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Capítulo 22




Depois de nossa conversa Joseph me apresentou alguns lugares do palácio para me familiarizar; no caminho para o pátio. Segundo ele todos estavam tomando café lá. Assim que chegamos todos os olhares caíram sobre mim "droga ainda não me acostumei com isso." Pude ver a expressão de espanto e de surpresa de cada um deles. Achei graça.

— Filhos de Sunfifth! — Gritou Joseph. — Recebam de braços abertos sua futura rainha Meredith Rose Calore herdeira do sol e da lua que hoje está de volta para sua verdadeira casa. — Gritou em celebração para todos.

Joseph fez o gesto dos três dedos, beijou-os com reverência e os depositou sobre o coração, exibindo o gesto para todos presentes. Em um instante de comunhão, todos seguiram o exemplo. Após esse ato ritualístico, Joseph prosseguiu, envolvendo-nos ainda mais na cerimônia.

— Como o Sol e a Lua, voltaremos a brilhar! — Joseph concluiu, apontando para mim com determinação.

Assim que ele dirigiu o gesto em minha direção, fiz questão de retribuir, replicando o mesmo gesto com convicção.

Havia uma multidão de rostos desconhecidos ao meu redor, exceto pelos homens e mulheres leais a Nicolay. Após a apresentação de Joseph, o lugar explodiu em uma cacofonia de gritos, aplausos e assobios. Este momento encheu-me de orgulho indescritível. Busquei avidamente entre a multidão os olhos de Nicolay, ansiosa para que ele testemunhasse minha transformação. Quando finalmente localizei seu olhar entre a multidão, irradiando um brilho azul e verde, soltei um sorriso vitorioso, uma declaração silenciosa de que não era mais uma princesa frágil e ingênua, mas alguém capaz de cuidar de si mesma. No entanto, a reação de Nicolay foi imperscrutável; ele me observou de cima a baixo e partiu sem expressar nada. Voltando-me para as pessoas ao meu redor, cumprimentei-as calorosamente. Alguns beijaram minhas mãos, outros me abraçaram. Quando a agitação se dissipou, juntei-me ao grupo de Alice, Alysson, Helena, Gerad, Rixon, Lucky, Lucas, Kedra e Catarina, todos sentados juntos em uma mesa.

— Olha só. Que visual sexy. — Disse Lucky quando me aproximei.

Kedra deu uma cotovelada nele mas não me importei com isso.

— Tudo bem Kedra. — Sorri. — Obrigada Lucky. — Respondi me sentando.

— Como você está? — Perguntou Kedra.

— Estou ótima, nunca estive melhor. — Peguei um pedaço de pão e o devorei.

— Pelo visto está com fome. — Helena me empurrou sorrindo. Retribuí o sorriso.

— Cortou o cabelo, mudou de roupas. Mas está mais para uma vadia sem graça. — Catarina debochou com um sorriso irônico.

Catarina está sentada, uma perna levantada ao peito, toda desleixada, segurando um cacho de uvas. Mesmo com essa postura, devo admitir que Catarina ainda irradia um encanto irresistível. Deslumbrante e, ao mesmo tempo, insuportavelmente insuportável. Após o comentário dela, os olhares se voltaram para mim, e com uma preguiça imensa, respondi.

— Cuidado com o que fala, Catarina. Talvez você não tenha percebido, mas agora está em meu território. O comando agora é meu. E se eu fosse você, teria muito cuidado; estou com os nervos à flor da pele e posso, inadvertidamente, ordenar que alguém corte sua língua. — Catarina e eu nos encaramos, um confronto de vontades latente.

Ela se levantou, jogou o cacho de uvas na mesa se apoiou nela e respondeu.

— Manda ver princesinha. — Depois saiu batendo o pé empurrando qualquer um que aparecia em sua frente.

Voltei a comer, estou morrendo de fome. E mal notei que todos ainda me olhavam.

— O que foi? — Perguntei sem entender.

Todos eles caíram na gargalhada.

— Eu gosto de você garota, eu gosto. — Disse Rixon sorrindo apontando a faca que cortava seu pão para mim.

Enquanto falava sobre o pão, deliciei-me com seu sabor irresistível. Ao tentar cortar mais um pedaço, a faca escapuliu de minha mão, deslizando rapidamente e cortando meu dedo com um leve toque, deixando uma fina marca vermelha em sua trajetória.

— Aí! — Resmunguei baixo.

— Deixa eu ver. — Disse Kedra pegando meu dedo e colocando em sua boca. Uma reação instantânea e estranha aos meus sentidos habituais.

Arregalei os olhos e olhei para o pessoal.

— O que você está fazendo? — Perguntei divertida.

— Parando o sangramento oras. — Sorriu.

— Tome! — Me entregou um paninho para que não sagrasse mais.

— Quê isso Kedra você é nojento. — Disse lucas empurrando seu prato. — Nem quero mais comer.

— Largue de frescura homem. — Kedra pegou um outro pano e jogou em lucas.

Nunca havia percebido o quanto são especiais. Agora, isso fica claro. Mesmo com suas falhas, eles se apoiam mutuamente, formando um vínculo que se assemelha ao de uma família, inclusive Catarina e Nicolay. É curioso pensar que já considerei fugir disso tudo. Agora compreendo: este é o meu lar. Ao observar ao redor, testemunho sorrisos, brincadeiras, até mesmo dois rapazes brincando de lutar. Talvez seja essa união que fortalece tanto Sunfifth e Moonfifth. Realmente, estou em casa, e farei tudo que estiver ao meu alcance para protegê-los.

                                                                                          ...

— Mais rápido! mais rápido! — Joseph está gritando.

Parei de correr, meu corpo parece estar em chamas, estou toda molhada de suor e com falta de ar. "Meredith, respire fundo, uma vez, respire fundo, duas vezes.!

— Chega! Preciso de um tempo. — Minha voz quase não sai.

— Temos pouco tempo você precisa se esforçar mais. — Me entregou uma garrafa com água.

— Estou me esforçando só não entendo porque estou correndo há horas, esse é meu treinamento? — Perguntei ainda tentando recuperar meu fôlego.

Me abaixei apoiei as mãos nos joelhos e encarei Joseph que me encarava também.

— Uma hora você vai precisar correr de Leonidas, não sabemos, precisa ter fôlego para correr. — Pegou a garrafa de minha mão.

Só de ouvir o som do nome Leonidas meu corpo todo se contraí.

— Deixe comigo agora Joseph. — Disse Nicolay adentrando na arena de treinamentos de Sunfifth.

Nicolay está com uma calça simples e uma camiseta aberta quase até o umbigo, um pouco descabelado. Não consigo parar de olhar. "Desvie o olhar, Meredith!" Disfarçadamente, virei meu olhar para Joseph.

— Madark! Chegou em boa hora já havia terminado com Meredith. — Foi sua deixa para se despedir.

— Não! Você disse que era para eu correr não é? — Olhei para Joseph com uma expressão que dizia claramente: 'Não saia daqui.

— Continuamos depois você agora precisa aprender alguns golpes. — Disse pegando suas coisas e saindo.

— Traidor. — Cochichei para ele.

Ele sorriu e ainda fez questão de gritar "divirtam-se crianças." Quando olhei para Nicolay, percebi que ele também me observava.

— Está pronta? — Perguntou Nicolay.

— Eu nasci pronta! — Me endireitei.

"Céus estou morta."

— Quero que você me mostre o que sabe, me ataque! — Disse se posicionando.

— O quê? — "Aí que confusão."

— Eu disse me ataque. — Repetiu sem paciência.

Por que Joseph tinha que colocar Nicolay para me treinar? Eu preferia Kedra ou até mesmo Lucas. Lucas é um homem enorme três vezes o meu tamanho mas não me importaria.

Assumi minha posição de ataque e me preparei para enfrentar Nicolay. Assim que me pus pronta, avancei em sua direção com uma velocidade impressionante. Porém, antes que eu pudesse reagir, ele agilmente segurou meus braços, torcendo-os para trás, e desferiu um golpe certeiro em minhas costelas, fazendo-me cair ao chão.

— Você ficou maluco? — Gritei do chão. — Era para eu te atacar. Não você!

— Lembre-se de uma coisa o inimigo nunca vai esperar que você ataque e você tem que estar preparada para tudo. Preste atenção estude seu adversário, descubra suas fraquezas. — Levante-se vamos! — Ordenou outra vez.

Levantei-me com um impulso de escapar e me refugiar no meu quarto. Nicolay continuava a demonstrar seus golpes, e em todos eles, saí perdendo. Estou exausta de ser derrotada por ele. Ele nunca me dá tempo suficiente para me preparar adequadamente, e isso me frustra profundamente. O pior é que ele parece encontrar diversão em tudo isso.

— Sabe de uma coisa Meredith? Achei que você conseguiria bem mais do que isso. — Persiste em me provocar com suas palavras. — Até agora você não me fez cócegas. — Faz piada da minha situação.

Nicolay só pode estar me testando. Está querendo me tirar do sério.

— Pessoas morreriam se a segurança delas dependesse de você. — Continuou. — Leonidas te derrubaria facilmente.

Encarei-o com um misto de raiva, e ele respondeu erguendo as sobrancelhas, desafiador.

— Você sabe que seu amado Leon está te caçando feito um animal não sabe? — Meu sangue está fervendo de ódio.

— Cale a boca Nicolay. — Finalmente consegui falar alguma coisa.

— E o que você vai fazer a respeito Meredith? Me Diga? Me Mostre! O que você vai fazer quando encontrar Leonidas? — Me desafiou.

Foi a gota d'água com os sentidos cheios de fúria caminhei em direção a Nicolay. Meu desejo é enforca-lo até a morte. Nicolay coloca as mãos sobre o pescoço tentando se livrar de algo que não existe, ele está vermelho, não percebi que o meu desejo de matá-lo enforcado havia se tornado realidade, me aproximei e lhe dei o mesmo golpe. Torci seus braços para trás e dei uma cotovelada em sua costela. Ele se soltou e me agarrou pelas costas colocando o braço em meu pescoço sem saber de onde veio minhas forças o joguei no chão fazendo-o passar por cima de mim, me sentei em cima dele e com minhas mãos prendi as dele por cima da cabeça.

A fúria pulsava em minhas veias enquanto caminhava em direção a Nicolay, a gota d'água que transbordou meus sentidos. Meu desejo de enforcá-lo até a morte ardia dentro de mim, consumindo cada parte de meu ser. Nicolay, agoniado, colocou as mãos em seu pescoço numa tentativa desesperada de se soltar de algo que ele não conseguia ver. Seu rosto estava vermelho, seus olhos arregalados de terror, enquanto eu me aproximava lentamente, cada passo mais determinado do que o anterior. Finalmente, sem pensar, eu o agarrei pelo pescoço e apertei com toda a força que eu tinha. Senti a resistência de seus músculos, mas nada podia me deter naquele momento de pura fúria.

Nicolay tentou se debater, mas eu o torci seu braço brutalmente para trás e dei uma cotovelada em suas costelas, o fazendo gemer de dor. Ele se soltou e me agarrou pelas costas, tentando me sufocar, mas eu reuni todas as minhas forças e o joguei violentamente no chão, fazendo-o passar por cima de mim. Eu me levantei rapidamente e me sentei em cima dele, minhas mãos prendendo as suas por cima de sua cabeça. O olhei nos olhos, meu rosto contorcido pela raiva, enquanto ele tentava desesperadoramente se soltar de minha pressão avassaladora. Naquele momento, a fera dentro de mim tinha sido libertada, e não havia mais volta.

— Eu vou acabar com você. — Nicolay achou graça e deu uma gargalhada diabólica.

Me distraindo, ele me empurrou de lado e, de repente, sentou-se sobre mim, prendendo minhas pernas.

— Não se dê tanta importância. — Me provocou.

Retrocedi e me ergui. A adrenalina ainda pulsava em meu corpo quando cerrei os punhos e desferi um soco em seu rosto. Em uma ira desconhecida, ele avançou em minha direção e me acertou com uma cotovelada.

— Não se defenda! Ataque! — Gritou.

Não o fiz.

— Cale a boca! — Ordenei.

— Você está recuando Meredith! Ataque! — Gritou mais uma vez.

Meus pensamentos me incitou a afastá-lo de mim; concentrei-me nesse desejo. Interrompi minha recuada e o encarei com uma determinação intensa. Com esse ímpeto, o projetei para longe sem sequer tocar nele. Surpreendentemente, não tive tempo para me alarmar com minha ação. Aproveitando sua queda, corri em sua direção e montei novamente sobre ele, pressionando meu braço contra seu pescoço.

— Quem é a princesinha agora? — Perguntei sorrindo orgulhosa de mim mesma.

— É com certeza não é você. Estou orgulhoso Meredith me jogou no chão e me enforcou só com a força do pensamento. Não fazia ideia de que conseguia realizar tal feito. Creio que agora você saiba do poder que corre em suas veias? Mas você precisa melhorar muito mais. — Disse Nicolay ainda embaixo de mim com a respiração ofegante.

Sorri.

Mais uma vez, Nicolay me arremessa para os lados, assumindo controle sobre mim. Solto um grito de surpresa diante de sua ação repentina. Seus olhos me encaram com uma intensidade fascinante. Um silêncio tenso se instaura entre nós. Observo seus olhos, ainda mais impressionantes de perto. Não posso negar: Nicolay é um homem bonito, muito bonito, ridiculamente bonito. Ele se aproxima ainda mais, pouco a pouco. Meu coração dispara. Até que ouvimos algo cair.

— Ops. Foi mal. — Nos viramos e lá estava Catarina.

Nicolay se levantou depressa e logo em seguida me levantei também.

— Não queria atrapalhar. — Disse Catarina cínica.

— Você não atrapalhou nada. — Respondi.

— Bom acabamos por aqui. — Nicolay saiu.

Quando Nicolay sumiu de nossas vistas Catarina me encarou com uma expressão sombria.

— Eu estou de olho em você princesinha. — Apontou o dedo para mim.

— Vá para o inferno Catarina!

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