me afastando da porta ouvi uma voz que fez os pelos dos meus braços se eriçarem.

— Meredith entre! — Disse Nicolay.

Fechei os olhos me odiando por não ter saído dali mais rápido, agora é tarde vou ter que entrar na toca do lobo.

Entrei bem devagar. O quarto está coberto por escuridão "claro!" Não poderia esperar o contrário. Ele é dez vezes maior que o meu não tem muitas coisas, nada de interessante apenas uma cama alguns móveis, uma escrivaninha parecida com a que tem no quarto em que estou porém muito maior e cheia de livros grossos e papéis empoeirados. Olhei para cima e vi um grande lustre, se ele tem um troço desse tamanho que dá para iluminar o palácio inteiro por que esta no completo breu?

Me virei para um lado do quarto e lá está. Uma mesa enorme com mais velas ainda e várias comidas, frutas e pães me chamando. O cheiro é maravilhoso atrás dela está Nicolay sentado de costas para mim assim que eu paro em seu rumo, como se tivesse adivinhado os meus passos, ele se vira diretamente para mim. As luzes das velas realçam os olhos peculiares de Nicolay e ele faz questão de me olhar como se ele fosse o predador e eu a presa. Pensando bem na situação em que estou não é muito diferente. Ele está bonito, muito bonito, ridiculamente bonito pena que a beleza dele é só uma casca que cobre a podridão que ele é de verdade.

— Sente-se. — Estende os braços para a cadeira à minha frente.

Ele pede mas não saio do lugar. Nicolay me olha nos olhos e bem devagar se levanta, começa a caminhar em minha direção e para, bem atrás de mim. Para piorar a porta se fecha sozinha. "Sozinha?" Meu coração começa a bater mais forte, eu só queria sair correndo.

— Está com medo? — Me pergunta com um sorriso nos lábios.

Não respondi.

Ele olha para o roxo em meu braço e depois para os machucados em meu pulso. Ele pega para olhar mais de perto. Não consigo esconder o medo e ele está transparente em meu rosto. Nicolay foca em meu pulso e deposita um beijo o que me fez sentir calafrios apenas Leon tem o hábito de beijar meu pulso. Ele soltou meu braço e enfiou os dedos por dentro do decote do meu vestido. Congelei. Ele puxou meu colar deixando-o à mostra então voltando para sua cadeira disse:

— É um colar muito bonito para ficar escondido. Agora sente-se. — Nicolay agora ordena.

Sentei-me na cadeira em sua frente imediatamente.

— Está com fome não está? — Ele pergunta colocando um pedaço do que eu acho ser uma galinha assada em meu prato.

Eu estou morrendo de fome, há duas noites que não como direito nesse meio tempo comi apenas uma maçã que o velho senhor da vila me ofereceu mas não quero comer agora preciso fazer perguntas e ele vai me responder.

— Por que eu estou aqui? — Perguntei ríspida.

— Para comer Oras! — Ele responde achando graça pegando um pedaço de galinha para si.

— Você me entendeu. — O reprimi.

— Vejamos. Pelo que eu me lembro você se entregou para salvar a vida daquele povinho. Então por que a pergunta? — Me encarou.

— Por que a pergunta? Você me tem como prisioneira e me trata como se eu fosse uma convidada especial? Está me presenteando com vestidos e com um quarto enorme. — Me aproximei mais da mesa e encarando seus olhos perguntei.

— Qual é o seu jogo Madark? — Ele riu de ficar vermelho.

— Meu jogo? — Perguntou rindo mais ainda.

O olhei séria sem achar graça nenhuma.

— Então, me diga Meredith você prefere que eu te coloque numa cela? sem comida, sem a luz do sol, sem nada?

— Não estou dizendo que quero ficar em uma cela mas é muito estranho...

— Então não reclame Meredith! Agora coma! — Se aborreceu.

Peguei um pedaço de galinha e comi. Enquanto comia Nicolay me encarava parado feito uma estátua com as mãos no maxilar. Depois se encostou na cadeira e começou a rir sozinho.

— O que é tão engraçado para você? — Perguntei.

— Nada.

— Você foi muito esperto passou a perna direitinho em Leon. Era isso o que você queria não é? Tirar Leon de cena para que pudesse invadir BrownWood?

Ele não me respondeu então continuei.

— Mas não entendo uma coisa por que se deu ao trabalho de tirar Leon de cena se preferiu sair com uma "princesa" ao invés de tomar o reino para si?

Ele me olhou como se a resposta fosse a coisa mais óbvia. "Não quero que nada de mal te aconteça!" As palavras de Leon não saem de minha cabeça.

— Meu interesse não está em BrownWood Meredith. — Respondeu ele ainda me encarando.

Era óbvio. Agora eu entendo. Como fui burra! Mas por quê?

— Você nunca quis invadir BrownWood. — Falei olhando em seus olhos.

Ao escutar minhas palavras ele deu um sorriso de orelha a orelha.

— Então... O que eu queria Meredith? — Me atiçou.

Com os olhos marejados e com ódio de mim mesma por ter me entregado de bandeja para ele, "Nicolay não ia machucar ninguém da vila aquilo foi um teatro," respondo:

— A mim... Você queria a mim. — Ele sorriu ainda mais.

Nicolay se levantou da cadeira e veio para trás da minha, abaixou lentamente e cochichou em minha direção como se o que fosse dizer fosse um segredo proibido.

— Muito esperta meu bem.

— Mas por que você me quer aqui? só para me matar e enviar meu cadáver para Leon? — Questionei sem me mexer do lugar com medo dele se aproximar mais.

— Eu já disse Meredith tenho planos para você.

— Planos para mim? — Gritei. — Mas que diabos de planos são esses? — Me levantei e perguntei alterada.

— Você vai saber só que na hora certa. — Disse ele.

— E enquanto isso eu faço o quê? Fico aqui sendo sua bonequinha até você decidir o que fazer? — Perguntei irônica.

— Sim. — Respondeu calmo.

Me aproximei dele olhei bem no fundo de seus olhos e agora com o medo mais contido falei confiante:

— Não se sinta um vencedor Nicolay. Leon virá atrás de mim.

Andei o mais depressa possível para fora do quarto. O meu ódio por Nicolay aumenta a cada segundo, abri a porta e quando estava prestes a fechar Nicolay me respondeu todo indiferente.

— Veremos.

Pude sentir o sorrisinho cínico nos lábios dele. Para expressar minha raiva bati a porta com a maior força que tinha em mim. Se ele acha que vai brincar comigo está enganado vou mostrar que sei brincar também.

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